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5
dez
2014

Trip tips: domingo no Brooklyn (vlog)

Estados Unidos, NYC, Viagem

A gente sabe que a Cá acabou de chegar de viagem e vão ter alguns bons posts sobre esses 10 dias que ela passou na Europa, mas hoje vamos fazer outra coisa!

3-pessoasVou compartilhar com vocês o vlog muito legal que eu fiz com a Mandy e a Carol (fotógrafa maravilhosa) no Brooklyn! <3 <3 Ontem a Mandy postou ele na sua coluna de NYC e eu resolvi compartilhar e postar hoje no Trip Tips.

Querem assistir?

Eu amei rever um pouco desse dia muito especial que vivi com elas! A verdade é que toda viagem reserva um dia mágico, e talvez esse tenha sido um dos meus dias mágicos nesse setembro que eu fiquei alguns dias em Nova York!

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Vista do Brooklyn Heights Promenade

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Smorgasburg vista de cima!

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Brooklyn Bridge Park lindo!

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Programação que está no vídeo:

Brooklyn Heights Promenade (vista linda)
Smorgasburg (feira de “food truck” – imperdível)
Brooklyn Bridge Park (Jane’s Carousel)
Ferry do Dumbo para williamsburg
Williamsburg (amei amei amei caminhar por lá)
Pôr do Sol no Wythe Hotel (imperdível)
Jantar Juliette para fechar (não gravamos)

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BKK

Com as amigas passeando em Williamsburg.

Foi tudo muito sensacional e o jantar fechou com chave de ouro!

Depois a Mandy deixou eu e Carol no metrô e pronto, assim acabou um dos melhores dias do meu ano. Eu brinquei que me senti no Marais quando caminhava pelas ruas de Williamsburg.

Achei esse passeio o mais fresco que vivi em Nova York! Fiquei morrendo de vontade de gastar uns dois dias no Brooklyn na minha próxima ida à cidade. Tanta coisa mais fresh e diferente pra fazer, tantas lojas e cafés bem legais. Esse dia muito especial me deixou com gostinho de quero mais.

BK-10 Que fotos, hein, Carol? Essa é a vista do Withe Hotel em Williamsburg!

Fotos da amiga super competente Caroline Barrionuevo!
Mandy e Carol, obrigada por tudo… <3

Amei tudo e vocês? Gostaram do vídeo?

Beijos

2
dez
2014

Looks da Cá: para viajar no inverno!

Looks, Moda, Viagem

Minha viagem está chegando ao fim e não consegui tirar uma fotinho sequer com minha câmera. Mesmo assim, fui registrando no instagram quase todos os looks que usei durante esses dias e em um deles, a Silvia (leitora mais tagarela <3 <3) pediu para eu falar mais sobre como eu organizo minha mala para criar os looks das viagens. Então aqui estou eu, para decepcioná-la e dizer: eu sou zero organizada. Ainda mais se comparada com a Jô, que pensa minuciosamente em cada look e leva todos separadinhos e embalados.

looks-viagensO casaco usado o dia pode ser repetido à noite, e até mesmo um vestido que você usou para um jantar mais arrumado, também pode ser usado em outro evento noturno! Por que não? O lugar é outro e as pessoas (tirando quem está te acompanhando, claro, mas elas não ligarão de você repetir, né?) também!

Na verdade, a única regrinha que eu sigo é que para o dia a dia, cada parte debaixo tem que combinar com pelo menos 4 partes de cima e, para eventos noturnos mais arrumados, eu levo pelo menos 2 roupas para essas ocasiões. Em relação a acessórios, tem a bolsa que eu uso para viajar, que é grande, e uma menorzinha na mala de mão, essencial!

Para os pés, costumo levar pelo menos um sapato alto, uma bota (se for o caso) e mais ou menos 3 sapatos baixos (sapatilhas, tênis ou rasteiras – ok, a Jô acha que 3 pode ser exagerado para quem vai fazer compras, sapato pesa). Jogo tudo na mala sem pensar em combinações em si e assim eu vou criando os looks de acordo com a temperatura, com a situação ou com o meu humor! Gosto muito de sentir a cidade, o local e me inspirar com o que eu vejo as pessoas usando na rua, por isso, pensar nos looks com antecedência realmente não funciona muito bem comigo.

look3Se tem espaço – sempre tem – também acabo jogando na mala casacos, cardigãs e até coletes que irão funcionar como uma terceira peça diferente, para deixar os looks mais estilosos!

Esse meu método só é bom porque eu acabo fazendo a mala muito rápido – para quem só gosta de pensar nisso literalmente na véspera da viagem, é ótimo – mas deixo bem claro que volta e meia eu me pego achando que fiz escolhas erradas. Em malas de verão, por exemplo, eu erro bem mais do que nas de frio!

looks-2Chapéu, echarpe e botas saíram direto da mala da minha mãe!
E ela também se aproveitou de algumas coisinhas minhas. :)

Dessa vez, eu também tive uma ajudinha extra pois eu pude roubar coisas da minha mãe, como echarpe, bota e até chapéu, que acabaram criando looks que ficaram infinitamente mais interessantes do que se eu usasse apenas o que tinha na minha mala. Se você vai viajar com outra mulher – seja mãe, amiga, irmã, etc – que não se importa em dividir suas coisas (acho que isso vale até um outro post, porque eu tenho muito ciúmes de certas roupas e acessórios, mas ao mesmo tempo, fico muito sem graça de dizer não!), vale a pena brincar de análise combinatória com as malas alheias também!

Como eu disse, eu realmente não sou muito organizada e não tenho uma metodologia muito clara para isso. Para mim, isso dá certo 80% das vezes, mas sei que tem muita gente com dúvida de como arrumar uma mala legal (principalmente para inverno!), por isso, achei que valia a pena fazer esse post para a gente reunir as melhores dicas para essa situação.

Então me contem, como vocês preparam suas malas?

Beijos!

Carla

Ps da Jô: apesar da minha metodologia ser 100% oposta a da Ca vou tentar levar algumas dicas dela para a vida. Amei a ideia de brincar com a terceira peça, acessórios impactantes e a repetição com estilo na análise combinatória. Eu sempre monto tudo de forma muito prática mas fica tudo muito básico, vou tentar melhorar na próxima. :) 
29
nov
2014

Trip Tips: Jules Verne, o restaurante de Alain Ducasse na Torre Eiffel

Europa, Paris, Viagem

Quem está acompanhando o instagram, já sabe que eu estou viajando. No momento que eu escrevo esse post, ainda estou em Paris e acabei de ter uma experiência que quis aproveitar que ainda está tudo fresquinho na cabeça para contar logo!

Quando venho com meus pais, costumo não conhecer muitos lugares novos porque eles vêm sempre e já têm seus programas preferidos na cidade. Dessa vez, eles até repetiram um restaurante que eles conheciam, mas quiseram apresentar pra mim. Porque realmente não é apenas um almoço, é uma verdadeira experiência!

O restaurante Le Jules Verne fica no segundo andar da Torre Eiffel e é comandando pelo chef estrelado Alain Ducasse. Ou seja, não apenas juntou a fome com a vontade de comer, mas também juntou comida incrível com uma vista de tirar o fôlego (mesmo estando bem nublado!).

restaurante Le Jules VerneNão é barato nem fácil de conseguir reserva (mais ou menos 3 meses de antecedência é o ideal, principalmente se quiser jantar), mas o almoço costuma ser um pouco mais tranquilo. O cardápio de almoço também tem outra vantagem para quem quer experimentar o que um chef estrelado tem a oferecer sem levar tanto susto na hora de pagar a conta: ele custa 98 euros/pessoa (sem bebidas), mais ou menos 100 euros a menos que a opção mais barata do cardápio de jantar.

No almoço você pode escolher entrada, prato principal e sobremesa. Começamos com um amuse bouche (adoro essa expressão! rs) que era uma sopa de abóbora com castanhas que todo mundo amou!

amuse-bouche-jules-verne1De entrada, eu fui de escalope de Saint Jacques com um creme de couve flor (juro, nunca pensei que comeria isso) que adorei.

restaurante Le Jules Verne

O prato principal foi um pato com legumes, que substituiu uma das opções do cardápio, que era foi gras. Até me assustei com a sugestão, já que geralmente esses restaurantes são meio irredutíveis com mudanças, mas como foi o maitre que sugeriu, aceitei e fiquei feliz! heheh

restaurante Le Jules Verne

Por fim, a sobremesa, que está na minha cabeça até agora (provavelmente ainda estarei pensando nela quando o post for publicado rs).  O L’Ecrou croustillant au chocolat deu até pena de comer! Ele tem o formato de uma porca (de parafuso, não o bicho haha) e além de visualmente bonito, é delicioso. A parte redonda é um creme de chocolate e embaixo, o doce é crocante. Ok, salivei só de lembrar, e olha que nem sou a maior fã de doces! O sorvete de avelãs (que já é bem mais a minha praia) foi o complemento perfeito para fechar com chave de ouro, ou porca de ouro, se me permitem o trocadilho! hehe

restaurante Le Jules Verne

A brincadeira saiu por mais ou menos 160 euros/pessoa (bebendo MUITO, vale adicionar). Vocês podem estar se perguntando se vale esse tipo de investimento, e eu acho que vale, principalmente nesse caso. Existem dezenas de chefs estrelados pelo mundo, mas pouquíssimos te darão o privilégio de saborear pratos com Paris aos seus pés, com uma vista imperdível. Acho que é o tipo de experiência que vale ter pelo menos uma vez (eu, por exemplo, tenho apenas vontade de voltar com meu marido e riscar esse programa de viagens futuras de vez).

Estou reunindo mais dicas para rechear essa tag de novidades, assim que tiver tudo certinho, eu vou postando! :) Enquanto isso você pode acompanhar o #futiemparis no nosso instagram (@futilidades).

Beijos

Carla

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