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1 em Autoestima/ Beleza/ corpo/ Destaque no dia 11.07.2017

Tatuagem, autoestima e o meu bloqueio…

Semana passada eu fiz um post no grupo do PAPO SOBRE AUTOESTIMA no facebook e foi tão elucidativo que me vi com vontade de escrever sobre isso aqui no blog. Vamos falar de tatuagem e autoestima?

Nesses 7 anos e meio de Futi eu acho que nunca contei pra vocês sobre minha enorme vontade de fazer uma tatuagem. Como assim, Jô? Explico, esse tópico é muito sensível pra mim porque como uma boa libriana tenho dificuldade de escolher em meio à tantas vontades, principalmente se for algo irreversível. No meu caso, isso é um pouco mais complexo pois envolve corpo e autoimagem, que são tão delicados pra quem já teve algum transtorno alimentar, pra quem já distorceu o reflexo por anos no espelho. Em linhas gerais, pessoas com transtornos alimentares supervalorizam a importância do corpo e da imagem, o que pode levar a uma espécie de obsessão na qual a sociedade atual ajuda muito! Provavelmente a mídia, a moda e o padrão “imposto” é que criam essa realidade que gera o problema, mas esse é outro assunto.

E o que isso tem a ver com tatuagem? No meu caso quase tudo. Vou explicar minha mais nova teoria: Acho que nunca tive a coragem de me tatuar por uma espécie de preciosismo, uma mania de coisas perfeitas. No entanto a grande pergunta é: Existe tal coisa chamada perfeição? O perfeito hoje pode não ficar tão perfeito em 20 anos e isso faz parte desse movimento de ter uma “marca” eterna no corpo.

uma das tatuadoras que estou de olho: @luanaxaviertattoo

No ato de refletir sobre o que me deixava inerte, me surpreendi novamente ao ler as respostas das meninas do grupo: a maioria disse que mesmo não achando suas primeiras tatuagens tão bonitas atualmente, os desenhos fazem parte de quem elas são, das suas histórias e da sua autoestima.

Se eu já era exigente comigo no reflexo, imagina desenhar “nesse papel” que passou seus primeiros 28 anos de idade acreditando que precisava ser perfeito aos olhos da sociedade e aos próprios olhos?

Agora aos 30 – quase 31 – começo a achar que muito do que me paralisou até aqui foi o medo de não atender ao meu próprio IDEAL DE PERFEIÇÃO imaginário. Não tenho medo do julgamento externo, mas parece que é preciso acertar 100% internamente e não dá para ter esse controle dado que envolve escolher “a tatuagem”, o tatuador e o lugar do corpo.

Na terapia corporal descobri que a tipologia do meu corpo é bastante conectada ao que acontece nele e bem obcecada com a aparência. Por isso, tenho trabalhado muitas questões diretamente no corpo com o intuito de me livrar desse ideal de perfeição e tenho tido o resultado mais efetivo da minha vida, com calma, com eficácia. Tudo isso fez bastante sentido se levarmos em conta tudo que eu acreditei ser verdade sobre eu mesma por tantos anos.

outra tatuadora que tem feito meu coração bater mais forte: @mabiarealtattoo

Agora eu começo a trazer tal acolhimento e amorosidade pra mim mesma, abraço a coragem de ser imperfeita e por isso, a vontade de fazer essa tatuagem tão simbólica só cresce. Porque mesmo que não seja ideal, vai ter o significado que eu quero, por isso preciso ter um olhar menos rígido e me jogar no feeling de escolher o que eu quero fazer, onde quero fazer e com quem farei (sou 100% alucinada por tatuagens delicadas de traços finos, há anos).

Depois de tudo que ocorreu na minha cabeça, li cada um dos comentários do grupo novamente, descobri coisas novas e importantes pra mim que ajudaram na preparação para a tomada de decisão do desenho, palavra ou frase.

Se antes eu só pensaria em fazer em lugares magros do corpo, hoje não é mais assim. Antes onde tenho dobras e gorduras nunca seria uma opção. Hoje não faz a menor diferença, quero fazer onde me der vontade. É libertador pensar que pode ser em QUALQUER lugar. O que dificulta, porque abriu novamente todo o leque de possibilidades de lugares.

Todas falaram pra pensar no lugar primeiro, imaginar a “coisa” ali e partir para as outras tomadas de decisão. Assim sendo, resolvi que vou seguir o conselho, apesar de ter plena consciência que minha decisão vai acabar sendo meio impulsiva, se não sempre arrumarei motivos para não fazer.

No grupo entendi que pra algumas mulheres tatuagem é apenas sobre um adorno, algo bonito para estar no corpo. Achei incrível, porque jamais me ocorreria isso, pra mim tudo que passa na cabeça provem de significados profundos e importantes pra mim, tem a intenção de marcar uma era, uma virada, uma sensação ou uma situação. Sempre foi isso ou a ideia de me lembrar no corpo de algo que nunca posso esquecer.

Eu, que sempre quis palavra ou frase, ando desejando desenho. Eu que sempre jurei que seria micra e delicada, ando querendo algo maiorzinho. Eu que nunca achei que algo delicado me travava, vi que essa minha minha já antiga mania por um corpo ideal, perfeito em todos os detalhes, me prendeu mais do que eu imaginava. Me limitou mais do que eu acreditava. 

por último, mas não menos lindo, o trabalho da @mariainktattoo

Depois de ler tantas coisas fiquei com a certeza de que o que eu decidir não precisa ser perfeito, precisa ser MEU. Precisa me simbolizar algo bom, me inspirar e me lembrar do que não quero esquecer. Não haverá unanimidade, nem mesmo precisarei olhar com rigidez, só com amorosidade e acolhimento mesmo. Como em tudo que falamos no #paposobreautoestima.

Acredito que pra mim, como muitas, a primeira tatuagem terá uma ligação direta com a minha autoestima. Aliás, acho que todas terão, então espero que essa relação seja positiva de alguma forma, que simbolize essa nova fase de consciência comportamental e corporal, dessa minha nova consciência como unidade. 

Beijos

Jô

Ps: Quem me apresentou essas 3 tatuadoras foi minha amiga @ninaribeiro do Modices.
8 em Beleza/ corpo no dia 31.08.2016

Inverno: Super hidratante nada óbvio!

Durante esse inverno eu me peguei usando um produto nada óbvio para hidratar minha perna que ficou super seca. Quando vi também passei a usar o produto no meio da coxa, aquela área tensa onde as superfícies estão se encontrando e criando assaduras e em ambos os usos esse creme me surpreendeu.

cutisanol-gel-2

Sei que ele é que nem o Propomel da  Bio Extratus, desse que a gente usa do pé à cabeça. Já falei dele no snapchat e agora que a embalagem está quase acabando resolvi falar dela aqui no blog também.

O Cutisanol Gel é um hidratante potente que ajuda na pele muito seca, brotoejas de bebê e dizem que faz bem até para acne por causa da ação cicatrizante. Ainda não testei em alguma espinha pra dizer, mas se o um dia o fizer e for sucesso eu conto pra vocês. Todo mundo fala que é maravilhoso pra bebês, por isso vou levar pra Carlinha testar no Arthur.

Para mim ele tem sido muito útil nessas 3 situações: perna seca, entre as coxas e na foliculite da pele meu bumbum (ai que vergonha! rs), dado que estou fazendo laser na área eu estou usando esse creme ao invés do cicaplast ou bepantol. O resultado está me surpreendendo muito.

O que ele promete?

Ser hidratante, antisséptico e cicatrizante. Ele previne e combate às assaduras, brotoejas, eczemas, dermatites, eritemas e escaras de decúbito. A fórmula possui agentes emolientes, hidratantes e antissépticos que deixam a pele macia e protegida das substancias que causam as assaduras e brotoejas.

O produto vende em todas as farmácias. O cheiro não é incrível, mas apesar de parecer branco como Hipoglós, espalha muito melhor e você nem vê a cor. A pele seca absorve bem rápido e o efeito é ótimo. 

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Tenho usado também nos pés antes de dormir, como eles também andam muito secos eu coloco o produto e depois uma meia, quando lembro de fazer isso meu pé acorda bem melhor.

Vocês já usaram Cutisanol Gel? Eu pretendo usar mais e poder falar de outros usos, mas por enquanto é isso! O bom é que ele é fácil de achar em qualquer lugar e tem 1001 utilidades, vale a pena!

Beijos

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3 em Beleza/ Comportamento/ corpo/ Saúde no dia 23.06.2016

Vamos quebrar a ditadura da magreza?! Um bate papo com a Laila Coelho!

Hoje queria compartilhar com vocês um video super simples e despretensioso, mas sobre um tema importante que eu gravei com a Laila Coelho.

[No caso precisaremos relevar meu olhinho inchado de alergia e a carinha de cansada. hehehe]

Você já PENSOU na importância de DESCONSTRUIR a DITADURA da MAGREZA?

Já falei antes e repeti com a Laila: não existe condicionar felicidade, acontecimentos e alcançar metas ao corpo perfeito. Isso não é real, não funciona dessa forma. Emagrecendo ou não, malhando ou não, o que muda as coisas a sua volta é sua relação com você mesma, com sua segurança, sua autoestima e autoconfiança.

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Quase sempre a ditadura da beleza é muito perigosa e por isso precisamos falar sobre ela. Sobre a importância de você ter um corpo saudável, que te faz feliz e não que traz aceitação perante a sociedade.

Quem tiver algo de legal pra acrescentar pode se soltar nos comentários! :)

Beijos

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