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4 em Looks/ Moda no dia 29.05.2018

Look da Jô: meu look preferido!

Hoje vou compartilhar com vocês um dos looks que mais gostei de montar até aqui. Sinto que ele, assim como o último que postei, traz para o blog um pouco da nova Joana. Minha versão atualizada muitas vezes não consegue se expressar através da moda e isso me frustra um pouco. Tanta ousadia, coragem, personalidade e mensagem pra passar e eu deixando de usar a moda pra me comunicar?

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Agora abraço com unhas e dentes toda oportunidade que eu tenho de montar alguma produção que passe uma mensagem de quem eu sou. Foi isso que fiz nesse que foi meu look preferido com minha saia obra de arte da Adriana Meira. Ele connseguiu ganhar da produção que montei para o Beauty Festival de São Paulo no ano passado, que eu postei aqui. 

Eu sou completamente apaixonada por essa saia, mas desde que a trouxe pra casa pensava em como aproveitar melhor essa peça cheia de potencial. Minhas primeiras alternativas foram produções com camiseta de malha preta. O motivo era quase que inconsciente: não marcaria, seria simples de usar e ao mesmo tempo sem o risco de ousar. Quanto mais vivo meu processo de desenvolver autoestima e autoconfiança, o medo de ousar vai ficando pra trás.

Se em 2017 essa saia era sobre usar com cautela e camiseta – ou com estratégias para a barriga não aparecer tanto com a jaqueta amarrada – em 2018 eu mudei de opinião. Vi um look da Bianca e pensei: Por que não encomendar um cropped da Adriana e fazer a minha versão desse look conjuntinho?

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Agendei um horário no ateliê da Adriana e enquanto ela faz a minha peça para um look causador, me peguei pensando novamente: mas por que esperar? Achei esse cropped na Karamello e, pronto, montei o meu look preferido com minha saia até aqui. Parece que foi uma combinação dos deuses eu ter adquirido essa jaqueta – e a minha sandália nova ser dessa cor.

Finalmente eu entendi que a moda pode ser usada a serviço de todo tipo de corpo. Não precisava usar a saia de uma forma mais básica só para fazer meu corpo parecer mais magro ou mais alto, eu não precisava de regras. Vestir bem não significa mais mascarar meu corpo todo o tempo, pode ser abraçar ele como ele é, ser confortável ou algo que simplesmente cause um efeito que eu goste. Posso até me preocupar com esses truques que trazem ilusão de ótica para meu corpo parecer mais padrão em algum momento, mas quero que seja cada dia menos. Não quero ser refém de regras que aprisionam na moda. Quero usar a moda pra quebrar meus próprios paradigmas e curtir isso.

Ao ver minha amiga usando uma variação dessa estampa com cropped pensei: Por que não?
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cropped Karamello | saia Adriana Meira | sandália de veludo Vicenza | jaqueta Zara

Desde então é como se uma série de novas opções pra essa saia se abrissem pra mim, essa peça que mais parece obra de arte, ganhou muito mais espaço no meu armário no momento em que resolvi que não me limitaria mais com crenças sobre a moda. As roupas precisam me servir, não sou eu que preciso mudar pra caber nelas, entender isso muda minha vida a todo tempo. 

Eu posso e vou começar a usar a moda pra comunicar minha personalidade, espero que vocês gostem tanto quanto eu de ver os reflexos da nova Joana no meu estilo, enquanto isso uma coisa é fato: eu vou me divertir e gozar da minha liberdade, independente do tamanho do meu manequim.

Beijos

fotógrafa: Adriana Carolina 

0 em Autoconhecimento/ Autoestima/ Looks/ Moda/ Patrocinador no dia 16.05.2018

Look da Jô: Academia, moda fitness e como me sinto um mês depois!

Ano passado fiz meu primeiro post de moda fitness com escolhas da Marcyn com as peças que levei para o Atacama. Algumas das peças escolhi pra levar na viagem, outras eu já estava usando em looks de aeroporto e momentos em que o conforto fosse uma pedida importante. Sendo super transparente com vocês, acredito que de todas as linhas da marca, a fitness tenha sido a que mais demorou para entrar de vez na minha rotina.

O motivo? 2017 foi um dos anos mais difíceis para conciliar minha agenda com a do meu personal e eu tinha uma enorme dificuldade com a ideia de entrar na academia.
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tradicional: top + legging
Plus: top + legging

O medo de vestir o look da inadequação e de me sentir oprimida nesse tipo de ambiente acabava me afastando da importante missão de movimentar meu corpo, sem planos de emagrecimento, metas ousadas e dietas malucas. Como contei aqui no blog, resolvi enfrentar essas questões do medo do julgamento e da inércia de frente e, no último mês, tudo está bem diferente. O assunto que foi sementinha plantada aqui virou inclusive minha matéria da Glamour Brasil desse mês, cuja chamada foi até pra Globo.com.

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Top vinho e legging vinho – top vinho plus – legging vinho plus

Depois de 30 dias indo regularmente na academia e enfrentando fantasmas antigos, abri mão desse lugar de oprimida e vesti meus looks sem medo. Fui de top pra aula de dança e pra musculação, corri na esteira e encarei a bike com ou sem camiseta, sem medo, pra cuidar de mim da forma mais livre que uma pessoa que já teve pavor desse ambiente pudesse conseguir.

O clima intimidador pode até continuar lá, quem está olhando pra isso de outra maneira sou eu. Busco uma audição seletiva, preferindo não dar voz a certos assuntos e comentários. Tento entender que cada um vive dentro das prisões que conhece, não é porque o outro acredita nela que eu também preciso acreditar. A culpa da alimentação ou da quantidade de sacrifícios de outras pessoas não precisam ser minhas e assim estou levando de maneira mais leve a cada dia o ambiente da academia.

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Top estampado e calça básica

Justamente por gostar de mim, desse corpo e dessa vida que eu tenho optei por buscar exercícios que me façam sentir prazer. Acredito que só assim vou conseguir mantê-los na minha vida num longo prazo. Fazer atividade física e fortalecer meus músculos são atitudes que vão me ajudar na longevidade, independente do tipo de corpo que eu venha a ter. Sempre falei que a OMS recomenda exercício como algo muito importante em termos de saúde para todos, então podemos e devemos cuidar dos nossos corpos, mantê-los em movimento por gostarmos deles, não por odiar, não por culpa.

Minha meta não era perder peso ou compensar nada. Minha meta era encontrar atividades de cuidados com o corpo que me dessem outros ganhos como: alegria, diversão, aliviar o estresse, consciência corporal, condicionamento cardiovascular, melhoria do sono e outros benefícios que atingem a saúde física e mental, juntas. Não uma em detrimento da outra como estamos habituadas.

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Top roxo  – calça roxacamiseta roxa – top roxo pluslegging roxa plus 

Cada dia me sinto menos peixe fora d’água, me colocando menos no lugar da inadequação, como vim trabalhando na terapia! Me sinto mais segura a cada treino, não importando de ser a única de top em várias ocasiões. Estou à vontade com meu corpo e minha imagem, isso pra mim é uma delícia e uma libertação.

Aprendi nesse último mês que precisamos mudar a perspectiva e entender que todo corpo é digno de se exercitar e que a representatividade importa até nisso, para que nos sintamos acolhidas nos mais variados ambientes. Aprendi com a atriz Mariana Xavier que dançar era para todos, inclusive pra mim, ter essa referência me ajudou a ver que eu também podia ir pra aula, que hoje em dia, é uma das minhas preferidas.

 

Cuidar dos músculos e articulações faz parte desse meu processo de amor próprio e autoestima. Parece que não mudou muita coisa, mas na verdade mudou tudo. Ajustar as reais intenções de estar cuidando de mim e do meu corpo transformou os benefícios que eu tenho como expectativa hoje. Ao se tornar um processo de empoderamento meu abri mão da ideia de que precisava me transformar para ser aprovada naquele ambiente e de que eu precisava mudar para pertencer. Ficar segura de mim me deu forças pra olhar pra tudo de uma forma diferente, até mesmo para não me comparar com outras pessoas, sem fazer juízo de valor do meu corpo ou do corpo dos outros.

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Top preto e calça básica

Meu corpo não viveu ainda consequências estéticas, mas a saúde mental já está fazendo bom uso da nova rotina, assim como a força física já está diferente. Eu me sinto mais leve, mais feliz e menos estressada, mais livre pra me vestir e agir como sentir vontade.

O autoconhecimento me permitiu tanta coisa nesse processo de praticar atividade física, me expressar através da moda foi apenas um dos ganhos que eu tive durante esses últimos dias e por isso trouxe todos os meus looks e combinações pra vocês, porque finalmente consegui aproveitar um pouco de tudo isso que a Marcyn tem pra oferecer para variados tipos de corpos na sua linha fitness. 

Entrem no site, naveguem por lá e considerem experimentar essas peças. Separei todos os links da modelagem tradicional e da plus para abranger mais de nós. A linha básica  de suplex tem a melhor leeging e tops que eu já usei, a ponto de eu ter querido uma de cada cor. As demais peças são muito legais, além de ter qualidade elas tem estilo e podem ser usadas em momentos fora da academia como a Carla já falou aqui.

Quem estiver vivendo esse novo momento de se exercitar praticando um olhar mais amoroso e acolhedor me conta? Estou amando ler as histórias que estão nos mandando por DM sobre o assunto.

Beijos

 

0 em Autoestima/ Looks/ Moda no dia 04.05.2018

Look da Jô: barriga de fora

Eu sei que já havia apresentado meu umbigo pra vocês em outro texto. Acredito que atualmente vocês estejam todos familiarizados com esse buraquinho que fica no meio da minha barriga. Depois desse look icônico que postei aqui quebrei o jejum de uma vida inteira de looks com ele aparecendo. Cheguei a trazer a transparência aqui para o blog e aos poucos entendi que estava mesmo liberado usar a moda de forma livre, sem me prender ou me restringir por não ter o tal do corpo que sempre considerei padrão. Abri mão da crença de que para usar barriga de fora ou transparência eu precisava mudar meu corpo, e internalizei que eu precisava mesmo era mudar o meu olhar, afinal, só ele me limitava e me diminuía.

Se em junho do ano passado ousei de trazer o tema pro blog, posso dizer que foi em janeiro de 2018 que eu realmente abracei de verdade esse novo olhar para as peças de barriga de fora. Usei pela primeira vez uma blusa que comprei entre 2011 e 2013, mas nunca achava que eu tinha chegado no corpo para usá-la. Eu a guardei durante anos e sempre mantendo ela ali, em stand by, para ser usada no dia que eu fosse magra o suficiente para usar uma peça de cintura alta com aquela blusa. Doce ilusão, era apenas mais uma crença limitante que me impedia de me expressar através da moda.

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Postei o desabafo no insta e recebi tantas mensagens lindas que resolvi que iria mesmo quebrar essa minha antiga prisão. Vocês me ajudando no meu processo mais uma vez. Aos poucos fui ficando mais confortável e mais à vontade.

Não é a toa que comprei uma blusa super curta na minha última viagem e tô que tô usando ela. Comprei achando que seria pra um dia que eu acordasse poderosa e bancasse a barriga de fora, mas a verdade é que estou usando sempre que tenho vontade. Não foi preciso de coragem pra usar essa peça, foi só preciso de liberdade.

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clique aqui para ler o texto inteiro no insta do @futilidades

Nesse clima, usei esse look outro dia e um monte de gente elogiou no stories do @futilidades. Fiquei com vontade de postar, e foi nesse clima que aproveitei para usar essa produção no dia da minha sessão de fotos com o Pedro Mena. Fui de barriga de fora e ainda aproveitei para brincar com a cor da sandália, que casava perfeito com o detalhe da calça.

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blusa e calça verão (em liqui) passado Karamello | sandália nova da Vicenza

Karamello vem provando que chegou pra ficar porque o que vocês me veem repetindo roupa de lá não está no gibi, né? Acho ótimo ver uma marca com uma grade tão honesta ter tantos looks com a cara do Rio de Janeiro e que cabem em mim, que to naquele limbo de 44/46 que não costuma achar roupa nas lojas “comuns” e ao mesmo tempo não se enquadra no nicho de plus.

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Nesse look temos uma sandália inédita, que eu quis depois de ter visto no insta da Thassia Naves. Ela tem O tamanho de salto que eu amo, tem várias opções de cores e ainda pode ser destaque de looks mais básicos, que no meu caso de pessoa mais básica, acaba sendo fundamental. Para quem achou esse veludo laranja muito ousado, vou compartilhar essa cor linda de viver, mais clássica e sem ser de veludo, mas no mesmo modelo. Eu particularmente acho que vou usar muito, assim como uso a preta dessa vibe que tenho da Cavage.

A verdade é que eu poderia falar horas sobre os nobres motivos que vejo para o mercado apostar mais em sapatos com esse tamanho de salto, mas vou voltar ao que interessa: minha barriga de fora. 

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Se no início ela era uma causa, uma luta, hoje ela me parece cada dia mais normal na minha vida. É cada dia mais sobre escolher um look que tenho vontade, cada dia menos sobre causar. Parece que ao tirar essa crença limitante nesse trabalho de autoconhecimento e autoestima, que faço aqui e na terapia, eu me vejo sem nenhuma limitação. Eu simplesmente usei esse look porque amei, sem medo do que vão falar ou julgar. Visualmente me pareceu lindo e já não acredito mais que eu precisaria ter um corpo mais assim ou menos assado pra isso, seja pela barriga de fora ou até mesmo pela calça branca. Cheguei do feriado relaxada e coloquei essa roupa, pelo simples fato de que amei e não queria mais procurar defeitos em mim.

E vocês, o que acharam?

Tem o post completo da mudança do cabelo aqui.

Beijos

 

Fotos: Pedro Mena | @menaphotography

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Posts de look que falam da liberdade com o corpo:

Oi, esse mé meu umbigo, prazer!

Transparência agora eu posso! 

Transparência de novo, no Rock in Rio! 

Peitos soltos, livres e não tão em pé!