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Beleza

6 em Autoestima/ Beleza/ Make-up no dia 12.07.2017

Padrão de beleza e maquiagem, um pensamento solto!

De uns tempos pra cá tenho pensado muito que maquiagem precisa ser uma ferramenta para nos libertar, para nos ajudar – se quisermos – a exercer a liberdade sobre nossa imagem, nos possibilitar ser mil versões e nos ajudar a encarnar cada versão de nós que pode ser interessante naquele momento.

Há duas semanas fui a uma aula de automaquiagem da MAC e o que eu levei de lá foram questões muito mais bacanas do que um lançamento, uma dica de olho esfumado ou uma cor de batom que será o “must have” da estação. A incrível Fabiana Gomes chegou quebrando a banca e indiretamente mexendo comigo desde o primeiro momento. Ela me fez pensar para caramba, me tirou da zona de conforto e desde então, estou num processo de mergulho interno refletindo sobre o que eu acredito que seja o que mais funciona pra mim, tomando mais consciência das minhas decisões de beleza, ainda que elas permaneçam as mesmas.

Você pode seguir a @f.a.b.i.a.n.a.g.o.m.e.s no insta

Logo de cara ela nos levou a tirar a maquiagem e eu fiquei vulnerável pela primeira vez nessa aula, Mal sabia eu que seria a primeira de algumas vezes. Mostrar minha acne, ainda que a pele esteja melhorando, não é algo tão fácil pra mim. Eu não estou em busca de uma pele perfeita, aliás, perfeição é um conceito que estou tentando manter longe de qualquer palavra que esteja ligada ao meu corpo como eu contei no post da tatuagem. No caso, eu faço muitos stories de cara lavada e vou à rua assim também, mas estar num ambiente de trabalho sem maquiagem foi difícil pra mim. Eu estou desde dezembro tão empenhada na minha automaquiagem que aquele momento não foi pessoalmente fácil, mas não foi isso que me fez pensar.

Logo de cara Fabiana trouxe questionamentos sobre a necessidade de uma pele tão pesada ou contornos tão marcados. De cara ela começou falando dessa pele tão rebocada que aparece diariamente em todos os perfis de instagram de beleza do mundo. Ela falou da necessidade de pararmos de achar que a maquiagem social precisa reproduzir essa pele sem poros, perfeita e com muitas e muitas camadas de produto e base de alta cobertura.

Não, ela não estava tentando vender produto. Aliás ela sabe que essa “moda” faz a marca vender mais e mais, mas no longo prazo nos aprisiona em novos padrões de beleza mesmo quando queremos quebrar padrões. Ela me fez lembrar da minha teoria de que no instagram só funciona o perfeito, até mesmo quem representa as minorias no instagram carrega muitos likes e comentários quando faz uma pele perfeita, uma maquiagem perfeita, um look perfeito, num cenário perfeito e numa foto perfeita. Ou seja, até para quebrar paradigmas nessa rede é preciso ter perfeição envolvida.

Nessa hora me deu um baque, será que precisamos fazer tanta pele? Será que essa vida de blogueira se desdobrou pra audiência e a gente está se acostumando com uma maquiagem de “instagram”, de casamento ou formatura na nossa rotina? Eu achei LINDA a proposta que ela deu de não usar base sempre, achei incrível o conceito de que não precisamos “corrigir” a pele de todo mundo igual e achar que todo mundo precisa parecer que não tem poros. Existem casos e casos, situações e situações.

Eu, minha pele oleosa e minha acne seguimos firmes e fortes no universo da alta cobertura, mas certamente vi valor nessa pele mais natural, nessa beleza toda mais simples porém iluminada e com uma pele cheia de viço. Com um preparo que cuida, hidrata e afins. Me deu uma sensação que mais importante do que mascarar nossa pele é entender dela, cuidar das necesidades dela e esses cuidados permitirão maquiagens cada vez mais bonitas, chiques e funcionais, não só perfeitas para uma foto de instagram.

Depois do assunto “vício das peles pesadas” fomos para uma reflexão sobre contorno de rosto. A Fabiana tocou num ponto importantíssimo. No ocidente estamos presas no novo padrão de beleza de “consertar” todos os rostos com contorno para deixa-lo oval, entendendo que existe um tipo de rosto certo, entendendo que ter um rosto que parece mais magro é o certo e criando mais um padrão na maquiagem que pode ser usado de vez em quando como um artifício, principalmente pra quem trabalha com foto e imagem, mas pode ser mais uma coisa “inofensiva” que está na nossa rotina para atendermos o padrão.

Nessa hora viajei nas minhas ideias novamente e refleti sobre o fato de que todo mundo diz que quer quebrar os padrões, mas muitas vezes ainda se pega muito preso a admirar apenas aquilo que atende a esse conjunto de regras do perfeito. Então eu falo que quero ver um mundo melhor, mas só vejo beleza naquilo que eu entendo socialmente falando como bonito. Em tipos de belezas usados de uma forma que deixem o corpo “certo”,  a maquiagem “favorecendo” e outras coisas simples, mas que vem cheias de mensagens subliminares de certo e errado.

Quando ela foi ensinar a fazer o olho eu já tinha me perdido, primeiro porque eu não estava nada familiarizada com essa tecnica, segundo porque eu realmente comecei a refletir. Eu amo o poder que eu sinto quando faço uma maquiagem poderosa, mas quero ir aos poucos transformando essa maquiagem em algo funcional, boa pro social. Na prática sempre tento fazer algo bacana, mas não dou conta de elaborar aquelas super makes de instagram.

As vezes a gente entra numas pirações que faz a gente esquecer que as necessidades de performance de uma maquiagem de desfile, casamento, fotos para uma revista, eventos de trabalho ou eventos sociais de uma maneira geral são diferentes. A Fabiana me levou a pensar e repensar sobre isso. Vou continuar usando o que eu gosto, o que me dá vontade, mas vou refletir sobre o quanto preciso ou não atender certas demandas externas, das pessoas ou do mercado.

Eu acho que a gente pode tudo, usar a maquiagem que quiser, fazer a versatilidade que der vontade no rosto, mas vale termos uma palavra chave: consciência. Podemos procurar ser cada vez mais livres. Desde esse dia eu parei de me contornar toda vez, parei de fazer cobertura pesada todo dia. Continuo gostando de uma maquiagem pesada mas quero escolher cada vez melhor que tipo de maquiagem usar pra cada situação. Na verdade, quero ir me livrando de qualquer aprisionamento que eu possa ter com essa ferramenta que eu gosto de usar pra evidenciar o melhor da minha beleza e não transformá-la em algo que ela não é.

Pra mim, maquiagem é sobre criar versões diversas da gente mesma, sobre se curtir e ajudar a se gostar no espelho. Acho que se a gente passa a levar a maquiagem de uma forma mais leve fica mais fácil deixar sobressair a nossa personalidade, jamais perdendo a nossa identidade.

 

Quem acompanha nossos stories viu que essa semana teve aula da @maccosmeticsbrasil no Rio, com a super @f.a.b.i.a.n.a.g.o.m.e.s! O melhor da aula não foram as dicas de MAKE, pra mim foram os questionamentos sobre o padrão de beleza ocidental que vem impondo (sem a gente notar) um tipo certo de contorno e afins! Amei os questionamentos e espero transforma-los em post! No entanto vou falar de outra coisa, dos presentes que ganhei (e de fato amei, já coloquei pra uso) + as compras que fiz com os 30% de desconto que ganhamos no dia do evento. Presentes : AMEI a fragrância do perfume #velvetteddy, ganho sempre perfumes que não amo, esse eu adorei! Ganhei exatamente o blush que a @gabihmachado me indicou pra contorno (HARMONY), ainda não usei, mas aposto que vou amar. O prep+prime de lábios, já tinha tido e gostado. E A ESTRELA DA FESTA, a paleta de sombras COPPERDELUXE, mais a minha cara impossível. Compras: iluminador DOUBLE-GLEAM, o segundo iluminador Soft & Gentle da minha vida (sim, acabei com um em UM ano) e outra dica da Gabih, o FIX+ (embalagem de viagem). #belezanofuti Eu amei a aula, o convite, os pensamentos propostos e os presentes @laisbemerguy e @indexassessoria! Muito muito obrigada! <via Jô>

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Obrigada MAC e Fabiana Gomes, além de produtos sensacionais, vocês me deram muito no que pensar, refletir e diversificar na minha maquiagem.

1 em Autoestima/ Beleza/ corpo/ Destaque no dia 11.07.2017

Tatuagem, autoestima e o meu bloqueio…

Semana passada eu fiz um post no grupo do PAPO SOBRE AUTOESTIMA no facebook e foi tão elucidativo que me vi com vontade de escrever sobre isso aqui no blog. Vamos falar de tatuagem e autoestima?

Nesses 7 anos e meio de Futi eu acho que nunca contei pra vocês sobre minha enorme vontade de fazer uma tatuagem. Como assim, Jô? Explico, esse tópico é muito sensível pra mim porque como uma boa libriana tenho dificuldade de escolher em meio à tantas vontades, principalmente se for algo irreversível. No meu caso, isso é um pouco mais complexo pois envolve corpo e autoimagem, que são tão delicados pra quem já teve algum transtorno alimentar, pra quem já distorceu o reflexo por anos no espelho. Em linhas gerais, pessoas com transtornos alimentares supervalorizam a importância do corpo e da imagem, o que pode levar a uma espécie de obsessão na qual a sociedade atual ajuda muito! Provavelmente a mídia, a moda e o padrão “imposto” é que criam essa realidade que gera o problema, mas esse é outro assunto.

E o que isso tem a ver com tatuagem? No meu caso quase tudo. Vou explicar minha mais nova teoria: Acho que nunca tive a coragem de me tatuar por uma espécie de preciosismo, uma mania de coisas perfeitas. No entanto a grande pergunta é: Existe tal coisa chamada perfeição? O perfeito hoje pode não ficar tão perfeito em 20 anos e isso faz parte desse movimento de ter uma “marca” eterna no corpo.

uma das tatuadoras que estou de olho: @luanaxaviertattoo

No ato de refletir sobre o que me deixava inerte, me surpreendi novamente ao ler as respostas das meninas do grupo: a maioria disse que mesmo não achando suas primeiras tatuagens tão bonitas atualmente, os desenhos fazem parte de quem elas são, das suas histórias e da sua autoestima.

Se eu já era exigente comigo no reflexo, imagina desenhar “nesse papel” que passou seus primeiros 28 anos de idade acreditando que precisava ser perfeito aos olhos da sociedade e aos próprios olhos?

Agora aos 30 – quase 31 – começo a achar que muito do que me paralisou até aqui foi o medo de não atender ao meu próprio IDEAL DE PERFEIÇÃO imaginário. Não tenho medo do julgamento externo, mas parece que é preciso acertar 100% internamente e não dá para ter esse controle dado que envolve escolher “a tatuagem”, o tatuador e o lugar do corpo.

Na terapia corporal descobri que a tipologia do meu corpo é bastante conectada ao que acontece nele e bem obcecada com a aparência. Por isso, tenho trabalhado muitas questões diretamente no corpo com o intuito de me livrar desse ideal de perfeição e tenho tido o resultado mais efetivo da minha vida, com calma, com eficácia. Tudo isso fez bastante sentido se levarmos em conta tudo que eu acreditei ser verdade sobre eu mesma por tantos anos.

outra tatuadora que tem feito meu coração bater mais forte: @mabiarealtattoo

Agora eu começo a trazer tal acolhimento e amorosidade pra mim mesma, abraço a coragem de ser imperfeita e por isso, a vontade de fazer essa tatuagem tão simbólica só cresce. Porque mesmo que não seja ideal, vai ter o significado que eu quero, por isso preciso ter um olhar menos rígido e me jogar no feeling de escolher o que eu quero fazer, onde quero fazer e com quem farei (sou 100% alucinada por tatuagens delicadas de traços finos, há anos).

Depois de tudo que ocorreu na minha cabeça, li cada um dos comentários do grupo novamente, descobri coisas novas e importantes pra mim que ajudaram na preparação para a tomada de decisão do desenho, palavra ou frase.

Se antes eu só pensaria em fazer em lugares magros do corpo, hoje não é mais assim. Antes onde tenho dobras e gorduras nunca seria uma opção. Hoje não faz a menor diferença, quero fazer onde me der vontade. É libertador pensar que pode ser em QUALQUER lugar. O que dificulta, porque abriu novamente todo o leque de possibilidades de lugares.

Todas falaram pra pensar no lugar primeiro, imaginar a “coisa” ali e partir para as outras tomadas de decisão. Assim sendo, resolvi que vou seguir o conselho, apesar de ter plena consciência que minha decisão vai acabar sendo meio impulsiva, se não sempre arrumarei motivos para não fazer.

No grupo entendi que pra algumas mulheres tatuagem é apenas sobre um adorno, algo bonito para estar no corpo. Achei incrível, porque jamais me ocorreria isso, pra mim tudo que passa na cabeça provem de significados profundos e importantes pra mim, tem a intenção de marcar uma era, uma virada, uma sensação ou uma situação. Sempre foi isso ou a ideia de me lembrar no corpo de algo que nunca posso esquecer.

Eu, que sempre quis palavra ou frase, ando desejando desenho. Eu que sempre jurei que seria micra e delicada, ando querendo algo maiorzinho. Eu que nunca achei que algo delicado me travava, vi que essa minha minha já antiga mania por um corpo ideal, perfeito em todos os detalhes, me prendeu mais do que eu imaginava. Me limitou mais do que eu acreditava. 

por último, mas não menos lindo, o trabalho da @mariainktattoo

Depois de ler tantas coisas fiquei com a certeza de que o que eu decidir não precisa ser perfeito, precisa ser MEU. Precisa me simbolizar algo bom, me inspirar e me lembrar do que não quero esquecer. Não haverá unanimidade, nem mesmo precisarei olhar com rigidez, só com amorosidade e acolhimento mesmo. Como em tudo que falamos no #paposobreautoestima.

Acredito que pra mim, como muitas, a primeira tatuagem terá uma ligação direta com a minha autoestima. Aliás, acho que todas terão, então espero que essa relação seja positiva de alguma forma, que simbolize essa nova fase de consciência comportamental e corporal, dessa minha nova consciência como unidade. 

Beijos

Jô

Ps: Quem me apresentou essas 3 tatuadoras foi minha amiga @ninaribeiro do Modices.
5 em Beleza/ Make-up/ pele no dia 29.06.2017

Acne e a importância da base de alta cobertura!

Eu estou num processo de melhora com a minha acne! Quem leu minha história aqui sabe que eu revivi um dos maiores pesadelos da minha juventude e dessa vez não foi tão pesado assim, eu consegui redimensionar boa parte do desespero e me vi muito orgulhosa de enxergar o problema de forma prática e objetiva, eu vi a questão no tamanho que ela tinha, nem maior, nem menor. Modéstia a parte, isso me deu uma sensação enorme de orgulho, pois aos 18 eu fiquei meses sem querer sair de casa com o rosto deformado de espinhas. Jamais pensei que passaria por isso de forma tão madura. O foco de me manter equilibrada foi muito importante nesse caso. 

Parte da minha tática para acalmar a mente e não deixar os traumas de adolescência tomarem conta de mim foi: eu sabia exatamente o motivo pelo qual isso estava acontecendo, era hormonal. Nem eu, nem nenhuma das minhas médicas poderia fazer nada a respeito da pele se não resolvêssemos a questão dos hormônios. Produtos ajudariam? Sim, claro, mas tratar o que estava acontecendo dentro era o mais importante.

Eu mudei um tratamento clásssico (e bem bom) que eu fazia pro SOP porque eu queria enfrentar um cisto de uma forma diferente, além da vontade de regular minha menstruação, coisa que não acontecia com o remédio que ajudava na pele. Ela vinha, mas sem data, época e hora. Depois da homeopatia eu me vi 100% regulada, longe dos costumeiros antibióticos e corticóides de garganta, cuidando de forma mais leve das minhas questões internas. Infelizmente ao ir testando quais medicações deveriam ficar ou sair da minha rotina eu tirei uma que ajudava muito na questão do SOP (já que não tomo e não quero voltar a tomar anticoncepcional). De lá pra cá fizemos muitos testes, muitas medicações homeopáticas me ajudaram a colocar tudo pra fora e chegamos a um meio termo que está me deixando muito feliz e otimista.

A acne começou a secar, os remédios estão funcionando de uma forma muito legal e eu estou aprendendo a lidar com meu corpo num tratamento bacana de consciência corporal que estou fazendo. Eu já venho entendendo como a pele se manifesta em resposta a meus hormônios e comportamentos, isso é muito interessante, mas não conseguirei explicar aqui (não ainda)!

Entender os motivos do problema e ter 3 médicas 100% conscientes de tudo e de todas as alternativas me fez ficar tranquila, tinha certeza que daria tudo certo no final. Ainda não cheguei no final, mas as melhoras são evidentes. Isso me ajudou muito a levar com uma certa leveza mesmo os piores momentos, mesmo aqueles em que meu rosto estava coberto de espinhas internas inflamadas que doiam (esses dias eram os piores, fato)!

No entanto eu estaria sendo MUITO injusta se eu não dissesse que parte da capacidade de segurar minha autoestima boa em meio a crise foi a MAQUIAGEM. Eu aprendi alguns truques com a minha amiga Nath Barros e segui me aperfeiçoando, quando eu vi: aprendi a fazer uma cobertura muito maior/ melhor pro meu caso, aprendi a dar evidência pra outros pontos da make e quando eu parei pra notar, minha make-up estava me ajudando muito a passar por esse processo, que quem acompanhava meus stories ou me via sem maquiagem sabeia que estava acontecendo.

O ponto alto para ajudar com a ACNE foram as bases de alta cobertura! Eu sabia da importância da pele respirar, cuidava direitinho com todos os produtos maravilhosos da minha rotina (obrigada Blemish pela graça alcançada), mas na hora de sair eu precisava de algo que me fizesse não lembrar daquele problema, que me tirasse daquela realidade e me ajudasse a enxergar a Joana, além daquela questão.

Quais foram os produtos que me salvaram? Eu conto: algumas bases, todas sendo usadas em quantidades maiores (mesmo). Aprendi a aplicar uma camada de “reboco” com a beauty blender e para isso eu passei a usar muito mais produto do que antigamente. Já que eu estava demandando muito mais produto, passei a usar as mais baratas mais vezes e assim fui pegando gosto por dois produtos nacionais que chamaram muita atenção, apesar de eu ter conseguido o mesmo resultado com produto importado, a única questão nesse caso foram as quantidades mesmo e a demanda de estar sempre com uma pele “bem feita”.

Quem acompanha meu stories sabe que eu usei demais as bases da Quem Disse Berenice e da Vult, a da Chanel eu só me joguei na minha quando a nova chegou. Desde então consegui terminar com essa e deixei a nova fechadinha. A grande surpresa foi: o produto nacional deixou de ser algo que eu achava bom pra rotina, passei a usá-lo em casamento, festa bacana e evento importante. Quando eu me dei conta eu percebi que tem muita muita muita coisa no Brasil que eu quero usar mais, experimentar mais.

QDB: a base de alta cobertura da Quem Disse Berenice foi post no blog, tem mais de um ano que eu uso muito ela e gosto. Essa base fica com um acabamento bonito e mate, porém natural. Ela não tem tantas cores quanto a da Vult, mas foi a primeira base daqui que fez meu coração bater bem forte. Ela dura bastante comigo, apesar de uma crítica geral ser que ela não dura tanto. Eu não tive esse problema. Em um ano eu estou na terceira, ainda que não esteja mais usando ela todos os dias. Para ver as cores você pode vir aqui no site. 

Ponto alto: cobertura e naturalidade.
Dica: para maior cobertura usar a esponja úmida.

Vult: Algumas amigas que gostam bastante de make-up me recomendaram dar uma chance pra Vult e desde então não tenho me arrependido. O produto que mais uso deles sem dúvida alguma é a base líquida HD de alta cobertura. Indubitavelmente eu posso falar que esse foi o produto que mais me acompanhou durante a crise de acne. A durabilidade dele é maravilhosa (okay que uso fixador todo dia, mas uso com todas desde que estou com essa questão), a cobertura é mesmo alta conforme promete, o custo benefício é sensacional e foi o que melhor disfarçou as minhas espinhas. Com a quantidade de produto que eu aplicava e o acabamento da esponja úmida posso dizer que em vários momentos ela não ficou tão natural, mas ai não estamos falando do produto em si e sim da forma como eu utilizei para contornar uma questão.

Eu com uma baita crise de acne disfarçada na cobertura dessa base.

Apesar de eu pesar nas mãos das quantidades ela durou bastante, escolhi uma cor de verão e outra de inverno e em meio as muitas opões de cor (acho que são 16) eu descobri duas variações que funcionam pra mim: R10 e R05. Não sei se seriam as que um profissional me indicaria, mas são as que eu to usando e abusando feliz.

Ponto alto: super cobertura e versatilidade (entregando resultados diferentes de acordo com o acabamento).
Dica: quem está com acne e vai usar em quantidade pode não encontrar melhor custo benefício do que esse.

base Chanel:  A Perfection Lumiere Teint Fluid é para mim a melhor base cara que eu já usei para pele oleosa. Já tive a versão da cor errada, mas depois que acertei a cor passei a amar esse produto. Já foi item de uso diário, hoje não é. Eu adoro a cobertura, acho que dá para conseguir algo mais pesado ou natural de acordo com a quantidade de produto utilizado e o aplicador escolhido. Eu não viveria sem ele? Não, mas ao mesmo tempo eu não tenho recorrido tanto a essa base. Perdeu a obrigatoriedade de ser usada em casamento e evento de trabalho, hoje eu realmente uso quando me dá vontade, sabendo que em dias que a pele está com mais espinhas vou usar mais o produto e pode não ser um custo benefício tão legal.

Adoro a naturalidade dessa base, já usei uma até a última gota e no meu caso isso significa obrigatoriamente que eu gostei do produto. NUNCA termino algo que não amo.

Ponto alto: ótima pra ele olesoa, cobertura maravilhosa e naturalidade. Também acho um produto versátil, mas para alguns resultados não justifica a quantidade de produto que será usada.
Dica: usar com diferentes aplicadores para sentir o quanto ela pode variar na entrega que faz, mostrando assim que ela atende a várias demandas. Ficar atenta que certas cores só estão disponíveis para alguns países.

No site do Brasil não achei com esse nome, mas achei parecida! 

Essas são as 3 bases que me auxiliaram a dar uma segurada positiva na minha autoestima durante a crise de ACNE, assim como a esponja da Beauty Blender. Que eu lavo com o sabonete da marca para deixar ela limpinha e sem bactérias. Esse produto quando umedecido me entrega o melhor acabamento que já vi, sou viciada e sem esponja para base eu não fico mais.

Sim, eu pago feliz 20 dólares numa esponja, afinal ela mudou minha relação com o acabamento de base.

Assim sendo, quis compartilhar com vocês e perguntar quais são as bases de alta cobertura para peles oleosas que vocês recomendam!?! Pode ser barata ou cara, nacional ou importada. Só quero saber quais eu devo testar buscando um bom resultado.

Acredito muito que minha pele está em fase de melhora, mas como meu corpinho me dá um susto de vez em quando, tenho que estar sempre preparada para lidar com isso.

Aliás, estou achando que vou falar de todos os produtos que me ajudaram nessa fase, além das estratégias da minha Dermatologista Dra Vanessa Metz, que funcionaram muito bem também.

Beijos