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21
mar
2016

Trip Tips: foz do rio São Franciso em Alagoas

Alagoas, Brasil, Viagem

Vamos terminar os posts de Alagoas antes que venha a próxima viagem? Então, eu já contei tudo sobre meu roteiro na parte sul e na parte norte do estado. Também falei do hotel onde fiquei em Japaratinga e você pode ter achado que eu ia parar por aqui. Até poderia, mas…

No post da parte sul do estado eu falei rapidamente do passeio que fiz na foz do rio São Francisco. A verdade é que esse é um dos passeios “de dia inteiro” mais legais que já fiz em todo o Brasil, então não poderia não falar melhor dele aqui.

Antes de ir, eu não estava com a menor vontade de conhecer o “Velho Chico”, mesmo sem me dar conta que minha mãe falou a vida inteira de uma viagem Hippie que ela fez subindo esse rio. Na hora não me veio à cabeça a magnitude do passeio, o Google Images também não ajudou. Fui pra não contrariar, já que eu estava praticando a “entrega” de não me responsabilizar pela programação dessa viagem (para quem não sabe, sempre sou eu a organizadora oficial de viagens!).

Dito isso, ainda bem que fui, eu morreria de arrependimento se não tivesse feito esse passeio. Nós saímos de carro de Barra de São Miguel, uma viagem que não foi das mais curtas, mas valeu a pena. Nota informativa: tinha gente saindo de Maceió também, ou seja, é factível sair de lá para viver esse dia.

Não sei dizer quanto tempo levamos, mas não foi nada que a gente achasse muito ruim. Foi 100% tranquilo. Nossa rota foi do hotel para o extremo sul do estado, na operadora de turismo “farol da foz ecoturismo“, em Piaçabuçu (imaginem eu e minha dislexia pronunciando essa palavra pela primeira vez, é foi ridículo).

Ao chegarmos lá perdemos o passeio da manhã por muito pouco tempo. Na hora fiquei triste, mas depois acabei achando que foi bem melhor assim. Só tinham nossas últimas vagas no passeio da tarde (dica rídicula, mas que vale lembrar: melhor reservar!), nós pagamos e perguntamos onde podíamos almoçar.

Já que perdemos o passeio por pouco, passamos o resto da manhã na Praia de Pontal do Peba, mas não sei se recomendo essa parte do passeio pra vocês. Achei lindo? Sim, mas houve um contraponto complicado. Eu achei que tinha muito lixo na areia, isso me deixou triste. Percorremos a praia de carro (nunca tinha feito isso e quase fiz a gente atolar na areia), isso foi engraçado, mas em parte achei triste ver um lugar tão paradisíaco com tanto lixo chegando na areia. Pelo que entendi, o lixo não é acumulado pelas pessoas da região, o lixo chega pelo mar. Ouvimos histórias de pessoas que acharam ali garrafas e latas com rótulos de diferentes lugares do mundo.

Pulando essa parte não tão incrível do dia, quando chegou a hora do almoço fomos para o restaurante indicado pelo pessoal do Farol da Foz. Na hora não botei tanta fé no lugar, achei que podia aquelas “dicas pega turista”, aquele tipo de coisa que é mais caro e não tão legal, sabem? Na prática não foi nada disso. O Restaurante do Siri era muito simples, muito barato e a comida muito maravilhosa. Comemos um dos melhores pratos de siri da minha vida, pedimos suco e água de côco e tudo saiu em torno de R$70 para as duas pessoas.

Às 14:30 o passeio saiu do Farol da Foz. Fizemos um combo de passeio de bugre (ou super bugre) pelas dunas com uma série de paradas para esporte, fotos e aprendizado, até chegar no local onde o rio se junta com o mar, que é um fenômeno da natureza bem lindo.

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O mar ali não me dizia muita coisa, a praia era bonita, mas o rio São Francisco… Esse sim era a estrela do passeio. O pessoal do Farol da Foz explicou um pouco sobre tudo que precisávamos saber e em poucos minutos eu já estava jogada nas águas do “Velho Chico”.

Esse passeio era legal porque a galera que foi de bugre voltava no barco e a galera que foi no barco voltava de bugre. Ou seja, ou você poderia apreciar o pôr do sol nas dunas ou no rio. Ambas as opções devem ser lindas, mas confesso que fiquei feliz que nós estávamos no barco na volta.

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Depois de nadar igual a um peixe no rio que divide Alagoas e Sergipe, subi no barco e tirei foto até não ter mais nenhuma bateria. Que passeio! Pena que nessa hora eu já tinha perdido a possibilidade de mostrar tudo no snapchat – quem me acompanha por lá não pôde ver o melhor do dia! :(

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Na volta eu só me vi agradecendo pela oportunidade de aprender mais um pouco sobre a natureza do meu país. Foi uma tarde inesquecível coroada com um pôr do sol mágico. Me senti feliz como nos passeios que fiz na Amazônia, que só quem acompanhou sabe o quanto eu amei.

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O passeio que misturava barco e bugre foi uns R$12o por pessoa e valeu cada centavo.

Confesso que desde que fui às dunas de Jericoacoara não achei que veria nada à altura,  mas lá eu vi. Para vocês terem uma ideia, em Natal achei o passeio das dunas de Genipabu sem graça pra quem já tinha ido a Jeri (só o espetinho de lagosta me ganhou naquele dia). Por causa disso, acho que já estava preparada pra achar o programa “come dinheiro”, mas felizmente eu estava muito errada.

Se alguma coisa te levar ao sul de Alagoas, se por ventura você for parar perto de Piaçabuçu, não perca esse passeio. Foi muito especial e eu consegui tudo que eu queria: meditar, trocar com a natureza, fazer fotos lindas e de quebra apreciar o quão lindo esse Brasil é.

Beijos

15
mar
2016

Trip tips no Brasil: roadtrip em Alagoas (parte 2 – norte do estado)

Alagoas, Brasil, Viagem

Se na semana passada compartilhei com vocês a programação da primeira parte das minhas férias no estado de Alagoas, hoje vou dividir aqui a segunda metade da viagem.  Depois de 3 dias no sul do estado, passamos mais 4 noites no norte de Alagoas. Eu já recomendei aqui no blog a Pousada do Alto, que fica nessa cidade, num ponto super central da parte norte e funciona muito bem para quem quer transitar entre as praias de Maragogi, Patacho e São Miguel dos Milagres.

Praia do Carro Quebrado

Passamos por Maceió sem intenção de parar, nosso foco era chegar a tempo de aproveitarmos a Praia do Carro Quebrado. Dito e feito. Alguns quilômetros depois estávamos estacionando nessa praia meio isolada, que ficava no meio do caminho.

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As resenhas eram bem legais e a paisagem linda, paramos o carro e caminhamos por uma meia hora. Não pesquisamos a maré, só andamos até um ponto bem isolado da praia e nos distanciamos de tudo e de todos os turistas. Acho que passamos uma hora e meia nadando por ali. Voltamos caminhando para o carro e jogamos São Miguel dos Milagres no Waze.

São Miguel dos Milagres

A ideia era um almoço tardio em São Miguel, infelizmente os dois restaurantes que nos indicaram estavam fechados, por isso almoçamos num mais turistão. A comida estava uma delícia, mas eu diria que tinha que ter uma certa paciência com os mosquitos e moscas. Não sei se era o horário, mas tinham tantas por lá que chamou minha atenção.

Paramos na praia do Marceneiro, que era uma das que pretendíamos visitar depois. Ainda bem que deu para apreciar a vista nesse dia, afinal, mudamos os planos durante a viagem e não voltamos a São Miguel dos Milagres, que me pareceu um vilarejo muito rústico, o único lugar sem nenhum sinal de telefone. Eu confesso que minha única frustração foi não ter um dia a mais para explorar esse lugar.

O fim da tarde chegou e tomamos o rumo de Japaratinga, com direito a balsa e tudo. A viagem pelo litoral chamava a atenção por sua beleza, mostrando que Alagoas é um estado rico em paisagens naturais, apesar de ser pobre em desenvolvimento de certa forma. O próprio turismo me pareceu menos desenvolvido que alguns outros lugares que eu já conheci no Nordeste.

Piscinas naturais de Japaratinga

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No dia seguinte, após ler tudo que existia sobre as piscinas naturais de Maragogi e Japaratinga resolvemos ficar na versão mais barata e menos cheia da cidade em que nos hospedamos.

Japaratinga-Eu sou do time que via as fotos das piscinas naturais de Japaratinga e de Maragogi e achava que se tratava do cenário mais lindo do mundo. Verdade seja dita, eu achei tudo meio turístico, muito cheio e o que vi nos corais não chegava nem no dedo mindinho do que vi no México, perto de Cancun. Assim sendo achei que valeu a pena ir, conhecer, ver, mas não foi nem de longe o melhor passeio da viagem, como eu inocentemente pensei que seria. Se eu tentaria numa próxima? Talvez, mas sem empolgação e somente se eu tiver com alguém que não conhece o lugar e faz muita questão!

Praia de Antunes (Maragogi)

 

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Depois que passamos o início da manhã nas piscinas naturais de Japaratinga pegamos o carro e fomos para Maragogi. Ficamos na praia de Antunes por algumas horas e foi o bastante pra eu me apaixonar, ali eu passei a achar que Alagoas é o Caribe brasileiro. Que lugar é aquele? Que praia era aquela? Dava para o mar ser mais bonito? Acho que não! Sem dúvida Alagoas é o estado do Nordeste onde eu mais gostei de nadar – para quem não sabe eu sou uma apaixonada por essa atividade. Depois de algumas horas nessa praia maravilhosa , almoçamos num dos restaurantes mais tradicionais da cidade de Maragogi: O Sabor de Maragogi. Mais uma vez a pegada era meio turística, mas a comida era ótima e a gente não teve do que reclamar.

Praia do Patacho

Durante os primeiros dias da nossa viagem choveu todas as noites, todas mesmo. Só que durante o dia o tempo abria e assim pudemos curtir algumas das praias mais bonitas que já vi no nosso país…menos nesse dia!

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O dia do Patacho o tempo não melhorou e não foi possível pegar sol, nadar no mar ou aproveitar tudo de melhor que a praia tinha para nos oferecer. Nós fomos para a Pousada Reserva do Patacho – que é bem linda – aproveitamos a piscina, a estrutura, mas não podemos dizer que foi um lindo dia de verão.

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Por sorte tomei um vinho delicioso e almoçamos uma comida bem gostosa, mas bem gostosa mesmo: bobó de camarão com farofa de dendê. O passeio não foi dos mais baratos, mas foi uma forma legal de curtir essa praia tão linda do litoral Alagoano.

Praia de Xaréu (Maragogi)

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O encantamento com Maragogi e suas praias foi tamanho que abrimos mão de voltar à São Miguel dos Milagres e optamos por conhecer mais uma praia de Maragogi. Foi assim que fomos parar na Praia de Xaréu, uma praia bem mágica!

 

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Nadamos por horas, curtimos o cenário digno de descanso de tela e por fim voltamos para Japaratinga para almoçar. Depois da nossa enésima moqueca de alguma coisa subimos para curtir o fim de tarde na Pousada do Alto, com direito à lua cheia e tudo.

Pousada do Alto

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Nosso último dia foi curtindo a Pousada do Alto (post completo aqui), que era mesmo uma delícia. Almoçamos por lá, tomei uns drinks, curtimos tudo e mais um pouco antes de voltar para Maceió.

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 Saímos de Japaratinga no fim da tarde e a noite já estávamos na capital do estado.

Jantando em Maceió

Nós jantamos no restaurante Bodega do Sertão que foi indicação das leitoras mais incríveis do pedaço. Era a versão alagoana de um restaurante que fui no Rio Grande do Norte. Por lá comi vários pratos regionais e de quebra pedi uma cartola maravilhosa, quase comi ela inteira sozinha.

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Uma coisa curiosa a respeito dessa nossa viagem é que não saímos muito para jantar em restaurantes muito especiais como costumo fazer. A pegada era outra, acordávamos cedo, aproveitávamos o dia e por fim dormíamos cedo para descansar e aproveitar o dia seguinte.

Pensando bem, depois a gente sentiu que faltou um dia de viagem no norte, para aproveitarmos São Miguel dos Milagres. Tudo teria sido 100% perfeito se tivéssemos distribuído a viagem da seguinte forma: 3 noites em Barra de São Miguel (no sul) e 5 noites no norte, que poderiam ser todas em Japaratinga.

Mesmo eu tendo perdido duas noites no sul (graças a um perrengue com a Azul) eu não posso reclamar, minhas férias foram muito maravilhosas. Fazia um bom tempo, desde que fui a Capri, que eu não tirava tantos dias para o “dolce far niente” praiano.

Semana que vem vou fazer o post do passeio da foz do rio São Francisco e assim vou encerrar os posts dessa viagem que fiz nas férias de janeiro.

Quem tiver qualquer dúvida a respeito, pode falar comigo. :)

Beijos

Jô 

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10
mar
2016

Trip tips no Brasil: roadtrip em Alagoas (parte 1 – sul do estado)

Alagoas, Brasil, Viagem

Em janeiro embarquei para uma viagem de praia, sombra e água fresca no estado de Alagoas. A viagem era 100% focada em descanso e praia, nada de restaurantes chiques, nada de noite agitada e coisas dessa natureza. Eu confesso que não planejei muita coisa, comprei a passagem e fui. Não sabia ao certo o que iríamos encontrar e eu não esperava que fosse me surpreender tanto.

Nossa viagem começou no sul do estado. Optamos por nos hospedar em Barra de São Miguel e dali fazer vários passeios. Não me lembro exatamente quanto tempo foi de carro do aeroporto para a cidade, mas não foi muito, passou rápido. Nós optamos por alugar um carro, já que a ideia era fazer uma “road trip” pelas principais praias do estado. Decidimos dormir em duas cidades: Barra de São Miguel e Japaratinga, nossos hotéis ficavam nessas cidades e nós fomos de carro para cada uma das praias que queríamos conhecer.

Eu estava menos ansiosa pelos passeios no sul do estado, não sei por que mas eu imaginava que seria a parte mais sem graça da viagem e me enganei, me enganei muito! Nossos dias por lá foram muito gostosos.

Para quem não sabe, eu perdi dois dias da viagem devido a um estresse com a companhia aérea e por isso não fiz o primeiro passeio do nosso roteiro:  caminhada pelas falésias da Praia do Gunga.  Esse primeiro dia era para fazer um passeio longe da entrada da praia, caminhando pelas partes mais desertas desse lugar, passando o coqueiral e curtindo as falésias (andando pode levar uma hora para ir e outra para voltar). Muita gente opta por alugar bugre ou quadriciclo para ver de perto essas belezas naturais. Eu não pude ir mas achei as fotos incríveis e não poderia deixar de indicar pra vocês:

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Praia do Gunga

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Pensem na pessoa em casa tentando voar há dois dias recebendo essas fotos? rs

Eu cheguei no meio da tarde do outro dia e fomos direto para a praia de Jequiá. De início achei o lugar meio cheio e bagunçado, apesar de bonito. Caminhamos um pouco e ficamos numa parte deserta da praia. Achei o mar uma delícia para nadar, acho que fiquei algumas horas na água sem pensar em muita coisa.

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fim de tarde do dia em que eu cheguei

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Jequiá

Depois do banho fomos comer em Barra de São Miguel e a partir daí foi aberta a temporada de frutos do mar, com direito a muitos pratos de polvo, moqueca e outras opções típicas da região. Esse dia não foi tão aproveitado porque eu cheguei bastante cansada, mas já consegui ver que eu iria adorar a viagem.

No meu segundo dia nós passamos a manhã e o início da tarde no hotel Gungaporanga. Sabe aquele dia que você tira para relaxar? Foi exatamente isso que a gente fez. Tomamos o café da manhã mais maravilhoso de toda a viagem (sério, é uma loucura) e aproveitamos a piscina, com a vista mais linda da praia do Gunga.

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gungaporanga

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impossível não se jogar nas caipi de frutas do nordeste!

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Eu fiquei apaixonada por esse hotel! Achei romântico, super lindo, sofisticado com um toque rústico e cheio de facilidades. Acho que é uma ótima opção para se pesquisar.

No fim da tarde fui nadar na praia do Gunga, mas como estava um pouco cheia, andamos para uma parte mais vazia para podermos aproveitar – o mar por lá é muito maravilhoso! Acho que são as melhores praias para nadar que já fui no Brasil. Terminamos a tarde por lá e foi uma delícia.

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No meu terceiro dia fizemos o passeio que eu mais gostei em toda a viagem, achei tão mágico que farei um post só sobre ele. Nesse dia tivemos que pegar a estrada até o final do estado, quase divisa com Sergipe, onde o rio São Francisco divide os estados e se encontra com o mar.

O Velho Chico (assim chamado por alguns da região) vai virar cenário da próxima novela da Globo e tem mesmo uma energia muito diferente. Nunca poderia imaginar que eu ia morrer de amores por esse passeio na foz do rio São Francisco.

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Nós optamos por um tour com a empresa “Farol da Foz Ecoturismo“. Chegamos depois que o primeiro passeio havia saído e descobrimos que era melhor reservar para ter lugar no passeio, assim pagamos R$120 cada um e garantimos nossa vaga no segundo passeio daquele dia. O que eu não sabia era que o passeio das 14:30 era melhor dado que incluía o pôr do sol. 

Os primeiros a fazer a reserva escolhem se vão de bugre e voltam de barco ou se vão de barco e voltam de bugre. Nós éramos os últimos então tivemos que contar com a sorte, que jogou do nosso lado. Fomos de bugre, chegamos na foz, nadamos, tiramos mil fotos e voltamos de barco, vendo um fim de tarde INESQUECÍVEL com uma energia muito especial. Me lembrei dos passeios da Amazônia na hora.

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rio São Francisco

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Voltando para a cidade!

O pessoal do Farol da Foz nos indicou um restaurante de siri/caranguejo que foi simples, MARAVILHOSO e barato, almoçamos nele antes do passeio, mas também vou deixar para falar tudo no post só sobre isso. Eu jamais vou esquecer esse dia e tudo de mais lindo que vi ali. 

No dia seguinte seguimos para o norte do estado, passamos parte da tarde na Praia de Carro Quebrado, almoçamos/jantamos em São Miguel dos Milagres e seguimos viagem para Japaratinga. Sobre isso vou falar no post sobre a parte norte do estado. :)

Eu acredito que 2 ou 3 dias inteiros são suficientes para fazer os melhores passeios ao sul, claro que quem vai ficar e se hospedar em lugares como o Gungaporanga ou o Kenoa, pode apostar em mais tempo para curtir a infra estrutura e relaxamento disponíveis nesses hotéis.

Aguardem fotos do “mar caribenho” do norte do estado! :)

Beijos

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