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Viagem

0 em Autoestima/ Brasil/ Viagem no dia 26.05.2017

O que teve de tão bom em Curitiba? Papo sobre autoestima!

Há alguns dias embarquei com destino à Curitiba’ para resenhar o Rio Hotel que fica no bairro do Batel. Assim que vi a localização privilegiada organizei a viagem para ficar 2 dias inteiros na cidade. Queria conhecer pontos turísticos, ver minhas amigas, comer bem, trabalhar e ainda arrumei um encontro do #paposobreautoestima. Dois dias pra tudo isso? Sim, eu fiz dar tempo.

E por que esse post? Porque eu acredito que tudo que conheci e vivi em Curitiba precisava ser registrado aqui. Apesar do pouco tempo, diria que tenho algumas boas dicas pra quem vai embarcar com destino à cidade e ainda posso dividir tudo que me falaram que não consegui ver por falta de tempo.

Do aeroporto para o hotel não demorei muito tempo, troquei de roupa e já peguei carona com a amiga Thais do Coisas de Diva para o Jardim Botânico. Entendi o motivo pelo qual todo mundo acha o lugar tão lindo, ele é lindo mesmo e bem me deu vontade de fazer um piquenique do #paposobreautoestima por lá.

Thais foi a melhor guia possível, me mostrou o jardim, tirou fotos, me levou para ver o por do sol no Museu Oscar Niemeyer e eu fiquei encantada. O olho é mesmo uma estrutura icônica na cidade, verdadeiramente impressionante como tudo que o arquiteto faz.

Depois do museu fomos na loja Mary Ann Apple Factory. Tá, agora você abre seu caderno de anotações e escreve logo abaixo de “Jardim Botânico”: comer a maçã tradicional desse lugar! Sério, foi a segunda vez que eu comi (a primeira vez foi quando O Boticário mandou uma pra minha casa no meu aniversário) e eu quase morri de amores. Sério, isso está na lista DE COISAS MAIS INCRÍVEIS que eu já comi NA MINHA VIDA INTEIRA. Depois você coloca o MON, porque ele é do lado e é mesmo muito lindo.

Depois demos uma volta de carro e paramos num lugar de drinks e comida deliciosos, com uma decor muito moderna e bonita, mas com a comida e a bebida ainda melhores que o ambiente. O Officina Resto Bar é um programa imperdível para a noite. Comi pinhão de entrada, tomei um drink incrível e jantei um prato muito saboroso, escolhi oporco num ato de ousadia e foi MARAVILHOSO.

No entanto são nos parques, na cidade limpa e na simpatia do paranaense que morou minha maior identificação. Posso ser honesta e dizer que fiquei ENCANTADA com o tanto que todo mundo foi solícito e quis me ajudar lá.

No dia seguinte eu trabalhei de manhã e fui almoçar no Patio Batel, que fica muito perto do hotel. O shopping de luxo contém muitas lojas fantásticas, mas o que me levou até lá foi o MARAVILHOSO hambúrguer do Madero. Nunca havia comido na rede, nada mais justo do que comer no seu lugar original. Eu achei tudo isso que falavam, sim, pão, sabor da carne, molho e batata maravilhosos.

Pena que só parei pra fazer foto quando eu já tinha mordido o sanduíche!

Depois voltei pro hotel pra tomar banho e me arrumar pro encontro do PAPO SOBRE AUTOESTIMA na The Cakery, uma bakery nova na cidade, pertinho do hotel também. A dona, a Cassiana, é famosa pelos seus bolos feitos sob encomenda mas agora ela tem um espaço pra todos os seus doces.

Como ela me foi muito bem recomendada pelo pessoal d’O Boticário, fizemos nosso encontro lá com muitos brigadeiros, brownie, bolo de cenoura com calda de chocolate e um pirulito de chocolate MARAVILHOSO.

Passando por lá eu recomendo: um café com bolo de cenoura + brigadeiro de churros. Foi o melhor brigadeiro da vida! Os brigadeiros e bolos são maravilhosos, to impressionada com os dotes gastronômicos de Curitiba. Eu voltarei na The Cakery, sem dúvida. Alias, no encontro devíamos ter chamado a Cassiana pra contar como foi abrir mão de um trabalho numa empresa enorme e bacana pra tocar seu sonho, mas nosso bate papo foi tão intenso que não deu pra todas as mulheres presentes contarem sua história.

Não sei NEM POR ONDE AGRADECER a essas mulheres que foram, me contaram suas impressões sobre o #paposobreautoestima ou mesmo só ouviram as histórias umas das outras. Cada cidade e cada grupo traz temas diferentes o que torna cada encontro único e muito especial pra mim. Falamos sobre padrão de beleza, relacionamento abusivo, questões da maternidade e até mesmo das dificuldades de um empreendedorismo feminino (beijo Vanessa!).

São tantos padrões, tantas imposições e questões complicadas que envolvem as discussões do #paposobreautoestima que não sei como expressar a gratidão que sinto por cada mulher que contou sua história. É magico como quando cada uma desabafa as outras compartilham seus aprendizados, generosamente quebrando paradigmas e somando com suas próprias experiências. Fazendo com que a história de uma ajude a outra e assim sucessivamente, empurrando as mulheres pra cima e corroborando a importância desse olhar amoroso e acolhedor pra si. Foi de novo emocionante, fiquei triste que não consegui ouvir todas as histórias, mas teve abraço forte, mãos dadas, lágrimas e palavras lindas de gratidão por posts, pelo grupo e pelo projeto.

Eu nunca vou esquecer de uma noite como essa, que tinha tudo pra ser fria, mas foi quente. Em dias assim a gente enxerga que o que estamos fazendo é bem maior do que podemos imaginar. E nessa hora quando falo no plural não falo só em meu nome e em nome da Ca, falo em nome de cada uma que participa nesse coletivo conosco. O encontro do grupo “um papo sobre autoestima” em Curitiba me mostrou que tem mais gente que nos acompanha com muito amor fora do eixo Rio e São Paulo.

Que venha o piquenique do Rio, que venha o de Belo Horizonte, e se tudo der certo lá por Nova York, que venha o internacional também! <3 <3 <3

 

Beijos

 

0 em África/ Trip tips/ Viagem no dia 23.05.2017

Os programas mais legais de Cape Town

Cape Town é uma cidade fantástica. Como contei aqui, a Cidade do Cabo me conquistou logo de cara não só pela beleza, mas pela diversidade de programação disponível, com muitas opções de passeio incríveis.

Cape Point e Cape of Good Hope

Começando pelos programas clássicos, a visita ao Cabo da Boa Esperança e Cape Point não pode ficar fora do roteiro. Ambos fazem parte do Parque Nacional Montanha da Mesa (Table Mountain), que fica 60 km a sudoeste de Cape Town. O acesso se dá por uma estrada recheada de babuínos abusados à espreita para roubar a comida de algum turista desavisado andando com as janelas dos carros abertas.

Na entrada do parque você paga o ingresso que dá direito a passar o dia todo pelo complexo. Como eu contei aqui, nós optamos por alugar um carro para nos dar mais flexibilidade nesses passeios mais distantes do centro de Cape Town.

Nossa primeira parada foi no Cabo da Boa Esperança. A única certeza que eu tinha era que eu encontraria um lugar macabro, com navios naufragados e fantasmas pairando pelo ar (obrigada aos professores de história por essa imagem tenebrosa do Cabo das Tormentas enraizada na minha cabeça!).

E não é nada disso! O Cabo da Boa Esperança é lindo. São falésias banhadas pelo mar azul do Oceano Atlântico em uma paisagem de tirar o fôlego. Vale a pena perder um tempo subindo nas pedras para ver o visual de vários ângulos. É importante levar um casaco porque venta bastante.

Vimos muita gente indo a pé do Cabo da Boa Esperança para Cape Point, mas como ir a pé significaria voltar a pé para buscar o carro, resolvemos ir de carro mesmo.

Chegando em Cape Point, compramos o ticket do funicular e fomos até o farol, o ponto mais alto daquela porção do parque. Dali, é possível ver o Cabo da Boa Esperança e o encontro dos oceanos Atlântico e Índico. De novo, uma vista espetacular. Tinha na minha cabeça que Cape Point era o ponto mais ao sul da África, mas acabei descobrindo que esse título é oficialmente de Cape Agulhas, a 150 km dali, o que não invalidou o passeio.

Na descida, paramos para um lanche rápido no pé do funicular. Nós até tínhamos reservado o almoço no único restaurante do local que por sinal tem uma vista magnífica, o Two Oceans Restaurant, mas como não estávamos com muita fome, optamos por comer um pedaço de pizza e seguir para a próxima parada.

Cape Point

Cape of Good Hope

Boulders Beach – a praia dos pinguins

Seguindo a estrada dos babuínos pela qual fomos até Cape Point (M65), dirigimos até Boulders Beach, uma praia LOTADA de pinguins. São muitos, de vários tamanhos, tomando banho de sol, chocando seus ovos ou simplesmente nadando na água. É a coisa mais fofa que tem e pra mim é parada obrigatória!

Na entrada da praia, tem um posto de controle onde se compra o ingresso para o acesso. Não jogue esse ingresso fora, já explico porque!

Nessa entrada principal, tem uma estrutura de madeira (tipo um deck suspenso), por onde os turistas podem andar e tirar fotos sem importunar os pinguins. Nem precisa dizer que fica abarrotado de gente, né? Tem que ter um pouquinho de paciência para chegar na meiuca da passarela e ficar bem pertinho dos bichinhos.

Eu, como grande Felícia que sou, estava indignada de ter visto fotos de pessoas bem pertinho dos pinguins e eu não ter conseguido chegar perto. Foi aí que descobrimos que a tal praia tem uma outra entrada, a uns 300m para o lado direito da entrada principal, onde você pode descer na areia e ficar cara a cara com os pinguins! Não preciso nem descrever minha felicidade né?

Para entrar na areia tem que pagar, mas aceita-se o mesmo ticket da entrada principal (aquele que eu disse pra guardar!). Curiosamente, tinha muita gente na areia tomando banho de sol e de mar. Digo curiosamente porque você pode imaginar que em uma praia cheia de pinguins, a água era de congelar a alma! Amei esse passeio!

Trekking na Table Mountain

A Table Mountain é aquela montanha linda que é pano de fundo de quase toda foto tirada em Cape Town. Para acessá-la da maneira tradicional, existe um bondinho (a la Pão de Açúcar) que leva e traz os turistas.

O que muita gente não sabe é que você pode ir até lá em cima a pé! Sim, a pé! Óbvio que foi a forma que nós escolhemos (adoro um programinha de aventura!).

Garrafa d’água na mochila, tênis de trekking nos pés e muita coragem para enfrentar 2 horas e meia de subida bem íngreme. Foi assim que decidimos radicalizar e subir a montanha com nossas perninhas.

O acesso à trilha é pelo lado esquerdo da estação dos bondinhos e é bem sinalizada. Optamos pela trilha de Platteklip Gorge, que em tese é a mais curta e direta até o topo (e nem por isso a mais fácil).

Para descer, compramos o ticket do bondinho lá em cima mesmo.

Foi cansativo mas achei que valeu muito à pena. As vistas em grande parte do caminho eram lindas! Foi uma maneira diferente de explorar um ponto turístico tradicional e ter uma experiência ainda mais completa.

Mergulho com focas

Outro passeio tradicional em Cape Town é o passeio de barco em Hout Bay. A graça do passeio é chegar perto de uma ilha com centenas e centenas de focas em pleno oceano Atlântico.

De novo, procuramos uma forma de fazer um passeio tradicional de uma maneira diferente. Descobri que dá para visitar essa ilha mas ao invés de ver as focas do barco, é possível mergulhar com elas!

Ignorando a temperatura congelante da água, não pensamos duas vezes e decidimos nos aventurar num mergulho com esses bichos marinhos.

Contratamos a Seal Snorkeling e nos encontramos no Hout Bay Harbour, onde nos vestimos com roupas de neoprene de 5mm, luvas, capuz e botinhas. Pegamos nosso equipamento de snorkel e fomos para um barquinho. 5 min depois, chegamos à tal ilha e pulamos na água!

Gente, que frio! A primeira sensação foi: o que eu estou fazendo aqui? Até que eu vi a primeira foca nadando embaixo de mim e tive certeza que fizemos a escolha certa.

É muito divertido. São muitas focas nadando, fazendo piruetas e até “pegando jacaré”, ali do seu lado. Uma coisa engraçada é que debaixo d’água elas ficam com os olhos bem abertos, meio arregalados, totalmente diferente do que quando estão fora da água. Além disso, as focas são super curiosas e chegam muito pertinho da gente.

Dá uma olhada nas peripécias que elas fazem:

Foquinha com cara de mau!

Na volta, serviram um chocolate quente no barco e nos deram toalhas pra melhorar um pouco o frio.

O único porém desse passeio foi que o mar estava super batido, o que foi legal porque as focas estavam brincalhonas, mas fez algumas pessoas enjoarem.

 

Mergulhar na gaiola com tubarão branco

E já que estamos falando de mergulho e programas de aventura, o mergulho na gaiola com o tubarão branco não poderia ficar de fora!

Eu sei que muita gente acaba deixando essa experiência de fora por medo ou por falta de tempo, mas eu realmente acho que pra quem tem coragem é um programa imperdível.

A África do Sul é um dos locais com maior população de tubarões brancos do mundo e, portanto, é um dos lugares mais fáceis para você dar de cara com um desses monstros marinhos.

Bom, eu tinha a certeza de que queria ter essa experiência, mas também tive muito cuidado ao procurar um operador sério e que me passasse toda a confiança de que eu não teria problemas no passeio. Foi assim que achei a Marine Dynamics, uma empresa que já está no ramo há muito tempo e tem uma excelente reputação. Com base nos reviews que li e no próprio site da empresa, senti confiança e resolvi que seriam eles os responsáveis pelo meu momento Jaws.

O mergulho é feito de Gaansbai, uma cidade a 2 horas e meia de Cape Town, motivo pelo qual esse passeio ocupa um dia inteiro. A Marine Dynamics oferece transfer desde Cape Town a um custo adicional. Como estávamos de carro, optamos por dirigir até lá (as estradas são ótimas!).

Chegando na base da Marine Dynamics, fomos recebidos com um farto café da manhã enquanto aguardávamos o retorno do barco anterior que acabou sofrendo um atraso por estar com dificuldades de encontrar tubarões. Pelo segundo ano consecutivo nessa época (fomos em março), os tubarões resolveram “sair de férias” e sumir do mapa por quase 3 semanas, em um movimento que os biólogos ainda não entenderam bem.

Aliás, uma coisa muito legal da Marine é que tinha uma bióloga conosco explicando tudo sobre os tubarões e seus hábitos tanto na base quanto no barco. Ela ajudava também a identificar o sexo e o tamanho dos tutubas quando eles apareciam.

Foi muito interessante aprender tudo sobre essa espécie tão assustadora (mas que de assassina não tem nada, muito do mito vem de Hollywood) e ver como eles também são vítimas de mudanças climáticas e exploração predatória – não,  não é normal eles sairem de férias!

Sobre nosso passeio, foi explicado que a Marine é contra encostar nos tubarões e também jogar iscas dentro da jaula onde estão os turistas para “causar mais emoção”. Eles são muito cuidadosos e fazem o melhor que dá para o tubarão se aproximar da jaula sem colocar em risco a vida de quem está ali nem causar maiores incômodos aos animais. A essa altura, era tudo que eu precisava ouvir (até porque sou sempre muito cuidadosa com esse turismo que envolve animais, sempre pesquisando ao máximo as avaliações e certificações, e muitas vezes pagando bem mais caro para tentar garantir que não somos coniventes com bicho mal tratado).

Vestimos nossas roupinhas de neoprene, pegamos nossas máscaras e fomos para o barco. Demoramos um tempo até avistar o primeiro tutuba. A partir dali, a dinâmica foi a seguinte: fomos divididos em grupos que entraram juntos da jaula. A jaula fica sempre presa ao barco, parcialmente afundada, ou seja, você fica com a cabeça para fora da água. A água é muito muito fria, então para evitar o desconforto da temperatura, eles avisam quando está vindo um tubarão para você enfiar a cabeça debaixo d’água e ver. Para atraí-los, eles jogam uma isca com um cheiro que os atrai (mas que não é de comida, é só o cheiro mesmo que os atrai) e uma outra com formato de foca, todas a uma distância razoável do barco.

Gente, é muita emoção. Não senti nenhum medo e no fim queria era ter visto mais e mais de perto! Fato é que demos sorte e vimos 5 tubarões diferentes (pra mim só vi mesmo 2, mas a bióloga disse que no total foram 5 que passaram pelo barco, então acredito), bem pertinho da gente.

Olha esse vídeo que máximo!

Aí a pessoa acorda e pensa: uhuuu hj o dia está perfeito para se enfiar no mar e virar isca de tubarão Branco! 😂😂😂 Fomos até Gaansbai para fazer o shark cage diving. Não sabíamos, mas aqui na África do Sul é onde está a maior concentração de tubarões brancos do planeta, motivo pelo qual tem várias agências que oferecem esse passeio. Como não era uma coisa que da pra confiar em qualquer um (vc fica literalmente dentro de uma jaula enfiado na água esperando o tubarão vir perto de você), pesquisei muito e encontrei a @MarineDynamics, uma empresa antiga do ramo e super seria. De fato, eles foram impecáveis do início ao fim, muito profissionais e ainda disponibilizaram um biólogo que foi no barco com a gente explicando tudo sobre esses monstros do mar! Eu assumo que achei muito menos assustador do que imaginei, até porque o pessoal da Marine joga um "atrativo" pros tubarões mas joga bem longe da gaiola, pra não ter nenhum perigo pra quem está preso ali dentro! O único real problema foi a água: muito fria!!!!!! Super tranquilo e muitíssimo divertido! Adorei a experiência e recomendo demais a Marine Dynamics! Quem teria coragem? #futitrips #futinaafrica

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Achei o tempo de jaula bom. Conseguimos ver bastante os tubarões antes de congelar nosso corpo completamente. Depois, serviram lanches e bebidas quentes para esquentar o corpo.

Amei a experiência e o tratamento recebido na Marine Dynamics. Recomendo muito eles como operadores para quem quiser se aventurar a mergulhar com os tubarões brancos.

 

Assistir o por do sol de cima de uma montanha

Cape Town é banhada pelo mar e tem um relevo incrível, logo, assistir o por do sol é programa obrigatório para quem passa pela cidade. Os lugares mais procurados para o fim da tarde são as montanhas Table Mountain, Lion’s Head e Signal Hill, de onde é possível ter a visão panorâmica da cidade e ver o sol se pondo no oceano. Optamos pela Signal Hill porque o acesso era fácil de carro, mas todas são lindas e com vistas espetaculares.

Chegue um pouco antes dos últimos lampejos de sol do dia: os mirantes ficam lotados de gente de todas as idades com suas cestinhas de picnic e garrafas de vinho. Uma delícia!

Por do Sol em Signal Hill

Tomar um clássico Chá da Tarde

Outro programa bacana em Cape Town é tomar um chá da tarde. A África do Sul foi colonizada pelos ingleses e além de terem herdado a direção do lado errado (desculpa mas dirigir do lado direito é muito esquisito para uma canhota), a cultura do chazinho no meio da tarde também ficou.

Muitos hotéis oferecem o chá. Nós fomos experimentar o High Tea do MannaBay, um hotel boutique lindinho aos pés da Table Mountain, que eu mencionei aqui.

Eram tanto bolos, canapés e sanduíches que dava pra ficar perdido. Apesar de não estarmos com fome naquele horário (geralmente o chá é servido às 15:30), aproveitamos para tomar um espumante e relaxar um pouco no jardim do hotel que era uma gracinha.

Para quem está hospedado no hotel, o chá está incluso na tarifa. Para quem não está (nosso caso), é possível pagar à parte. Um programa relax e bem gostoso para uma tarde na cidade. Pra falar a verdade, nem parece que você está na cidade, um refúgio perfeito!

Chá da Tarde no MannaBay Hotel

Passeio pela orla e Chapman’s Peak Drive

Cape Town tem praias lindas e de água congelante. Apesar de não ser um destino clássico de praia, o passeio pela orla é super legal. Vale a pena pegar o carro desde Green Point e ir passando pelas praias no caminho: Bantry Bay, Clifton Beach, Camps Bay, entre outras.

Depois, continuamos dirigindo pela orla até chegar a Chapman’s Peak Drive, uma estradinha cênica a la Highway 1 na Califórnia e Great Ocean Road na Austrália, que começa em Hout Bay. Visual incrível!

Vinícolas

Em volta de Cape Town tem várias regiões vinícolas. As mais conhecidas são Constantia, que fica a uns 20 minutos do centro, e Stellenbosh e Franschhoek, a 1 hora e meia.

Como boa amante do vinho, conhecemos todas elas!

Fugimos para Constantia por duas vezes após outros passeios que fizemos por Cape Town. Como fica pertinho do centro, rapidinho estávamos lá degustando um bom vinho sul africano. Visitamos a Groot Constantia, a vinícola mais tradicional da região, e a Constantia Glen. Pessoalmente, gostei mais dos vinhos da Groot Constantia, apesar de ter comido uma tábua de frios na Constantia Glen que estava dos deuses.

Já para Stellenbosh e Franschhoek, muita gente faz passeio de bate-e-volta de dia inteiro a partir de Cape Town. Nós optamos por dormir por lá algumas noites e aproveitar o máximo dessa vidinha de descansar, comer bem e beber vinho. Vou contar em mais detalhes no próximo post :)

1 em Brasil/ Publieditorial/ Viagem no dia 22.05.2017

Rio Hotel by Bourbon e o quarto “ela é carioca” em Curitiba no Paraná!

Semana passada eu fui pra Curitiba e acredito que essa viagem vai render dois posts. Esse, sobre o hotel, e um outro falando o que fiz na cidade, incluindo mais um encontro do #paposobreautoestima que me deixou com o coração quentinho de felicidade. Mas hoje vamos falar do Rio Hotel?

Quando o hotel nos procurou, eu fui pesquisar um pouco sobre a localização e sobre o conceito da marca “Rio Hotel by Bourbon”. Primeiro descobri que tudo que eu queria fazer em Curitiba ficava no Batel, bairro do hotel, então de cara já fiquei animada. Não sei como é com vocês, mas quando vou conhecer uma cidade, vou à um evento ou tenho mil compromissos na cidade o que mais importa pra mim é localização, somada a um conforto gostoso, como o da casa da gente.

Se eu quase não vou ficar no hotel, o mais importante pra mim se torna o custo benefício com qualidade e localização. Em cidade grande isso faz muita diferença e o Rio Hotel by Bourbon Curitiba Batel é EXATAMENTE isso.

Passada a questão da localização eu quis entender essa nova marca da Rede Bourbon, afinal, ela é inspirada na minha cidade e eu como boa carioca que sou, sou um pouco bairrista. Queria entender os motivos pelos quais o Rio foi inspiração para esse lançamento.

O hotel é prático, objetivo e versátil, como bem foi definido “descomplicado e despretensioso como o Rio de Janeiro”, e realmente dá para sentir esse clima da decoração – colorida, alegre, descontraída e cheia de fotos do Rio (o que me deu mais a sensação de estar em casa, confesso) – ao tratamento que recebemos. Ele é perfeito para quem está na cidade à trabalho, para um casamento, um evento ou mesmo quer turistar no fim de semana e precisa estar bem localizada. Ideal tanto pra negócios quanto para turismo. Eu, no caso, fui fazer os dois e me senti totalmente bem atendida.

A ideia é entregar o máximo de conveniência e a experiência da Rede Bourbon buscando ter um serviço bem personalizado só que com melhor preço. O room service é 24 horas, o café da manhã básico começa às 04:00 para quem tem voo cedo, o banheiro tem chuveiro potente, a cama é gostosa, além da ótima localização, como eu já falei. Ter muitos benefícios com uma tarifa competitiva não é tão comum e eu acho que esse é um diferencial muito bacana da rede. Custo benefício pra nós hóspedes é a prioridade nesse caso.

O café da manhã completo é uma delícia, pão de queijo nível Minas Gerais, bolo, pães, iogurte, grãos e opções para todo tipo de alimentação. Simples, prático, objetivo e, acima de tudo, gostoso.

Ah, mas a gente sabe que você adora um hotel de luxo, Joana. Sim, mas pra quando eu vou comemorar algo curtindo o hotel ou quando estou na praia ou em um lugar onde quero curtir o hotel. Quando estou numa cidade grande para uma estadia rápida e cheia de compromissos, muitas vezes eu só quero um hotel simples, bem limpo, com banheiro e quarto aconchegantes, numa boa localização. Me sinto em casa quando tenho tudo isso e o quarto que eu fiquei, chamado “Ela é Carioca” (como não amar esse nome?) me entregou tudo que eu esperava e mais um pouco. E por quê?

É um quarto para mulheres!

O Rio Hotel by Bourbon me convidou pra ir a Curitiba para falar deste quarto, que é pensado exclusivamente para mulheres que estão viajando sozinhas, quase sempre meu caso. A intenção é oferecer maior conforto e comodidade durante a estadia. Mas como assim, Joana? Bom, são pequenos detalhes que na prática fizeram muita diferença pra mim.

Pensa que à noite, já de pijama eu pedi um chocolate quente quase de madrugada e quem veio trazer para mim foi uma mulher. Achei confortável poder recebe-la de pijama/roupão, sem nenhuma sensação de desconforto. Além disso, o quarto conta com secador de alta potência e chapinha, que são poderosos e tão bons quanto os que tenho em casa. Isso fez muita diferença, já que eu sempre levo os meus porque não costumo confiar nos secadores super fracos da maior parte dos hotéis. Como eu sabia do conceito não levei os meus, mas fui apreensiva, afinal, se não fossem bons eu estava ferrada. No fim foi perfeito.

Durante toda a hospedagem todo room service foi feito exclusivamente por mulheres e eu fiquei mais à vontade por isso, não tenho como negar. Os amenities são da linha Nativa Spa Monoil e Argan de O Boticario, marca que eu adoro.

Os detalhes da decoração eram fofos, cheios de cor, com direito à flor e um toque feminino bem aconchegante. Mas realmente adorei a ideia de se preocuparem com quem está viajando sozinha, a lazer ou trabalho. Eu, que estou um pouco acostumada com essa vida (até porque eu amo viajar sozinha), fiquei muito mais relaxada do que de costume. Tudo me deu uma sensação de serviço personalizado, sabe? Não sei explicar, mas me senti tão em casa que na última noite apertei o meu andar de casa no elevador e não o do meu quarto no hotel. Sim, isso é sério. Claro que a estafa contribuiu para o ato falho, mas eu realmente me senti muito à vontade ali.

Confesso que adoraria a marca Rio Hotel by Bourbon em muitos lugares do Brasil, achei realmente muito prático e achei os preços muito honestos. Para vocês terem uma ideia, em maio o quarto estava custando uma faixa de R$171 durante o fim de semana e R$151 durante a semana. Ficar no Batel é como ficar no eixo Leblon e Ipanema, então vale muito a pena. Achei o custo benefício incrível, sem falar que a Tatiane – a gerente – é maravilhosa. Pensa numa pessoa fofa e prestativa, então é ela.

Claro que em parte ver tanto da minha cidade nos detalhes me deixou mais feliz, mas sem dúvida eu recomendo a experiência. Ousaria dizer que me senti tão bem no #paposobreautoestima em Curitiba que já estou pensando em voltar logo pro hotel. Vou dar aquela indireta e pedir pra separarem o 105 pra mim para quando eu voltar, porque eu vou voltar. É um fato, o Paraná é sempre incrível comigo.

Beijos