Browsing Category

Londres

2 em Autoconhecimento/ Autoestima/ Londres no dia 03.07.2017

Londres: Um papo sobre autoestima com Fabiana Karla

Quinta feira passada foi a minha vez de fazer mais um encontro do #paposobreautoestima. Na realidade, nem posso e nem quero dizer que fui a responsável por fazê-lo acontecer do jeito que foi porque não seria verdade. Eu apenas lancei que estaria em Londres e falei com algumas das meninas do nosso grupo do Facebook sobre isso, crente que nos encontraríamos para um jantar ou um happy hour. Virou um desdobramento do #picnicdopapo, só que pelo clima precisou ser apenas #papoemLondres!

Até que a Julia Ramil e a Paula Ghelli – que já escreveu aqui no Futi com esse texto sobre viajar e esse sobre como ser magra fora do padrão não fez maravilhas para a sua autoestima – escolheram lugar, organizaram o grupo e quando me vi, estava entrevistando a atriz Fabiana Karla.

Logo eu, que tenho verdadeiro pavor de falar em público e que em praticamente todos QG’s do Fhits ficava tímida e esperava alguém fazer perguntas para a entrevistada (ou entrevistado) da vez, de repente me vi desembuchando e tendo que encarnar a Marília Gabriela. Estão vendo o que o #paposobreautoestima tem feito pela gente também? hahaha

Se em todos os piqueniques e encontros que a Joana fez até o momento o formato era de conversa, troca e empatia em geral, o encontro de Londres teve um formato um pouquinho diferente. Ter uma pessoa com uma história legal para dividir, um projeto bacana para contar e uma visão da vida inspiradora para compartilhar foi incrível. E a Fabiana fez justamente isso.

Infelizmente não consegui fazer tudo, e a parte de conversa e troca de experiências que a Jô costuma fazer ficou bem para o final, onde trocamos bastante sobre a experiência de morar fora e tentar se redescobrir e se reinventar. Acho inclusive que vou conversar mais sobre isso no piquenique de Nova York (agora, dia 09 de julho!) e fazer um post sobre o assunto, que rende bastante!

Ela começou o papo contando dos seus dois livros, um infantil chamado “O rapto do galo” e outro chamado Gordelícias, um livro que, como diz na capa, é uma reunião de “crônicas de quatro mulheres felizes com seus corpos”. Tem mais a ver com o que a gente fala aqui do que isso? Segundo a Fabiana, ela, junto com Cacau Protásio, Simone Gutierrez e Mariana Xavier, criaram esse livro como resposta para um período em que a patrulha do corpo perfeito estava muito forte. Apesar de ter alguns livros na lista de leitura (oi, série Napolitana viciante), já dei um jeito de trazer ele para o topo da lista justamente para contar logo em um #bookdodia! :) Agora vou contar aqui algumas das partes mais legais da entrevista!

“Quando você é famoso, quando você está no alvo, você é mais aceita”

Fiz questão de perguntar sobre a pressão que ela sente por ser atriz e estar na mídia. Confesso que esse é o tipo de pergunta que eu sempre tive vontade de fazer porque para quem está de fora, a impressão é de que a pressão é muito maior, e obtive a resposta acima. E ela contou que a principal motivação do livro é para que mulheres e meninas que não são famosas se inspirem e se empoderem para aproveitarem tudo que a vida pode oferecer sem ter o corpo como empecilho.

“Nós temos que quebrar essa falta de aceitação do outro”

Como eu falei acima, o livro foi feito em um período onde as pessoas estavam mostrando toda a sua intolerância (e eu me questiono se essa época já passou, infelizmente acredito que não) e ele serviu como resposta, uma mensagem de apoio vinda de 4 mulheres que se sentem muito felizes do jeito que são e não vão se intimidar com quem não as aceita.

“Se o preconceito me ligou, eu não atendi essa ligação”

Uma das coisas mais legais na entrevista com a Fabiana Karla foi poder ver a forma que ela encara a vida. Em um dado momento, ela disse que é adepta do “move on”, de continuar vivendo e passando por cima, e essa frase exemplifica muito isso. É não se vitimizar, não achar que não vai conseguir realizar coisas por algum empecilho que a gente mesmo se coloca.

Também conversamos sobre criação dos filhos e como ela é importante para o desenvolvimento da autoestima, como se fazer presente mesmo na distância, sobre educar para ser um indivíduo que respeita os outros. Enfim, foi uma conversa muito legal, super inspiradora e alto astral, muito melhor do que eu jamais poderia imaginar. Espero de verdade que a gente consiga trazer esse formato em mais encontros, assim como marcar outros para que a gente possa trocar experiências e questões, como tem sido nos piqueniques que a Jô tem feito. <3

Vamos seguir a Fabiana Karla no insta? É @fabianakarlareal!
Vamos entregar nosso engajamento para quem traz um conteúdo tão dentro do que acreditamos!

Look do dia: Amor próprio✨💋 #fkstyle #fkviaja #lookdodia #moveon #happyday #london #paposobreautoestima foto bY @juramil

A post shared by Fabiana Karla ✨ (@fabianakarlareal) on

Quem quiser ver o papo completo, ele está agora na nossa fanpage!

 

7 em Europa/ Londres/ Viagem no dia 30.04.2015

Trip tips de Londres: chegando e saindo de Heathrow (metrô, trem e taxi)

Eu estou devendo a vocês 3 posts de Londres: a parte 2 dos restaurantes da última viagem, como se locomover em Londres com o Oyster Card e por fim, o post de hoje: as diferentes formas de ir e vir do aeroporto de Heathrow!

Londres-

Eu com meu ticket de ida e volta no trem expresso.

Nas minhas últimas viagens à cidade, eu cheguei e voltei por Heathrow. Eu adoro a British, “adoro”/ prefiro voar de Boeing e amo as dezenas de lojas fantásticas + restaurantes deliciosos que têm no terminal 5. Nele é possível comprar muitas coisinhas: tem desde Boots até Harrods (versão pocket), além das lojas da Burberry, Gucci, LV e outras. Obviamente lá as bolsas, casacos e sapatos nem precisam de tax free, todos os produtos vêm sem taxa.

Já comprei bolsa, maquiagem, mas o que eu não deixo de fazer é comer no Gordon Ramsay Plane Food. Almocei duas vezes com o namorado, uma vez almocei sozinha e dessa vez, tomei um café fantástico com direito ao meu rosê preferido da vida (fica a dica: a taça do Chapel Down Brut Rosê) .

Ok, até aqui vocês já entenderam meu verdadeiro amor pelo aeroporto de Heathrow. Tenho até o programa fidelidade para me sentir “habituê”. rs Vamos então falar de coisa séria? Como ir ou voltar de Heathrow?!?!

Entre chegadas e partidas, acredito que fiz quase todas as maneiras: metrô tradicional, Heathrow Express, taxi e aquele taxi especial que te dá mais de 10 pounds de desconto.

Qual é a melhor maneira? Não existe uma resposta certa. Tudo depende de MUITOS fatores. O aeroporto é longe, o taxi é caro, mas quando se tem de 3 a 4 pessoas é muito fácil o valor compensar se comparado ao Heathrow Express.

O  Heathrow Express é um trem que sai direto para Londres, tem um que faz algumas poucas paradas (2 ou 3) e outro que vai direto para Paddington Station, que fica bem no meio da cidade. Eu brinco que costuma compensar pegar o que passa primeiro. Ele passa mais ou menos de 15 em 15 minutos e também chega na cidade mais ou menos nesse tempo. Ele custa 20 pounds se você comprar uma perna e 35 se fizer ida e volta. Como dessa vez não ia fazer compras e estava sozinha, optei por esse esquema de ida e volta.

ticket

Com meu bilhete e minhas muitas malas esperando o Heathrow Express!

Como eu ia ficar perto de Paddington Station eu achei perfeito. Não poderia ser melhor, só que não é barato. É prático, é bom, mas não é mega em conta. Uma vez eu e o namorado pegamos esse trem + um taxi para nosso apartamento e, quando nos demos conta, gastamos quase um valor de taxi. Na volta optamos voltar de taxi por comodidade. Tudo depende do que você quer, de quanto você vai gastar e onde você vai ficar.

Por exemplo, se eu voltar a ficar em Knightsbridge e arredores, como foi em setembro de 2013, eu sem dúvida nenhuma vou optar pelo método mais barato. Chegar no aeroporto, comprar um Oyster Card (pela semana ou pelo número de dias que você vai ficar na cidade) e ir de metro normal até a cidade.

Demora mais? Sim, demora, mas te deixa onde você vai saltar.

O metrô que sai do aeroporto de Heathrow é o Picadilly Line. Ele corta a cidade inteira, pára em muitos pontos turísticos e deixa você, sua mala e cia na “porta de casa”. Sem dúvida esse é o método mais usado pelos europeus.

Então, se você vai ficar de 5 a 7 dias na cidade, é só comprar um Oyster Card (5 libras), pagar o valor da semana (40 libras) e tem direito a metrô + ônibus na principal zona da cidade. O grande pulo do gato de sair de metrô do aeroporto é saber qual estação mais próxima de onde você vai ficar tem elevador. Tem um site que te ajuda nessa parte, para você evitar escadas.

Se minha memória não me falha, Knightsbridge tem escada rolante, mas não para todo o trajeto. Então eu tive que carregar malas sozinha, mas não foi muito, no fim compensou. Foi o modo mais econômico e também mais prático, sem baldeação e direto ao ponto.

O custo benefício de ir de metrô é o melhor – e me desculpem os que pensam diferente – mas a libra custa muito caro, sem contar que prefiro gastar meu dinheiro comendo, bebendo e passeando. No entanto, se você é como eu e leva mala grande, vale a pena ver onde vai ficar, pois se for para trocar de linha com mala, eu confesso que não fico muito animada.

Então se não vou ficar nos arredores das paradas de Picadilly Line, que são muitas, não me aventuro com o metrô. Dessa vez não tive nem dúvida. A casa dos meus amigos era a 10 minutos andando de Paddington. Na ida eles me buscaram e viemos a pé para casa (minhas malas de viagem da Roncato têm um ótimo jogo de rodinha) e na volta fui de ônibus para a estação. Não daria para ser mais fácil, o Heathrow Express não poderia ter sido mais prático.

Como vocês podem ver, eu não fico só andando de metrô em Londres, eu ando MUITO MAIS de ônibus. Adoro subir na parte de cima para ver a cidade e em trajetos curtos fico sentadinha lá em baixo. Se locomover de ônibus é fácil e vai ser assunto de um próximo post onde vou contar como faço para aproveitar ao máximo meu cartão de transporte público.

Quanto ao táxi, se eu gasto fácil 20 pounds me locomovendo no meio da cidade, vocês podem imaginar que não tenha sido barato o taxi para o aeroporto. Já gastei em torno de 70 e 80 pounds em uma perna no tradicional “black cab”, taxi preto mais famoso da cidade. Já li que esse valor pode chegar a 100 pounds, ou seja, quase 500 Dilmas. Dizem que o “mini cab” pré agendado tem um preço bem amigo, acho que eles são do aeroporto, mas eu não usei esse serviço então prefiro não comentar. Sei que dá entre 50-60 rainhas.

Para 3 ou 4 pessoas juntas, acredito que um “black cab” fique mais barato que o trem expresso. Basta ter uma quantidade de mala ok para o taxista levar todo mundo + as tralhas.

Posso fazer um adendo? Quando o assunto é transporte com bagagem, brinco que boas malas fazem toda a diferença do mundo. Desde que entrei de cabeça nesse kit da Roncato eu me sinto mais confiante para ir para lá e para cá com minhas malas. Quando eu fiz mochilão e minha mala quebrou, só eu sei o que eu e minha coluna passamos até eu comprar uma nova. Uma vez para nunca mais. Hoje sempre recomendo que um viajante apaixonado tenha boas malas. 

Voltando ao assunto, no fim não tem jeito, Heathrow é um dos melhores aeroportos do mundo, mas não fica perto e por isso é importante que a cada viagem você tome a melhor decisão sobre o meio de transporte. Não existe resposta certa sobre qual é o melhor. A cada aventura eu vejo em quantas pessoas estarei e para onde vou, só aí sei responder qual é a melhor maneira de chegar.

Seja de metrô, de Heathrow Express ou de táxi da riqueza! 

Espero que vocês tenham gostado desse trip tips super atípico! E quem tiver mais dicas, já sabe, né? É só comentar!

Beijos

 

2 em Europa/ Londres/ Viagem no dia 03.03.2015

Trip tips: mais restaurantes em Londres – parte 1!

Quem acompanhou o instagram (@futilidades) e um pouco o blog, sabe que eu estava em Londres! Aproveitei a semana de moda para embarcar em algumas experiências diferentes na cidade e ter pauta para esse assunto que eu tanto amo: mais restaurantes em Londres! Hoje vou postar a 1ª parte dos que fui nesse início de 2015.

Repeti alguns que já foram citados aqui, como o Jamie’s Italian, Hakkasan (ambos assunto do primeiro post) e também o Busaba (listado no segundo post).

Essa foi minha quinta vez na cidade e talvez tenha sido a vez mais interessante e misturada em termos de gastronomia. Em Londres é possível comer incrivelmente bem (com vinho e tudo) gastando entre 20 e 35 pounds. A maioria dos restaurantes em que fui nessa viagem ficaram nessa média, tirando o Hakkasan (sempre meu dinheiro mais bem gasto) e o Bob Bob Richard, em ambos eu gastei um pouco mais de 70 pounds. Todos eles com taças ou garrafas de bebida. Mas vamos começar do começo…

No primeiro dia só consegui parar para jantar e para minha grata surpresa, a Victoria e o Felipe, meus anfitriões na cidade, haviam reservado um restaurante fantástico em Covent Garden chamando Belo.

O Belgo é famoso por seus pratos de frutos do mar, mexilhões especiais e suas cervejas.

belgo

mexilhões + batata frita, eu amo muito!

Ele fica no subterrâneo, mas não é apertado, nem claustrofóbico e tem uma decoração moderna muito legal. Nós comemos uma entrada de croquete de queijos além dos mexilhões tradicionais, tudo delicioso. O restaurante, além de tudo, é super bem servido. Pretendo voltar com certeza!

Bob Bob Richard:

Esse é um restaurante de luxo, lindo, com cantinhos pinterescos e cheio de detalhes art noveau, que o deixam ainda mais especial. Comemos tortas bem inglesas, apertamos o botão da champagne e pedimos as sobremesas mais fotogênicas de todas.

botao

O botão mais legal do mundo e ele funciona!

bob-bob-richard

Cardápio, entrada trufada de batata e mushrooms, torta também de  mushrooms  + a bola que derrete de sobremesa

Sem dúvida o lugar era lindo, a experiência super gostosa e a comida boa, mas já comi em lugares mais gostosos por 70 rainhas por pessoa. Quem gosta mais da parte gastronômico do que da ambientação, pode achar o restaurante super estimado, tem o menu aqui para ver.

Acho que a apresentação é o que acaba tendo o borogodó! Essa coisa meio Pinterest é o que dá o tom por lá. Sem contar que o restaurante tem uma pegada mais romântica, que não acho tão comum em Londres.

Burger & Lobster 

Assim como Belgo, esse foi um dos queridinhos da vez e foi uma indicação que vi no instagram! Gostei tanto que fui duas vezes! Foi uma indicação que vimos no instagram e  O Burger & Lobster é uma super alternativa para quem gosta de hambúrguer, lagosta e sanduíche de lagosta. Em geral, ele tem 3 pratos individuais por £20. A primeira vez dividi meio hambúrguer e meia lagosta, tomamos uma taça de vinho e pronto, eu e Mandy tivemos uma das melhores refeições da viagem.

burger-e-lobster-london

O amor pelo restaurante foi tanto que voltei com a Victoria e o Felipe. Dessa vez comi a lagosta sozinha e já fiquei com vontade de, em uma próxima vez, experimentar o sanduíche dela, que parece ser o favorito de muitas pessoas. Adoro restaurante que você já sai pensando em voltar!

Eu fui as duas vezes na filial da 6 Little Portland St. De dia estava bem ok para o almoço, mas a noite na quinta-feira estava super bombando.

Hakkasan:

Resolvi me repetir e reiterar meu amor pelo Hakkasan de Mayfair! Eu fui lá nas últimas 3 vezes em que estive em Londres e nunca me arrependo. Sempre tenho que comer a “crispy duck salad“. Gosto de uns peixes e outros pratos, mas dessa vez escolhemos alguns para dividir.

Hakkasan-1

Na primeira rodada fomos na tal salada, no “pepa duck” e no “Black Truffle Duck” . Todos os pratos foram perfeitos para dividir. Pedimos mais um ou dois depois, mas acho que esses foram os destaques da noite.

Esse é o terceiro post do blog sobre restaurantes de Londres, se você quiser ler sobre mais opções pode ver o primeiro e o segundo post aqui no futi.

Beijos