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Viagem

0 em Brasil/ Destaque/ Parceria/ Viagem no dia 23.10.2017

Salvador: passeios turísticos & o hotel MERCURE RIO VERMELHO

Esse fim de semana que passou eu embarquei pela primeira vez na vida para Salvador. Eu já havia ido à Bahia duas vezes, uma para Itacaré muitos anos atrás e outra para Chapada Diamantina. Jurava que conheceria a capital por motivos de Carnaval, mas dessa vez, minha motivação inicial para o embarque foi trabalho! Eu fui convidada pela distribuidora local de Bio Extratus para fazer o #PICNICDOPAPO na cidade, uma honra e um desafio. Seria atender a uma das cidades mais pedidas, mas ao mesmo tempo seria fazer em um local que eu ainda não conheço.

Sobre o evento eu vou falar em outro post, só adianto que fiquei surpresa por ter sido lá o MAIOR PIQUENIQUE DO FUTI DE TODO BRASIL. E como todos os outros, é claro que vai merecer uma matéria sobre ele e sobre um pouco do que eu vi e senti com as baianas mais arretadas que eu já conheci. <3

No instante em que eu soube que precisaria voar para Salvador já tinha em mente que queria ficar num hotel bom, com boa piscina, bem localizado e bem prático e funcional. Durante minha pesquisa virtual dei de cara com dois que funcionariam para mim, sendo que um deles era um MERCURE. Se era para falar de #paposobreautoestima, eu achei que nada seria mais justo do que falar com eles, que tantas vezes apoiaram e continuam apoiando o futi. Dessa vez não foi diferente.

Escolhi o MERCURE RIO VERMELHO como minha “casa” na Bahia e me hospedei lá de sexta a segunda. O bairro é boêmio e está todo renovado, contendo alguns dos bares e lugares mais descolados da vida noturna na cidade. Não posso mentir que boa parte do que me fez escolher o hotel foi a piscina, que tem uma borda infinita linda e de frente para o mar, ali tinha tudo que eu estava procurando… Inclusive uma MOQUECA GOSTOSA no cardápio. A outra parte é que esse foi o hotel que a Carla ficou quando passou o Carnaval em Salvador e ela tinha me falado super bem dele, principalmente quanto à localização, que é perfeita para quem vai curtir a folia.

Meu quarto foi muito espaçoso e com vista pro mar (o melhor era o som das ondas batendo nas pedras, mais relaxante impossível). 

Eu cheguei e não quis nem ir almoçar, parti diretamente para a piscina e fiquei curtindo o meu fim de sexta-feira lá.

Na primeira noite saí para jantar com minhas amigas no Lafayete, um restaurante de frutos do mar muito gostoso, com uma vista linda (que você nota mais no almoço)

No sábado eu fiquei 100% por conta do meu evento, aproveitando apenas o maravilhoso café da manhã do hotel, que é muito sortido, cheio de opções regionais e diversas opções de tapiocas e omeletes feitos na hora.

Como acontece em todo piquenique, voltei morta para o hotel e com isso não tive condições de sair, por isso a salvação da minha noite foi o restaurante do hotel. Pedimos uma moqueca de camarão para duas pessoas e estava muito gostosa, o preço foi bem honesto. Não foi nem barato, nem caro, mas valeu cada centavo

No domingo eu tirei o dia livre para fazer um pouco de turismo em Salvador. Foi pouco, foi o básico, mas deixou bem claro o quanto Salvador é super cheia de cultura e história, levando em conta que ela foi a primeira capital do Brasil, vocês podem imaginar que muito da história do nosso país se passou ali.

Comecei pela Igreja do Bonfim, pois eu precisava agradecer, amarrar minha fitinha e viver um momento de fé. Em seguida fui para o Elevador Lacerda e subi para a versão baiana do “bairro alto” de Lisboa, a caminho do Pelourinho eu já notei que as construções me levariam numa viagem do tempo e assim foi. Fiquei arrepiada pensando que gostaria de ter conhecido esse lugar durante as aulas da escola. Contratamos um guia bem legal (ele se chama Jorge) e foi a MELHOR ideia de todas, pois todo o passeio foi além de fotos e contemplação básica, tudo tinha uma explicação, um contexto e uma história. O que mais fiz foi andar e prestar atenção, afinal era muita coisa legal pra pensar. Foi uma volta no tempo in loco.

A igreja São Francisco de Assis foi o que mais me impressionou, a arte do prédio é linda, mas a igreja em si é uma coisa de LOUCO, foi a igreja mais linda que já vi no Brasil até hoje, competindo com muitas das maravilhosas que eu vi na Europa. Foi linda a visita, cheia de paradoxos com as madeiras com acabamento de pó de ouro.

A Salvador antiga da Cana de Açúcar foi muito mais culturalmente interessante do que achei que seria. 

De lá fui almoçar com minhas amigas no Velerio no Yatch Club, o que mais amei foi a vista e o fim de tarde. Foi uma experiência mais carinha, mas muito gostosa.

Depois fui acompanhando o pôr do sol e me impressionando como a Bahia tem uma vibração única e um mar lindo. Passeamos de carro e fomos até o Farol da Barra, que é tão icônico quanto imaginei. Queria ter ido mais cedo com calma, mas deu para ver o quanto é bonito mesmo super cheio no fim da tarde.

Tinha inúmeras dicas de turismo e restaurantes lindos para ir com vistas, mas infelizmente o tempo foi curto. De toda forma eu adorei que consegui fazer muita coisa, ainda que correndo para saber um pouco mais da capital desse estado que tem tantas praias e cidades que eu ainda quero desbravar..

Segunda ainda consegui tomar um café maravilhoso antes de seguir para São Paulo, masyggv só posso agradecer ao Mercure Rio Vermelho e a distribuidora da Bio Extratus na Bahia por terem me ajudado a realizar esse piquenique que foi emocionante, que juntou das leitoras mais novas com várias mais antigas, onde eu vivi alguns dos momentos mais especiais dos últimos tempos.

Meu coração está preenchido de amor com essa visita à Salvador, foi breve, mas marcante.

Vocês já foram? Tem mais dicas imperdíveis? Comentem aí para quando eu voltar!

Beijos

0 em Destaque/ Maldivas/ Trip tips/ Viagem no dia 18.10.2017

Destino lua-de-mel: Maldivas


As Ilhas Maldivas fazem parte do sonho de consumo de muitos casais e famílias em busca de sombra e água fresca. E não é à toa.

Localizada no Oceano Índico, a sudoeste do Sri Lanka, a República das Maldivas é um arquipélago de quase 1.200 ilhas, rodeadas por águas turquesas lindas de morrer.

Como o principal negócio do país é o turismo, é de se esperar que o país ofereça uma boa infra-estrutura de serviços para os turistas e foi isso mesmo que encontramos por lá.

Espere encontrar ilhas inteiras privadas dedicadas a um único resort (e preços elevados), assim como ilhas públicas com várias guesthouses (a preços mais amigos).

Como chegar

Nós conjugamos a visita às Maldivas com a nossa passagem pelos Emirados Árabes, por entender ser a maneira mais fácil de chegar até lá. A Emirates, Etihad e Qatar Airways tem vôos diretos diários saindo de Dubai, Abu Dhabi e Doha. Outra opção é ir via Europa (de British ou Turkish Airways, por exemplo).

Nós pegamos o vôo em Abu Dhabi e em 4 horas chegamos às Maldivas, num vôo direto da Etihad (comprado com milhas Smiles).

As Ilhas Maldivas não são um destino muito perto e as passagens costumam ser bem salgadas, por isso conjugar os trechos pagos com trechos com milha pode ser uma ótima pedida para considerar nas opções de viagem dos sonhos e lua-de-mel.

Clima

Nas Maldivas faz sol e calor o ano inteiro. Entretanto, nos meses de abril a outubro ocorrem as monções, que trazem consigo o período de chuvas.

Nós fomos em agosto, em plena época chuvosa, de propósito. E não, não sou louca (pelo menos não tanto assim).

As ilhas Maldivas não estavam no nosso bucket list de viagens (não pq não quiséssemos conhecer, mas por achar que era longe e caro) até que um dia eu me deparei com uma foto aérea em que apareciam dezenas de arraias mantas nadando num mar azul cristalino. Pi pi pi pi, o alerta da Felícia aqui começou a apitar e eu fui logo procurar saber onde era aquele lugar fenomenal da foto.

Foi aí que descobri que existe um fenômeno de migração das arraias manta justamente durante a época de monções e que existem alguns lugares das Maldivas por onde esses gigantes marinhos passam com mais freqüência. Pronto, Maldivas subiu imediatamente para o topo da lista e eu tratei de arrumar um jeito de chegar até lá (sim, tenho uma atração inexplicável com animais grandes moradores das profundezas do mar).

Aliado a isso, eu também faria 5 anos de casado em agosto, motivo pelo qual o mês foi o escolhido para a viagem. E lá fomos nós, na época de chuva, para o meio do oceano índico catar as benditas arraias manta. E achamos, um monte! Mas isso eu conto daqui a pouco.

Em relação ao tempo, uma coisa é verdade: apesar de só termos pegado 1 dia inteiro de chuva, tivemos outros dias com tempo meio incerto do tipo sol com nuvenzinhas e algumas pancadas de chuva. Para quem vai no intuito único e exclusivo de curtir a praia, eu sugiro ir em uma época com o sol mais firme (dezembro a março) para evitar decepções.

Já para quem quer economizar na estadia, a época de chuvas também é a baixa temporada e muitos hotéis fazem grandes promoções com descontos, upgrades, transfer grátis… pode valer a pena arriscar (foi exatamente o nosso caso!).

Como se locomover

Como eu falei, a maior parte dos grandes resorts ficam em ilhas privadas e exclusivas. E para chegar nelas existem basicamente 2 meios de transporte: lanchas ou avião. Para ilhas próximas à capital Malé, normalmente o transfer é feito com lanchas. Já para hotéis mais distantes, é possível pegar um hidroavião ou, a depender da localização, um vôo doméstico regular mais uma lancha. Isso tudo vai depender muito da região que você escolher e normalmente é tudo organizado pelo próprio hotel (eu não vi outra opção que não essa, exceto para os vôos regulares que podem ser comprados nos sites das companhias Maldivian e Flyme).

Tenha em mente que os transfers são caríssimos e muitas vezes mais caros que a passagem do Brasil até as Maldivas (acredite se quiser). Então se informe bem antes para não ter surpresas.

 

Quantos dias ficar

Varia demais de pessoa pra pessoa. Nós ficamos 10 noites e teria ficado mais sem nenhuma sombra de dúvida. Minha recomendação seria de 5 noites se a opção for ficar em 1 hotel e 8 a 10 noites se a opção for ficar 2 hotéis. Menos de 3 noites por hotel acaba sendo corrido demais e você acaba perdendo muito tempo em deslocamento (que não é super simples e, como falei, é super caro).

 

Onde ficar

Nós ficamos em três hotéis em ilhas diferentes:

Já adianto que amamos todos e que cada um deles tem um diferencial bem claro, o que tornou nossa experiência nas Maldivas muito diferenciada.

Achei que mudar de hotel foi bem interessante, principalmente porque nos deu a oportunidade de aproveitar diferentes ilhas das Maldivas, além de nos das acesso a estruturas diversas de atividades, o que permitiu que utilizássemos o melhor de cada hotel e cada região.

Não tenho dúvidas que a experiência que você vai ter nas Maldivas está muito relacionada com o local e o hotel em que vai se hospedar, então vale a pena avaliar com cuidado as opções de acordo com seu gosto e bolso. A viagem não é barata e nós não gostamos de jogar dinheiro fora, não é mesmo?

Shangri La Villingili

Finolhu

Aveyla Manta Village

Nossa primeira parada foi no Aveyla, uma pousadinha fofa que fica em Dharavandoo, uma ilha pública com aeroporto. Escolhemos o Aveyla porque a ilha fica no atol Baa e muito próxima a Hanifaru Bay, uma estação de limpeza bem rasa que as mantas amam de paixão nessa época do ano. Isso porque na baía ficam muitos plânctons acumulados (comida preferida das mantas!). Resultado: é possível ver aquele montão de arraias nadando mergulhando só com o snorkel!

Nós poderíamos ter ido a Hanifaru Bay partindo de qualquer hotel no atol Baa, mas seria mais longe e infinitamente mais caro. Por isso, preferimos nos hospedar ali pertinho e aproveitar o máximo do fenômeno das mantas (afinal, era para isso que estávamos ali).

Nós ficamos 3 noites no Aveyla e fomos a Hanifaru Bay 3 vezes. Em uma delas, não vimos uma mantazinha se quer (natureza né, às vezes elas decidem não aparecer). Em compensação, nas outras duas vimos dezenas de mantas dançando dentro da água, algo que marcou minha vida para sempre, com toda certeza. Chega a ser inacreditável a quantidade de arraias nadando lado a lado, ali no rasinho.

Além disso, fizemos 6 mergulhos de cilindro (2 por dia) para pontos próximos a Dharavandoo, onde tivemos a experiência de ver mais e mais mantas, dessa vez mais no fundo (sim, a estrela da festa era a manta gente, só queria saber delas). Também vimos outros animais marinhos como nemos, moreias, polvos, tartarugas, entre outros.

O Aveyla oferece todos os passeios através do Liquid Salt Divers, a operadora de mergulho que é do mesmo dono. Isso facilita muito a vida na hora de decidir o que fazer.

A praia da pousada é bem bonita. Tem uma estrutura de rede, espreguiçadeira e balanços, para relaxar e ler um livro entre um mergulho e outro. Em relação à alimentação, nós fechamos a pensão completa, com café da manhã, almoço e jantar no estilo buffet (bebidas à parte). Apesar de simples, a comida era muito bem feita e bem gostosa, uma grata surpresa.

O único porém é que, por ser uma ilha pública e como a República das Maldivas é de religião muçulmana, é proibido vender bebida. Por mim ok, achei ótimo até fazer um detox, mas alguns dos outros hóspedes estavam sedentos por uma cervejinha na beira do mar.

Nós adoramos nos hospedar no Aveyla e achamos a relação custo benefício excelente. Para quem está com o orçamento mais apertado ou para quem ama mergulho (em especial com mantas), sem dúvida é uma ótima escolha.

Nos próximos posts vou mostrar mais do Finolhu e do Shangri-La Villingili, os outros dois hotéis em que nos hospedamos nas Maldivas.

0 em Destaque/ Oriente Médio/ Trip tips/ Viagem no dia 11.10.2017

Trip Tips: O que fazer em Abu Dhabi

Diferentemente de Dubai, Abu Dhabi é um emirado mais low profile (mas ainda no arab style ostentação). Talvez por isso, a cidade acaba ficando de fora de muitos roteiros ou é visitada em um bate-e-volta partindo da irmã pop Dubai.

Já que decidimos explorar bem os Emirados Árabes, optamos por ficar em Abu Dhabi e nos hospedar no Shangri-La Qaryat Al Beri (mostrei em detalhes o hotel nesse post) e fazer a base ali para conhecer os principais pontos de interesse da cidade. E já posso adiantar que tem sim várias coisas legais pra fazer.

Além de curtir o hotel e a vista magnífica da Grand Mosque, os passeios que mais curtimos foram:

 

Sheik Zayed Grand Mosque

Não poderia começar diferente. Eu já estava obcecada na Grand Mosque desde a hora que pus meus pézinhos no Shangri-La e a vi lá do outro lado do canal. E se de longe ela é bonita, de perto ela é linda!

A mesquita branca de Abu Dhabi é enorme. Dizem que é a terceira maior mesquita do mundo, com capacidade para 40 mil fiéis. Foi bem interessante ver como é a rotina de reza dos muçulmanos: são salas separadas para homens e mulheres, em que é obrigatório entrar coberto e sem sapatos.

Já para as turistas (mulheres), é necessário entrar também com as pernas, braços e cabelos cobertos. Eu cheguei lá com um vestido longo que deixava meio dedo do meu tornozelo aparecendo e fui barrada. Como isso deve acontecer sempre, eles emprestam abayas, aquela roupinha que chamamos erradamente de burca, que são devolvidas na saída.

Bom, lá fui eu naquele calorão vestir minha abaya, achando que ia morrer assada dentro de uma roupa que nada mais era um vestido longo de manga comprida com um gorrinho. Curiosamente, achei que a abaya deu uma protegida tanto do sol quanto do calor e achei até mais confortável estar com ela.

Para os homens, como estava realmente muito quente, calça comprida e camiseta já era o suficiente.

Agora, deixando a questão religiosa e os costumes de lado, a arquitetura do lugar é fantástica. O pé direito das colunas brancas e douradas é muito alto e a sensação de amplitude é enorme.

Fiquei muito impressionada com a riqueza de detalhes no chão e nas paredes, com desenhos de flores meticulosamente formados pelos ladrilhos coloridos. Ah, e os espelhos d’água e jardins em volta da mesquita também contribuem para tornar a Sheik Zayed Grand Mosque um lugar único.

Essa visita não pode ficar de fora do roteiro!

 

Ferrari World Abu Dhabi

Saindo da Grand Mosque, pegamos o carro e partimos para Yas Island, uma ilha cheia de atrações onde fica o parque de diversões Ferrari World.

O Ferrari World é um parque indoors, todo fechado e com um ar condicionado bombante (lembrando que estava fazendo um calorzinho básico de 45 graus).

Como o próprio nome já diz, o parque é o mundo da Ferrari e tudo lá dentro é inspirado e decorado com o tema, desde os brinquedos às lojinhas e restaurantes. São muitas atrações para todas as idades, entre simuladores, cinema 3D, realidade virtual, kart e até um museu/exposição de diversos modelos de Ferraris. Além disso, acontecem shows e atividades como a troca de pneus de carros de fórmula 1, em que todos podem participar. Bem divertido!

Mas para nós, as estrelas do Ferrari World são as montanhas-russas. A mais famosa é a Formula Rossa, que é, nada mais nada menos, que a montanha-russa mais rápida do mundo e chega a 240 km/h! A idéia é passar a sensação da aceleração alcançada por um carro de fórmula 1. Para se ter noção, você recebe um par de óculos de plástico para usar durante o percurso (é tão rápido que acho que sem os óculos não deve dar nem para abrir os olhos!). Não preciso dizer nada além de: é SENSACIONAL! Tipo a melhor que eu já fui na vida!

Ainda tem outras montanhas-russas muito legais como a Turbo Track e a Flying Aces, além de novas atrações que estão sendo construídas. Em todas elas, a fila é na parte de dentro do parque, mas o trilho mesmo vai pelo lado de fora (achamos engraçado levar aquele bafo quente no rosto quando o carrinho começa a andar!).

Apesar de não ser muito grande, ficamos umas 3-4 horas pipocando de atração em atração. Demos super sorte de estar vazio e com pouca fila, o que nos deu tempo para repetir as montanhas russas que mais curtimos. Para os amantes de aventura e da Ferrari, achamos um programa imperdível!

 

Emirates Palace

Se até agora você não está Abu Dhabi tão ostentação assim, é porque não falei do Emirates Palace. O hotel mais famoso e luxuoso desse Emirado tem a fama de ter 7 estrelas, e não é à toa: o Emirates Palace parece um palácio direto dos contos das 1001 noites.

Com arquitetura árabe e muito ouro para tudo quanto é lado, o Emirates Palace fica de frente para a praia e perto do centro financeiro, em um ponto nobre de Abu Dhabi. O hotel tem vários restaurantes, incluindo a deliciosa rede internacional Hakkasan, sendo visitado por milhares de turistas e emiradenses todos os dias, nem que seja só para uma refeição.

A parte boa é que a entrada no hotel é livre, não sendo necessário ser hóspede e nem ter reserva em algum dos restaurantes. Tudo lá dentro é lindo e rico e existem coisas inacreditáveis tipo existem máquininhas a la caixa eletrônico em que você pode “sacar” lingotes de ouro (de verdade!).

A parte de fora do hotel também é linda, com coqueiros, laguinhos e uma vista bem interessante para o centro financeiro de Abu Dhabi e seus arranha céus. Em resumo: vale muito a pena passar ali para se ver a imponência e grandiosidade de um dos hotéis mais caros do mundo!

Nós decidimos ter uma experiência mais completa e optamos pelo day use do Beach Club do hotel. O day use dá acesso às piscinas e à praia particular do Emirates Palace (essa eu fui só bisbilhotar mesmo, estava quente demais!).

Uma coisa legal é que no caminho para a praia existe uma tenda beduína, onde tem alguns camelos. É possível dar uma voltinha na corcunda dos amiguinhos e ficar sentado dentro da tenda, onde são servidos chás e cafés árabes (tudo sem custo adicional). Por conta do calor, passei só para dar um oi para os camelinhos e voltei correndo para a água geladinha da piscina.

Aliás, as piscinas são bem bacanas: tem uma piscina comum com alguns bancos com borbulhas relaxantes, além de um rio lento com bóias e cachoeiras, pra sentar e esquecer da vida. Existem 2 toboáguas, pequenos mas bem divertidos, que desembocam nesse rio lento. Resumindo: é um mini parque aquático, onde é possível aproveitar um bom dia de sol (na sombra, óbvio!).

Chegamos de manhã cedo e passamos o dia aproveitando o beach club do hotel. Aproveitamos para almoçar no restaurante Cascades, coladinho na piscina. Estava tudo delicioso e super fresco.  

Achamos o day use uma opção bem legal para quem não estiver hospedado no Emirates Palace conseguir aproveitar a estrutura a um custo mais acessível.

Camelinho tentando forçar a amizade

Abu Dhabi tem um jeitão diferente do que vimos em Dubai e merece sim uma visita. Para quem não pretende dormir por lá, acho que um bate-e-volta do outro Emirado pode ser uma boa opção, apesar de mais cansativa, já que a distância entre as cidades é de aproximadamente 1 hora.

Nós ficamos em Abu Dhabi por 2 noites e achamos pouco! Acho que para aproveitar a cidade com calma e ainda descansar um pouco no hotel (e babar ainda mais na vista da Grand Mosque), devíamos ter ficado mais uma noitezinha por ali. Fica a dica!