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Autoconhecimento

6 em Autoconhecimento/ Autoestima no dia 09.02.2017

E se a gratidão for a melhor chave para abrir suas portas?

Outro dia eu fiz um post diferente no grupo que temos para falar de autoestima e postei um vídeo que fala do poder da gratidão. Não sei se os fatos mencionados são verídicos no que diz respeito a bioquímica do corpo. No entanto, se eu levar em conta minhas experiências nesses meus 30 anos de vida, eu acredito no que diz esse vídeo. Pra mim é muito claro que quanto mais eu me torno consciente de mim, mais me conecto comigo. Logo, quanto mais me conecto com minha essência, mais sou grata por tudo que acontece na minha vida e assim, em meio a um mar de gratidão, minhas portas se abrem. O que eu vibro, sonho e desejo de alguma forma – as vezes literal as vezes não – se realiza. 

Se é uma questão comprovada na neurociência eu não sei, mas eu acredito no efeito prático dessa mudança de ponto de vista, dessa mudança da forma de viver as coisas. Nesse caso, a gratidão não deve ser vivida de uma forma tão mental, mas sim sentida genuinamente no coração. 

Quando eu postei o vídeo no grupo mencionei que foi enviado por uma amiga, mas não disse qual. Nem diria, até que ela me pegou de calça curta, me inspirou de novo e eu acabei achando legal dividir toda essa reflexão com vocês. Gratidão pode até ser a nova pose de Yoga das fotos de instagram, mas isso não diminui o poder desse sentimento.

A Bia, minha amiga que me mandou esse vídeo, me passou o link enquanto conversávamos sobre a importância de se conectar com o positivo, de se mexer para realizar sonhos e sobre a importância de mantermos a nossa essência.

Dias depois do primeiro link, ainda com essa coisa da gratidão na cabeça, a Bianca me falou para eu assistir outro video, agora dela. Dito e feito. Terminei emocionada, só que pelos motivos mais impensados.

Por que eu me emocionei? Porque eu senti de outro jeitinho – e por outros motivos – o que ela sentiu. Eu poderia dizer que chorei porque estava na estréia da peça ou por ter estado em alguns momentos importantes do ano dela, mas não seria verdade. Minha emoção não veio só pelo orgulho ou sentimento pela amiga que conquistou tanto. Minha questão com esse vídeo foi minha, ele me tocou pela minha história. Se eu tivesse que resumir 2016 em uma palavra, ela também seria GRATIDÃO. 

Como eu sei disso? Dia 30/12/2016 eu postei esse texto no meu facebook pessoal:

{ Operando no modo de gratidão }

Faltam 24 horas para 2016 acabar, mas mais do que isso me faltam palavras para agradecer esses 366 dias e todo o aprendizado que tive.

Todo amor, desamor, encontro, desencontro, trabalho e projeto que me trouxe aqui. Toda ferida que doeu, todo o trabalho de cura feito a partir da nova consciência e do autoconhecimento. TUDO é motivo para agradecer. As coisas mais difíceis trouxeram lições e informações ao meu respeito que eu jamais teria acesso dentro da zona de conforto. Tenho tanta coisa pra melhorar para poder viver de forma plena a minha essência, mas ter consciência é o começo, o primeiro passo.

Não foi fácil ser a Joana de 2016, mas foi engrandecedor. Ela tem novos parâmetros de tudo. Uma nova autoestima pra uma nova mulher que parece que ganhou o mundo ao fazer 30 anos.

Me sinto um processo público de transição, tentando com muito amor próprio, acolhimento e segurança viver o melhor de hoje. Tentando compartilhar o aprendizado e levar o que faz meu coração pulsar para outros corações. Nem sempre consigo, mas estou sempre tentando. Hoje eu sei que vou falhar em algum momento, não tem como dividir a vida como eu faço e acertar em tudo.

Em 2016 abri mão de quem oferecia pouco, me afastei de quem cortava minhas asas e abracei quem me mostrou novos parâmetros de amar e ser amada. Eu escolhi andar sozinha por alguns caminhos, mas nem por um segundo deixei de ser grata pelo que foi vivido nessa estrada. Cada amiga nova, cada amiga antiga que somou, cada pessoa que me deu a mão ou um abraço. Sou grata por cada um que abraçou meus projetos, só a força do coletivo nos traria até aqui! 🙏🏼 cada ser humano que trouxe algo de bom pra mim inspira a gratidão que sinto agora.

Cada feedback inesperado desses novos caminhos me dá forças para acreditar num 2017 melhor.  ❤️  meu coração se renova nos novos planos de DEUS pra mim. Os novos caminhos parecem iluminados, como pede meu colar que uso todos os dias.

O universo é uma perfeita conta matemática onde a gente atrai o que transmite.

Não tenho uma vida perfeita, nem quero, mas estou me construindo de um jeito que gosto e isso é motivo de alegria no último dia do ano! Posso até estar colando os caquinhos do meu coração por ter apostado alto num jogo sem muitas chances de ganhar, mas isso não define minha jornada. Eu joguei, eu perdi e sai da mesa, mas até por isso eu sou grata! Todo o aprendizado é importante pra caminhar para um despertar de consciência. 🙌🏼

A reviravolta de janeiro para dezembro foi inesperada até mesmo para a maior das Pollyanas, eu sou só gratidão!
Muita gratidão.]

Meus caquinhos já foram colados, muita coisa já mudou, mas a sensação de gratidão pelo que aconteceu de bom e ruim no ano passado continua.

Acredito fielmente que tamanha gratidão esteja abrindo boa parte dos meus caminhos. O primeiro vídeo, o vídeo da Bia e meu texto me inspiram a acreditar piamente nisso. Acredito que podemos ter gratidão por termos sido versões tão diferentes de nós mesmas, podemos sentir gratidão por sermos exatamente quem somos hoje ainda que precisemos fazer muita coisa pra cuidar de nós e melhorar.

Muita gente me pergunta como eu venho mudando minha vida, a primeira palavra que vem à mente é CONSCIÊNCIA. Acho que essa expansão de consciência de quem eu fui, eu sou e quero ser me leva a sentir tanta gratidão verdadeira no meu coração.

Não custa nada tentar provar empiricamente que a gratidão poderá me ajudar a plasmar meus sonhos aqui e agora. Tenho sentido uma força motora que me ajuda a materializar tudo que é para ser nesse momento, pode ser que essa gratidão seja parte desse combustível. Na dúvida, achei melhor plantar a sementinha pra vocês também.

Esse texto foi bem sem sentido, né? Também achei, mas fiz porque estava com vontade. 

Beijos

Jô 

16 em Autoconhecimento/ Autoestima/ Destaque/ maternidade no dia 06.02.2017

Maternidade e egoísmo

Eu sou filha única. Apesar de já ter ouvido de muita gente que eu não sou mimada para quem é filha única e saber que eu tive uma ótima educação dos meus pais, acho que é mais do que normal eu ter alguns episódios de egoísmo que provavelmente alguém que cresceu com irmãos não terá. Isso nunca me afetou em nenhum relacionamento, por isso me peguei assustada com o quanto me descobri egoísta depois que virei mãe.

Já falei aqui, né? O que mais dói na maternidade é o quanto você passa a se conhecer e se conscientizar. Você descobre não só as suas forças e se admira com elas mas também leva vários tapas na cara dos seus defeitos. E foi assim que eu descobri que eu era egoísta pra caramba – e fiquei num impasse. Será que esse egoísmo queria dizer que eu sou uma pessoa ruim? Uma mãe ruim?

Para exemplificar, vou começar do primeiro momento que a ficha caiu: a amamentação. Contei para vocês que eu tive muita dificuldade para amamentar e em um dado momento isso me trouxe uma crise de ansiedade que me deixou realmente mal. Depois que fiquei sabendo que dificilmente conseguiria alimentá-lo exclusivamente, aconteceu minha primeira briga interna: Insisto em tentar dar o peito mesmo sabendo que aquele momento não estava gerando uma troca saudável tamanha a angústia que eu estava sentindo ou cuido de mim e começo a ordenhar meu leite e dar na mamadeira? Decidi cuidar do meu psicológico, que estava ficando cada vez mais estranho, e aquela foi a minha primeira grande decisão “egoísta” na maternidade.

Depois vieram outros momentos que me fizeram questionar o quanto esse sentimento estava sendo prejudicial. Coisas como a minha falta de vontade de deixar de trabalhar para focar em ser mãe em tempo integral, minha irritação quando eu passava um dia em função do Arthur e não conseguia cuidar de mim ou até mesmo quando ficava chateada de ter que sair mais cedo de algum lugar (cheio de pessoas sem filhos, claro) que estava ótimo porque no dia seguinte tinha que acordar cedo.

Até que um belo dia, conversando com uma das mães maravilhosas que estão ao meu redor, percebi que a maioria chegou em uma conclusão muito simples e quase óbvia, mas que mudou minha vida: “Carla, você tem que estar bem para cuidar bem do seu filho”. Juro, quando absorvi essa frasezinha parece que minha vida se iluminou.

Óbvio que ela não é um aval para eu esbanjar egoísmo por aí, até porque esse nunca foi um comportamento que eu nutri (tirando com comida, sou tipo Joey doesn’t share food), mas ela foi essencial para que eu passasse a ser menos cruel comigo mesma quando eu percebia que estava tendo pensamentos e sentimentos egoístas.

Antes de virar mãe eu escutei vários conselhos, poucos muito valiosos, muitos que me assustaram e alguns que iludiam. Um desses é o lugar comum de que quando você tem um filho você descobre a maravilha que é se doar por completo. Hmm, sim mas nem sempre. Já pararam para pensar como essa ideia sobre maternidade pode gerar muita frustração?

No meu caso, me frustrei demais justamente porque eu estava esperando me tornar uma pessoa altruísta e 100% focada naquele bebê lindo e saudável que estava na minha casa. Jurava que ser mãe era se botar em segundo plano totalmente e que isso era algo que todas as mulheres do mundo aprendiam a lidar. Aí o Arthur chegou e eu vi que não conseguia me anular, vi que eu tinha outros interesses, outras vontades e necessidades que não queriam ir embora só porque eu virei mãe. É claro que faço tudo pelo Arthur, amo ele mais que o mundo, mas descobri que se eu não fico em primeiro lugar em alguns momentos, eu não consigo ser a mãe que eu gostaria de ser.

Hoje já não me culpo mais se eu não consegui amamentar, não me sinto uma péssima pessoa quando eu dou graças a Deus que ele foi dormir (mas duas horas depois eu já to com saudades rs) ou acho que sou a pior mãe do mundo porque o maior desejo que eu tenho atualmente é tirar férias sem filhos. Se isso é ser egoísta, então to sendo com orgulho.

Eu e Guitar Hero, amor verdadeiro há alguns bons anos e que me fez sentir tão bem enquanto jogava. Me reconectei com a Carla de 20 e pouquinhos, que ainda namorava, estudava e não tinha filhos nem grandes preocupações ou responsabilidades – e foi tão delicioso! <3

2 em Autoconhecimento no dia 06.02.2017

Os 10 lugares onde mais me conectei comigo mesma

Eu sou libriana e várias vezes escolher é uma tarefa muito difícil pra mim. Dito isso, outro dia me perguntaram qual era o lugar onde eu entrei em maior conexão comigo mesma e eu gelei: logo eu, uma buscadora de mim e colecionadora de lugares, tinha que escolher UM lugar que tivesse mexido comigo? Impossível.

O que eu fiz? Uma lista.

O que eu fiz com essa lista? Nada até o momento, quando resolvi transformá-la em um post.

A fazenda – Cantagalo – RJ | BRASIL 

Eu diria que o primeiro lugar onde eu me conectei comigo (e me lembro) foi a fazenda do meu avô (tio avô na verdade) em Cantagalo. Minhas memórias da infância por lá são tão maravilhosas que não importa quantos países do mundo eu venha a conhecer, aquele ainda é um dos lugares que mais amo na vida, o que sempre me faz chorar e me permite uma conexão sem igual com minha essência e minha infância.

Sendo sincera tem uma dose de melancolia na coisa como um todo. Quando entro na casa fechada sinto um vazio tão grande quanto o da própria casa e enquanto caminho pelos cômodos revejo cenas da gente correndo por todos os lados numa felicidade sem igual. É mesmo um carrossel de emoções, uma saudade, um vazio e um amor.

Laranjeiras – Rio de Janeiro – RJ | BRASIL 

Eu fui nascida e criada em Laranjeiras, sou viciada na vista verde e entusiasta de morar no bairro pra sempre (apesar de eu estar trabalhado dentro de mim que existe a possibilidade de um diaeu não morar mais aqui). É curioso como nem de longe o bairro é o lugar mais nobre do Rio de Janeiro, mas pra mim não há nada igual. O sentimento de lar está por aqui e eu gosto disso.

Eu tenho sonhos de todos os tamanhos aqui na rua. Desde o apartamento de quarto e sala no qual queria morar amanhã até o apartamento maravilhoso, enorme e de pé direito super alto onde gostaria de morar quando mais próspera. O apartamento dos meus sonhos é um escândalo e como sonhar grande ou pequeno requer o mesmo esforço, acredito piamente nessa possibilidade.

É curioso a conexão que eu tenho com a parte do bairro onde vivi a maioria da minha vida.

Não venha você me falar sobre Laranjeiras não ter praia, não ter uma academia maravilhosa ou muitos lugares de lazer. Eu sei de tudo isso, respeito (com a parte da academia eu implico), mas eu moro há 30 anos na mesma rua – mesmo que em endereços diferentes – e tenho todo um carinho pelo lugar. A área me diz muita coisa sobre mim.

Floresta Amazônica, perto de Manaus – AM | Brasil 

Passamos dessa coisa da infância? Ótimo. Se eu fosse fazer algo cronológico eu teria que passar por Nova Iorque no ano 2.000. Aos 14 eu fui pra lá e mudei tudo que eu esperava da minha vida. Talvez eu também tivesse que falar de 2004, quando eu fui pra Tóquio e mudei mais uma vez todos os meus planos aos 17, inclusive o de carreira. No entanto não farei nada disso e irei direto ao ponto mais sensível para o meu emocional: a Amazônia.

Eu chorei todos os dias em que estive na selva. Eu meditei, eu agradeci, eu nadei, eu ri e  fiquei chocada… Eu já disse que chorei? Gente, imagina um ser humano realizando um sonho? Era eu na floresta Amazônica. No hotel de selva, no passeio de barco e em tudo que fiz em Manaus (tem o post 1 e o post 2 aqui).

Eu brinco que tinha dois SONHOS: conhecer a Amazônia e conhecer Noronha. Assim sendo, minhas expectativas pra Noronha só cresceram porque a Amazônia foi mais especial do que qualquer sonho prévio. Eu me conectei comigo de uma forma inesquecível. 

Chapada Diamantina – RJ | BRASIL 

Meditando na Chapada Diamantina

Se o critério for autoconhecimento e conexão com o eu superior, sem dúvida eu posso dizer que toda minha vida mudou em 4 dias na Chapada Diamantina em 2015. No entanto, não acho que foi A CHAPADA em si, acho que foi meu grupo de meditação, a metodologia das viagens da escola e os amigos que fiz ali. Foi uma experiência totalmente transformadora e iniciática pra mim, ou seja, o tempo passou de uma forma inexplicável. Tudo rolou de tal forma que eu nunca vou saber se foi o lugar, se foi a proposta ou se foram as pessoas. Eu só sei que me conectei comigo de uma forma muito profunda e desde então estou buscando esse tipo de conexão em todo lugar que vou.

Também tem post sobre a viagem aqui.

Paris | França

Uma das primeiras crônicas que escrevi no blog conta das minhas várias versões que foram a Paris, eu acho que nada que eu escreva aqui vai fazer justiça a esse texto, que por si só explica minha conexão com esse lugar, que clichê ou não, sempre me faz viver as melhores surpresas, seja uma aventura, um descobrimento, uma paixão de um dia e meio com um desconhecido ou dias maravilhosos na companhia da minha mãe ou da minha melhor amiga.

Eu sempre terei Paris, nas minhas mais variadas memórias.

Vale do Matutu – Aiuruoca – MG | Brasil

Sabe aquele lugar onde você não usa internet, luz elétrica e não se comunica com o mundo exterior? Então, é isso que eu faço quando vou pro Vale do Matutu em Minas Gerais. Lá eu me proponho (nem sempre consigo) um mergulho pra dentro que mexe comigo e assim como aconteceu na Chapada, não sei dizer se o lugar que é mágico ou a proposta de desintoxicação da mente, corpo e alma é que é forte.

Istambul – Turquia

Apaixonada por essa cidade!

Eu fiz muitos posts sobre a minha viagem a Turquia e continuo dizendo que Istambul é uma das cidades mais fantásticas que eu já vi na vida. A mistura do Ocidente e o Oriente, do antigo com o novo, até as misturas de referências religiosas entre o islamismo e o cristianismo. Me lembro de ter me emocionado em vários lugares, conheci a cidade de uma forma bem bacana e não esqueço de uma hora que eu estava andando em Ortakoy e na mesquita tocou o chamado de oração. Não era um lugar tão turístico, era de verdade e eu me arrepiei inteira. Foi simples, mas foi muito forte pra mim. Eu passei o resto dos dias fazendo mil e cem perguntas sobre as crenças religiosas do lugar, buscando levar comigo o máximo de aprendizado sobre esse mundo “novo” pra mim.

Todos os posts da Turquia estão aqui.

Nova Iorque – Estados Unidos da América

Eu vivo uma relação muito doida com a cidade, tem hora que acho que é um dos meus lugares favoritos do mundo, mas também tem hora que eu não amo tanto assim. Fato é que eu sou uma entusiasta de um setembro em Nova Iorque e agora que parte dos meus maiores amores moram lá, mais do que nunca tenho vontade de voltar…

O grande lance é que mesmo nas visitas pessoais, a trabalho, pré e pós blog, eu sempre me conectei com algo de curioso na cidade. Não com os lugares óbvios, mas com os lugares que mexiam comigo. Eu descobri minha paixão por viajar na minha primeira visita à cidade e de forma muito curiosa e até mesmo inesperada, todas as vezes que eu voltei mexeram comigo.

Mykonos – Grécia

As primeiras duas horas que passei em Mykonos foram determinantes para eu descobrir o tipo de TURISMO que me faz DESCANSAR. Mudei todos os planos de férias da vida desde que pisei naquela ilha. Foi algo arrebatador, nunca me senti tão feliz num lugar antes. Desde então eu conheci lugares mágicos como Santorini, Bodrum e Capri. Tudo depois que Mykonos me trouxe um novo referencial de férias. Uma parte do meu coração quer voltar, a outra parte quer ir sempre pra novos destinos de praia e descobrir se outros lugares vão mexer comigo como aquela ilha tão sensacional.

Sempre que me perguntam algo como se você ganhasse na loteria amanhã, pra onde você ia? Eu sempre falo: se for de junho a setembro? Mykonos! <3

Buenos Aires – Argentina

Curioso que eu gostava de Buenos Aires, mas não tinha me apaixonado antes dessa visita no último mês de dezembro. Escrevi um texto que reflete muito do que eu achei sensacional sobre o lugar. Eu vivi uma experiência tão gostosa de liberdade, conexão, alegria e diversão que nem saberia começar a explicar. Curioso como a viagem que escolhi fazer apenas para mudar de ares me deu tão mais do que isso.

No fim me deu aquela vontade doida de voltar no ano que vem, de curtir uma primavera por lá de novo e me propor essa leveza gostosa que senti em Buenos Aires.

Verdade seja dita, todos esses lugares me trazem ou trouxeram uma leveza misturada com liberdade que me possibilita caminhar a passos largos com direção ao autoconhecimento. É curioso como quando eu embarco numa viagem para conhecer um destino muitas vezes eu volto me conhecendo mais. Viajar faz bem pra minha alma, faz bem pra minha autoestima. Pode ser pra o país mais longe do outro lado do mundo ou pra fazenda a 200 km de casa. Não importa tanto o destino, importa o que eu vou sentir.

Beijos

Jô