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11 em Beleza/ pele no dia 29.03.2017

Pele: o dia que a acne voltou!

Quem conhece minha história sabe que a coisa mais grave que eu passei em relação à minha autoestima na adolescência foi a minha crise de acne, inclusive foi bem mais complicada do que os 20kg que ganhei na mesma época. Tive um grave problema em casa, estudava em um colégio que demandava muito e ainda estava numa enorme confusão hormonal – na época, desconhecida – tudo isso no ano do vestibular, aos 18 anos. Complicado, não? Realmente, foi bem difícil.

Para vocês terem uma ideia, nesse período eu fui parada na rua para me ensinarem receitas caseiras para tratar minha pele! A coisa ficou tão peculiar – para sermos gentis – que desconhecidos se sentiam solidários a me dar receitas de cura. A intenção até podia ser boa, mas eu sofria com isso. A coisa não estava legal e quando decidi com a minha dermatologista começar o Roacutan a pele deu uma piorada sensível – coisa que ela me avisou que iria acontecer – mas mesmo assim eu não estava preparada para tanto. As pústulas mudaram o formato do meu rosto e além de tudo, doíam muito. Da primeira vez que passei por isso quase não usei maquiagem e por causa de tantas mudanças, eu fiquei meio pra baixo e não encarei bem o tratamento.

Hoje, no alto do meu achismo, lembrando do meu quadro e dos meus sintomas, diria que foi naquele ano que eu desenvolvi a Síndrome dos Ovários Policísticos, que muita gente (eu, inclusive) chama de SOP. Eu pesquiso muito esse assunto, mas na época tudo era menos simples. Em 2004, o melhor que conseguimos pensar foi em tratar a minha pele com o Roacutan, que não é o tratamento mais leve do mundo mas foi o que pareceu mais possível naquele momento.

Depois de tudo que vivi de 2004 para 2005, eu fiquei absolutamente neurótica com a pele. Pensa numa pessoa que não sabia a real proporção do problema? Esse alguém era eu. Tudo era um real pavor de reviver a experiência de acne. Um ano e pouco depois minha pele desandou de novo e lá fui eu tratar novamente com o remédio. Foi chato tomá-lo de novo, mas ao mesmo tempo foi muito mais tranquilo. O anticoncepcional ajudou e tudo ficou muito mais fácil do que da primeira vez. Eu também já usava mais maquiagem e fui conseguindo lidar.

De 2007 até 2017 esse monstro da acne me assombrou muito pouco mesmo. Os primeiros meses sem o anticoncepcional foram chatinhos, eu parei em outubro de 2014 e eu diria que só no segundo semestre de 2015 minha pele ficou BOA. Demorou uns meses para o tratamento que a minha ginecologista passou começar a fazer efeito, mas eu já sabia que seria assim e tudo correu conforme ela me disse que seria. Fui levando a pele numa boa, era uma queixa, mas muito pontual.

Outros efeitos colaterais do SOP, por sua vez, não se resolviam. Eu sempre fazia ultra e lá estava o quadro, minha menstruação não regulava, tudo isso ia se repetindo até que minha homeopata em pouco tempo resolveu tudo. Deu muito certo pra mim. Saiu um cisto, regulei a menstruação e nunca mais vimos a cor do SOP nas minhas ultras. O que não quer dizer que a síndrome não seja uma questão, quer apenas dizer que não tem mais o mesmo quadro que antes no exame de imagem. Em nome de rever quais remédios de alopatia eu realmente precisava tomar, resolvemos tirar o tratamento que vinha segurando a pele desde junho de 2015 e vinha cuidando da questão da testosterona.

As duas únicas queixas da retirada do primeiro tratamento? Queda de cabelo e acne. A queda de cabelo tem diminuído muito, então diria que em crise hoje só temos a acne. Motivo pelo qual eu estou fazendo esse post, que eu jamais pensei que teria que escrever de novo.

Hoje eu fico impressionada comigo por várias razões. A primeira e mais importante é pela tranquilidade com a qual estou lidando, mesmo nos dias mais difíceis. Durante esses dez anos eu passei a ter pavor da oleosidade da minha pele, das espinhas mínimas do dia da menstruação e de qualquer acne eventual que aparecia. Ter uma espinha era SUPER DIMENSIONADO pra mim, o trauma me fazia reagir de uma forma exagerada.

Fato é que a Joana de uns anos atrás estaria no poço sem fundo com a crise de acne na qual eu estou passando hoje. No entanto, eu fiz todas as escolhas muito consciente, pensando na minha saúde a longo prazo e eu sei que vamos encontrar uma solução, seja na homeopatia ou de novo na alopatia. Só estou me dando uma chance. Eu sei que vai ficar tudo bem e isso me ajuda a não cair na armadilha de super dramatizar o quadro – que já não é fácil – de acne.

Eu confio muito na minha homeopata, dermatologista e ginecologista, todas elas me explicaram tanto sobre essa questão que eu já entendo e vejo o que há em comum em todos os discursos, assim sendo, eu resolvi correr esse risco.

É mais difícil do que imaginei que seria? Com certeza. Mas nesse aspecto minha dermatologista Dra. Vanessa Metz está me dando uma bela retaguarda. Estamos fazendo um tratamento combinado de três ponteiras que eu nunca vi igual, nunca nada reduziu tanto meus poros. Além disso tento fazer uma ou duas vezes por mês limpeza de pele na clínica.

Para minha felicidade,  a SkinCeuticals comprou meu barulho e me mandou todos os produtos que estão na receita que a Dra. Vanessa me passou. Hoje eu uso desde o gel de limpeza da marca, até o blemish e o retinol. Já para dormir eu coloco a máscara de argila branca como secativo. Toda noite, em cima de cada espinha. Gasta a máscara? Com certeza, mas ela dorme doendo e acorda menos inflamada. É realmente impressionante.

gel de limpeza LHA 

BLEMISH + retinol 0.3

máscara de argila (tem tudo sobre ela nesse post aqui)

Se lá no passado me contassem que eu passaria por isso novamente eu diria que seria o fim, que eu ia sofrer muito. Agora, com a causa, o grupo e o projeto “papo sobre autoestima”, eu estou conseguindo olhar pra tudo de uma forma tão mais tranquila e redimensionara  Por causa desse olhar diferente eu me sinto mais forte, mais corajosa e pronta para qualquer coisa. 

Eu escolhi passar tudo isso por uma boa causa, eu estava tendo uns quadros que se repetiam e no fim, eu vivia à base de remédios pesados.  Eu era refém de remédios chatos, refém da emergência de otorrino e vivia com questões que hoje eu não tenho. Se o preço que tive que pagar é essa fase? Tudo bem, eu vou passar por ela e vai ser só uma fase. Por mais frágil e vulnerável que eu possa vir a ficar, eu tenho consciência real de que vai passar, e vamos encontrar uma solução pra isso.

Enquanto isso eu vou seguindo, fazendo instastories sem maquiagem, com máscara de argila ou com uma super base, com a pele toda corrigida. Eu me amo e me respeito das duas maneiras e quanto mais meu emocional me ajudar, melhor vou passar por tudo isso.

Coloquei todo o problema no seu tamanho real, nem sempre é fácil, mas nesse caso eu tenho conseguido e isso me deixa orgulhosa de mim. Eu jamais estaria passando assim por isso assim, sem o coletivo. 

Eu fico muito grata por tudo e por isso vim compartilhar minha experiência.

Beijos

1 em Beleza/ Cabelo/ Destaque/ pele no dia 09.01.2017

De fora para dentro: o que mudo fora que reverbera dentro!

Engraçado como quando eu ficava presa na briga com a balança eu mal parava para ver o resto. O cabelo estava quase sempre igual, a pele era bem cuidada na medida do possível, a cara de cansada me desanimava a ousar na maquiagem e a sobrancelha não parecia ornar tanto, não era a moldura do meu rosto que eu queria ter, mas nada mais importava: a beleza viria quando baixasse o ponteiro da balança! Aham, senta lá Cláudia!

Os anos foram passando e eu fui relaxando e ganhando confiança. Aos poucos fui deixando aquele sentimento de inadequação com o peso de lado e olhando para todo o resto que eu tinha e passei a buscar mudanças que me faziam sentir mais bonita. Fui largando aquela ideia de atingir uma perfeição, de atender a um padrão de beleza do outro e fui vendo o que genuinamente combinava comigo, o que eu queria mudar em mim mesma.

As primeiras respostas? A olheira, a cara de cansada me dava um desanimo que eu não gostava. Depois descobri que eu queria fazer a sobrancelha de um jeito que ela combinasse mais com meu rosto, me desse um olhar diferente, que retratasse mais a minha personalidade e por fim resolvi mudar o cabelo, passar a fazer uma química mais light, cuidar bem com produtos de muita qualidade para enfim poder mexer na cor e iluminar os fios.

Acredito que a gente se enfeitar e se cuidar para se sentir mais bonita é bem legal, é o máximo na verdade. Eu proponho antes de mais nada a busca por um senso crítico pessoal para entender a real motivação que te leva a querer mudar, para entender se aquilo de fato vai te colocar pra cima por que se for? Tá tudo bem. Você é dona do seu corpo e pode fazer o que quiser com ele. 

Eu quero mudar apenas onde o MEU calo aperta. Alterando apenas o que ME INCOMODA, enquanto me incomoda. Cada mulher vai saber de si, mas nesse post eu resolvi compartilhar as 3 coisas que fazem muita diferença para mim. Para você pode ser fazer crossfit, correr a maratona, comer alimentos específicos ou até mesmo fazer ou não química nos cabelos. Desde que seja o que você quer e não uma correção para atender a expectativa de uma mãe que marca em cima, de um namorado fit ou qualquer coisa do tipo.

PREENCHIMENTO DA OLHEIRA

antes em 2014 | antes em dezembro de 2016 | depois do mesmo dia

 

A primeira coisa que eu amei mudar na minha vida foi o preenchimento. Eu me senti tão mais confortável com o olhar descansado. Foi talvez a coisa mais marcante que eu já fiz. A primeira vez foi em 2014, o produto durou muito em mim e como eu engordei, acabei precisando menos. O ácido hialurônico ganhou meu respeito nessa hora.

O primeiro resultado está nesse post aqui, de agosto de 2014.  O segundo resultado é esse do post de hoje:
Dessa vez não aplicamos exatamente no mesmo lugar, mas o resultado ficou ótimo, bem como eu queria. Anos depois e eu continuo adorando.

Alias, eu gosto muito de todos as aplicações de toxina botulínica e ácido hialurônico que já fiz. Podem falar o que for, mas eu me sinto muito melhor, me faz bem, é eficaz e sutil (graças a competência da Dra Vanessa Metz obviamente).

MICROPIGMENTAÇÃO DA SOBRANCELHA

Como já contei aqui, a micropigmentação da minha sobrancelha é algo que mudou minha vida, tanto a micro quanto fazer a sobrancelha com a pessoa que melhor externou minha personalidade através dela.

Não importava o quanto me dissessem que homens gostavam de sobrancelhas finas, eu sempre tive PAVOR. Sempre gostei de limpar de deixar ela no formato natural, até que Monica Pias começou a cuidar dela e fez ajustes finos no formato. Meu Deus, como eu adorei, mais de ano depois eu fiz a micropigmentação (já confiava na Monica pra isso) e não me arrependi. Tanto que já fiz mais uma no ano seguinte e esse ano farei de novo quando a hora chegar.

Tem post só sobre a micro aqui, mas muitas das minhas amigas só fazem a sobrancelha com a Monica e amam. Outras fazem a micro e eu e minha mãe fazemos as duas coisas.

MUDAR A COR DO CABELO

A mais simples das mudanças e a mais incrível ao mesmo tempo. Desde que mudei minha química para uma escova chamada Definity Selant (to numa fase fazendo só a raiz), meu cabelo ficou mais forte, mais cheio, movimentado e por sua vez mais preparado para mudanças. Por isso tomei coragem e pedi para a Victoria, que corta meu cabelo há mais de 10 anos, fazer minhas luzes. Desde então já fiz 3 vezes e acho que assim como os acontecimentos citados acima, mudou minha vida.

Eu AMEI meu cabelo iluminado, acho que nasci assim e acredito que vou ficar um bom tempo sem usar ele todo preto, se bobear vai ser assim pra sempre. Prezo muito pela saúde da Victoria <3, porque além de todo amor, sem ela eu acho que não mexo na cor, não, assim como sem Jussara não faço química! #vidalonga pra elas

A primeira vez que eu fiz virou post aqui, hoje to muito mais iluminada! rs

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Não gosto da ideia de mudanças corretivas para atender ao padrão. A vida inteira me disseram que meu nariz era muito bruto, que ele era feio, pouco feminino (?), hoje eu só penso: que sorte a minha que não tive coragem de operar. Eu genuinamente acho que ele faz parte de quem eu sou agora, gosto dele, acho cheio de personalidade e o que mais tem é surra de foto de perfil, coisa que seria impossível nos meus 15 anos.

No entanto também não quero me tornar contra mudanças fora que inspiram felicidade, bem estar e autoestima dentro. Acredito que hoje sou a favor de algo que você muda fora e te dá muita força dentro. No meu caso, não atendo aos padrões da balança, mas adoro ajustar a forma de me vestir, fazer uma super maquiagem, um cabelo arrumado (mesmo que pra parecer bagunçado) ou mesmo ver minhas olheiras preenchidas. Só eu sei a felicidade que foi ver que eu sorria e já não parecia tão cansada. Foi fora, mas reverberou dentro. 

A meu ver o sinal de alerta tem que ser acendido quando você opera o nariz e sua relação com ele não muda, quando você mudou o sorriso e agora quer mudar a bochecha, quando você mal mudou uma coisa e tá querendo mudar outra. Porque nessa você pode estar procurando não fazer pequenas mudanças pra te levantar e sim mudanças para te deixar perfeita. Aí a busca pela beleza pode custar caro e você mergulhar num poço sem fundo. 

Hoje antes de qualquer procedimento ou pensamento que envolva uma mudança eu penso:
 para quem? por que? qual o objetivo? é necessário? vai fazer diferença?

Eu só opto por mudar algo em mim se a resposta começar com: é para mim, para eu me sentir melhor comigo.  Não contando com a expectativa de um cara me achar mais bonita, de um cliente querer me contratar depois ou mesmo de uma amiga achar que eu fiquei mais gata. Tem que ser por mim, pra mim, para minha relação com meu reflexo no espelho. Jamais colocando em risco minha saúde mental e física. 

No meu caso, como Joana, essas são as 3 mudanças físicas que fazem sentir mais bonita, mais segura e ajudam a segurar a minha autoestima e autoimagem do jeitinho que eu quero.

Beijos

< Todos os profissionais citados nesse post são parceiros do blog, no entanto se não fossem eu estaria indo neles da mesma forma, a maior prova disso é que minha mãe vai também vai nas 3 pessoas e paga por seus serviços, assim como boa parte das minhas melhores amigas. Eu jamais deixaria minha imagem e parte relevante da minha autoestima nas mãos de profissionais que eu não confiasse. >
0 em Beleza/ pele no dia 14.11.2016

Eau de Beauté e a beleza de fora pra dentro

Semana passada foi pesadíssima. Juntou Arthur manhoso com Arthur gripado com Arthur não dormindo direito com Bernardo tendo jantares de trabalho dois dias seguidos e eu quase tive um surto aqui em casa. Não consegui dormir, trabalhar, ir pra academia, enfim, foram dois dias e meio que eu me anulei completamente, e foi péssimo, eu me senti péssima. Fui até desabafar lá no grupo do futi porque eu não sabia mais o que fazer. Em algum momento daquela semana eu tinha me perdido e não tinha ideia como me encontrar.

Muita gente falou o que eu já sabia (mas precisava ouvir de novo): vai passar, é uma fase, é complicado mesmo, eu também me sentia assim, etc, etc. Eu não sei vocês, mas eu me sinto muito confortável quando vejo que outras pessoas passaram pelas mesmas coisas que eu, e que ficou tudo bem no final! rs

Outras sugeriram tentar tomar banho ouvindo música (ainda não fiz), parar para ver minha série favorita (fiz isso, ajudou muito, brigada Shonda), fazer hidratação no cabelo (ainda não fiz, to precisando). Ao invés disso tudo, esperei o Arthur dormir, abri o meu armário do banheiro e botei todos os produtos que eu trouxe no chão, para dar uma olhada geral no que eu tinha e no que poderia me ajudar. Foi aí que eu bati o olho no Eau de Beauté, que inclusive eu já falei aqui que é um ótimo produto para aquele momento relax, abri, espirrei e no melhor estilo Janice, OH. MY. GOD!

eau-de-beaute

Vejam bem, não é uma novidade para mim. É algo que eu tenho em casa há mais de 2 anos e não é um produto que fica encostado. Já estou no meu segundo vidro grande e ainda tenho uma versão pequena de viagem. Sempre curti usá-lo no pós banho para dar uma refrescância e também já usei muito antes de sair para algum compromisso importante, porque sempre achei que o cheiro dele me deixava mais confiante e relaxada (sem contar que também é ótimo como fixador de maquiagem!).

Talvez por já usá-lo de tantas formas e com tantos intuitos que eu fiquei impressionada por descobrir esse mais novo efeito do Eau de Beauté, que carinhosamente eu acabei chamando de beleza de fora pra dentro porque foi justamente essa a sensação que me passou. Eu estava tão estressada, tão perdida, tão irreconhecível e na hora que eu espirrei eu me senti outra.

O mais engraçado é eu já tinha sentido todos os efeitos anteriormente, em todas as outras incontáveis vezes que já usei esse spray. A confiança que o Eau de Beauté sempre me trouxe voltou, fiquei mais relaxada, me senti imediatamente melhor. A diferença é que eu nunca tinha experimentado essas sensações de uma forma tão poderosa – e isso foi essencial para eu voltar para o meu eixo.

Acredito que todo mundo deve ter um produto preferido que faça esse tipo de revolução pessoal, não é? O meu é esse, qual é o seu?

Beijos

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PS: Botei o link de afiliados porque ganhar uns trocadinhos é bom e todo mundo gosta, mas achei que valia lembrar que isso não é um publipost, tá? :)