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Roberta Drable

2 em Comportamento/ Convidadas/ Roberta Drable no dia 30.12.2016

Críticas infundadas em redes sociais: o novo “candy crush” do momento?

Leitoras lindas e mega queridas do Futi, hoje não estou aqui para contar nada relacionado ao meu casamento, mas sim trocar ideias sobre uma nova “onda” que tenho percebido que cada vez mais cresce nas redes sociais: “a cultura da crítica desconstrutiva”.Vocês também têm notado que muitas personas virtuais estão cada dia mais juízes da internet? Buscando dar uma sentença pública e notória para algo que não lhes diz respeito, muitas vezes gerando rótulos que não fazem sentido algum?

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Queria que alguém pudesse me explicar o motivo de tantos bombardeios desnecessários. Não faz nenhum sentido procurar o lado negativo de tudo, muito menos atacar tudo que não te parece perfeito. O dono do perfil está lá, todo feliz  “postando” algum comentário ou uma foto legal e como num passe de mágica, uma “sapatada de Itu” é lançada com um comentário muito negativo.

Confesso que essa cultura me choca! Primeiro porque eu tenho certeza de que a pessoa não teria tal postura deselegante ao vivo e a cores e, segundo, porque gente, falar é de graça mas o bom senso, até onde me consta, ainda é bem necessário e atual, certo?

Outro ponto: qual o motivo de magoar a pessoa que está ali, dividindo um pouquinho da sua rotina? Vejam bem, não estou “batendo palmas” para perfis que disseminam posturas totalmente deturpadas, mas sim sobre pessoas como eu, “mera mortal”, esclarecida, que está ali no seu quadradinho e quietinha, apenas buscando transmitir algo de bom.

Quando questiono fazendo alusão ao joguinho “viciante” aí de cima é porque sinceramente deve estar faltando “candy crush” ou “pokemon” suficientes para atrair a atenção alheia e, dessa forma, desfocar um pouco esse tal “joguinho de magoar pessoas”

Muito me entristece acompanhar pessoas muito legais sendo julgadas quase todos os dias por suas condutas. Sendo criticadas por serem elas mesmas. Sendo “apedrejadas” por suas opções sem a menor necessidade.

Em um momento em que o mundo precisa (e muito!) que as pessoas compartilhem boas ações e bons sentimentos, esses ataques gratuitos com afirmações infundadas não estão nada na moda. Pode ser tendência? Pode, mas é uma tendência negativa que a gente tem que evitar aderir. 

Tia Teteca, please, está na hora da senhora ensinar novamente aos seus alunos como resgatar a gentileza, a educação e a elegância!

E viva a nossa liberdade de expressão, a nossa liberdade de ser quem queremos ser e chutar o balde para os padrões! (e, como dito acima, não se identificou? Beijinho estalado com “Ruby Woo” no ombro e não me ligue, okay?).

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0 em casamento/ Comportamento/ Convidadas/ Roberta Drable no dia 22.12.2016

Noiva: a escolha do vestido!

Oi, queridas! Faltando pouco menos de 06 meses para o casamento (acreditem, a ansiedade já está a mil!), estou aqui para contar (e quem sabe ajudar) um pouco da minha saga para a escolha do meu vestido.

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Quem leu os meus posts anteriores – sobre meus aprendizados e sobre a organização – sabe que eu nunca considerei ser portadora do “gene noiva” ou algo parecido, aquele que te faz sonhar dia e noite com o casamento, pedido com o namorado ajoelhado no Dia dos Namorados (aliás, no meu caso, eu descobri antes do pedido!), lua de mel em Paris e por aí vai… a única coisa mais ou menos parecida que, às vezes, fazia parte do meu “zap” diário nos canais da TV a cabo eram aqueles programas de escolha de vestidos!

Gente, o que são aqueles vestidos tenebrosos que aparecem naqueles programas? E as situações bizarras? Nunca esquecerei um episódio em que a noiva levou o noivo (Oi? Jamais! Nem se estiver fora de si faça isso!) e o cara falou, sem escalas, “se você for vestida assim, pedirei ao padre para mudar o discurso do “felizes para sempre”. Na hora, confesso que achei a coisa mais surreal; hoje, como noiva, não apenas continuo achando mega surreal como eu saltaria ao melhor estilo “mortal kombat” daquele “palquinho” em cima do cara (jamais, sob hipótese alguma, deixe alguém fazer comentários nonsense nesse momento! Não me imaginaria escrevendo isso mas, sim, ficamos muito vulneráveis!).

Então, voltando ao meu momento, já com a parte de decoração e do buffet do casamento organizados, veio o grande dia! Novamente, a “Nossa Senhora das Noivas Desesperadas” foi muito bacana comigo e reduziu a minha busca!

Selecionei 02 lojas indicadas por amigas e, inicialmente, estava bem tranquila em alugar ou fazer 1ª. locação do vestido.

Rumo à primeira loja: atendimento ok, vestidos com cortes nada aquilo que eu imaginei e…. tchan tchan tchan tchan alguns totalmente suados! Vocês não imaginam a minha cara quando a mulher começou a abrir aquelas proteções! E quem disse que eu experimentei? Confesso que fiz aquele “draminha básico”, disse que não tinha amado nenhum e que, assim, preferiria ver outras opções.

Vamos para a segunda loja indicada: já um pouco descrente depois da primeira experiência desastrosa, não coloquei muita fé. É só comigo ou vocês também têm a impressão de que “o mundo” ama vestido estilo princesa? Quase todas as opções eram nesse estilo! Lá pelas tantas, a palavrinha mágica: “temos uma arara toda em promoção”. Berrei! De fato, achei um vestido que tinha tudo a ver comigo, mas….. a barra estava encardida e rasgada! Além disso, por ser preço promocional, a loja não iria se responsabilizar por eventual dano com a renda. Nessa hora, o desespero bateu!

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Contando com um “joinha” da “Nossa Senhora”, marquei horário em um ateliê em que os vestidos já estão prontos e são apenas moldados conforme as medidas da noiva e, quando eu menos esperava, lá estava ele me olhando “com um sorrisão encantador”! Gostaria de pedir as minhas mais sinceras desculpas para quem eu falei que não acreditava que sentíamos algo diferente e que sabemos exatamente quando encontramos “O Vestido”. Sem dúvida, a sensação é única. Ainda tenho algumas provas pela frente, mas está ficando exatamente como eu imaginei!

A essa altura do campeonato, um pouco diferente da Beta do primeiro post, já me sinto muito ansiosa, animadíssima montando o enxoval e o apartamento e, cada foto fofa de casamento que eu vejo, vem o suspiro. Quero muito que chegue logo o meu grande dia!

Por fim, reitero algumas dicas que achei valiosas para esse momento: pesquisar é vida, seja em revistas, nas redes sociais, é importante já ter um “norte” no momento de começar a procurar o vestido. E, please, pense naqueles programas de noivas escolhendo o vestido e passe longe de pessoas cheias de opinião pois nesse momento, o foco é você e só você e o que você espera e sonha! Sempre terá alguém cheio de ideias, palpites de algo que viu em algum lugar, alguma coisa muito maravilhosa… stop! Pense no que você quer para você e se jogue nesse mar de possibilidades (por favor, apenas retorne à superfície linda, leve e poderosa com aquele vestido baphonico para você!).

Um beijo enorme e até a próxima (que certamente estarei escrevendo à base de muito Rescue – também é vida! – e muito chá de camomila)!

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2 em casamento/ Comportamento/ Convidadas/ Roberta Drable no dia 02.12.2016

Noiva: e agora? A organização do casamento!

Oi, meninas, I am back! Me empolguei tanto contando sobre os preparativos para o casamento que, mais uma vez, pedi licença para invadir a “casa” super bacana e querida da Jo e da Carlinha, para falar sobre como estou conduzindo a organização do meu casamento. Vai que ajuda, né?

Não é sempre que eu me estresse com os detalhes do casamento, mas quando isso acontece é sempre por volta de 1 da manhã quando eu tenho que acordar as 7 para trabalhar

Não é sempre que eu me estresse com os detalhes do casamento, mas quando isso acontece é sempre por volta de 1 da manhã quando eu tenho que acordar as 7 para trabalhar

Então, lá no início pensávamos em um mini wedding, mas depois da informação de que seria necessário reduzir as pessoas queridas em 40 convidados, a ideia nos pareceu impossível.

Devidamente descartada essa opção, partimos para a escolha da casa de festas. Detalhe: tinha em mente um local de fácil acesso, principalmente considerando os convidados que não moram aqui no Rio de Janeiro.

Olha, eu sempre fui muito de escutar a opinião de quem já passou pela situação e, dessa vez, não foi diferente. No total, foram só 2 Casas visitadas até a escolha final, mas a nossa decisão teve tudo a ver com toda a atenção e a gentileza que recebemos, antes mesmo de “batermos o martelo”. Isso pesou muito!

Rolou a visita e a degustação na primeira casa visitada… tudo estava indo bem até que nos informaram que tudo, absolutamente tudo, tinha que ser dali! Gente, se tem algo que não me encanta é esse tipo de venda que te impede qualquer outra opção… travei!

Tenho certeza de que naquele momento, “Nossa Senhora Protetora das Noivas”estava ali de plantão e sentiu a minha indignação pois, dali mesmo, consegui o contato de uma casa em que já havia ido em um casamento e adorado.

Então, em uma noite de sábado, mandei uma mensagem (SOS!) pelo Facebook e, pasme, a resposta veio na manhã do domingo! Yey! Achei o máximo toda aquela dedicação e cuidado e o resto não foi nada diferente!

Escolhido o local, partimos para o restante dos itens. No meu caso, trabalho o dia inteiro e não tenho muito tempo para procurar opções e decidir entre tantas, então, segui à risca as indicações da Cerimonialista. Ana, aqui fica o meu muito obrigada, você tem sido uma anjinha! Meninas, Cerimonialista é vida no casamento! Pra mim está sendo super importante.

Além disso, os fornecedores indicados já conhecem o local do evento e a Cerimonislista, daí a possibilidade de dar “chabu” é mínima. Também evitei procurar serviços longe do local do casamento. Por exemplo, na Região Serrana aqui do Rio tem várias doceiras “to die for”, mas vai que na data São Pedro acorda meio mal humorado e resolve trazer aquela chuva? Sei lá, fiquei preocupada com a logística.

Também sugiro não inovar muito nos itens, a não ser que você possa se dedicar muito. Eu, por exemplo, como “perita em trabalhos manuais” sou uma excelente advogada!

Por fim, foco, força e fé no orçamento. Não se engane, o budget inicial será ultrapassado e, por isso, muita calma nessa hora! Faça contas, não dê um passo maior do que as suas pernas. 

Uma dica que tem dado muito certo comigo é deletar todas as minhas referências depois que eu “bato o martelo”em determinado item. Vai que eu encontro algo que eu considere mais bacana, terei um treco! Tá, é um exagero, mas sempre é bom preservar o psicológico nesse momento e lembrar aquele bom e velho ditado que diz que “o que os olhos não vem, o coração não sente”.    

E, please, respeite a sua vontade! Com certeza, alguém vai sugerir algo lindo que viu no casamento da “Fulana”, da “Cicrana”ou da “Beltrana… na, na, ni, na não! Aliás, nesse momento, o “não” vira até palavrinha mágica! Noivas precisam falar não. É muito importante focarmos naquilo que queremos e, sobretudo, podemos.

Tratando tudo com carinho e dedicação, eu tenho certeza de que a festa sairá exatamente como imaginamos! 

Depois eu conto como decidi o meu vestido….

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Não deixe de ler o outro post sobre o que a Roberta está aprendendo desde que ficou noiva!