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8
mai
2015

Trip tips do bem: trabalhando em uma ONG na África!

Trip tips, Viagem
Convidamos o querido Ricardo Amaral para participar de um Trip Tips muito especial. Ele passou 2 meses na África trabalhando em uma ONG. Ficamos encantadas com essa história e pedimos para o Ricardo contar tudo para nós:

Meu nome é Ricardo Amaral, tenho 20 anos e sou estudante de odontologia e aqui estou para contar um pouco dos meus dois meses na África, mas especificamente em Maputo, Moçambique. 

Fui para lá nos meses de férias da faculdade, nessa viagem eu quis ao mesmo tempo fazer uma viagem de férias e algo que me acrescentasse, buscava uma experiência para meu currículo, uma vivência e evolução pessoal.

A preparação para viagem começou alguns meses antes. Tive que fazer toda a organização de passagens, seguro, visto, e procurar trabalho em uma ONG. Para isso, eu tive ajuda da AIESEC (que é uma plataforma internacional que possibilita o desenvolvimento pessoal e profissional de jovens estudantes através de programas de intercâmbio, e está presente em 125 países). A ONG de minha escolha foi a VGV -Visão Global para Vida, que fica situada em uma comunidade rural chamada Matola Gare, a qual assiste crianças e mulheres viúvas carentes e portadoras de algumas doenças como HIV e cólera. Para ter aprovação da ONG, passei por uma entrevista que avaliou se eu estava apto para a vaga, lembrando que o trabalho lá é totalmente voluntário.

Com a ajuda da AIESEC também consegui um local para morar durante esses dois meses e fiquei em um apartamento da universidade local, a UEM (Universidade Eduardo Mondlane), que você uma paga uma taxa de hospedagem.

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Vista da cidade pelo apartamento no 11º andar, detalhe: sem elevador hahaha

Cheguei na cidade no dia 18 de dezembro. Esses primeiros dias, na verdade, foram de recesso da ONG, afinal, era época das festas de final de ano. Aproveitei esse tempo para fazer algumas viagens no país e conhecer os pontos turísticos da cidade: A Casa de Ferro desenhada por Gustavo Eiffel, o Jardim Botânico de Tunduru, a Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição, o mercado central, a Sé Catedral, Mesquita da Baixa e a Estação Central dos Caminhos de Ferro, além do Oceano Índico.

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Costa do Sol, em Maputo

Durante toda a viagem o meio de transporte na cidade foi um charme só.  Assim como na Índia, lá em Moçambique eles usam muito a txopela, que é como se fosse um táxi um pouco mais barato.

taxi

Txopela

Uma dica gastronômica é o mercado do peixe que fica situado na Av. da Marginal a caminho da Costa do Sol. Sem dúvida, um dos pontos que não pode deixar de ser visitado em Maputo. Está aberto todos os dias e é lá que consegue comprar peixe e marisco bem fresquinho. Lá se vende o peixe, amêijoas, camarões tigre, lagostas, caranguejo, entre outras iguarias. O grande diferencial é que compramos o peixe que desejamos comer e levamos até o restaurante, que fica ao lado, para que eles possam prepara-lo.

o prato pronto

o prato pronto

Como estava quase na época do Natal, que não é uma data tão comemorada por lá, resolvi ir para Catembe e passar esse período de festas no Catembe Gallery Hotel, que fica na praia e tem um serviço maravilhoso, além de ter uma vista linda.

Feiras de artesanato também são o forte da cidade. Encontrei várias lembrancinhas para família e amigos, a arte é toda realizada pelos próprios vendedores o que torna o trabalho mais especial e muito artesanal.

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Com toda a certeza, as praias, as ilhas paradisíacas, e os inúmeros pores do sol foram as imagens que marcaram minha viagem, uma grande imensidão de belezas naturais. A praia de Bilene e a ilha de Inhaca foram uma das representações dessas belezas.

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Depois dessas “férias”, chegou a hora de começar a trabalhar. O dia começava bem cedo, por volta das 4hs da manhã, porque tinha que se pegar o comboio (trem) até a comunidade rural. Não havia barreira de idioma, dado que em Moçambique o idioma oficial é o português de Portugal.

Eu chegava na ONG por volta das 7 horas da manhã. Logo depois as crianças chegavam e então organizávamos o café da manhã para eles e dávamos início às atividades. Durante os dias que fiquei lá, desenvolvi trabalhos na área da educação e saúde (prevenção de doenças e higiene bucal), fizemos uma pequena ação de estimulação a escovação, na qual depois de cada refeição fazíamos uma escovação orientada, onde cada uma das 60 crianças tinha sua escova, tudo isso graças a doações de empresas como Colgate e Oral-B.

Também realizava visitas domiciliares afim de avaliar e ajudar as necessidades de cada família. Tivemos uma grande conquista durante minha estadia: a construção de uma biblioteca na sede da ONG. Como vocês já podem imaginar, essa construção se deu por doações de amigos e parceiros pelo Catarse, essa conquista foi muito importante pois na comunidade não havia uma biblioteca, possibilitamos assim, uma entrada e descoberta no mundo da leitura.

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Para finalizar a viagem, não pude deixar de fazer um safári, que foi uma experiência incrível ver todos aqueles animais em seu habitat natural. O safári que eu fiz foi na África do Sul, no Parque Nacional Kruger. Fiquei no próprio hotel do parque, outra experiência ótima, pois como ele fica bem no meio, pode-se ouvir todos os animais durante o silêncio na noite.

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Esses dois meses que fiquei na África foram de grandes vivências e de evolução pessoal. Como vocês viram, tive as mais diversas experiências, mas acredito que a mais marcante foi a do convívio com as crianças, que sempre demonstraram um carinho muito especial por mim.

Uma lição que levo para vida? Apesar de termos problemas e adversidades devemos estar sempre felizes, e quando formos reclamar de qualquer coisa, devemos sempre pensar no outro.

Precisamos comentar o quanto estamos apaixonadas por tudo isso?
Obrigada Ricardo por dividir conosco uma experiência tão intensa!

Para acompanhar o Ricardo nas redes sociais você pode seguir: @ricardoamarals no insta, @ricardoamarls no snapchat e por fim, ele também está no face.

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30
abr
2015

Trip tips de Londres: chegando e saindo de Heathrow (metrô, trem e taxi)

Europa, Londres, Viagem

Eu estou devendo a vocês 3 posts de Londres: a parte 2 dos restaurantes da última viagem, como se locomover em Londres com o Oyster Card e por fim, o post de hoje: as diferentes formas de ir e vir do aeroporto de Heathrow!

Londres-

Eu com meu ticket de ida e volta no trem expresso.

Nas minhas últimas viagens à cidade, eu cheguei e voltei por Heathrow. Eu adoro a British, “adoro”/ prefiro voar de Boeing e amo as dezenas de lojas fantásticas + restaurantes deliciosos que têm no terminal 5. Nele é possível comprar muitas coisinhas: tem desde Boots até Harrods (versão pocket), além das lojas da Burberry, Gucci, LV e outras. Obviamente lá as bolsas, casacos e sapatos nem precisam de tax free, todos os produtos vêm sem taxa.

Já comprei bolsa, maquiagem, mas o que eu não deixo de fazer é comer no Gordon Ramsay Plane Food. Almocei duas vezes com o namorado, uma vez almocei sozinha e dessa vez, tomei um café fantástico com direito ao meu rosê preferido da vida (fica a dica: a taça do Chapel Down Brut Rosê) .

Ok, até aqui vocês já entenderam meu verdadeiro amor pelo aeroporto de Heathrow. Tenho até o programa fidelidade para me sentir “habituê”. rs Vamos então falar de coisa séria? Como ir ou voltar de Heathrow?!?!

Entre chegadas e partidas, acredito que fiz quase todas as maneiras: metrô tradicional, Heathrow Express, taxi e aquele taxi especial que te dá mais de 10 pounds de desconto.

Qual é a melhor maneira? Não existe uma resposta certa. Tudo depende de MUITOS fatores. O aeroporto é longe, o taxi é caro, mas quando se tem de 3 a 4 pessoas é muito fácil o valor compensar se comparado ao Heathrow Express.

O  Heathrow Express é um trem que sai direto para Londres, tem um que faz algumas poucas paradas (2 ou 3) e outro que vai direto para Paddington Station, que fica bem no meio da cidade. Eu brinco que costuma compensar pegar o que passa primeiro. Ele passa mais ou menos de 15 em 15 minutos e também chega na cidade mais ou menos nesse tempo. Ele custa 20 pounds se você comprar uma perna e 35 se fizer ida e volta. Como dessa vez não ia fazer compras e estava sozinha, optei por esse esquema de ida e volta.

ticket

Com meu bilhete e minhas muitas malas esperando o Heathrow Express!

Como eu ia ficar perto de Paddington Station eu achei perfeito. Não poderia ser melhor, só que não é barato. É prático, é bom, mas não é mega em conta. Uma vez eu e o namorado pegamos esse trem + um taxi para nosso apartamento e, quando nos demos conta, gastamos quase um valor de taxi. Na volta optamos voltar de taxi por comodidade. Tudo depende do que você quer, de quanto você vai gastar e onde você vai ficar.

Por exemplo, se eu voltar a ficar em Knightsbridge e arredores, como foi em setembro de 2013, eu sem dúvida nenhuma vou optar pelo método mais barato. Chegar no aeroporto, comprar um Oyster Card (pela semana ou pelo número de dias que você vai ficar na cidade) e ir de metro normal até a cidade.

Demora mais? Sim, demora, mas te deixa onde você vai saltar.

O metrô que sai do aeroporto de Heathrow é o Picadilly Line. Ele corta a cidade inteira, pára em muitos pontos turísticos e deixa você, sua mala e cia na “porta de casa”. Sem dúvida esse é o método mais usado pelos europeus.

Então, se você vai ficar de 5 a 7 dias na cidade, é só comprar um Oyster Card (5 libras), pagar o valor da semana (40 libras) e tem direito a metrô + ônibus na principal zona da cidade. O grande pulo do gato de sair de metrô do aeroporto é saber qual estação mais próxima de onde você vai ficar tem elevador. Tem um site que te ajuda nessa parte, para você evitar escadas.

Se minha memória não me falha, Knightsbridge tem escada rolante, mas não para todo o trajeto. Então eu tive que carregar malas sozinha, mas não foi muito, no fim compensou. Foi o modo mais econômico e também mais prático, sem baldeação e direto ao ponto.

O custo benefício de ir de metrô é o melhor – e me desculpem os que pensam diferente – mas a libra custa muito caro, sem contar que prefiro gastar meu dinheiro comendo, bebendo e passeando. No entanto, se você é como eu e leva mala grande, vale a pena ver onde vai ficar, pois se for para trocar de linha com mala, eu confesso que não fico muito animada.

Então se não vou ficar nos arredores das paradas de Picadilly Line, que são muitas, não me aventuro com o metrô. Dessa vez não tive nem dúvida. A casa dos meus amigos era a 10 minutos andando de Paddington. Na ida eles me buscaram e viemos a pé para casa (minhas malas têm um ótimo jogo de rodinha) e na volta fui de ônibus para a estação. Não daria para ser mais fácil, o Heathrow Express não poderia ter sido mais prático.

Como vocês podem ver, eu não fico só andando de metrô em Londres, eu ando MUITO MAIS de ônibus. Adoro subir na parte de cima para ver a cidade e em trajetos curtos fico sentadinha lá em baixo. Se locomover de ônibus é fácil e vai ser assunto de um próximo post onde vou contar como faço para aproveitar ao máximo meu cartão de transporte público.

Quanto ao táxi, se eu gasto fácil 20 pounds me locomovendo no meio da cidade, vocês podem imaginar que não tenha sido barato o taxi para o aeroporto. Já gastei em torno de 70 e 80 pounds em uma perna no tradicional “black cab”, taxi preto mais famoso da cidade. Já li que esse valor pode chegar a 100 pounds, ou seja, quase 500 Dilmas. Dizem que o “mini cab” pré agendado tem um preço bem amigo, acho que eles são do aeroporto, mas eu não usei esse serviço então prefiro não comentar. Sei que dá entre 50-60 rainhas.

Para 3 ou 4 pessoas juntas, acredito que um “black cab” fique mais barato que o trem expresso. Basta ter uma quantidade de mala ok para o taxista levar todo mundo + as tralhas.

Posso fazer um adendo? Quando o assunto é transporte com bagagem, brinco que boas malas fazem toda a diferença do mundo. Desde que entrei de cabeça nesse kit da Roncato eu me sinto mais confiante para ir para lá e para cá com minhas malas. Quando eu fiz mochilão e minha mala quebrou, só eu sei o que eu e minha coluna passamos até eu comprar uma nova. Uma vez para nunca mais. Hoje sempre recomendo que um viajante apaixonado tenha boas malas. 

Voltando ao assunto, no fim não tem jeito, Heathrow é um dos melhores aeroportos do mundo, mas não fica perto e por isso é importante que a cada viagem você tome a melhor decisão sobre o meio de transporte. Não existe resposta certa sobre qual é o melhor. A cada aventura eu vejo em quantas pessoas estarei e para onde vou, só aí sei responder qual é a melhor maneira de chegar.

Seja de metrô, de Heathrow Express ou de táxi da riqueza! 

Espero que vocês tenham gostado desse trip tips super atípico! E quem tiver mais dicas, já sabe, né? É só comentar!

Beijos

 

24
abr
2015

Trip Tips: 10 segredos dos parques Universal Studios e Islands of Adventure

Estados Unidos, Trip tips, Viagem

Depois daquele post que eu fiz das 15 curiosidades da Disney World, eu fiquei de fazer outro nos mesmos moldes, mas sobre os parques da Universal em Orlando: o Universal Studios, o Islands of Adventure e a área do Wizarding World of Harry Potter.

Fiz uma breve pesquisa e descobri tanta coisa legal que fiquei com vontade de pegar um avião e ir para lá AGORA! rsrs

Então, quem estiver de viagem marcada para Orlando, anotem esses “segredinhos” que, com certeza, farão com que a sua visita seja muito mais interessante!

curiosidades-universal-1Eu amo andar na Rip Ride Rockit! Desde que ela inaugurou, assim que eu chego na Universal, essa é a primeira atração que eu entro sempre! Minha única crítica é que desde 2009, as músicas continuam as mesmas, e eu já enjoei de todas as disponíveis. Por isso, imaginem a minha empolgação quando eu soube que existe um truque para desbloquear músicas escondidas?

As opções são bem variadas, tem muito rock, mas dá para achar Jackson Five, U2, Madonna, Rolling Stones, entre outros. Quem quiser ver como faz a gambiarra, esse vídeo explica direitinho!

Como nem tudo são flores, ao fazer esse truque seu passeio não será filmado e também existe a possibilidade de não funcionar. Por isso, acho que vale tentar apenas se você já conhece o brinquedo! Se for a sua primeira vez, vale seguir as regras. rsrs

curiosidades-universal-2O Beco Diagonal inaugurou há pouco tempo na área do Wizarding World of Harry Potter e já é uma das áreas mais disputadas do parque, mas quem conhece a Universal Studios há mais tempo, provavelmente vai perceber que ele foi construído em cima de uma das atrações que mais faziam sucesso nos anos 90: Tubarão!

Apesar de Jaws não estar mais lá, os cenógrafos fizeram uma pequena homenagem ao clássico dos clássicos e dá para encontrar várias referências ao brinquedo pelo Beco Diagonal. As mais fáceis de identificar – já que a maioria das homenagens são relacionadas à frases e personagens do filme – são as mandíbulas de tubarão que podem ser encontradas na vitrine da Mullpepper’s Apothecary e dentro da Borgin and Burkes.

curiosidades-universal-3Dizem as más línguas que Adam Kubert foi proibido de assinar seus trabalhos quando foi contratado para fazer as imagens dos super heróis gigantes que estão espalhados pela Marvel Superhero Island do Islands of Adventure. Para driblar essa ordem, ele escondeu sua assinatura no meio das linhas dos desenhos.

Não sei se isso é verdade ou se foi o jeito que ele encontrou para assinar seu trabalho sem grandes interferências, mas só sei que eu achei muito divertido procurá-las!

curiosidade-universal-4Em um episódio de 1991 dos Simpsons, o Flaming Moe é apresentado como um drink alcoolico com ingredientes secretos, incluindo aí xarope para tosse e fogo. Por que alguém quis criar um drink cuja combinação não pode ter um gosto bom, ninguém sabe, mas já ouvi dizer que a bebida é uma decepção.

No entanto, é aquele tipo de coisa que a gente sabe que não é a melhor coisa do mundo, mas vale pedir uma vez só para registrar, afinal, não é todo dia que chega uma bebida soltando fumaça na sua frente. E o segredo é simples: o copo tem um dispositivo onde botam gelo seco antes de servir. E eis a sua bebida flamejante, mesmo ela sendo gelada, não alcoolica e com gosto de refrigerante de laranja (dependendo do refrigerante, tem o mesmo gosto de remédio pra tosse mesmo rs).

curiosidades-universal-5Nos banheiros femininos de Hogsmeade você pode escutar choros e lamentações da Murta que Geme. No entanto que ela não me dê um susto aparecendo no espelho…rsrs

curiosidades-universal-6Eles são uma referência ao Green Slime, a famosa gosma verde da Nickelodeon! É que o teatro em que o Blue Man Group se apresenta era, há alguns anos atrás, o Nickelodeon Studios, onde filmavam Clarissa, Sabrina a aprendiz de feiticeira, Kenan & Kel, Lendas do Templo Perdido…Bons tempos aqueles!

curiosidades-universal07Essa é bobinha mas quem estiver com crianças provavelmente vai curtir mais! Andando pelos arredores do Mythos, o restaurante temático que fica na área The Lost Continent, existe uma ponte que, ao passar, pode ser que um troll meio furioso seja despertado.

Nada de susto, são apenas sons, o que deve funcionar para deixar alguns pequeninos intrigados. rs Quem quiser ver onde fica e como é, esse vídeo mostra tudo.

curiosidades-universal-8Assim como a homenagem ao Jaws e aos estúdios da Nickelodeon, outro brinquedo esconde um pequeno resquício de seu passado. A montanha russa Revenge of the Mummy foi construída no lugar do Kongfrontation, mais conhecido como King Kong e outro brinquedo que foi sucesso por anos.

Na sala dos tesouros existe uma pequena estátua do King Kong para quem quiser procurar. É pequena e eu não sabia da existência, mas acredito que se eu achar, vai cair uma lagriminha. rsrs

– pausa da revolta: Acho um absurdo tirar brinquedos clássicos e botar outras coisas no lugar, mesmo que as novas atrações sejam maravilhosas, como é o caso da montanha da Múmia. Não podiam atualizar e modernizar tudo? Fico nostálgica lembrando da minha infância, onde me assustava com o tubarão e adorava a parte que o King Kong sacudia o carrinho. rs

curiosidades-universal-9Quando eu conheci o Wizarding World of Harry Potter, eu fiquei horas na fila do Ollivander’s para ver a escolha da varinha, mas quando fui ver o preço para comprar, quase caí para trás: 35 dólares!

Agora elas estão mais caras – 45 obaminhas – mas acho que estão valendo um pouco mais a pena, afinal, agora você pode lançar feitiços com elas! Sim, são varinhas interativas que funcionam em determinados pontos do WWoHP. É só se posicionar nos locais certos, fazer os movimentos com a varinha e ver coisas se mexerem e se transformarem. Esse é um vídeo bem legal da experiência!

curiosidades-universal-10Ao passar pelo número 12 do Largo Grimmauld, espere um pouco e fique de olho na janela do segundo andar. É possível que você se depare com o Monstro, o elfo carrancudo.

curiosidades-universal-11Esse é um bônus também do WWoHP (lá tem muitos segredinhos!)! Ao entrar no Gringotes, procure pelo Duende que responde às perguntas de quem estiver passando e aproveite para soltar a criatividade – ou então aproveitar para seguir a dica que muita gente dá e perguntar sobre o dragão em Gringotes.

Sou viciada nesses detalhes! Apesar dos parques já terem muitas distrações, acho que esses segredinhos tornam a experiência muito mais lúdica e memorável, não acham?

Tem mais alguma coisa que eu não botei aqui?

Beijos!

Carla

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