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28
abr
2016

O mundo é MEU moinho

Convidados, Lifestyle, Viagem

Ainda é cedo, amor

Mal começastes a conhecer a vida;

Já anuncias a hora de partida;
Sem saber mesmo o rumo que irás tomar”.

“O mundo é um Moinho” – Cartola

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E que forma melhor de conhecer a vida do que partir sem rumo? Ou melhor: sendo dona do seu próprio rumo? Nunca é cedo, jamais é tarde para tal decisão. Acredite. Se há algo que descubro e redescubro a cada destino em que parto seguindo sozinha é que cada partida traz consigo muito mais chegadas. Sigo em companhia de novas descobertas (do mundo e pessoais), novos encontros, novas visões e perspectivas, novos pensamentos, novas amizades, novas histórias. E o resultado disso é sempre uma nova “eu”. E diante de tantas possibilidades, nunca me vejo de fato sozinha.

Sempre escuto outras pessoas dizerem que não teriam coragem de viajar contando apenas com suas próprias companhias.

“Coragem”.

Essa palavra sempre fica em minha mente e já falei sobre isso aqui. Como se estivesse encarando tubarões brancos sem proteção ao seguir rumo a destinos que fazem meus olhos brilharem, meu coração pulsar e minha alma se preencher.

Durante minha última viagem, quando já estava em companhia da minha irmã, fomos a uma boate em Firenze e uma menina se aproximou dançando e claramente queria fazer amizade. Logo percebemos que ela estava sozinha e começamos a conversar. Ela era uma canadense de apenas 18 anos que tirou sete meses para viajar pelo mundo, antes de começar a faculdade. No início, teve a companhia de uma amiga, que depois voltou para casa, e ela resolveu seguir viagem sozinha. Já havia passado por países como Tailândia, Camboja, Vietnam, fora alguns países da Europa. Dezoito anos. Mal começara a conhecer a vida e se permitiu anunciar sua partida e ganhar o mundo.

Coragem pode ser uma das palavras que definiriam essa decisão, sem dúvidas. Tão nova e com uma sede de descobrimento, fome do mundo. Mas quantas outras palavras acompanham essa? Atitude, descobertas, amizades, paisagens, histórias, lembranças, risadas, momentos, crescimento, autoconhecimento, aprendizados… Algumas palavras podem até demorar um pouco para aparecem, afinal, os resultados podem ser vistos a longo prazo também.

Senti-me inspirada por uma menina, quase criança. E cada vez mais, quero me permitir encontrar pelos meus caminhos pessoas que me inspirem, paisagens que me encantem e experiências que me renovem. E, assim, seguir sempre meu rumo, ainda que sem rumo certo. Ainda que apenas em minha companhia. Ainda que encontrando outras novas companhias pelo caminho. Ainda que reencontrando outras que fizeram parte de caminhos passados. Ainda que não.

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“O mundo é um moinho”, já dizia Cartola. E eu não me contenho e vou ao seu encontro. Afinal, se o mundo é um moinho, quero sentir o seu vento, quero vê-lo girar e não me privar de tocá-lo, de vivê-lo. Seja o mundo, seja apenas um moinho perdido em uma bela paisagem holandesa. Seja fazendo do mundo o meu próprio moinho.

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Você pode conhecer o trabalho da Tati Barros aqui ou seguir ela no instagram @TaticaBarros
Ela também escreveu outro texto aqui: E se der medo…
27
abr
2016

Alerta carioca: Rio de Janeiro e o Clube do Samba (outra vez)!

rio de janeiro

Quem acompanha meu snapchat e redes sociais viu que no dia 11 vivi uma das experiências mais legais envolvendo o samba! Acompanhei as gravações de um projeto (na época secreto) que envolvia a gravação de um video onde ia rolar uma roda de samba com grandes nomes como Beth Carvalho, Diogo Nogueira e Martinho da Vila. Eles iam contar e cantar sobre o Clube do Samba, que aconteceu no Rio de Janeiro em 1979.

Para quem não sabe, estamos falando de um momento histórico na trajetória desse ritmo musical tão maravilhoso. O Clube do Samba era uma roda quinzenal que foi fundada pelo João Nogueira, criada para não deixar o samba morrer.

Ele é reconhecido como o maior movimento de resistência ao estrangeirismo na música e é bastante comum ouvir que se não fosse o Clube, o samba não estaria mais entre nós. A ideia era realmente não deixar o samba morrer ou acabar, muito menos cair na marginalidade (termo usado na época).

Tudo começou na casa do próprio João Nogueira, pai dessa coisa linda que é o Diogo. Ele morava no Méier e abriu suas portas para os sambistas de verdade.

Após 37 anos, a BOA resolveu aproveitar esse ano do centenário do samba para batucar mais uma homenagem à esse ritmo que pulsa no Rio de Janeiro até os dias de hoje, e durante 4 finais de semana, o Clube do Samba volta à vida.

clube-do-sambaComo vai funcionar? O evento será gratuito, democrático como o samba sempre foi. Vai acontecer num casarão no centro do Rio de Janeiro, com uma decoração feita com itens autênticos do Clube e réplicas inspiradas no acervo disponibilizado que farão parte do cenário da nova versão do reduto responsável por não deixar o samba morrer.

A partir do dia 30/04, a velha guarda do samba se encontrará com a nova geração e entusiastas para, juntos, festejarem a vida longa do ritmo que se tornou uma instituição. A curadoria do projeto é assinada por Nilcemar Nogueira, neta do Cartola.

Martinho da Vila será o anfitrião dos quatro sábados e como acontecia no salão de João Nogueira, os bambas estarão reunidos para tocar, falar e fazer samba.

Como participar? Se inscrevendo no site da Antartica. Quando a lista estiver fechada, o site vai abrir a lista para o final de semana seguinte. Aí é só espiar se você tem a agenda livre e se inscrever.

Eu vou estar lá feliz e contente neste dia 30. Desde o Batuque da Boa, que rolou em toda a cidade em novembro passado, a Antarctica tem convidado o (f)uti para participar das mais diferentes experiências ligadas ao samba. Fomos da roda de samba na rua ao camarote na Sapucaí, sem contar o privilégio que foi acompanhar as gravações que originaram o primeiro vídeo desse post! Nunca pensei que veria uma roda de samba como a do dia 11. Agora vocês podem imaginar a ansiedade que estou pro dia 30!

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Hoje no snap postei o press kit com direito à cerveja Antarctica com rótulo de 1979 – é impressionante como eles sempre me ganham nesses pequenos detalhes. Querendo espiar tudo por lá é só adicionar: blogfutilidades.

Eu adoro cerveja, história, Rio de Janeiro e samba, então não nego que estou só ansiedade para sábado. Quem estiver por lá, favor me dar um oi, adoro conversar com vocês que ficam do outro lado. :)

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o Futi adverte: menores de 18 anos não podem e não devem consumir bebidas alcóolicas em nenhuma situação
25
abr
2016

Trip tips: São Paulo e a experiência com o Mobi, lançamento da Fiat!

Brasil, convite, Experiência, Lifestyle, Variadas (f)utilidades

Semana retrasada fui convidada para ir à São Paulo fazer uma viagem diferente e cheia de programações que eu nunca havia feito na cidade. Impossível essa aventura diferente não render um post.

O convite foi feito pela FIAT, eles bolaram uma agenda sensacional para apresentar o carro MOBI de um jeito muito especial.  Teve festa, hotel com uma vista linda, passeios turísticos pela cidade e test drive pelas ruas de São Paulo. Sim, eu dirigi um carro manual muitos anos depois, no trânsito paulista (pausa para aquela respiração de alegria de quem venceu na vida).

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foto da festa do Mobi em SP

Eu achei super interessante o conceito do Mobi, que é um carro que chega no mercado com muitas novidades que, acredito eu, logo serão parte do que todo motorista vai precisar quando estiver dirigindo. Ele é um veículo pequeno, confortável, prático, leve, gostoso de dirigir, econômico (por ser 1.0) e perfeito para a cidade. As novidades estão nas formas de conexão, mídia e espaços de quem vive correndo e tem no carro uma extensão da rotina.

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Foi uma experiência bem única que tive com o blog, diferente das semanas de moda e viagens de press trip, uma aventura que nunca vou esquecer por tratar de algo tão fora da minha zona de conforto e ainda pude conhecer uma São Paulo nova pra mim, mesmo eu já tendo ido pra lá milhares de vezes.  Fiquei toda feliz por estar entre os influenciadores de todo o Brasil (dos mais diferentes nichos e lugares) nessa ação de apresentação desse lançamento que é muito relevante para pessoas conectadas.

1. Hilton Morumbi

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Para começar, fiquei encantada pelo meu quarto com a vista para a ponte. Achei tão icônico ficar lá, deu pra sacar de imediato que a Fiat estava propondo um olhar especial sobre São Paulo. Adorei quando entrei no meu quarto e dei de cara com essa vista!

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Eu realmente gostei da experiência e da vista – para quem não sabe, eu tenho um fraco por quartos e camas com vistas.

2. Terraço do Edifício Martinelli

Depois do festão que rolou na noite anterior, todos os influenciadores tiveram uma programação bem gostosa por São Paulo. Começamos caminhando pelo Centro e subimos o Edifício Martinelli. Com 105 metros de altura, o terraço conta com uma vista mágica. Quem for para São Paulo à passeio tem que programar essa visita.

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Eu amei as fotos, amei a vista e ver a cidade que eu tanto conheço em uma nova perspectiva. Podia ter ficado um bom tempo por lá ouvindo musica!

3. Pinacoteca

Não tivemos muito tempo para curtir tudo o que a Pinacoteca oferece, mas consegui ver uma exposição, apreciar a arquitetura do prédio e ainda tirar umas fotos bonitas da Estação da Luz. Foi um aperitivo para me deixar com mais vontade de conhecer os pontos turísticos de São Paulo.

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E o dia lindo ajudou, né? :)

4. Test drive com Mobi nas ruas de SP

Tudo isso aconteceu para que a gente pudesse experimentar o Mobi. Eu não imaginei que o test drive ia ser nas ruas da cidade mais movimentada do país, foi minha primeira vez dirigindo em São Paulo e ainda por cima em um carro manual. Achei que ia ser um perrengue, por isso levamos reforço caso eu não desse conta. Mas acabei me virando super bem! Dirigi naturalmente, com os mesmos reflexos de sempre. Morri pouco, ri muito, sincronizei meu Spotify no rádio do carro (que em um futuro bem próximo vai usar o celular como display) e fui cantando feliz e contente.  fiat-mobi- As portas do carro abrem bem, a mala tem um compartimento secreto, o espelho é uma fofura e o espaço interno é ótimo.  fiat-mobi-2   Ai está a cara de quem venceu na vida e conseguiu fazer a peripécia de dirigir com os dois pés anos depois.

5. Yacht Club Paulista e a natureza no meio da cidade

Nosso passeio com o carro foi do hotel ao YCP. Que vista, que lugar e que natureza no meio da cidade! Acho que esse lugar e esse passeio foram a cereja do sundae.

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Achei todo esse roteiro uma surpresa boa, que eu realmente não conhecia em SP. :)

Quanto ao Mobi, eu gostei muito dele, fiquei interessada porque acredito que faço parte do público alvo do carro. Me deu uma saudade do meu carro que era pequeno, prático e econômico também, apesar de ser menos moderno internamente. Me fez lembrar que um carro assim pra cidade funciona muito bem.

Voltei para o Rio super empolgada, mostrando tudo do snap pros meus pais, que nem acreditavam que eu conseguiria me virar num carro sem ser automático. Ou seja, se eu dirigi bem o Mobi e adorei, acho que qualquer um vai curtir! Ou pelo menos acho que é um modelo para ficar de olho.

Aliás, qualquer um que tem uma rotina de correria em cidade grande pode curtir. Achei esse vídeo no youtube que passa um pouco do que eu achei:

Beijos

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A Fiat levou o Futi pra São Paulo e nos proporcionou todas essas experiências super legais. 
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