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39 em carreira/ Celebs/ Mayara Oksman no dia 21.07.2016

O sucesso da garota “sem talento”

Eu fiquei com receio de falar sobre esse assunto, pois a princípio me pareceu meio “da semana passada”, mas acabei de ler algo na internet e, bom, vi que temos sim que falar sobre Kim Kardashian. E não, não estou falando da briga dela com a Taylor, isso eu estou apenas observando, sentadinha no sofá e comendo meu fandangos de presunto.

Vejam, não é de hoje que quando vão falar sobre a Kim sempre mencionam a sex tape que ela fez há mais de dez anos (sim, amiguinhos, o vídeo vazou em 2007 mas foi gravado em 2003). Falam de como ela ficou famosa por causa disso. Como ela ganhou dinheiro por causa disso. Como ela casou por causa disso. Como ela teve filhos por causa disso. Ou seja, ela pode estar em 42º lugar das 100 celebridades mais bem pagas do mundo e tudo o que vão lembrar é que um dia ela fez uma sex tape. Como se tuuuudo o que a Kimberly fez desde então dependesse apenas dessa maldita sex tape.

Pessoas sempre me perguntam como faz para ficar famoso. Minha resposta é simples. Tenha um pai que defenda a morte de uma mulher. Vaze uma sex tape. É isso. Boa sorte. | A ironia de uma das mulheres com menos talento no mundo atacando uma das mulheres mais talentosas.

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Primeiro: e daí? Segundo: o que pode ter começado com uma sex tape, virou algo nunca antes visto. Kim Kardashian (agora também West) fez um tonel com infinitos galões de limonada com os limões que tinha. A mulher tem um reality show de sucesso, linhas de roupa, de maquiagem, um livro, emojis próprios e um dos jogos de maior venda do mundo. Não sou eu que to puxando a brasa para a sardinha da Kim, não. Ela foi capa da Forbes. Sabe, a Forbes? E foi capa porque ela tem sim uma bela visão para negócios e ganhou nada menos que 45 milhões de dólares com seu jogo para celular.

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Kim é especialista no quesito marketing. Ela transformou seu próprio nome em uma marca e ganha dinheiro atrás de dinheiro todos os dias. Ela fez dos seus casamentos um espetáculo visto por milhões de pessoas. Ela fez do seu livro de selfies quase um best-seller. Ela consegue com que marcas famosíssimas queiram estar no seu joguinho: Balmain e Chanel são duas delas.

Eu adoro quando pessoas me subestimam e depois ficam agradavelmente surpresas

Eu adoro quando pessoas me subestimam e depois ficam agradavelmente surpresas

E enquanto eu procurava dados e fatos sobre a Kimberly para escrever esse texto – e tive que ler comentários bestas e maldosos enquanto fazia isso – cheguei à conclusão de que ela representa sim, muitas de nós. Ela é subestimada sempre e por quê? 1) porque ela fez uma sex tape; 2) porque ela coloca o popô para jogo; 3) porque ela tem um reality show; ou 4) porque ela é mulher? Eu diria que todas as anteriores.

Um dos paralelos que consigo fazer entre ela e eu é que talvez o simples fato de não sermos homens faz com que precisemos, todos os dias, provar o quanto somos capazes. Eu posso não receber as críticas que ela recebe (e nem quero começar a receber), mas percebo a dúvida estampada na cara de algumas pessoas quando digo que sou advogada criminalista, uma área com muitos mais homens do que mulheres. Isso quando não me olham com cara de espanto e soltam a famosa “nossa, tão bonita e trabalha com isso?“. Pois é, mas isso é papo para um outro post.

Então enquanto eu e você estamos aqui sentados – e você está chamando Kim de fútil e outras coisas piores – ela está viajando o mundo, curtindo sua família, bebendo bons drinks e pensando na próxima estratégia de marketing que ela pode criar para ganhar ainda mais dinheiro. Queria eu ser uma garota sem talento como ela.

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2 em carreira/ Comportamento no dia 29.06.2016

Coaching de carreira: o que eu achei!

Há alguns meses contei aqui que pretendia olhar para minha carreira sob outra perspectiva, queria criar um planejamento para ela a longo prazo. Fazendo com que ela comportasse o blog e outros sonhos que eu tenho. Nos últimos dois anos não consegui me dedicar a nada que não fosse o futi.

Minha meta inicial era aprender a dividir meu tempo, desenhar um plano de carreira e lapidar as outras coisas com que eu também gostaria de trabalhar. Como sou libriana escolher não é uma tarefa fácil e foi assim, meio perdida, que fui parar na sala da Pollyana, da AZ Consult.

Contei mais sobre minhas motivações aqui, nesse post do blog.

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O que era para ser um “re” planejamento de carreira se tornou uma das experiências mais importantes que tive nos últimos tempos. Sai da minha décima sessão com a sensação de que a minha vida mudou e que agora eu me conheço mais. O céu pareceu ser o limite naquele momento.

O que era pra ser uma série de dinâmicas que me ajudariam a ver os nichos e assuntos que quero trabalhar tomou outra forma. Se tornou algo que me ensinou sobre mim, minhas ambições, meus problemas, minhas travas, minhas qualidades, forças, fraquezas e expertises. E como lidar com tudo isso junto e fazer as coisas acontecerem.

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Durante todo o processo determinei 3 caminhos muito claros que quero seguir, desconstrui um monte de ideias antigas e me desfiz de crenças que me limitavam. Cada sessão mexeu comigo de uma forma única, algumas foram mais difíceis do que outras, mas todas agregaram valor. A verdade é que nem sempre o processo de tomada de consciência é fácil.

A metodologia e os exercícios são impressionantes, quando você pisca já vê as coisas funcionando.

O método do Coaching que eu fiz é o apreciativo. Focado no ser. A ideia é não é desenvolver apenas habilidades, mas transformar de dentro pra fora. A ideia é ter um resultado de ação sustentável. Que traga resultados a longo prazo. 

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Acredito que o “turning point” foi tão forte que já me imagino fazendo Coaching pra resolver uma outra situação. Fiquei impressionada quando soube que dá pra fazer todo o trabalho focado em qualquer coisa. Desde a carreira até um divórcio por exemplo. Não é terapia, mas são dinâmicas focadas em autoconhecimento, que nos leva a resolver uma questão objetiva. 

Em tempos de crise repensar a carreira é uma das melhores estratégias para lucrar com a situação atual. Assim sendo, acredito que fiz isso no momento perfeito. 

Falando de uma forma mais pessoal, achei engraçado como tudo aconteceu de forma natural, parecia que o universo estava sincronizado com os exercícios e objetivos que eu tinha. Foi um processo impressionante. Em diversos momentos me peguei falando algo como: Meu Deus Polly, você é boa nisso. Faltou só soltar um “eureca!”.

Como sou uma apaixonada por processos terapêuticos e pela busca do autoconhecimento, estava aberta a enxergar minhas falhas, minhas frustrações e a sair da zona de conforto.

Dividir minha atenção em projetos diferentes sempre foi um grande desafio pra mim, só que agora é a hora de quebrar isso. Reconstruir planos e organizar uma forma de realizar meus 3 sonhos diferentes, sem matar nenhum. Sabendo que obviamente não é fácil a ideia de se dedicar a mais de uma coisa ao mesmo tempo. Meu contexto atual, meio engessado, não me preenchia mais.

O mais engraçado é que fui tomando coragem de mudar a minha forma de trabalhar, escrever e me relacionar com as pessoas. Dia após dia fui mudando minha forma de ver as coisas.

Consegui enxergar a linha que quero seguir no blog ao lado da Cá, entendi que certas coisas que cercavam meu trabalho não pertecem aos planos quero pra minha vida e compreendi que eu tenho talentos que precisam ser melhor aproveitados. Eu absorvi tanta coisa durante esses 10 encontros que a ficha ainda está caindo.

Foi muito satisfatório mergulhar nesse processo de olhar para a carreira. Em pouco tempo eu estava gostando mais do que escrevo no blog, me arriscando nas minhas crônicas e acreditando que elas tem espaço. Quando prestei atenção já me vi desenhando o trabalho de posicionamento e estratégia que quero fazer no universo de marketing digital e de cara já com a possibilidade de trabalhar com um cliente que vai ter tudo a ver com o público que eu amo e entendo. Tudo a ver com o que quero trabalhar junto ao universo feminino e flertando com a área de  relações públicas, que eu amo.

Se me contassem que o resultado seria tão redondo (com direito a novo plano de negócio e cliente pra ele) eu não acreditaria, não parecia nada provável que eu fosse em tão pouco tempo me ver tão definida. Eu aprendi, absorvi e dei meu melhor para fazer acontecer. 

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Eu queria fazer um planejamento de carreira e no fim acabei fazendo algo muito melhor. Muito mais concreto do que eu pensei que seria.

Alguém mais fez esse processo de coaching? Como foram suas experiências?

Beijos

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0 em carreira/ Comportamento/ Convidadas no dia 21.04.2016

Especial Carreira & Coaching: Escolhas conscientes

Vocês curtiram meu post sobre o meu processo de Coaching não é? Por isso pedi para a Pollyana, responsável pelo meu coaching na AZ consult, pensar em alguns temas para falarmos aqui no blog! O primeiro foi esse, sobre escolhas conscientes. :)

No momento de uma decisão sobre carreira ou escolher o que de fato, “fazer de sua vida”, muitos consideram como fundamental a estabilidade e o retorno financeiro.

Considerando esses aspectos, compreende-se o motivo de uma grande quantidade de jovens optando pelo concurso público, e com certeza apoiados pelos seus pais e avôs, que caracterizam bem uma geração onde a estabilidade sempre foi fator essencial na vida profissional.

Eu prefiro acreditar que ao fazer o que se ama, trabalhar por ideologia ou amor, a consequência virá de várias formas, nos atingindo por todos os lados. Através da realização pessoal e profissional, da energia que emanamos, do brilho no olho e disposição, da forma como impactamos o outro e naturalmente através do dinheiro. Quando estamos engajados, nossa prontidão e comprometimento aumentam exponencialmente.

Mas, quando me sinto engajado? Como saber se é isso mesmo o que eu quero? Através do autoconhecimento.

Não se trata de terapia, coaching e/ou outras ferramentas que existem que, com certeza, ajudam a nos conhecer melhor. A ideia é ir além das ferramentas e entender os benefícios.

Quando o objetivo é conhecer algum assunto específico, as pessoas estudam sobre ele. Leem, participam de palestras, treinamentos e cursos. Absorvem o quanto conseguem de informações. A partir dai se sentem capazes de fazer escolhas e discutir sobre determinado tema.

Quando se trata de nossas escolhas pessoais, sobre nossa vida, o nível de conhecimento tem que ser igual ou maior. Temos que ter o máximo de respostas possíveis sobre nós mesmos.  O que eu gosto ou o que não gosto? O que me traz felicidade, ou que me indigna? O que aturo e o que é essencial para mim? Quais são os meus valores? Do que não abro mão? Quais são os meus pontos fortes e fracos? Quais são meus sonhos? Onde me vejo daqui alguns anos?

coaching-2Fazer tais perguntas nos leva a uma auto-reflexão que só trará benefícios. A consciência nos leva a ação.

A partir do momento em que sei que quero alcançar determinado resultado, minha atitude muda. Minha forma de ver o mundo e os impactos que ele tem no meu objetivo muda. A pergunta, a partir de agora é, o que de fato depende de mim para chegar lá?

As respostas nos levam a realização.

As respostas nos levam ao planejamento, a um controle maior da própria vida. O comandante é você. Definir se seguirá o caminho A ou B, decidir de forma consciente traz conforto e clareza. E quando necessário, saber recuar, saber voltar atrás.

Acreditar na sua causa. E isso não importa se você decidiu por uma carreira como autônomo, empreendedor ou funcionário de uma empresa. Não depende do cargo que você tem e nem de quanto você ganha. Acreditar em uma causa, te faz acordar cedo sem reclamar, te faz trabalhar mais horas sem se queixar, te faz ter brilho nos olhos ao ver um resultado alcançado, faz você vibrar e sentir aquele frio na barriga. Dá sentido ao que você está fazendo.

Maus dias e até desilusões podem e vão acontecer. As incertezas fazem parte da nossa vida e se encaradas de maneira positiva, nos trazem novas reflexões. E novas reflexões nos levarão a um maior nível de consciência. Ou seja, dias assim precisam acontecer.

O processo é continuo e não tem fim. Quando você achar que resolveu tudo, virão novos desafios.

Estimular essas reflexões nos jovens, fará com que eles venham a ter uma certeza maior do que realmente querem no futuro. Não apenas considerar suas aptidões, mas entender suas paixões e desafios. Compreendendo isso será mais fácil descobrir quais são as causas que engajam de verdade em suas vidas. As escolhas se tornam mais fáceis e mais leves quando desprovidas de dúvidas e expectativas. Livra-se da palavra “culpa”.

A escolha faz parte da nossa vida o tempo inteiro, até quando escolhemos não escolher.

Assumir a responsabilidade por nossas escolhas nos traz liberdade, mas pode nos trazer desconforto. Entender que muitas vezes somos nós mesmos que escolhemos seguir o caminho que estamos seguindo, nos traz a consciência que nós mesmos podemos estar causando o que não nos agrada.

“O quanto você não é responsável pela desordem que causa na sua própria vida?”

O ser humano é um eterno insatisfeito. Sempre quer mais ou diferente. Olhar ao lado e achar que é melhor faz parte da natureza humana. No entanto vale refletir, o que de fato você vem fazendo para mudar a sua situação? Tome as rédeas da sua vida.

Ser responsável pelas suas escolhas, através da autoconsciência pode ser o caminho que te levará a chegar aonde você quer. Entender que as dificuldades existem, mas ver sentido por trás, dá forças para continuar lutando pelo o que queremos.

Na vida, temos a oportunidade de recomeçar todos os dias. Temos a oportunidade de errar e aprender com nossos erros. Não se trata de desistir de um sonho, mas às vezes, é necessário redirecioná-lo.

No fim das contas, se conhecer melhor pode ser a chave do sucesso para mudar a sua vida e consequentemente a sua carreira. O objetivo final será alcançado (ou não), mas o ideal é que o desfecho se dê sempre através de escolhas conscientes.

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Para saber mais sobre o trabalho da Pollyana você pode ir no perfil do linked in ou no site da AZ consult