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economia

0 em consumo/ economia no dia 10.04.2018

Ferramentas para as roupas no armário renderem mais looks

Esse assunto me parece quase que saturado de tanto que leio na internet, mas não sei se isso é somente para mim ou para outras pessoas também.

Por mais que saturado, eu sou apaixonada por descobrir novas maneiras que usar minhas peças que tenho no armário e pegar diversas dicas de consultoras de estilo para o meu dia dia. Você faz isso também? Se não faz, queria te sugerir essas dicas para fazer parte dessa mudança incrível de consumo consciente e descoberta do seu armário!

Conhecer seu armário – sim, quanto tempo você não tira tudo o que tem no armário hein? Pegue um dia e tire todas as peças que tem no armário, prove, teste novas combinações, fotografe looks e se desfaça de peças que não vai usar mais .

Crie painéis no Pinterest – agora que você já conhece suas peças, testou novas combinações – que tal provar outras que você nunca pensou?  Crie seu perfil no Pinterest e comece buscando por peças ou acessórios que quer utilizar em mais looks. Eu por exemplo tenho pastas com peças que não consigo pensar em muitas combinações como Pantacourt e Macacão jeans. Coloco o nome da peça na parte de busca e começo a salvar todos os looks que acho que conseguiria fazer com o que já tenho.

 economoda-1Ecomomoda no Pinterest

Siga Consultoras de Estilo nas mídias sociais – eu gosto muito de seguir pessoas formadas nesse assunto pois elas tem muitas dicas e referências que eu jamais teria. Sou apaixonada pela Ana do @hojevouassimoff,  @VanDuarte , @LaisUrizi, @oficinadeestilo, @apenasumpalpite e muitas outras! Elas conseguem transformar looks com uma peça ou até um acessório que provavelmente você tem em casa.

economoda

Acompanhe looks de blogueiras que você se identifica – aqui eu recomendo você entender o que você gosta e busca como referência para selecionar quem seguir. Eu por exemplo gosto muito de ideias de moda corporativa ou peças mais básicas, e fujo de referências com estilos mais praianos por exemplo. Tem muita gente bacana na internet, fazendo looks com o que tem em casa e utilizando no dia dia. Nada daquelas montações luxuosas que não combinam com a ida de transporte público até o trabalho ( até curto luxo mas não no meu dia dia haha)

Essas dicas acima eu aprendi por aí e levo comigo, mas lembrando que são zero profissionais ok? Sou economista de formação e trabalho com vendas no mercado corporativo, ou seja, nada conectado a Moda ou estudo dela. Mas como isso funcionou para mim e me permitiu uma bela economia de grana e uma versatilidade maior no meu armário, quis compartilhar com vocês.

Siga o futilidades e o #paposobreautoestima no Pinterest!
0 em Autoconhecimento/ consumo/ economia no dia 05.02.2018

O difícil caminho de largar as compras por impulso

Em muitos casos nossas frustrações nas mais diversas esferas da nossa vida são descontadas em algo. Alguns fumam, outros comem, outros bebem, outros compram, outros buscam diferentes vícios e formas de descontar isso – e alguns fazem tudo isso ao mesmo tempo.

Sou o tipo que se encaixa nas compras e na comida, mas como o assunto é consumismo mais voltado à moda, vamos nos atentar para essa primeira forma de descontar. 

Estou aqui hoje para falar sobre essa dificuldade que já enfrentei em maior proporção mas que hoje, por mais que existam deslizes, está sob controle.

Tudo começou quando o primeiro salário pingou na conta e a possibilidade de gastar apareceu. Ok, esse gasto era controlado pois sempre economizei grana para objetivos maiores, como falei na coluna anterior. Nessa hora cheguei a gastar em tudo que queria, em 3 sapatos similares, em peças de roupa que nunca foram usadas, em itens que eram tendência naquele momento, mas eu nem achava tão bonito.

Depois que comecei o @Economoda passei a receber convites de lojas para conhecer novas coleções ( só o convite tá – sem vale compra haha), a visitar muito mais sites para divulgar as seguidoras e a fotografar meus looks todos os dias. Todo esse conjunto de fatores me levou a uma explosão (ainda que controlada) de gastos excessivos e peças inúteis no meu armário. E o pior, um eterno sentimento de que “falta algo para compor esse look” ou “preciso ter algo dessa marca X ou coleção especifica de loja de departamentos”.

E assim no auge do meu exagero, me peguei como uma louca em uma loja buscando uma sandália de uma determinada marca – e quando achei, dei um grito, sim um grito de alegria e satisfação como se estivesse encontrando algo que impactaria o mundo ou a vida de alguém. Obviamente comprei a sandália. Usei? Obviamente não, já que nada tinha a ver com o meu estilo ou com as peças que tinha em meu armário.

a tal sandália

a tal sandália num post do @economoda

Esse acontecimento para mim foi uma virada de chave, e me acendeu um alerta de que algo estava errado. O que fazer? Seguir belas inspirações por aí, como Joanna Moura do Um ano sem Zara e bloquear minhas compras por 6 meses.

Foi um processo bacana de autocontrole e o mais importante ainda de autoconhecimento. Passei a conhecer o meu armário, o que eu gostava, o que eu valorizava e de qual estilo de vida eu queria compartilhar no Econo. Nesses 6 meses, vontades de determinados itens surgiram e desapareceram com a mesma velocidade, e tiveram vontades que perduraram por todo o período – e foram compradas quando o tempo acabou ( uma pantacourt preta, caso tenham curiosidade!)

A calça numa foto de 2014 que eu uso até hoje!

A calça numa foto de 2014 que eu uso até hoje!

O apego à peças também passou, criei regras pra eu mesma como cada peça que entrasse em casa, no mínimo 2 sairiam do armário (normalmente saem mais). Hoje em dia vivo distribuindo peças e acessórios para amigos e conhecidos – e fico feliz da vida ao vê-los usando!

E esse processo de me sentir no controle dos meus gastos e das minhas vontades traz um prazer tão grande quanto ao que sentia quando comprava loucamente. Eu consegui perceber minha situação cedo, cuidar dela sozinha e adorei o resultado do meu processo. As peças que compro hoje são muito mais utilizadas, valorizadas e repensadas!

6 em Comportamento/ consumo/ economia/ economoda no dia 04.01.2018

Rodando o Pião da casa própria

Não sei vocês, mas eu cresci ouvindo sobre a necessidade de se ter uma casa própria. Desde os sorteios na TV, o pião do Silvio Santos ou meus pais querendo sair do aluguel para ir a tal da casa própria. Confesso que quando nova não entendia muito bem o porque dessa vontade toda – tampouco o quão difícil é conseguir conquistar esse bem.

Mas passado a infância e avançando para o momento que o dinheiro começou a pingar na conta, comecei a minha vida de salário e gastos. Lembro que aos 16 anos mais ou menos, cai no re-financiamento do cartão sem nem saber o que era. Por falta de conhecimento, achei que só precisava pagar uma parte dos meus gastos e a Visa arcaria com o restante – risos . Assim a conta do cartão do mês seguinte veio com aquele jurinho caprichado e eu tive de sentar com a minha mãe para esclarecer. Aquele momento rolou minha virada de chave nesse sentido. E ali se iniciaria minha responsabilidade – e também independência – financeira .

Desde então passei a controlar meus gastos com uma planilha abastecida mensalmente – há quase dez anos – com todas as entradas e saídas do meu fluxo de caixa pessoal. Esse foi meu primeiro grande passo para rodar meu pião da casa própria. Além disso passei a retirar uma porcentagem do meu salário mensalmente e aplicar inicialmente na poupança. Esse dinheiro desde então foi mudando de propósito: passou por um intercâmbio de espanhol no Chile, Pós Graduação em Administração e por fim, a tal da casa. A cada conquista tirava uma parcela, e deixava um pouco por lá.

O tempo passou, o salário aumentou, o percentual também e o dinheiro saiu da poupança para um fundo de investimento. E assim, analisando o quanto tinha em meu FGTS ao longo de uns 10 anos de carteira assinada ( trabalho desde os 17) senti que era hora de investir naquela que é a minha maior conquista – e me orgulho disso toda vez que lembro.

 

 

Busquei um apartamento na faixa que poderia financiar, na localização desejada e um banco que pudesse ser meu “parceiro” com juros melhores. No fim, com o encontro de todos esses fatores, comprei meu primeiro apartamento :) Decorei ele lindamente, tudo do jeito que queria! Porém um pedido de casamento muito desejado aconteceu, e hoje a minha casinha está alugada para uma querida colega.

Abri mão de algumas – muitas – compras, possíveis viagens, sofri uns sustos no caminho e tive de me readaptar ao propósito. O caminho foi um pouco torno, mas consegui encontrar o “castelo” no final da “trilha na floresta”.

 

Nesse caso contei para vocês da minha conquista, meu primeiro apartamento, mas esse racional de planejamento financeiro vale para qualquer que seja seu objetivo. Eu passei por viagem, curso e você também pode se programar para o seu objetivo pessoal.

Pretendo aqui no Futi, contar um pouco mais dessa jornada nas próximas colunas, trazendo minha mudança de comportamento no consumo, formas diferentes de renovar seu armário sem precisar gastar e mais. Esse assunto não é novo, mas é algo delicioso de se conversar, traçar planos e objetivos e celebrar quando alcançados.

 

O apartamento tem instagram, para quem quiser acompanhar como foi a reforma: @aptob103!

Você também pode me seguir no @economoda.