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1 em Autoestima/ Beleza/ Destaque/ Make-up/ Patrocinador no dia 07.08.2018

Festa do pijama: um papo sobre maquiagem e autoestima!

O fim de semana do papo foi completamente inovador como vocês verão nos próximos posts! Dessa vez pensamos em muitas experiências envolvendo temas totalmente relacionados à autoestima. Para começar, escolhemos começar o fim de semana do #paposobreautoestima fazendo uma festa do pijama para reunir nossas amigas blogueiras do Brasil inteiro que vieram se juntar à nós nessa experiência no Grand Hyatt Rio. Criamos junto com a Vult uma festinha muito fofa no nosso quarto e enquanto nós arrumávamos o espaço para recebermos várias amigas, nos reunimos com Mayara Cardoso e Gabih Machado para gravarmos vídeos para seus canais. O assunto? Maquiagem e autoestima, que é uma das perguntas mais frequentes no papo.

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De uns tempos para cá a gente vem desconstruindo as crenças que tínhamos sobre as razões pelas quais nós usávamos maquiagem, o resultado dessa reflexão foi talvez o mais curioso, afinal, ele nos levou a um caminho diferente das outras desconstruções. Enquanto deixamos de nos cobrar tanto nos relacionamentos, deixamos de sermos tão rígidas conosco com relação aos nossos corpos, com a maquiagem nos pegamos num processo diferente: quanto mais autoestima e autoconfiança nós tínhamos, menos a gente precisava dela, mas mais nos sentíamos corajosas para usar todas as versões de maquiagem que desse vontade. A maquiagem deixou de ser uma obrigatoriedade – quem nos assiste nos stories sabe disso – mas passou a ser uma ferramenta de ousadia onde a gente poderia externar quem somos ou estamos com vontade de ser sem medo do julgamento.

A maquiagem foi deixando de ser uma prisão. Nós fomos deixando de sermos reféns. Deu vontade de sair sem? Pode! Deu vontade de usar muita? Também pode! Pouca? Idem. Quase nada? Também. Aos poucos entendemos que para essa questão de autoestima e maquiagem não tem uma resposta perfeita, politicamente correta ou cheia de regras. Na realidade, nosso entendimento é justamente o oposto: sem regras! O que queremos da maquiagem é apenas exercer a liberdade. Poder usar ou não, muito ou pouco, de acordo com nossa vontade, sentimento ou necessidade pessoal e intransferível. Pra nós não existe mais essa ideia que maquiagem traz dignidade, ou que precisamos dela para sermos aceitas ou para nos sentirmos bonitas. Quebrar o entendimento de que PRECISAMOS estar maquiadas nos dá a possibilidade de não estar. Tá tudo bem se falarem que a gente não tá com cara de saúde ou seja lá qual for a pressão que virão a fazer, isso diz mais sobre quem fala, não sobre a gente.

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No nosso entendimento, para exercer a liberdade de escolha de forma consciente, precisamos acolher que a maquiagem é uma alternativa de adorno que podemos curtir, que pode nos transformar em diferentes versões de nós mesmas e não obrigatoriamente atender a uma demanda social. Entendendo que não somos obrigadas a estar maquiadas, podemos de verdade escolher usar ou não desse artifício de beleza. Aos poucos a maquiagem deixa de ter a ver com ficar bonita para os outros e se torna apenas mais uma ferramenta para ajudar a colocar pra fora um brilho e uma beleza que está dentro, que se intensifica ao nos conhecermos mais.

Deixar de ser refém da maquiagem foi libertador. Ela deixou de ser uma obrigação para nos deixar parecidas com todo mundo e passou a ser um espaço para cor, ousadia, arte e brilho, onde podemos expressar nossa personalidade. Aos poucos aquela ideia de contornar o rosto todo para deixar todo mundo no mesmo formato foi deixando de fazer sentido pra gente, aos poucos a maquiagem perdeu a ideia de truque ou correção, aos poucos fomos no sentindo tão autoconfiantes que a maquiagem passou a ser uma possibilidade de auto expressão, uma forma de arte mesmo. De maneira consciente nos vimos podendo ousar mais dessa ferramenta que nos proporciona mudar de visual, look ou estilo de acordo com a nossa vontade, humor ou ocasião. Se antes achávamos que não segurávamos um batom vermelho ou um olhão poderoso, hoje se der vontade a gente se pergunta: por que não?

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No caso da desconstrução da maquiagem o que descobrimos de mais importante é exercer a liberdade de nos apresentarmos como quisermos. Sem precisar de nada, mas sabendo que podemos usar tudo e que todas as nossas versões terão o mesmo valor. Independente do reflexo no espelho. Como bem já diz o slogan da Vult: você do seu jeito!

Então sim, no caso a gente crê que dá para aplicar a mesma liberdade que temos para falar de corpo, maternidade, relacionamento e afins na maquiagem. Só que nesse caso não há uma única resposta para o grito de liberdade. Não é deixar de usar, usar muito ou pouco que dirá o quanto você é livre para SER VOCÊ MESMA com a maquiagem, é a consciência de que você não precisa agradar os outros que te dará autoconfiança para ser a versão que você quiser se você.

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Gabi, May, Ca & Jô

Amamos debater isso com Mayara e Gabih, amamos mais ainda fazer essa festa do pijama para nossas convidadas! Estamos super felizes com esse papo e em termos a Vult conosco durante esse segundo semestre de 2018. Estamos cheias de planos e ideias para falar mais dos produtos que gostamos, mas mais do que tudo estamos animadas para falar um pouco sobre como enxergamos essa ferramenta que nos encanta que é a maquiagem. Ela nos permite ser o que quisermos, nos expressar de diferentes formas, em diferentes momentos. Deixar de ser refém nos permite usar com liberdade, consciência e autonomia, pra nós essa é a melhor forma de consumir make, com algumas pitadas de criatividade e diversão, é um tempo gostoso pra gente mesma, pra nos expressarmos do nosso jeito.

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Foi incrível viver essa festa do pijama, com essas influenciadoras que vieram do Sul, Sudeste e Nordeste do país para nossa festa, para o nosso fim de semana. :)

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No dia seguinte, a experiência com a maquiagem entrou no âmbito prático e nós recebemos a querida Joyce Barbosa para assinar nossa beleza para a festa com as leitoras da qual já falamos aqui. Obrigada Joyce por ter nos produzido, obrigada Vult por ter permitido esse encontro. Apostamos numa produção muito poderosa para vivermos essa experiência completa! Nos sentimos muito maravilhosas na nossa festa e nós só temos a agradecer, dessa vez nós seguramos uma make e um look com muita ousadia, de uma forma livre que jamais sonhamos ser possível.

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Obrigada @vult_cosmetica por embarcar no #paposobreautoestima com esse mote da liberdade! Concordamos em gênero, número e grau com a frase “você do seu jeito”. 

2 em Autoestima/ Destaque/ Patrocinador no dia 06.08.2018

Ame Sua Natureza: a nossa festa de 2018 e a nova campanha de Bio Extratus

Esse fim de semana foi sobre realizar sonhos. Quando poderíamos sonhar com um fim de semana de atividades do #paposobreautoestima? Quando poderíamos imaginar que 70% das convidadas da festa estaria hospedada no hotel conosco desfrutando desse pacote? Quando poderíamos sonhar com tantas dinâmicas especiais reunindo mulheres incríveis de todo um país? Sem exageros, mas quando acabou o dia hoje, só conseguimos pensar que pareceu até mentira.

Se em 2017 resolvemos fazer duas festas na piscina para celebrar a diversidade de corpos, dessa vez sentimos aquela inquietação de tentar algo novo. Há alguns meses desenhamos todo um fim de semana de experiências offline que trouxessem um pouco de tudo do que falamos aqui no #paposobreautoestima. Entre uma dinâmica e outra, nós precisávamos celebrar com todas as mulheres convidadas em uma grande festa tudo que vivemos no último ano, por isso, embalamos no tema da campanha de 2018 de Bio Extratus: Ame sua natureza!

A campanha, que é a cara da marca e do papo, diz tudo que a empresa quer falar sobre autoestima e amor próprio neste ano de 2018, por isso, acreditamos que não poderia ter tema melhor para nossa festa e não poderia ser mais a nossa cara celebrar essa campanha junto com a Bio Extratus. Então, perguntamos pra marca…

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O que significa Amar Sua Natureza?

Amar Sua Natureza é aceitar quem você é, aprendendo a amar aquilo que há de mais verdadeiro na sua essência. Aprendendo a olhar com amor para suas qualidades e até mesmo acolhendo aquilo que te faz diferente, reconhecendo assim, o que há de único em você.

Amar a sua natureza tem a ver com achar novos filtros para o nosso olhar, conseguir enxergar além dos padrões de beleza que nos são impostos e buscar aquilo que há de mais verdadeiro em nós. Todas as naturezas têm seus valores e suas belezas particulares, muitas vezes só precisa enxergar novamente. Não importa a textura do seu cabelo, a cor dos seus olhos, de sua pele ou quantos quilos você pesa, buscar o que há de mais positivo em você vai muito além da aparência, está relacionado ao seu propósito na vida.

Amar sua natureza não significa não poder se transformar. Está tudo bem se você quiser mudar o que te incomoda. O importante é você se sentir bem e saber que pode escolher o que quiser, no entanto ajuda no processo que essa escolha seja consciente e feita para agradar ninguém além de si mesma.

Ame Sua Natureza é mostrar o que você tem de melhor, é te fortalecer para que você possa se enxergar mais autoconfiante e segura de si a ponto de críticas externas não te abalarem mais. Só você tem o poder de saber quem você é ou quem quer ser, suas atitudes são o que te definem, não o que os outros falam.

Então, não abra mão desse poder de definição, nem o entregue a outros. Confie em você e fique perto de quem estiver disposto a te apoiar, te ver crescer e te acolher como você é. Use esse poder a seu favor para se transformar na pessoa que você realmente quer ser!

Autoaceitação e amor próprio são ferramentas de revolução. Quando você se aceita, até o tamanho dos problemas mudam de dimensão. Em uma nova perspectiva o que antes parecia ser um desafio impossível de realizar se transforma em uma tarefa mais fácil de se executar. Você ganha energia e força para avançar na direção do que realmente quer para si mesma, com menos dúvidas e mais certezas.

Olhe para a natureza ao seu redor. Plantas, flores, animais… Você vê algum deles querendo deixar de ser o que é? A resposta é não. Na natureza ninguém abre mão da sua essência para agradar alguém, tudo simplesmente se permite ser como é, porque essa é a expressão mais verdadeira de si mesma.

Ame Sua Natureza é mais do que um manifesto de amor próprio, é um desejo profundo se conhecer e se acolher plenamente, valorizando tudo que há de melhor em você. Não há nada mais belo do que uma mulher verdadeiramente segura de si.

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Aproveitamos a decoração linda que a Elisa, da Luli Atelier de Festas, fez para embarcarmos numa história cheia de detalhes que demonstrassem todo cuidado que tivemos com o tema, com a Bio Extratus, com cada leitora e com a natureza do nosso projeto. No Papo sobre autoestima acreditamos na importância de cuidarmos de nós mesmas, buscando cada vez mais ter “autoconfiança” para sermos quem somos da forma mais genuína, chegando o mais perto possível da nossa essência, tentando nos desintoxicar com tantas mensagens que nos são passadas reiterando que precisamos ser outras pessoas para sermos aceitas. Nós não acreditamos nisso, cada dia que passa temos mais certeza de que não há mulher mais incrível ou bonita do que uma mulher autoconfiante. Nossa festa nos mostrou isso, cada mulher presente, feliz na sua própria pele deixou isso ainda mais claro pra nós.

Na nossa opinião, cuidar da nossa autoestima é necessário, pode até parecer que pra isso você precisa mudar seu corpo, sua imagem ou sua maneira de ser, mas no nosso ponto de vista isso é uma espécie de ilusão. Muitas vezes atender a um padrão de beleza ou comportamento nos leva a nos sentir mais confortável por conseguirmos uma espécie de aprovação externa, mas se formos reféns dessas transformações estaremos colocando peso demais em coisas de menor importância. Nossa autoestima não deve estar relacionada a tentarmos parecer outra pessoa ou a buscarmos atender a expectativa alheia, nossa autoestima tem a ver com acolhermos o lado bom e ruim de sermos que somos. Só seguras de sermos quem somos podemos de fato apreciar nossa natureza e desenvolver uma verdadeira autoestima. Isso transcende a beleza ou a imagem, isso é sobre coisas muito mais profundas.

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Autoconfiança é o melhor sintoma de uma boa autoestima e chegar nessa sensação gostosa de ter segurança de ser quem si é tem tudo a ver com cuidar de si, do seu psicológico e emocional, além do físico. Cuidar da saúde como unidade nos permite embarcar numa jornada de autoconhecimento que nos leva a aplicar um olhar mais acolhedor e amoroso sobre nós mesmas e nossa própria história. Assim, mesmo mudando, conseguimos respeitar a natureza de sermos quem somos. Sem depositar todas as fichas da nossa autoestima em um único cofrinho, sem ser refém de um único procedimento que dê a sensação de sermos aceitas.

O melhor iluminador vem de dentro, tem a ver com conseguir apreciar o melhor de si, acolher o pior e conseguir entender que você pode mudar o que quiser, mas com a consciência de que nada disso define quem você é. Sem buscar ser outra pessoa. O que há de mais incrível em viver é sermos singulares, cada uma a sua maneira, respeitando a própria natureza, para assim cuidarmos de nós e do mundo porque nos amamos, não por nos odiarmos. É mais fácil exercer autocuidado ou cuidado com o meio ambiente quando há amor, então que a vida seja como foi a nossa festa, cheia de amor, primeiro próprio e depois o recíproco.

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Obrigada Bio Extratus por ter patrocinado essa experiência, estar com 100 leitoras engajadas de todo Brasil foi mesmo mágico, se somarmos tudo isso a campanha de AME SUA NATUREZA só podemos agradecer a oportunidade de sermos embaixadoras dessa marca.

Leia mais sobre a marca e suas embaixadoras no blog: Naturalmente bonita
3 em Autoestima/ Patrocinador no dia 27.07.2018

Uma semana especial que me fez rever minha autoestima profissional

Preciso confessar uma coisinha para vocês. Ao contrário da Jô, nunca tive grandes problemas com autoaceitação corporal. Claro que já me senti inadequada em diversos ambientes, já entrei e saí de dietas e tenho uma questão com meus peitos que até hoje descubro que tem coisa que ainda está mal resolvida, mas nada disso me fez adoecer para conseguir me encaixar em um padrão.

Em contrapartida, tenho questões de autoestima que vão muito além da aparência, e em vários momentos minha maior questão se encontra no ramo profissional. Por inseguranças que eu ainda não entendi, nunca me achei boa no que fazia, tampouco achava que o meu trabalho era digno de grandes feitos. Em entrevistas de emprego eu sempre fui o poço da insegurança, apresentava meu portfolio como se estivesse apresentando um trabalho mal feito para o professor, morrendo de vergonha.

Inclusive, um dos motivos para criarmos o Futi foi justamente arrumar uma outra forma de apresentar o nosso trabalho para as marcas. Nossa ideia era que o blog nos ajudasse a conseguirmos trabalhos dentro da indústria da moda, e conseguimos. Entramos na área e trabalhei por anos fazendo produção de conteúdo para marcas, mas o Futi sempre permaneceu firme, forte e o trabalho principal. Mesmo assim demorou para eu falar com todas as letras o que eu era. Eu sempre dava outros nomes para o trabalho, antes de falar que eu era blogueira. Toda vez que falava essa palavra, vinha à tona na minha cabeça todas as críticas e deboches que já ouvi (detalhe: nenhum direcionado à mim) nesses 8 anos de blogueiragem. Ainda levava na minha cabeça a imagem da mulher desocupada, fútil (é até irônico perceber que eu pensei no nome do blog como uma ironia às críticas e mesmo assim me deixei afetar) e que não precisava trabalhar – e praticamente esquecia que nós duas temos uma empresa real, com cash flow, impostos mil a pagar e varias pendências para entregar.

Em 2016, me mudei de país e virei mãe/dona de casa em tempo integral. É engraçado pensar que o blog me salvou nessa época, porque me manteve ativa profissionalmente e com objetivos além das tarefas domesticas. Mas ainda assim me pegava falando que “eu tinha um blog” ao invés de dizer a tal palavra “blogueira” toda vez que me perguntavam o que eu fazia.

Daí veio o #paposobreautoestima e tudo mudou. Foram eventos, pool parties, piqueniques, matérias em veículos que juraram para a gente que nunca sairíamos, envolvimento cada vez maior com as leitoras, milhões de responsabilidades que nunca tivemos e nossa carreira de blogueira praticamente alçando níveis nunca imaginados por nós quando criamos o Futi lá em 2010. Mesmo assim, toda vez que ia falar de cada conquista que tivemos, parecia que tinha algo dentro de mim que me incentivava a não falar muito sobre meu trabalho. Uma voz chamada insegurança me fazia crer que era melhor eu ser humilde e não ficar me gabando das minhas conquistas. Imagina só, foi recentemente que me peguei surpresa de saber que amigas minhas queriam ir para os eventos que eu fazia porque de fato elas gostavam do meu trabalho, e não porque elas estavam ali apenas para me prestigiar! Já deu pra ver que existia um problema de autoestima profissional ali, né?

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Essa semana que passou, algo mudou de verdade na minha autoestima no que tange a percepção da minha carreira. Foram 4 dias de trabalho intenso com a Bio Extratus e eu jurava que o motivo da mudança era a viagem em si. Foi significativa por ter sido a primeira pós maternidade, a primeira que eu senti que larguei tudo para me dedicar exclusivamente ao trabalho, a primeira que me fez ficar dividida, porém realizada.

Mas não foi só isso. Ali, em meio às mais de 12 horas de trabalho por dia, pude ver com meus próprios olhos algo que a Joana já me falava há séculos, mas que eu, com a minha nuvem de insegurança profissional, não conseguia entender. Mesmo sabendo no quanto a equipe de Bio Extratus acredita na gente (afinal, já são 4 anos trabalhando juntos, né, se isso não é acreditar…) foi só ali, olhando nos olhos de cada pessoa que participou da maratona e convivendo com elas que eu consegui alcançar do tamanho da nossa importância. Do quanto o tom do nosso trabalho com o papo sobre autoestima é importante pra marca. Ficou claro o quanto a empresa acha fundamental que levemos a nossa mensagem pra mais longe e o como era importante que contássemos sobre nossos aprendizados para todas as pessoas envolvidas na campanha #amesuanatureza.

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E de repente me vi ali, logo eu, que sempre me senti desconfortável em frente às câmeras, estava topando tudo. Inclusive topei fazer uma campanha – SOZINHA. Gravando, tirando foto, praticamente me sentindo em um episódio de Bio Extratus’s Next Top Model e, para minha surpresa, estando completamente à vontade naquele ambiente. Em nenhum momento me peguei em hábitos que eu tinha há alguns anos, isso é, achando erros, me sentindo inferior, com as orelhas fervendo de tanta vergonha e querendo simplesmente sumir e desistir de tudo. Eu não sei se consigo passar nesse parágrafo o tamanho da minha surpresa com essa versão minha que eu nem sabia que existia, mas só posso assegurar que foi grande. 

Só sei que voltei com uma autoconfiança que eu nem sabia que existia, completa como me senti no último piquenique em Nova York ou até mesmo no bate papo que fiz com a Nina Gabriella e a Fabi Saba por lá. Aos poucos consigo ver que valorizar o que eu faço não tem nada a ver com não ser humilde. Eu posso, sim, falar em voz alta sobre as lindas mensagens que recebemos ou sobre o quanto percebo como nosso trabalho faz diferença na vida de várias pessoas. Sai dali mais confiante que nunca de que a Bio Extratus confia em mim tanto quanto eu confio neles e me fez ver a real importância de ser embaixadora de uma marca como essa.

A semana que passou mexeu ainda mais na minha autoestima, foi um marco que me ajudou a deixar ainda mais claro tudo que o #papo tem feito por mim. Ao abrir tantas inseguranças para vocês nesse post só me resta dizer que cuidar da minha autoestima profissional tem sido muito importante para me deixar mais autoconfiante. Para todas foram muitas fotos, vídeos e conteúdos que vocês verão ao longo do semestre, para mim foi muito mais do que isso, consegui enxergar em mim um valor que estava um pouco perdido.