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Viagem

0 em Trip tips/ Viagem no dia 11.12.2017

Dicas gerais para economizar em viagens

Que eu sou uma viajante ferrenha, vocês já sabem. Mas o que muitos não sabem é que cada uma das minhas viagens requer um super planejamento para se tornar viável.

Ao contrário do que alguns podem pensar, não, eu não ganhei na loteria e viajar não é a minha ocupação principal. Eu sou engenheira e tenho um trabalho de 2a a 6a que consome a maior parte do meu tempo, como a grande maioria das pessoas.

Vejo nas férias uma baita válvula de escape para as dores de cabeça do dia-a-dia e, justamente por isso, dedico um tempo razoável da minha semana (sim, olho coisas de viagem toda semana) programando as próximas viagens, espremendo os meus dias de folga para eles renderem mais, olhando passagens e mais um montão de outras coisas que no fim tornam possível as nossas escapadinhas pelo mundo.

Eu poderia escrever um milhão de posts sobre como é a minha rotina de planejamento, mas vou começar compartilhando algumas dicas básicas de como eu consigo viajar muito e sem ter que necessariamente quebrar o porquinho.

 

Planeje-se

Não há dúvidas: planejamento é a base para toda e qualquer viagem, seja ela um mochilão ou uma baita viagem de luxo.

Quanto antes você começar a pensar e organizar seu roteiro, mais fácil será de conseguir promoções. Para vocês terem idéia, eu costumo planejar minhas viagens com aproximadamente 10-12 meses de antecedência. Pode parecer maluquice, mas é nesse tempo que eu tenho conseguido as melhores promoções de passagens aéreas (principalmente de milhas) e hotéis.

Conheço várias pessoas que não conseguem se planejar e acabam pagando o dobro, triplo e às vezes até mais nas mesmas passagens e nas mesmas diárias de hotel, simplesmente porque deixaram para cima da hora.

Se por acaso você tem uma agenda incerta e não consegue se organizar com tanta antecedência, minha dica é: planeje mesmo assim. Hoje em dia, tanto as companhias aéreas quanto a grande maioria dos hotéis trabalham com tarifas 100% reembolsáveis em caso de cancelamento (até uma data limite). Normalmente, elas custam um pouco mais caro do que as não reembolsáveis, mas com certeza serão mais baratas (se compradas com antecedência) do que se você deixar pra comprar em cima da hora. Vale a pena e te protege de eventuais problemas!

 

Tenha flexibilidade de datas e destinos

O que eu normalmente faço é definir um bucket list, que nada mais é do que os top destinos que eu quero conhecer. Defino também a época (geralmente o mês) que eu vou ter disponibilidade para viajar e  depois fico de olho nas passagens que vão pintando ao longo do tempo.

Quanto mais destinos você estiver disposto a conhecer e quanto maior a sua flexibilidade de datas de ida e de volta, mais fácil é de encontrar uma promoção. Parece óbvio, mas quando se trata de viagem nem sempre é. Muita gente define um único destino e uma data certa, e depois reclama que pagou caro na passagem, mesmo com antecedência.

É impossível a gente saber de antemão quais serão as promoções disponíveis ao longo do ano. Então abra sua mente e pense em várias possibilidades, você terá muito mais chance de conseguir um super deal.

 

Escolha bem a época que você vai viajar

Acho que eu não preciso dizer que viajar em alta temporada é sinônimo de lugares cheios e preços exorbitantes na grande maioria dos destinos, não é mesmo?

E é verdade também que muitos dos lugares são influenciados pelo tempo e condições climáticas, o que pode tornar a visita na baixa temporada uma baita de uma furada. Por exemplo: já pensou estar no Caribe e passar um furacão? Ou visitar a Tailândia na época das monções e pegar chuva todo dia? Não adianta nada pagar barato e não se divertir.

Então primeiro de tudo, é muito importante pesquisar bem sobre o destino para saber quais são os meses do ano ideais para se conhecer aquele lugar. Óbvio que, em se tratando de natureza, você pode ir na melhor época e acabar dando um azar (já aconteceu comigo várias vezes), mas é sempre melhor tentar minimizar a chance de encontrar um problema. Uma fonte legal para pesquisar as chuvas nas praias no Brasil e no Caribe é o Praiômetro do Viaje na Viagem. Adoro!

Minha dica geral é: procure viajar na média temporada. São aqueles meses que antecedem ou sucedem imediatamente a alta temporada, e costumam ter bom tempo a preços muito mais amigos.

Ao mesmo tempo, se você quiser ainda melhores ofertas, é possível arriscar na baixa temporada. Foi o que nós fizemos nas Maldivas: mesmo sabendo que poderíamos pegar dias chuvosos (e pegamos de fato), optamos por ir na baixa porque foi possível ficar em hotéis de alto luxo pagando diárias com mega desconto, com direito a vários mimos.

Defina o propósito da viagem

Quase tão importante quanto os itens acima, definir o tipo de viagem que você quer fazer é fundamental para não estourar o orçamento.

Voltando ao exemplo das Maldivas, lá é um lugar remoto em que você ficará basicamente o tempo inteiro dentro de um resort. Em casos como esse, acho que vale sim espremer a conta bancária e escolher uma opção com super infra, bom serviço e restaurantes bacanas.

Outro exemplo interessante é um lodge de Safari, como o Chitwa Chitwa, que ficamos na África do Sul. Era esquema all inclusive, com todos os game drives inclusos, refeições, bebidas, tudo. Nesse caso, pra mim fez todo sentido cacifar um hotel de luxo, com super conforto e com uma equipe super experiente que levou a gente pros melhores lugares para conseguirmos ver todos os animais que queríamos, coisa que não conseguiríamos fazer igual se estivéssemos por conta própria.

O que eu estou tentando dizer é que se o objetivo é ficar dentro do hotel e usar a infraestrutura de comida, passeios e descanso que ele oferece, é recomendável ficar no melhor que você puder/quiser pagar. Isso porque você terá tempo para aproveitar tudo com calma e muito provavelmente terá uma sensação de que aquele investimento foi bem feito.

Outro caso que eu considero legal investir em hotéis é quando existe algum super diferencial. Por exemplo: uma localização extraordinária com uma vista imperdível (caso do Madinat Jumeirah, em Dubai, e do Shangri-La, em Abu Dhabi).

Agora, imagina fazer uma viagem para Londres ou Paris, por exemplo. São cidades grandes, com um milhão de coisas para fazer. Nesse caso, como normalmente ficamos pela rua batendo perna o dia inteiro, não costumo priorizar o luxo e sim a praticidade. Escolho hotéis estilo budget bem localizados ou até mesmo alugo apartamentos no Airbnb. Ainda, a depender do destino (Europa, principalmente), uma ótima opção pode ser ficar em albergues boutique, que normalmente tem ótima localização e um nível de conforto bem razoável. 

Por fim, a companhia também influencia muito na escolha de hospedagem. Se a viagem for de casal, pode fazer sentido você ficar em um hotel mais cheio de frufru e com alto nível de serviço. Mas se a viagem for de “galera”, geralmente é melhor priorizar a localização e deixar o resto do orçamento pra farra!

 

Use múltiplos buscadores de vôos e hotéis

Hoje em dia, existem milhares de ferramentas de busca de hospedagem e passagens aéreas, que inclusive permitem a inclusão de alertas que avisam quando o preço dos voos foram alterados. Como eu amo a tecnologia! Em geral, as que eu mais uso são:

Passagens:

Também tenho instalado no meu celular o app do Melhores Destinos e do Passagens Imperdíveis, que me avisam diariamente sobre as novidades e promoções.

 

Hotéis:

  • Booking (sou cliente Genius e ganho 10% a mais de desconto)
  • Hoteis.com (tem um programa de acúmulo de pontos que são revertidos em diárias grátis)
  • Agoda
  • Airbnb (para apartamentos de temporada)
  • Hostelworld (para albergues)
  • Sites específicos dos hotéis, que muitas vezes tem promoções

Sim, dá um trabalho danado mas eu cruzo as informações de todos os buscadores para ver o melhor preço. E ainda faço isso tudo também pelo celular. Acredite se quiser, mas grande parte das vezes consigo melhor preço olhando pelo meu iPhone do que pelo Mac, vai entender.

Ah, não esqueçam de limpar os cookies do seu computador antes de fazer as buscas!

 

Use e abuse de milhas

Eu sou obcecada com milhas porque simplesmente AMO viajar de “graça”.

Esse item merece um post dedicado porque é bem complexo e é muita coisa para falar, mas em resumo, beeeeem resumido é:

  • Escolha um cartão de crédito em que você possa acumular milhas pelo uso e possa resgatar para companhias aéreas. Atualmente eu tenho o American Express Platinum, que me dá 2,2 milhas por dólar gasto, e estou bem satisfeita.
  • Pague tudo possível com o cartão.
  • Faça o cadastro em todas as empresas parceiras do seu cartão. No Brasil, normalmente é Smiles, Multiplus, Amigo Avianca, Azul, Livelo.
  • Não se esqueça de pontuar nos programas de milhagem quando voar pagando.
  • Veja se existem outras formas de acumular pontos nas companhias desejadas. Exemplo: reservas do Booking pontuam no Tudo Azul e no Multiplus, os KM de Vantagens Ipiranga podem ser resgatados pro Multiplus também, etc.
  • Fique de olho nas promoções das companhias e resgate seus pontos do cartão para a parceira.
  • Seja feliz viajando!

Conseguimos chegar nas Maldivas e na Polinésia Francesa somente com o uso das milhas, acreditam? Muita gente despreza ou tem preguiça, mas é um excelente mecanismo para economizar nas passagens.

 

E aí? Animados para começar a planejar a próxima viagem?

5 em Autoconhecimento/ Autoestima/ Destaque/ Estados Unidos no dia 01.12.2017

Sobre se perder… e (ainda) não se encontrar

Você já se deparou com algum texto ou depoimento de superação? Sabe, aqueles que a pessoa descreve algum período complicado na sua vida, como essa fase foi difícil, mas como hoje, após todo esse acontecimento, a pessoa está mais forte, mais preparada, e muito mais feliz?

Eu mesma já fiz esse discurso inúmeras vezes: como me mudar para os EUA foi difícil, como largar meu emprego, minha família, meus amigos, meu cachorro foi complicado, mas que, graças a Deus, eu estou bem agora.

Mas percebi que não é verdade. Eu me perdi…. e ainda estou perdida. Me perdi e estou levando um ano e meio    e contando –  para me encontrar de novo.

Me perdi com relação às minhas amizades – Eu amo meus amigos, não se engane. Mas  sempre fui a amiga que ia atrás, que morava na Zona Leste e não se incomodava – para facilitar a vida de todos os envolvidos – de ir no Bar na Paulista ou no restaurante no Itaim, que não se importava de, depois de 16h horas de trabalho, passar na casa dos amigos e conversar por mais algumas horas, mesmo numa terça-feira chuvosa. Mas quando você está há 9,271 km de distância e com 5h de fuso horário a menos, não é tão fácil assim ir atrás. Mas difícil mesmo é, esperançosamente, aguardar que venham atrás de você, já que  – agora vc percebeu – que quase nunca foi assim.

Me perdi com relação ao meu trabalho – como já descrito no texto anterior sempre fui extremamente workaholic e sempre tive muito orgulho disso. Sem contar que, mesmo trabalhando uma média de 16h por dia e ganhando bem mal para uma advogada pós-graduada em São Paulo, eu REALMENTE amava meu trabalho. Poderia ser advogada aqui? Sim – bastaria uma adaptação de currículo de mais de 3 anos e prestar o BAR exam (OAB daqui dos EUA) em cada estado que fosse exercer a profissão (só nesse 1 ano e meio que estou aqui já morei em 3 estados diferentes).

Mas vamos nos reinventar, não é mesmo? VAMOS! Comecei um pequeno instagram vendendo itens de papelaria, os quais levo para o Brasil de 6 em 6 meses. Paralelamente, ainda fazia alguns trabalhos pontuais para escritórios de advocacia em SP e, por fim, como fico em casa, passei esse ano fazendo trabalho como Pet Sitter. Juntei um dinheirinho… mas não é isso que eu queria fazer. Não sei o que quero fazer.  Não sei o que quero fazer. 

Me perdi com relação à coisas que me inspiram – quando fui apresentada à esse blog e convidada a escrever sobre minha experiência nos EUA, eu fiquei MUITO animada. Escrevi o primeiro texto em 1 hora e amei quando foi publicado. Escrevi mais alguns e, como num passe de mágica, não vi mais sentido em enviá-los afinal, quem é que se interessaria no que euzinha tenho para falar?

Me perdi com relação à quem eu sou – afinal, meu nome é Mariana, e sou advogada. Não é isso? Nós somos o que nós fazemos, não é? E eu não tenho feito nada demais.

Queria deixar uma coisa bem clara: eu AMO morar aqui, com todas as dificuldades e belezas que incluem morar fora. Eu não me arrependo um minuto da decisão que tomei de vir para cá e todo dia acordo e agradeço a Deus essa oportunidade.

Mas muito embora eu esteja sim feliz, ame o lugar que eu moro e agradeça sempre… eu tenho que ser honesta e reconhecer que sim, eu estou perdida.

E não importa o quanto eu tente explicar ou desabafar, as coisas ainda não estão melhorando…por enquanto.

Mas o que quero trazer com esse texto é: não tem problema eu estar perdida. E não tem problema admitir que estou perdida. Todo mundo que posta textão falando como superou suas dificuldades estava nesse mesmo momento que eu estou agora… só não queria escrever textão sobre isso.

Pois hoje eu quis. Eu quis porque hoje eu precisei muito das pessoas que eu amo perto de mim e não tinha ninguém para me ajudar – não porque as pessoas são ruins, e sim simplesmente porque ninguém vive em minha função. Então eu resolvi escrever…  escrever quase um ano depois do meu primeiro texto (sorry again, Cá e Jô) porque hoje isso fez sentido para mim.

Então é isso – a gente se perde, cai, chora, sofre… para depois um dia se encontrar, se reencontrar. Eu tenho muita fé e vontade de fazer tudo isso dar certo. E espero escrever em breve o meu textão de superação.

1 em Autoconhecimento/ Comportamento/ Destaque/ Futi em NYC no dia 28.11.2017

O dia que meu olho voltou a brilhar

Já contei por aqui o quanto a vida novaiorquina não tem nada daquilo que romantizamos ao vermos filmes, séries e músicas sobre a cidade. Contei também como eu levei um tombo ao entender que a minha realidade era bem diferente do que eu sonhava.

Um dos meus principais tombos se deu por causa dela, a moda. Lembro muito bem quando eu decidi focar nessa área quase no final do meu curso de Design. Meus olhos brilharam como nunca antes. Um ano antes de me formar comecei a mudar escolhas de cursos na faculdade e decidi fazer do meu projeto final uma coleção de estampas.

Assim que me formei, tracei um plano de vir para Nova York fazer uma pós graduação no FIT. Achei o curso que queria fazer, preenchi todos os formulários, fiz o Toefl, consegui a nota para entrar no curso, fui para Nova York só para pegar a papelada, fui na palestra agendada para falar sobre as inscrições mas….não aconteceu. Outros planos se tornaram prioridade e deixei essa ideia de lado.

Aquele momento que você realmente respira moda e arte quando anda pela rua e se depara com esses outdoors pintados à mão. Quem não conhece o trabalho da Colossal, que fez esse da Gucci que eu tirei a foto, precisa dar uma olhada! Eu sempre fico fascinada.

Um ano depois de formada, já trabalhando com design de estampas, o Futi nasceu com um propósito: nos botar em contato com a galera da moda para ver se a gente conseguia se inserir no mercado. Trabalhamos com marcas que sempre admiramos, fomos à incontáveis desfiles (inclusive internacionais, inclusive aqui em Nova York!), festas, vimos de perto sapatos serem feitos, bolsas serem criadas, conhecemos pessoas incríveis que nem nos nossos sonhos pensamos que cruzaríamos. E o olho brilhando continuou lá, mas um brilho um pouco mais cansado. Alguns anos vivendo diretamente os bastidores e descobrindo verdades inconvenientes pode dar uma desanimada mesmo, é normal.

Cheguei em NY e não nego que a primeira coisa que pensei foi, novamente, MODA. Essa é uma cidade onde tendências são criadas, coleções são lançadas, as vitrines mais exuberantes do mundo são montadas, exposições acontecem, os principais nomes moram (ou têm um apartamento) aqui. É óbvio que eu seria engolida por ela sem nem pensar.

Mas não.

Eu não me atentei que a vida de mãe me engoliria de uma tal forma que eu me perderia de mim mesma. Foi 1 ano dedicado integralmente ao Arthur, dividindo todo o trabalho que é cuidar de criança e casa apenas com o pai. 1 ano onde eu morei em Nova York e contei nos dedos os momentos que me trouxeram a verdadeira empolgação de morar aqui. 1 ano onde o brilho nos olhos que eu tinha em relação à moda sumiu porque eu não tinha tempo de apreciá-la, estudá-la e até mesmo admirá-la. Logo onde, né? Que ironia.

Até que semana passada eu fui convidada para participar de um passeio guiado pelo Soho (obrigada, @dig_ny). Aceitei o convite porque eu achei que um dia diferente me faria bem, mas confesso que achei que ia ser aqueles passeios clichês, com lojas que todo mundo já conhece.

A proposta da tour, conduzida pela personal stylist Marcia Crivorot, era justamente nos levar em lugares menos convencionais cuja experiência de compra fosse diferenciada (se vocês quiserem, posso contar melhor sobre isso em outro post). Entrar em contato com aquele cenário pulsante, cheio de novidades e inovações foi uma das melhores coisas que eu fiz por mim nesse 1 ano e meio aqui. Ver que as coisas estavam acontecendo apesar da minha ausência e sentir a paixão dela ao contar das marcas, mostrar detalhes, contar curiosidades e nos apresentar tanta coisa bacana foi acalentador.

Terminei o dia leve, feliz, me sentindo eu novamente e com os olhos cheios daquele mesmo brilho forte e reluzente que eu tinha em 2008. Com a criatividade pulsando e a cabeça à mil (mas de um jeito bom). Foi um fôlego necessário para poder voltar à vida normal de mãe/blogueira/dona de casa – que foi intensamente caótica nos dias que se seguiram, já que teve feriado (ou seja, filho sem aulas) e marido viajando, tudo de uma vez só. As vezes a gente tem que fazer isso para voltar aos eixos, e eu agradeço por não ter negado esse convite.

Dá para notar a minha cara de “aqui é o meu lugar”? Porque para mim transpareceu nessa foto hahaha

Eu não sou mais a Carla com os mesmos sonhos de 10 anos atrás, nem com os mesmos objetivos, mas ter reencontrado a Nova York que eu imaginava desde que cheguei aqui – nem que fosse apenas por 1 dia – foi maravilhoso.