0 em Autoestima/ Comportamento/ Convidadas/ Destaque/ Mayara Oksman/ Relacionamento no dia 29.09.2017

Vamos dar as mãos ao invés de botar os pés para outra tropeçar?

Setembro sempre foi um dos meus meses prediletos do ano, porque sempre me remeteu à renovações. Não sei o motivo, não sei desde quando, só sei que é assim para mim. Em 2016, Setembro foi o mês em que eu aceitei uma nova proposta de trabalho, que a princípio já começaria com um mega desafio. Era deixar para trás o conhecido e entrar em um mundo completamente novo, com pessoas novas, rotina nova, tudo novo. E bom, não foi diferente em 2017.

As pessoas mais próximas (e quem prestou atenção em um dos posts no Instagram do Futi essa semana) já sabem que meu namoro acabou. E apesar de ter vontade de escrever milhares de linhas sobre isso, vou manter essa questão mais privada, até porque é recente, não sou de ferro e é difícil falar sobre tudo ainda.

Mas quero muito escrever sobre uma conversa que tive recentemente.Uma conversa com alguém que passou pelo que eu estou passando agora. Alguém que não me conhece pessoalmente, mas que sabe quem eu sou e vice-versa. Alguém que não precisava ter respondido o que eu perguntei. Alguém que não precisava ter respondido at all. Mas ela respondeu e gente… respondeu lindamente. E como foi importante para mim. Ela falou de dor, de como demora para passar, mas passa. Ela falou de decepção, de raiva, de tristeza. Ela falou de amor e de como as coisas podem e devem ser simples no amor. De como a gente cai, mas levanta ainda mais forte.

 

garotas apoiam garotas

Falei para ela como tinha sido importante ler tudo o que ela me escreveu, mas acho que ela não tem ideia do quão importante foi. Me deu fôlego, me deu força, me deu clareza. Ela me inspirou, me incentivou, disse que tudo vai ficar bem. Ela me deu um abraço com palavras. Me mostrou que meu instinto sempre esteve certo. E poxa, como eu quero e devo seguir mais o meu instinto! E quero que vocês sigam os instintos de vocês também. A gente não tira pensamentos do nada. A gente sabe. No fundo, bem no fundo, a gente sabe. A gente sabe o que nos faz bem e o que nos faz mal.

Essa conversa deixou meu mês especial. Deu continuidade ao meu pensamento de que em Setembro, tem renovação. Eu entro em Outubro, e para essa nova fase da minha vida, mais confiante, mais forte, mais poderosa. Cada experiência, boa ou ruim, faz parte de quem eu sou, fazem pedacinho por pedacinho de mim. Eu sou quem eu quero ser e eu não preciso de ninguém do meu lado para fazer com que a minha vida aconteça ou siga em frente. Eu sou minha prioridade e eu sou suficiente. Todas nós somos.

verdadeiras rainhas arrumas as coroas de outras rainhas

Queria conseguir agradecer ela de tantas formas, mas acho que a melhor delas é compartilhar um pouco do que eu aprendi com vocês, para que vocês também compartilhem com outras. Foi uma conversa entre, que me perdoem Cá e Jô pelos palavrões, duas mulheres foda. Dois mulherões da porra. Como todas as mulheres. Que a gente se abrace, se una, se ajude, se dê uma mãozinha ao invés de uma perna para a outra tropeçar. Que a gente se dê valor, que a gente não julgue sem saber.

Um beijo para todas vocês, mas, em especial, para ela.

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