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0 em Destaque/ Relacionamento no dia 24.09.2018

A ex do seu namorado (ou namorada): você realmente precisa falar mal dela?

Vamos falar de ex? Dessa vez não do seu ex ou da sua ex! No caso, a ex do seu namorado ou da sua namorada. Existem dois grupos: os que falam abertamente da ex e os que fingem que não falam, mas acabam falando, em algum momento. Salvo exceções, quando vocês ouvem algum comentário bom sobre ex? Agora, outra pergunta: porque precisa ser assim?

A gente fala tanto aqui sobre empatia, sobre sororidade, e, especialmente, em não ter essa coisa de competir com outras mulheres! Olhando pra isso temo que volta e meia nosso critério se torne seletivo, já que não incluímos as ex nesse grupo né?

Pois é, eu vim defender as ex. Não to falando da ex que fez uma sacanagem enorme com a pessoa com quem você se relaciona, ou a ex que não se conformou com o fim e tenta fazer da vida de vocês um inferno. Sororidade não é passar a mão na cabeça de todas as mulheres do mundo, e eu sei disso. Mas a verdade é que, se formos parar para pensar, tem uma infinidade de histórias que terminaram bem resolvidas, mas como crescemos acreditando que precisamos nos comparar com outras mulheres e competir com elas, a gente nem para para avaliar o por quê de termos raiva da ex. Ou de não gostarmos muito dela. E muitas vezes, se a gente para pra pensar, não tem nem motivo para ter nenhum sentimento negativo!

ilustra: Ju Ali

ilustra: Ju Ali

Me peguei pensando numa coisa e queria fazer uma pergunta: será que alguém acha a ex do atual bonita? Porque nos raros casos onde admitimos que é bonita, tratamos logo de colocar algum outro defeito, deixando claro o quanto nos sentimos intimidadas. Agora me diz….que autoridade temos em dizer algo sobre alguém que não foi nossa namorada e, na maioria das vezes, nem conhecemos? No fim, acabamos apenas repetindo a queixa do nosso namorado e que em alguns casos, nem procede, já que toda história tem dois lados.

O mundo tem essa coisa de criar essa rivalidade com ex, quando, na verdade, deveríamos levantar as qualidades delas também. Afinal, ao menos uma coisa vocês têm em comum: se relacionaram com a mesma pessoa e sabem que, assim como as qualidades, aquela pessoa também tem defeitos, que ela também aturou, e nem sempre foi fácil.

Quer mais uma coisa em comum? A pessoa que gostou de você, que viu qualidades maravilhosas, também já sentiu tudo isso por ela. E ainda: por maior que seja o seu amor, é sempre importante pensar que amanhã, a ex pode ser você e que você já é a ex de alguém, e não deve ser nada legal pensar que tem em algum lugar outra mulher com raiva gratuita de você por isso.

Então, queria propor que incluíssemos essas pessoas nesse pacote de sororidade. Porque antes de tudo são mulheres que, assim como nós, também tem suas questões, viveram uma história que não foi adiante e podem ter saído ou mais leves ou tristes disso e não merecem ser alvo de piadas ou comentários que as menosprezam. Justamente porque temos empatia e já estivemos nesse lugar.

>>>>> Veja também:  a melhor amiga do namorado <<<<<

É bem provável que quando esse assunto surgir novamente, seja falando dessa pessoa, você passe a ser a chata do rolê, que agora nem de ex deixa mais falar mal. Mas saiba que esse trabalho também é importante e um grande passo, inclusive em favor do nosso amor próprio, pois ao pararmos de nos comparar conseguirmos focar mais em nossas vidas, parando de gastar nosso tempo numa distração conveniente com a outra pessoa. Sororidade e empatia, são lutas que valem a pena, são conversas que precisam ser inseridas e que mudam a forma de pensar de outras pessoas ao nosso redor. Vamos deixar de lado os comentários mais ácidos, as piadas mais depreciativas e espalhar amor.

0 em Autoestima/ Destaque no dia 19.09.2018

Não faça loucuras para caber no vestido de noiva

Outro dia chegou para mim duas mensagens de cortar o coração. Na verdade, nem foi diretamente para mim, mas atingiu como se fosse. A primeira era de uma pessoa que estava desabafando com uma amiga minha e disse que o sonho dela era casar na igreja mas tinha medo porque ela teria que usar vestido branco, e branco engorda. A segunda era um relato de uma noiva que não pôde participar da própria festa porque passou mal devido à uma dieta super restritiva que fez antes do casamento. 

Curioso, e meio triste, pensar como emagrecer para o casamento é visto como algo normal. Eu tenho vários exemplos perto de mim, tenho certeza que todas vocês também. Umas fizeram dieta, outras intensificaram os exercícios e teve quem tomou remédios para ajudar na perda de peso. Eu fiz quase tudo, só não tomei remédio. Mesmo assim meu medo de não caber no vestido estava ali, tanto que minhas amigas me levaram para o McDonald’s dois dias antes do casamento, para ver se eu deixava de neurose.

foto: renata xavier

foto: renata xavier

Resolvi trazer esse tópico no grupo e algumas das respostas que apareceram foram essas (senta que lá vem textão):

“Eu trabalhava com cerimonial e encontrei uma noiva no pronto atendimento pq ela estava doente por não conseguir comer. E uma outra agravou seriamente o transtorno alimentar que já tinha, perdeu uma quantidade de peso absurda e por mais ajustes que fossem feitos no vestido era impossível acompanhar.”

“Eu não tenho história pré-casamento (até mesmo pq nunca casei) mas tenho pré-formatura. Enquanto eu nunca tinha feito dieta na vida até então, comecei a malhar e fui num nutricionista que me passou uma dieta bem restritiva. Eu perdi 4kg em 4 semanas (para alguém que pesava entre 50-60kg,era bastante coisa) e ainda tive que ouvir do nutricionista que podia ter emagrecido mais (que cara mais cheio de tato e bacana, né non?). Só sei que depois de emagrecer esse tanto, vários amigos falaram que eu estava magra demais. E minha maior insegurança, minha barriga (que pra mim eu tinha pancinha), para mim, continuava lá. Ou seja, não foi emagrecendo que resolveu meu problema. (até aqui, nenhuma novidade do que vemos no grupo hahah)
Adivinha o que aconteceu depois?
Voltei a engordar, passei o peso que eu costumava ter, não conseguia me alimentar direito, com paz e equilíbrio (coisa que eu conseguia antes). Na dieta que fiz tinha o dia do lixo e só esse ano consegui tirar da minha cabeça esse dia.
Então, menos de 5 anos depois, voltei a ser o que eu era antes… como com paz, com atenção, quando quero, essas coisas. Fui numa nutricionista comportamental que além de ser uma fofa, me ajudou super!
O que mais buga a minha cabeça foi que isso foi por causa de UMA dieta, que eu achava inofensiva. Doce ilusão. Mas eu não voltaria atrás, acho que foi um processo necessário de aprendizado.”

“Bem, antes do meu casamento eu ouvia constantemente que deveria emagrecer. Meu casamento foi em Julho, e em Maio participei de um evento com a família do meu marido, onde todos são obcecados por peso, dietas e emagrecimento. Hoje olhando a foto do tal evento, eu morro de pena daquela menina magra sendo massacrada por comentários em busca de um padrão inatingível.
Pois bem, após me olhar no espelho, me achar gorda e ter medo de não caber no meu vestido, comecei a dieta que me indicaram….Depois de duas semanas na dieta, eu emagreci quase 8kg e fui parar no hospital, tive uma infecção renal gravíssima e teria que fazer uma dieta baseada em carboidratos para não forçar mais os meus rins.
Resumo da ópera: um mês e meio antes do meu casamento, engordei os 8kg e muito mais para recuperar a saúde dos meus rins, e não coube mais no meu vestido. Precisei correr para um designer que pudesse fazer meu vestido em tempo record e com isso gastar muito mais dinheiro. Meu vestido ficou pronto UM DIA antes do meu casamento….
Essa história tem seu lado bom também, no dia do meu casamento, depois de ter gasto uma fortuna com vestido e festa, me dei conta de que independente do peso eu estava me divertindo ao máximo! E naquele dia fiz as pazes com meu corpo, sempre priorizando a saúde ao invés de comentários.”

Fiquei noiva em dezembro de 2015, depois de quatro anos e meio de relacionamento. Foi um momento lindo, estávamos viajando em um dos nossos lugares preferidos no mundo (Nova Iorque) e ele me pediu em casamento no Central Park. Depois de chorar muito, a minha primeira reação foi dizer: “vou emagrecer para o nosso casamento”. Eu não me achava digna para ser noiva estando acima do peso (como existisse uma regra que noivas devem ser magras).
Começou, então, a saga para emagrecer. Minha meta era perder 25 kg (em busca de um peso que nunca tive). Meu casamento ocorreu um ano e sete meses depois do noivado, período em que fiquei obsessiva por emagrecimento. Acabei perdendo 10 kg, mas ainda faltavam os outros 15.
Tive muitas crises físicas de ansiedade, acabei por procurar um psiquiatra. Cheguei ao consultório dele e falei sobre os meus sintomas e a proximidade com meu casamento, sem mencionar nenhuma vez a questão do emagrecimento. Ele disse que provavelmente eu estava daquele jeito porque queria emagrecer para “ficar bem no vestido”, que ele me daria remédios para me ajudar com isso, que eu emagreceria e tudo ficaria bem. Além disso, suspendeu o medicamento que eu estava tomando para enxaqueca, indicado por um neurologista, porque disse que engordava. Eu fiquei pior ainda, porque eu nem tinha falado do emagrecimento e ele tocou no assunto, pensei: “devo estar imensa mesmo, já que ele notou”. Bom, ele me deu alguns remédios tarja preta para ansiedade, os quais eu tomei uma vez só e decidi que não queria. Também nunca mais voltei a esse médico. Parte de mim queria alguém que dissesse que eu não precisava emagrecer para casar, mas ninguém disse.
O tempo passou e eu fui vivendo essa angústia. Porém, um mês antes do casamento, troquei de emprego. Foi um momento completamente novo para mim e eu estava muito feliz, acabei deixando a obsessão de emagrecer de lado e comecei a me sentir bem do jeito que eu estava. Mas, uma semana antes do grande dia, fui a um lugar para fazer drenagem linfática. A moça que me atendeu, ao saber que eu casaria em breve, disse que eu precisava fazer outros procedimentos para emagrecer e “ficar bem no vestido”. Naquela hora, eu me senti um lixo. Ela acabou me convencendo a fazer uma criolipólise, com carboxiterapia, lipocavitação e mais meia dúzia de procedimentos. Segundo ela, fazia milagres. É claro que não funcionou, gastei um dinheirão à toa e fiquei toda dolorida e cheia de roxos até o dia do casamento.
Enfim, casei totalmente descontente da minha imagem e por muito tempo detestei as fotos. Confesso que até hoje sinto uma pontada no coração por não ter sido a “noiva bonita” que eu sempre sonhei em ser.”

“Uma amiga minha casou e nem 10 dias antes da festa, no dia do seu casamento na igreja, só falava que tinha que treinar pra emagrecer pra festa do casamento (ela casou na igreja antes, foi separado). Comentei que ela tava bem e ia ficar linda. Ela insistiu na ideia. Só consegui falar: “Não é agora que vai fazer diferença. Se você inventar coisa a essa altura pode até se machucar, torcer um pé por exemplo, aí não vai nem conseguir curtir a festa. Relaxa que você tá ótima e no dia nem vai lembrar.” A mãe dela falava o tempo todo o quão ridícula ela ia ficar pro casamento, que ela não se controla e etc… Na frente de todo mundo.”

” Meu ex vivia me cobrando que precisava emagrecer pra casar, pois havia engordado um pouco desde que começamos a namorar. Não consegui e fiquei mal, me senti culpada e achei meus braços gordos…hoje olho a foto daquele dia e percebo que não havia nada de errado comigo, eu era apenas uma menina que se casou com uma pessoa com tendências abusivas…”

“Nesse penúltimo domingo estive no chá de cozinha de uma amiga . E estava rolando várias brincadeiras e uma delas era dizer para a noiva coisas que não poderiam faltar no relacionamento… E todo mundo dizendo coisas lindas , engraçadas quando uma solta .
– O que não pode faltar são uns kilos á menos amiga.”

“Eu fiz uma dieta ULTRA restritiva assim que marquei o casamento (10 meses antes), sendo que olhando hoje (isso faz 14 anos) eu vejo que estava com um corpo lindo. Mas o mais chocante é que dois meses antes do casamento fui ao meu endocrinologista da época (monitorava a tireóide) e ele me passou remédio pra emagrecer!!! Sem eu pedir!! Pra eu “ser uma noiva linda” (Jesus!!) e pior ainda..eu aceitei e tomei. Gente! Fico chocada como pude fazer isso. Ainda bem que a gente se desconstrói e aprende a se amar. No final das contas casei “magra” mas em dois meses engordei 8 quilos e depois de um tempo fiquei com um peso maior do que antes da dieta maluca.”

“No meu casamento estava o mais magra que pude, depois de muito esforço. Na porta da igreja, prestes a entrar com meu pai, minha avó disse: “de nada adianta esse vestido lindo se a noiva está gorda assim”. Nem sei como não chorei, mas entrei com essa frase em mente…triste demais essa percepção bizarra de que magro = bonito e gordo = feio.”

 

Como uma das donas de um blog que fala sobre autoestima, amor próprio e respeitar seu próprio corpo, não tinha como eu deixar esse assunto de fora. Aliás, me choca perceber que eu só fui me dar conta da normalização desse tipo de emagrecimento dois anos depois de começarmos a falar sobre o assunto. Até então eu via amigas que nunca na vida falaram de dietas se preocupando em “caber no vestido” e não achava nada demais nesse movimento. Eu via conhecidas tomando remédio tarja preta e não ficava alarmada.

Esses relatos que eu separei para mostrar aqui no blog me chocam, mas infelizmente não me surpreendem. Porque existe toda uma ideia de que temos que caber no vestido, que noiva bonita bonita é noiva magra, e aí, quando pesquisamos vestidos de noiva, vemos uma infinidade de referências de mulheres com corpos de modelo e achamos que precisamos estar assim para que nossos vestidos caiam exatamente como vemos nas fotos – pausa para uma dica: sabe qual é a melhor forma de pesquisar vestidos? Não, não é no pinterest. É nos sites e redes sociais de fotógrafos de casamento!

Fora isso, a cobrança externa também é gigante – e tão normalizada que muitas vezes a gente nem percebe! É família falando para emagrecer, médicos dando uma “ajudinha pra virar uma noiva linda” e receitando remédios tarja preta, amigas e madrinhas querendo entrar na dieta. Enfim, os estímulos são muitos, e vindos de todos os lados.

E sabe o que é o pior? Anos depois nós voltamos ao peso que tínhamos antes do “projeto noiva” e vemos fotos nossas nos vestidos de casamento e lembramos com saudade do corpo que a gente tinha. Só que esquecemos os esforços que fizemos para chegar ali e não percebemos como aquele corpo que a gente conquistou ali não era fácil de manter ao longo prazo sem muitas concessões no meio do caminho.

Veja bem, não estou aqui julgando ninguém que quis ou quer emagrecer para o casamento. Não estou desincentivando ninguém. E também não estou falando com você, que emagreceu de forma saudável e equilibrada, que não fez loucuras e não ficou doente. Mas acho importante levantar a questão da consciência: é realmente preciso emagrecer para o vestido de noiva? Para quem você está fazendo isso? 

1 em Destaque/ maternidade no dia 18.09.2018

Coisas que não devem ser ditas a mulheres que estão tentando engravidar

Oi, eu sou a Carol. Sou mãe da Maria e, por longos 10 anos, tentei realizar o meu sonho de ser mãe. Antes dela tive quatro gestações, todas sem sucesso. Mas esse não é o foco do meu post aqui pro Futi.

Todo mundo tem uma amiga ou parente que está tentando engravidar. Algumas há pouco tempo, outras há anos. O sentimento natural diante dessas mulheres acaba sendo a compaixão e muitas vezes a nossa mente já engessada e moldada por uma sociedade que obriga a mulher a ser mãe faz a boca falar o que não deveria (e isso não é um crime, ok? É apenas cultural, e podemos mudar isso!).

ilustra: Ju Ali

ilustra: Ju Ali

Abaixo eu enumero algumas coisas que ouvi ao longo dos anos em que passei tentando engravidar. Outros relatos poderão trazer mais pontos a serem abordados. Mas vamos lá:

1- Você não precisa dizer que está rezando por ela.

Mesmo que você esteja, e isso é lindo, nunca diga a ela que colocou o nome nos pés de Nossa Senhora do Parto. Também não vale indicar centro espírita, simpatia ou novena. Acredite, a mulher que tenta engravidar já revirou o Google atrás desse tipo de informação e provavelmente já pôs metade disso em prática.

2- Não insista para que ela marque uma consulta com a sua ginecologista.

Mesmo que a sua experiência com a médica tenha sido excepcional, não significa que ela será tão boa com a sua amiga. Se você achar que vale muito a pena, passe o contato, e só.

3- Pare de perguntar “e o baby, quando vem?” aos seus amigos sem filhos.

Muitos não planejam filhos a curto ou longo prazo, alguns nem querem, mas muitos estão em uma batalha silenciosa em busca desta realização. Sempre digo que, mesmo em tempos de vidas escancaradas em redes sociais, as nossas maiores dores sempre serão apenas nossas.

4- Não tente arrumar justificativas baseadas na vida da pessoa.

Quantas vezes eu já ouvi coisas como “de repente Deus não quer que você seja mãe para poder focar na sua carreira” ou “de repente não é pra você ser mãe porque você não tem perfil”. Pobre Deus, sempre recebe a culpa da infertilidade alheia.

5- Seja ombro e ouvidos.

Não é algo que não deve ser dito, mas achei importante estar na lista. Se a sua melhor amiga está nas tentativas há muito tempo e estiver em um mau dia, apenas fale “estou aqui”. Seja a ouvinte, não a locutora. Mesmo que você já tenha passado por isso.

6- Você engravidou? Não precisa esconder da sua amiga tentante!

Pode ser que a sua amiga tenha aquela pontinha de inveja, e esse sentimento de “todo mundo consegue, menos eu”, sim. É absolutamente normal e humano, mas passa. Mesmo que a sua intenção seja a melhor, a mágoa de ser preterida da notícia é pior, ok?

Por fim, não pressione. A gente bem sabe que é uma delícia ter um bebê por perto, mas deixe que o tempo se encarregue. Certamente a ansiedade dela já é grande demais para ter mais uma cobrança, e os danos emocionais que essas meninas sofrem podem ser até potencializados com tanta pressão. Menos é sempre mais nesse caso :)

Grande beijo, Carol