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1
fev
2015

Trip tips: restaurantes NYC (parte 2)

Estados Unidos, NYC, Viagem

Ainda estamos em tempo para a segunda parte do post com as dicas de restaurante da minha última viagem a Nova York? Sei que estou atrasada, afinal, isso foi em Setembro (!!!), mas sei que restaurante quase sempre é um assunto atemporal! <3

Já falei de mais ou menos metade deles nesse post e hoje vou fechar o tema, afinal, tenho que quitar minhas dicas de viagens antigas antes de pegar o próximo avião!

Vamos começar pelos que ficam nos arredores do Meatpacking District?

Colicchio & Sons

CESO Biel, marido da minha prima-irmã, encontrou esse restaurante no open table e fez reservas para nosso jantar depois da Broadway. Assistimos Alladin no fim de semana e depois fomos jantar no Colicchio & Sons! Acredito que tenha sido no sábado à noite.

Nós 3 pedimos uma entrada divina, tão estranha que não resistimos. Uma pizza de pêssego, cebola caramelizada e alecrim. Na teoria pode parecer uma combinação estranha, mas na prática é uma coisa de louco, maravilhosa. Eu e a Aninha pedimos o mesmo prato, um risotto com quinoa que estava uma delícia também.

Achei o restaurante bonito, gostoso e menos óbvio, acho que voltaria.

The Standard Grill

Sandart-grill

standard-grill-brunch

Taí um lugar que eu queria ir há eras, aliás, eu MORRO de vontade de ficar nos dois hotéis The Standard que existem na cidade e esse restaurante do High Line era mesmo uma prioridade na minha lista.

Acho que a prioridade era tão grande que acabei indo duas vezes em uma mesma viagem: uma para jantar e outra para o café da manhã/brunch. O hambúrguer do jantar estava ótimo, o ambiente e a frequência também, mas não posso negar que foi o momento café da manhã que me ganhou. Sem falar na possibilidade de poder caminhar sobre o jardim suspenso depois, achei um programão.

O Standard Grill é um desses queridinhos dos últimos anos que eu gostei e aprovei. Acho que vale a pena conhecer.

Caso você queira uma badalação noturna, o hotel conta com dois lugares para dançar + ver a vista + ouvir música e tomar uns bons drinks: O Le Bain e o Boom Boom Room. No caso, só fomos no primeiro e só posso dizer que a vista vale a subida, além da banheira no meio da boate.

Rana

rana-restaurant ravioliO Rana é um italiano que fica no Chelsea Market, mercado que conta com uma série de restaurantes e stands que vendem coisas legais. Para mim, o mercado merece uma visita com toda a calma do mundo.

No dia em questão, passei a manhã andando no Greenwich Village, e depois de muitas andanças, chegamos no Meatpacking. Mesmo com 200 restaurantes incríveis na região, resolvemos buscar algo dentro do Chelsea Market e a Aninha escolheu o Rana. Tinha uma fila de espera, mas acabamos usando esse tempo para andar no mercado, foi uma delícia e nem sentimos o tempo passar!

Pedi uma massa negra com lagosta que estava bem gostosa, acho que acertei em cheio. De sobremesa, nós 3 dividimos um ravioli de chocolate que é super interessante, gostoso e com uma textura inesperada.

Sem dúvida essa é a minha região preferida em termos de concentração de restaurantes. Amo o Spice Market, o Fig & Olive, amei o Rana e ainda tenho uma lista com uns 10 que ainda falta conhecer.

Ainda mais para o sul, fui a dois restaurantes gostosos no SoHo.

The Mercer Kitchen

mercerEu era louca para conhecer o Mercer, como minha expectativa não era baixa acho que não me surpreendi tanto. Como fui almoçar correndo entre trabalhos acho que daria uma outra chance ao restaurante, até porque ele fica entre as melhores ruas para compras da cidade, no coração do SoHo.

Eu comi uma pizza trufada que estava bem gostosa, acredito que eu pedi bem, mas acho que minha visita não fez jus ao lugar.

Delicatessen 

delicatessenEu e a Mandy almoçamos no Delicatessen no último dia de compromissos. Pedimos uma batata frita trufada de entrada e mexilhões como prato principal. A batata é uma pedida obrigatória, uma delicia mesmo, só perde para a da feira do Brooklyn que postei aqui. Os mexilhões também estavam ótimos, o restaurante foi uma super pedida e também fica nos arredores das boas compras do SoHo.

Único porém, ao meu ver, foi o serviço bem mais ou menos, mas sem dúvida a comida compensou. Eu super voltaria.

Clement no The Peninsula New York

clement-nycNa última noite de agenda da semana de moda fomos convidadas para conhecer o Clement, restaurante do super hotel The Península. Primeiro fomos tomar um drink no rooftop do hotel (vale a pena) e depois descemos para jantar.

O menu estava uma delicia, extremamente sofisticado e cada prato trazia algo novo em termos de textura e sabores. Minha lagosta foi sem dúvida a melhor pedida da noite, foi um prato principal muito saboroso e especial. Sem falar na harmonização de vinhos.

Assim como o The Mark eu diria que o Clement é um restaurante mais caro e perfeito para um jantar mais especial.

Ufa! Agora acho que falei de quase todos os restaurantes em que fui nessa viagem. Ficou curiosa(o) para ver os outros posts dessa viagem? Aqui contei sobre meu passeio do Brooklyn,  fiz um roteiro baseado em Gossip Girl, falei da primeira lista de restaurantes, contei do Empire Hotel onde fiquei parte da viagem, do Row NYC onde fiquei os outros dias e por fim dei dicas de chip + transporte. 

Tinha achado que a viagem não rendeu posts suficientes, mas me enganei. Acho que agora só falta falar dos passeios que fiz ao ar livre. Essa foi minha quarta visita à cidade e sem dúvida foi no clima que eu mais gostei, no início de setembro, no fim do verão. O clima estava fresco e agradável.

Beijos

PS: Não sei se vocês notaram, mas esse é o segundo trip tips dessa semana, estamos pegando embalo para dar mais gás na nossa coluna semanal de viagem! Estamos conversando e queríamos saber qual seria o melhor dia da semana para postá-la. Contem pra gente? Agradecemos muito!

28
jan
2015

Trip Tips: Hoteis em Las Vegas

Estados Unidos, Trip tips, Viagem

Como disse anteriormente, já me considero macaca velha de Las Vegas, mas mesmo assim, toda vez que eu volto eu acabo descobrindo coisas novas. Se outro dia foquei nos restaurantes, hoje resolvi focar em outro ponto: hoteis! Nas minhas 4 visitas, eu tive oportunidade de ficar em 4: Stratosphere, Excalibur, Wynn e Aria, nessa ordem cronológica. Vamos dizer que eu errei a primeira metade e acertei a segunda.

Os meus dois erros, na verdade, foram provenientes de um pensamento que já começa equivocado: “ah, vou pegar um quarto baratinho, vou ficar o dia inteiro na rua e só vou voltar pra dormir…“. Amigas…NÃO. Levando em conta que você passa o dia fora, andando quilômetros, emendando restaurante, show, balada e, quando você chega no hotel, o quarto costuma ficar quilômetros de distância da entrada (para vocês terem uma ideia, Las Vegas tem mais quartos de hotéis do que a Europa inteira junta). Por isso, o que você mais precisa quando chega no seu quarto é que ele seja, no mínimo, confortável. Então, por favor, não caiam nesse erro.

excalibur-2009Mão na cabeça no melhor estilo: “que besteira que eu fiz!”. Tá, é mentira, era só pose mesmo hahaha O hotel mais temático da strip foi o que ficou em último lugar da minha categoria!

No quesito conforto, o Excalibur perdeu feio, muito feio. De todos os 4, ele ganha o último lugar com muita facilidade. O hotel é velho, grande, mal cuidado, cama dura, enfim, não tenho elogios pra tecer, infelizmente. Aria e Wynn ficaram bem empatados. Fiquei em quartos bem distantes mas que eram grandes, com camas maravilhosas, e cheios de tecnologia, com cortinas e luzes que funcionam apenas apertando um botão. No meu caso, Wynn ganhou por dois pontos: consegui uma vista incrível e o banheiro ainda tinha lugar especial para se maquiar! ehehe

wynn-2012Wynn, que eu fiquei em 2012 (mas o meu sonho desde 2008, a primeira vez que eu fui pra Las Vegas). Amei tanto que foi o local que eu mais tirei fotos – e nem sabia que iriam para um post! rsrs

Outro ponto que foi bem errado nas nossas duas primeiras escolhas foram as localizações. Tanto o Excalibur quanto o Stratosphere são super afastados dos principais pontos da Strip, e a distância entre um hotel e outro não é pequena, algo em torno de meio quilômetro. Ou seja, com hoteis mais nas pontas da rua principal, você fica muito dependente de taxis ou do The Deuce, o ônibus que funciona 24h por dia e que roda a rua principal inteira. Nesse ponto, o Stratosphere perde muito feio. Para mim, ele é um ótimo hotel para se visitar mas para ficar hospedado é tenso. Distante demais de todas as outras coisas que Las Vegas tem pra oferecer!

stratosphere-2008Em 2008, com cara de baby e com corretivo na cor errada (sim, eu cometi esse erro por alguns anos hahah) na lanchonete Roxy’s, que fica dentro do Stratosphere! Vale a pena conhecer o hotel mais pelo último andar, onde tem os brinquedos cheios de emoção – não fui em nenhum porque fiquei com medo! hehehe

Tanto o Aria quanto o Wynn são muito bem localizados, mas em áreas diferentes. Enquanto o Wynn fica perto do Fashion Show Mall (um shopping que tem tudo, inclusive mais de 3 lojas de departamento enormes), do Palazzo e do Venetian, o Aria está mais perto do Bellagio, NyNy, MGM Grand, etc. Particularmente, eu prefiro a localização do Wynn, mas isso é questão pessoal!

Por último, um ponto bem importante que eu acho que vale pensar na hora de escolher o hotel são as atrações. Praticamente todos os shows, baladas e restaurantes ficam dentro dos hoteis, por isso, acho que vale a pena checar tudo que você pretende fazer para ajudar a escolher um lugar pra ficar que seja perto da grande maioria. Dessa forma, você evita gastar muito com locomoção e aproveita pra gastar esse dinheiro nos cassinos! :) Quando eu fiquei no Aria agora em Dezembro, eu tinha muitos programas no Bellagio, no Caesar’s Park, MGM e Planet Hollywood, ou seja, tudo meio perto, por isso valeu muito a pena! Deu pra fazer tudo com calma, andando e aproveitando o clima da cidade à pé – inclusive quando estava usando salto (andar meio quilômetro de salto é desafiador pra mim rs).

De todos os 4 que eu já fiquei, meu grande favorito até o momento, com certeza foi o Wynn. Na verdade, eu já namorava esse hotel desde a primeira vez que eu fui pra Las Vegas, mas só fui conseguir ficar nele na terceira visita à cidade. A localização é ótima, as lojas que têm ao redor do cassino são as melhores e lá tem as melhores boates: XS (que fica no Encore, mas esse hotel é uma extensão do Wynn) e a Tryst, que teve Avicii justamente no dia que meu marido me fez ser groupie em um show do Guns n Roses (resumindo a história: não adiantou nada, ele só conseguiu tirar a foto que queria com o Axl Rose um ano e meio depois).

aria-2014As fotos que eu tinha tirado do Aria (achei que ia fazer um post dedicado) se perderam no backup que eu fiz errado, então recuperei essas de conversa do whatsapp e instagram!

O Aria também é maravilhoso, mas tirando o cassino, não tem muitas coisas pra se fazer. Até tem alguns restaurantes, bares, um japonês legal (o Masa), um restaurante de tapas (o Julian Serrano, mesmo chef do Picasso que eu comentei no post do restaurante), e o meu preferido, o Jean Phillippe Patisserie (que eu contei aqui). Também tem um shopping com as principais marcas de luxo, o Crystals, e um monorail para o Bellagio ou para o Monte Carlo, o que é uma mão na roda para quem quer andar menos rs. Mesmo assim, meu preferido ainda é o Wynn, o que eu mais me identifiquei e amo!

Tentei reunir em apenas um post todas as dicas que eu fui aprendendo com meus erros e acertos, mas não queria indicar apenas um hotel. O que mais tem em Las Vegas é essa categoria, e cada uma tem sua vantagem e sua desvantagem (a Jô ficou no Venetian e amou, por exemplo, mas não posso falar dele porque nunca me hospedei lá), mas acho que essas poucas dicas que eu consegui reunir já podem ajudar bastante na hora de escolher um lugar para ficar em Las Vegas, que eu sei que não é tarefa das mais fáceis!

Qualquer dúvida, dica ou sugestão, pode comentar! :)
Beijos

Carla

9
jan
2015

Trip Tips: comendo (muito) bem em Las Vegas

Estados Unidos, Trip tips, Viagem

É impressionante como Las Vegas é mutante. Fui para lá agora, no fim do ano, e contabilizei minha 4a. visita à cidade. É muito, eu sei, mas fazer o quê se a cada vez que eu vou, eu tenho uma experiência diferente e volto para o Brasil com a sensação de que não fiz tudo que eu queria? Detalhe, já estou em casa e continuo sentindo isso, mesmo tendo aproveitado muito a cidade!

Apesar de já ter feito esse post há um tempão – e apesar de já ter voltado para lá mais 2 vezes depois disso – só agora eu fui com um olhar mais voltado para o blog, com o que eu poderia dividir aqui com vocês. Por isso, aguardem mais posts de Vegas, tenho algumas coisas boas para contar!

Vou começar por um dos focos dessa viagem: os restaurantes! Na realidade, quando planejamos, estávamos tão focados na festa de ano novo que comer bem não era a maior prioridade. Mas passou a ser quando vimos que as opções eram muitas – e irresistíveis!

Apesar de Las Vegas ter um quê de cafona e de over, a parte gastronômica da cidade é imbatível. Vários dos maiores chefs do mundo têm algum cantinho nos diversos hotéis espalhados pela Strip e vale a pena reservar um dinheirinho (mais pra dinheirão, vai, muitos são bem caros) para conhecer os chefs que você tem mais curiosidade. Alguns que eu fui e recomendo:

las-vegas-mon-ami-gabi- Mon Ami Gabi, que fica no Paris: Já falei dele no post passado, mas a indicação continua mais atual do que nunca. O pãozinho de entrada é irrecusável e vale experimentar a especialidade deles: steak frites  – também conhecido como bife com batata fritas. A dica que eu dou para todo mundo, e depois todo mundo me agradece, é para pedir uma mesa na varanda, que fica estrategicamente localizada na frente do lago do Bellagio, onde tem o show das águas. Não dá para reservar essas mesas, por isso, é bom chegar sabendo que pode rolar uma espera de mais ou menos 40 minutos. O preço é algo em torno de 50 dólares por pessoa (com bebida).

10914253_1591781651052779_893437775_n- BurGR, que fica no Planet Hollywood: A fila eterna a partir da hora do almoço não deixa mentir, esse restaurante é sucesso! Claro que ter Gordon Ramsay na fachada ajuda na divulgação, mas sinceramente, o bicho é bom mesmo, vale a espera de mais de 1h (pelo menos foi isso que eu esperei). Como o nome diz, ele é de hamburguer, e ouso dizer que foi o melhor que eu já comi. Peçam a batata frita trufada com parmesão, uma é mais do que suficiente para duas pessoas e é de comer rezando . E o preço é justo, tipo 30 dólares por pessoa.

10890519_326638960878771_188679315_n- Nobu, no Caesar’s Palace: Sempre evitei esse restaurante porque não gosto de japonês, mas depois que eu descobri que o Nobu vai muito além disso, fiquei curiosa. O prato mais pedido com certeza é o black cod (esse da foto) e me falaram tanto, mas tanto, que minha expectativa estava do tamanho do Everest. De fato, não dá para ir no restaurante e não pedir esse prato, que facilmente entrou no meu top 5 da vida. E isso porque eu nem sou muito fã de peixe. Tem que reservar e tem que ir preparada, porque a conta pode não sair das mais baratas. No meu caso, o almoço saiu mais ou menos US$250 por casal, mas já adianto que a gente entrou num clima meio ostentação e bebemos razoavelmente bem (a.k.a. muito). Como o conceito é ir pedindo pratos para dividir com a mesa, pode correr o risco da brincadeira sair cara assim, mas também pode sair bem mais barata.

- The Cut, no Venetian (no Grand Canal Shoppes): Para quem gosta de carne de qualidade, esse restaurante de Wolfgang Puck é imperdível. Aliás, foi a Jô que me convenceu a ir nele quando fez esse post de LV. Os cortes são os melhores e o tempero é uma delícia, tanto que pedimos molhos (eu fui de spicy chimichurri!) e nem comemos tudo, de tão saborosa que a carne estava. Os acompanhamentos são para dividir com a mesa, pedimos 2 e foi mais do que suficiente. Também é mais carinho, com bebida saiu por volta de US$120 por pessoa. Tem que reservar também, mas não acho que seja complicado tentar uma mesa na hora.

10899195_1518658298408097_2145853756_n- L’Atelier de Joël Robuchon, no MGM: Terminamos a viagem com chave de ouro, e totalmente pobres rs!  Mais uma indicação de 11 entre 10 apaixonados por gastronomia, achamos que seria um pecado sair de lá sem conhecer esse restaurante. Você pode pedir a la carte ou algumas opções de menu degustação. Todo mundo foi no famoso wagyu com o purê de batatas, que é especialidade da casa. Eu fui no tal Menu B, que me dava direito à duas entradas, dois pratos principais e uma sobremesa. Quase me arrependi de não ter pedido como o resto da mesa – a carne estava em um ponto realmente especial – mas foi só começar a chegar meus pratos que o arrependimento passou. Joël Robuchon tem a fama que merece, estava tudo espetacular! A brincadeira saiu muito, muito cara (mesmo!) que to até com vergonha de contar aqui hahaha e a gente nem bebeu muito. Em compensação, ninguém saiu com aquela sensação de dinheiro jogado fora, o que já é um ponto super positivo, né? Tem que reservar também, até porque foi um sufoco conseguir um lugar na hora!

10882022_413507698796827_1482303202_n- Jean Phillippe Patisserie: Menção honrosa ao lugar que eu mais bati ponto na viagem. Essa patisserie fica no Aria, o hotel que eu fiquei, mas a mais famosa fica no Bellagio, onde tem uma fonte de chocolate famosa, que vale conhecer e ficar babando. De início, ela não me animou muito por causa do cheiro extremamente doce, o que me fez pensar que ela só vendia doces. Até que no segundo dia, precisava de um lugar para tomar um café da manhã que não fosse um abusrdo (o buffet do hotel tinha de pizza a patinhas de caranguejo, mas pouca opção de coisas que normalmente eu como no café da manhã. Levei prejuízo) e resolvi dar uma chance. Tomei café da manhã lá todo dia desde então. Os doces até são especialidades – só provei um pão de amêndoas que estava incrível – mas destaco também os paninis e omeletes! Ou seja, Jean Phillippe é bom em tudo. Fiquei fã rsrs.

Fora isso, me indicaram outros restaurantes que eu acabei não indo porque me faltou tempo e grana, mas acho válido contar aqui:

- Picasso, no Bellagio: o chef Julian Serrano faz um cardápio bem elogiado, mas o charme da história fica no ambiente, onde você come apreciando obras de Picasso.

- DB Brasserie, no Venetian: Esse, na verdade, não foi indicação de ninguém, mas fiquei com pena de não ter ido. Tive a oportunidade de jantar em um restaurante do Daniel Boulud em NY e amei a experiência. Acredito que essa versão de Las Vegas não é diferente! Alguém já foi?

Sei que dessa vez eu extrapolei no roteiro gastronômico, de forma que não dá para falar para ir em todos, apesar de todos valerem muito a pena. Nem sempre é possível gastar isso tudo em refeições apenas em uma só viagem , mas acho que se você está pensando em ir, vale se programar para ir pelo menos em um desses.

Se eu tivesse que escolher um restaurante entre todos esses que experimentei, ficaria com o Mon Amí Gabi. Aliás, foi o que eu fiz na segunda vez que fui para Las Vegas, escolhemos esse como O restaurante da viagem e o resto foi tudo baratinho. Acho que tem um preço justo, a comida é divida e, de quebra, te dá uma experiência bem Las Vegas style. Os outros chefs têm restaurantes em outros cantos do mundo, dá para deixar para outra viagem.

Como o BurGR tem um preço muito maravilhoso para a qualidade da comida oferecida, também acrescentaria ele no roteiro!

Alguém tem mais alguma dica para acrescentar?

Beijos!

Carla

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