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camilla estima

0 em Autoestima/ Saúde no dia 24.03.2017

Camilla Estima + Daiana Garbin batem um papo sobre dietas!

A nutricionista comportamental Camilla Estimacolunista do futilidades, bateu um papo com a Daiana Garbin, do canal no youtube Eu Vejo. Ela falou dos pontos abordados naquele texto que ela escreveu aqui, sobre a influência das blogueiras fitness.

Os vídeos tocam nos pontos que Camilla trouxe de maneira bem interessante e achamos que valia compartilhar com vocês aqui no blog:

 

Acho legal pararmos pra pensar sobre isso, todas nós!

O que vocês acharam?

Beijos

5 em Autoestima no dia 30.05.2017

#paposobreautoestima e um registro fotográfico emocionante

Esse post deveria ser um texto sobre o primeiro #picnicdopapo no Rio de Janeiro, mas ele vai acabar sendo mais do que isso. Acredito que esse post vai ser sobre o registro fotográfico do nosso terceiro grande evento carioca do grupo “um papo sobre autoestima por futilidades“. O primeiro foi a pool party, o segundo um bloco surpresa com a Preta Gil no carnaval com a BOA e agora nos reunimos para fazer um piquenique carioca, inspirado no primeiro feito em São Paulo no fim do mês de abril.

Esse post era para conter muitas palavras e explicar através delas o que aconteceu no sábado dia 27 de maio de 2017, mas seria uma arrogância sem tamanho eu acreditar que eu poderia colocar sozinha em palavras o tamanho sentimento que a fotógrafa Gabriela Isaias colocou em suas fotos. 40 pessoas estiveram no nosso evento, entre chegadas e partidas. Tudo foi coletivo, da decoração ao menu, da ajuda para montar a hora de guardar as coisas. Foi feito para o coletivo e pelo coletivo. Por sua vez as expressões nos rostos foram muito singulares, pessoais e intransferíveis. Podemos chamar de únicas.

Esse post também é sobre o talento de uma jovem mulher (do grupo) que me deixa sem palavras ao me entregar um material fotográfico tão expressivo e rico de sentimento, sensibilidade e poesia texto.

O bolo de banana integral da Ana Cake’s receitas caseiras

Histórias de amor, corpo, questões com a imagem e até empreendedorismo circularam o universo da autoestima no nosso bate papo. A dinâmica muda muito de acordo com o grupo e a cidade, assim sendo não importa se já fiz isso antes. É tudo novo de novo. Por exemplo, essa torta de banana vem de uma mulher que mudou sua vida largando tudo pra fazer os bolos que ela ama. O negócio cresceu, o bolo de banana integral da Ana Cake’s receitas caseiras, se tornou sucesso e hoje isso faz uma enorme diferença na história dela. No como ela se sente e se enxerga, sem falar que né? É um trabalho, com alta demanda. Foram várias histórias assim, que emocionaram. Nos arrancando risadas, lágrimas, desabafos apertados e relatos de superação. 

Fizemos crítica a forma como a sociedade encara a beleza e a saúde, questionamos uma série de crenças, mas no fim nos mantivemos focadas ao olhar amoroso e acolhedor proposto no projeto. Buscamos instaurar ali, ao vivo, a vibração que sentimos no grupo. Tudo isso foi registrado pelas lentes da Gabi, que capturou inúmeras emoções com a sua sensibilidade.

Pedi pra que algumas das meninas contassem pra nós o que elas sentiram, as respostas variam, mas todas fazem com que eu e a Carla nos sintamos no caminho certo, com um trabalho que pode fazer mais diferença do que nunca na forma como as mulheres olham para si, em todos os âmbitos. Desde o reflexo no espelho a maneira de se comportar num relacionamento ou no trabalho. 

“Esse movimento todo é lindo. Foi o primeiro encontro em que pude estar presente e foi uma tarde maravilhosa. Fiquei quietinha porque sou tímida, mas cada história tocou no fundo da minha alma. Meninas, vocês são maravilhosas, espero poder conhecer cada uma melhor. Joana Cannabrava e Carla Paredes, vocês me inspiram. Obrigada.” Isabela Freitas compartilhou no grupo.

A Bruna Oliveira compartilhou conosco o seguinte: O mundo virtual é incrível e possibilita muitos encontros, como o que temos no grupo, mas estar ali, rodeada de gente bacana é uma sensação incrível. O olho no olho, o sorriso que te dá apoio, o abraço sincero, o encontro, o reencontro, isso tudo é possível ali, no ao vivo. Sei que não costumo me abrir, mas gosto muito de ouvir! Sei que muitas pessoas não costumam ser ouvidas e aproveito sempre pra ser esse ouvido quando posso. Aaah, como aprendo estando rodeada por vocês. Como é legal esse entrosamento, a diversidade, a identificação, o compartilhamento e a conexão que existe mesmo com as diferenças. Muita gratidão pelo grupo e por tod@s!

O picnic foi todo construído no plural, teve um pouco de cada uma de nós. Com muito cuidado e carinho, compartilhamos nossas experiências. O céu azul, a toalha quadriculada vermelha e grama ensolarada enfeitaram nosso dia, que foi coletivo em todos os detalhes.contou a nossa querida Paula Romeiro. 

Luana Costa falou: Nunca pensei que eu ia conseguir reunir forças pra sair de casa em um sábado, para um lugar que não tenho costume de ir, sozinha, e sem conhecer ninguém, quase que a ansiedade e minha baixa auto estima me sabotou. Mas a energia do grupo me contagiou e fez valer a pena, mais do que isso, me senti como há anos não me sentia: livre, feliz e energizada. Uma roda só de mulheres, com vidas e histórias diferentes, sem competição, só respeito e empatia a todas as histórias, abertas a novas amizades, gente real e vibrando amor. Tudo que vivi e ouvi no sábado me tocou, me emocionou, e de alguma forma já me mudou. Foi o meu primeiro encontro e eu quero mais rs. GRATIDÃO !!!

Alexia Chlamtac  fez o seguinte comentário: Vale só agradecer? Sábado foi o primeiro dia em que saí de casa depois de três semanas imersa em trabalho e na faculdade. Três semanas dormindo 3h por noite. Sábado eu só queria dormir, mas me obriguei a sair de casa por um bom motivo, precisava ir ao piquenique, devia isso à você sabia o tempo que você tinha depositado organizando tudo para que fosse um momento delícia pra todas e foi! Foi por encontrar pessoas queridas que me aquecem o coração, foi por ver pessoas desconhecidas se abrindo como se estivessem numa roda de amigas de uma vida toda. É isso que o Papo trouxe pra gente, amigas de uma vida toda que chegaram ontem, mas que tem a força de amizades inabaláveis porque existe confiança, porque não existem máscaras, pudores e medos. Todas se despem de seus tabus em busca de autoconhecimento, em busca de acolhimento e amor à próxima. Obrigada pela tarde mágica, obrigada pelo grupo.

“Sou “veterana” já em encontros do grupo, mas cada um é mais maravilhoso e uma oportunidade nova de conhecer melhor cada mulher incrível que tem aqui.” disse a nossa sorridente Camilla Gonçalves. 

“Esse foi meu primeiro encontro real com o grupo. Me encantei com o clima, com a sintonia de verdade e amizade, eu não conhecia ninguém e me senti super incluída !” Marcela Santos, que esse seja o primeiro de muitos! 

Se a pool party foi a quebra de paradigmas, o picnic pra mim foi a confirmação do quanto esse grupo me faz bem. Eu, tímida e mais reservada, me senti tão acolhida a ponto de falar pro grupo todo, uma novidade pra mim. Foi o encontro de gente real, disposta a ouvir e compartilhar histórias. Conheci mulheres lindas e inspiradoras, que encheram o meu dia com ótimas recordações!” disse a Rafaela Vaz! 

“Como todos os nossos encontros esse não poderia ser diferente. Foi mágico, especial e sensível. Fazer bate e volta de Resende para passar 4 horas com vocês foi revigorante.” disse a Bethânia Ruffo

A verdade é que eu mesma me pego descobrindo e redescobrindo as missões do Papo quando vivo essas experiências, não vejo a hora de poder trazer a Carla sempre pra perto, pra fazermos isso juntas. Porque foi lindo, mágico e mostrou o potencial transformador que esse nosso projeto tem. 

Agora vamos organizar duas versões do #picinicdopapo, uma Novaiorquina para a Carlinha viver essa experiência e eu pretendo fazer a próxima em BH, que é a cidade que as mulheres mais pedem para ter eventos do #paposobreautoestima. Como uma apaixonada por tudo que envolve Minas Gerais, não será muito difícil.

Blusa da Renner | Tem na loja física (onde comprei) e na loja online 

Já que todo mundo me perguntou da minha blusa, que performou quase como protagonista nas fotos. Vou aproveitar esse post de puro amor para comentar que também me apaixonei nessa blusa. A Carla tinha postado uma parecida e eu tinha adorado, ai conheci uma seguidora na sala de espera da dermatologista e ela me contou que era atual da Renner . Logo eu que não sou dessas, comprei no mesmo dia uma igual na loja do Rio Sul. (Beijo Ju)

A blusa custou um pouco menos do que ela custa na loja online, mas acho que vai valer cada centavo no meu armário. Ela caiu como uma luva, me senti segura e bonita, depois vendo as fotos eu achei que não poderia ter vestido nada mais a minha cara pra um dia tão especial.

Você que embarcou numa viagem ao nosso convescote através das fotos da Gabriela Isaias, o  trabalho fotográfico dela pode ser encontrado no instagram (@gabrielaisaiasphotos) e no facebook. Ela capturou a essência das meninas nas fotos, todas sentiram isso.

Como eu já disse antes: ela é FERA em captar a emoção das pessoas de um jeito único. É dela, do olhar dela. Vale a pena ficar de olho, sinto que ela vai ter muita coisa importante a dizer através das suas imagens, que já são quase um ato político cheio de um conceito estético no seu instagram!

Gabi, você foi um achado. Obrigada por conseguir esse resultado desse dia tão importante pra nós do futi!

Beijos

Fotos: Gabriela Isaias
0 em Autoestima/ Looks/ Moda no dia 16.01.2018

Look da Jô: branco não emagrece!

Meu primeiro post no instagram do @futilidades no ano de 2017 foi sobre meu look da virada do ano. A legenda começava assim: Branco não emagrece, não mesmo! Nem preto emagrece. Roupa não emagrece. Roupa pode vestir bem pra o seu corpo, te dar uma sensação de proporcionalidade legal, mas não muda o peso na balança.

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Claro que eu sei que a frase “preto emagrece” tem um sentido figurado, mas ela é repetida tantas vezes que para muitas já virou verdade. É uma dessas verdades absolutas que se tornam inquestionáveis. Sendo justa, se tornavam, afinal estamos na temporada da desconstrução coletiva de uma parcela significativa da sociedade e nessa hora devemos parar e pensar: queremos mesmo limitar as cores que usamos baseada em “engorda” e “emagrece”? Vamos expandindo a consciência e aprendendo que roupa não tem tal capacidade, nem nutritiva, nem calórica.

Nos primeiros dias de janeiro de 2018 me pego mais feliz que isso não seja mais uma frase isolada do #paposobreautoestima. Está existindo um movimento (quase de inconsciente coletivo) onde nesse verão essas crenças estão sendo questionadas. Se no ano passado éramos meia dúzia de meninas fora ou dentro do padrão de biquini usando nossa hasthtag, agora são milhares de mulheres por ai regando essas sementes, mulheres que nem conhecem o futi ou o papo. São muitas influenciadoras semeando essas ideias hoje e o feed das pessoas fica cada dia mais livre, mais bonito de se ver e menos cheio de crenças limitantes.

Branco não engorda, nem emagrece. Branco é para todas que quiserem usar branco.

joana-cannabrava-reveillon joana-cannabrava-roupa

macacão Karamello | choker dourada Francisca Jóias

Me vendo mais uma vez toda de branco para a virada do ano, fico muito feliz de saber que um ano se passou e eu estou aqui, seguindo falando desse assunto tão importante. Os aprendizados mudaram muito, mas minha verdade não mudou. Então, repetir mais uma vez que roupa não emagrece me parece ser coerente com o que acreditamos aqui.

Contorno, peças de cores e modelagens específicas podem criar uma ilusão de ótica que geram equilíbrio para nos deixar mais perto de uma percepção mais aproximada do padrão. Podemos usar desses artifícios? Claro, mas tendo consciência que estamos buscando atender a essa demanda (as vezes nossa, as vezes dos outros ou do nosso meio).

A roupa é como a maquiagem, pode criar uma máscara ou a ilusão que passe a ideia de que aquela pessoa está com mais cintura ou o rosto mais fino. É um direito de cada um usar dessas ferramentas, só precisamos nos questionar se elas estão nos prendendo em mais obrigatoriedades ou nos deixam mais confortáveis dentro do socialmente aceito e por isso usamos. Com ou sem o sentimento obrigatório de crer que o contorno da make ou o preto emagrecem, vale a pena estarmos conscientes de que estamos usando dessas ferramentas que para uns são livres e outros são prisões.

Em 2018 eu não quero ser refém disso! Amo usar maquiagem? Ótimo, mas que cada dia mais ela seja o máximo possível livre de regras. Bonita e do meu jeito para viver em sociedade e não para ganhar likes numa foto de instagram. Que meus looks tenham as cores e formatos que eu quiser, porque valorizar meu corpo no meu ponto de vista pode ser uma coisa e no seu outra. Então que tudo isso esteja ai para lembrar que não precisamos usar roupas, cabelos ou maquiagens que façam parecer que estamos mais magras.

A moda não deve ser sobre um pavor completo de parecer gorda, isso é gordofobia. 

A moda não deve ser sobre um jogo de estratégias para parecer mais magra, mais alta, mais padrão. 

A moda deve ser sobre criatividade, expressão de estilo pessoal e individualidade, não sobre uniformizar corpos diferentes para que eles pareçam iguais. 

Que mulheres larguem o medo de usar biquini branco, ele é um biquini como outro qualquer. Que elas possam ser livres para ter cabelos curtos sem ouvir “homem não gosta” ou o “rosto engorda”.

Que ela seja para todas as mulheres que buscam se reinventar em 2018. E que aos poucos esse olhar rígido de todas com seus espelhos dê lugar a um olhar amoroso. Não somos nós que vivemos dizendo para os outros olharem o lado meio cheio do copo? Então façamos isso conosco. Nosso reflexo agradece, nossa saúde mental e emocional também.

Leia também: O texto da nutricionista Camilla Estima sobre o BIQUINI BRANCO.