14 em Comportamento/ crônicas no dia 14.08.2017

Eu, peixe fora d’água

Eu devo ser muito louca mesmo. Os 30 já vão ficando pra trás e eu continuo me sentindo um peixe fora d’água. Um peixe feliz, meio doidão, que – quase – todo mundo gosta e que gosta de – quase – todo mundo, mas um peixe diferente. Daqueles que nadam no meio de espécies diferentes sabendo que não pertence, com plena consciência que quase não vê outro cardume meio compatível nadando na imensidão do mar.

Me vejo sendo um peixe meio colorido demais, grande demais, falante demais, extrovertido demais. Nossa, quantos advérbios de intensidade, né? Há algum tempo eu aceitei que eu sou intensa e por mais que isso me torne admirável pra muitas pessoas, também me faz uma pessoa “assustadora” para outros, principalmente com o crushes. Quem tem medo de sentir tem medo de pessoas intensas, aprendi isso a duras penas. No início tentei abrandar meu nado, depois vi que não adiantava, assim que eu mostrava a intensidade, a coragem sumia no outro.

Ilustra: Sveta Dorosheva

É, não adiantava fingir ser quem eu não era. Atualmente só acredito na força de ser quem eu realmente sou, com minhas qualidades e defeitos, isso não me dá o direito de passar por cima de ninguém mas me impede de insistir onde não devo. Preciso respeitar toda essa intensidade inerente da essência que veio de fábrica. Sou boa amiga, boa profissional e na maioria do tempo boa filha, mas é curioso como tantos recursos linguisticos pra transparecer intensidade fazem de mim alguém que muitas vezes ama demais, se entrega demais e acredita demais. O que não são coisas ruins, mas na situação errada podem se tornar grandes riscos.

Eu me sinto nadando num mar de caras frouxos. Parece que as mulheres que conheço vão lendo, estudando, compartilhando e mergulhando num mar de autoconhecimento. Sem medo de recorrer à terapia, grupos ou eventos que a tornam mais fortes. Boa parte das mulheres que vejo não têm medo de entrar em contato consigo mesma. Parece que essas mulheres fortes assustam. Elas sabem o que querem ou não, o que merecem e não estão mais aprisionadas naquela ideia de que é melhor ter alguém do que ser sozinha – se sozinha for mais feliz, fica no sozinha mesmo.

O novo não inclui cara que some, que tem medo de sentir ou dá defeito quando começa a se envolver. Quem vai ser o novo homem nessa sociedade em que a mulher vem ficando mais segura de si e se desconstruindo? Esperemos que essa resposta apareça e que não seja Rodrigo Hilbert, que sejam vários caras capazes de ter atitude novamente, capazes de sair da superficialidade da imagem ou do pavor dos rótulos.

Tem muito cara bacana comprometido com mulheres bacanas, tem muito cara gente boa na transição entre relações, mas no meu ponto de vista mais vale ser um peixe fora d’água tentando se agradar do que tentando atender as demandas da sociedade. Acredito que só o nadar brilhando já acaba emanando uma energia que se torna impossível ignorar. 

Quanto mais eu me conecto com minhas curvas, listras e cores, mais difícil se torna fingir que não vejo os padrões de comportamento repetidos todos os dias, inclusive os meus, mas não fujo deles, não. Falo sobre, enfrento e busco melhorar. É muita arrogância achar que vamos dar conta de tudo sozinhos, é preciso se relacionar com o outro para se conhecer (seja no amor, na família ou na terapia). O autoconhecimento é pra mim a chave de me tornar uma pessoa segura, segura de quem eu sou, mesmo com a minha intensidade. 

No fim eu me sinto mesmo um peixe fora d’água, nenhum rótulo me define perfeitamente e eu sempre me pego precisando me justificar por ser exatamente quem eu sou. Ninguém deveria fazer isso, uma coisa é eu justificar meus erros ou explicar minhas escolhas, outra coisa é enxergar a necessidade de uma justificativa para essa minha intensidade que me dá essa espontaneidade que me leva tão longe. 

Não acredito num pensamento pretencioso de que eu sou boa demais, não mesmo. Acho que sou peculiar – em larga escala – e para viver a dois precisarei encontrar alguém tão diferente quanto, ou que sua característica comum ou diferentona se encaixe na minha. Peixes podem ser diferentes mas precisam nadar na mesma corrente.

Nesse meu nadar pelo oceano sempre acho que acabo me encantando, amando mais do que devia quem não merece, me entregando mais do que gostaria para quem não está aberto a esse “pacote” ou lutando mais do que precisaria por pessoas que não querem tanto assim. Quando piscava já estava ajudando demais, me preocupando demais ou até me metendo demais com o intuito de ajudar o outro, hoje não quero mais ser assim.

Assim, mesmo peixe fora d’água, que não se sente pertencendo a “grupo” nenhum, vou cuidando de mim, nadando na minha velocidade e me permitindo descobrir qual é o peixe que eu quero ser, sem precisar a atender a espécie nenhuma.

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14 Comentários

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    rafael
    14.08.2017 às 11:12

    vou ser muito sincero sei que serei mal interpretado porem esse blog me conquistou de uma tal maneira que eu via postes repedidos varias vezes eu recomendei para amigos família porem depois da mudança do blog de f-utilidades para futi um papo sobre autoestima meu Deus da ate enjoo sei que varias pessoas precisam de autoajuda SIIM eu sou gay sofri pre conceito na escola em casa no trabalho e sei o quanto isso e difícil mais, vocês estão forçando a barra totalmente, vocês esqueceram dos antigos leitores? aqueles que já tem auto estima aqueles que estão com vocês desde o inicio , não precisam posta um look do dia c um texto de superação gente, ter um teg com esse tema super APOIO mais todos os posts ? isso fica massante gente , e como eu disse eu acessava o blog por que ele era fútil e útil e me conquistou mais agora eu e varias amigas simplesmente temos as mesmas opiniões,vocês deixaram os antigos de lado muitos de nos como eu que temos baixa auto estima, não achamos necessário esse foco todo nessa questão(estou sendo muito sincero) esse não era o sentido do blog e muda assim totalmente acho um tremendo egoismo não achamos necessário fica mostrando essa super mega superação essa e para você jo, já esta parecendo que essa super auto estima e algo meio falso sabe (me desculpe pela sinceridade) e outra já ouvi de amigas que só iriam no papo de vocês na piscina ou nos piqueniques para ganha brinde, só gostaríamos que vocês voltassem a pensa em nos, os que gostam de ser fúteis e uteis <3 no caso agora eu me sinto o peixe fora d´aguá em um local que eu me sentia em casa :( sorry!

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      Joana
      14.08.2017 às 12:08

      Olha Rafael, entendo seu posicionamento, de verdade, apesar de nunca ter aprovado um comentário seu enquanto você gostava do conteúdo. Só esse mesmo.

      Acho que você tem todo direito de sentir que não pertence mais ao futi, talvez a mudança que foi feita nele não tenha sido “pra você” ou nos “seus moldes”. E se for isso, tá tudo bem. Todo mundo que buscava aqui um tom a mais de leveza e superficialidade parou mesmo de encontrar isso na nossa rotina, mas é esse o caminho que nós duas escolhemos de forma SUPER consciente. Queríamos um trabalho que fizesse mais SENTIDO pra nossa vida, queríamos INSPIRAR mulheres com questões como as nossas. Com esse olhar desconstruído fomos pra esse caminho, que sim, é mais pesado e mais denso, por isso sabíamos desde o início que não agradaríamos a todos e estamos em paz com isso. Na verdade a aceitação disso foi muito superior ao que estávamos preparadas para encarar, quase não lemos comentários como esse seu.

      Se você me falasse que achou a crônica mal amada eu acho que racionalmente eu entenderia mais seu comentário, racionalmente reli o texto e vejo muitas coisas, mas não vejo o vender de uma super autoestima. Eu acho que deixei claro que tenho uma série de padrões repetidos negativos que opto por não ignorar, então NESSE CASO se você ler o ESSE TEXTO com um olhar isolado verá que não se trata tanto da MINHA AUTOESTIMA. É só uma crônica com epifanias de relacionamento, onde no fim acredito que as mulheres de uma forma geral estão ficando mais em contato consigo mesmas e consequentemente ficando mais seguras, assim por consequência aceitando menos caras com pouca atitude ou que não estão dispostos a enfrentar suas questões de frente. Esse texto pra mim é sobre isso, pode até ter uns tons de mágoa, mas não vejo de uma super mulher.

      Quanto aos brindes dos eventos, justamente por questões como essa que nossa festa não será mais um evento aberto, vai quem participa, quem engaja e quem curte, afinal não queremos de forma alguma que mulheres que AMAM A CAUSA fiquem de fora porque alguém foi só por brinde, como acontecem em eventos de todas as naturezas, não só do Papo. Agora não sei se você sabe, mas a maioria dos piqueniques não teve brinde não, muito pelo contrário, cada mulher precisou comprar coisas pra levar e ainda teve de falar na dinâmica, abrindo o coração. E isso mexe com a gente, ver mulheres incríveis falando coisas lindas ou difíceis nos piqueniques pelo brasil. Se abrindo, chorando, agregando e agradecendo. Do mesmo jeito que deve ter gente que partilha do seu ponto de vista, minha experiência em cada um desses lugares me faz crer que a maioria presente não pensa assim, mas é preciso muita coragem pra ser uma mulher que se abre ali, ou no grupo, pra encarar de frente suas fraquezas e se abrir pra essa troca. Esse tipo de mulher corajosa sabe que pode falar conosco sobre qualquer opinião que tenha sobre o projeto, temos várias trocas no particular com leitoras que querem se colocar com relação ao projeto.

      Quanto a minha autoestima, meu processo de autoconhecimento e meus caminhos, não estou aqui pra provar nada pra ninguém. Não importa muito o que pensam, importa o que eu me disponho a conhecer de mim mesma em terapia, importa as mudanças que eu me proponho a fazer pra continuar meu processo de aprendizagem, compartilho os aprendizados que julgo bacana, nada além, sou mais do que o futi mostra. Acho que de uma forma geral muita gente saca que nunca me senti tão bem na minha pele, nunca me senti tão confortável em ser quem sou e nem mesmo nunca me senti tão desejada, no fim, esses sentimentos é que fazem meu coração pulsar e me fazem crer no meu processo. Não exatamente o que pensam sobre isso.

      Fico triste que você e suas amigas não gostem do novo futi, mas ninguém conquistou nada buscando unanimidade, eu abri mão disso há algum tempo e estou em paz com essa decisão.

      Nossos textos e fotos sobre o assunto são os que mais nos fazem receber comentários incríveis, inspiradores e transformadores, não há transformação genuina na superficialidade, infelizmente (seria mais fácil se houvesse). Nunca recebemos tantos emails e dms positivos de pessoas que estão tendo na gente uma inspiração e representatividade tão forte, gente que ta mudando a vida por causa desse projeto. Nunca tivemos um feedback de trabalho tão lindo, nunca NOS SENTIMOS tão úteis, verdadeiras e engajadas com algo que tenha um PROPOSITO tão importante pra nós, assim sendo vamos continuar fazendo isso desse jeitinho, porque é o que faz sentido pra nós duas e pra quem precisa desse projeto.

      No fim volta aos eventos quem quiser voltar, quem gostar da experiência. Quem por algum motivo tiver sido tocado por aquele momento.
      A meu ver, vai ficar quem tiver que ficar. Muitas mulheres estão ficando, estão se transformando e nos ajudando a nos transformar também.

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    Bruna
    14.08.2017 às 12:13

    Concordo com o Rafael , sempre gostei muito do blog mas tô perdendo cada vez mais o interesse, acho que a maioria gostava de ler o blog pelas dicas que vocês davam e que hoje é raro, quase todo dia tem um textão da Jô falando praticamente as mesmas coisas. Sei que é muito importante falar sobre auto estima mas parece dessa forma muito foçado . Se realmente vocês querem tratar sobre auto estima que tal trazer história de outras meninas sobre o que estão passando e como estão conseguindo superar?

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      Joana
      14.08.2017 às 12:33

      “Bruna”, desde janeiro NUNCA RECEBEMOS tanto feedback positivos de quem vive o projeto conosco, de quem acompanha e vai aos eventos, alias, quase todo mundo vai a outros eventos. Ou seja? Maioria pra mim é esse retorno positivo, pra esse negativo temos centenas de positivos.

      No entanto independe de maioria ou minoria, estamos seguindo nosso coração e a nossa verdade. O que tem tocado a gente, o que sentimos ser nossa missão, tem muitos blogs, sites e instas que oferecem esse conteúdo que vocês parecem estar procurando, então reitero: fica quem tem que ficar, quem vê sentido nesse processo.

      Quanto a outras meninas, não sei se você vê, mas todo mundo que aceita nosso convite de fazer um texto sobre o tema aparece aqui, temos dezenas de textos de colunistas e convidadas. Só que o blog é nosso e obviamente o conteúdo maior ainda precisa ser feito por nós duas! Quem acompanha o grupo sabe que mais do aceitamos outras histórias, nós pedimos por elas. Acho inclusive que podemos pedir mais e mais, mas nem todo mundo topa ou consegue fazer pela vida corrida. Quem está no nosso grupo acompanha esse nosso movimento.

      Bruna, se seu IP não fosse o mesmo do Rafael eu te juro que me daria ao trabalho de explicar com mais detalhes. ;)

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    Roberta
    14.08.2017 às 12:50

    Galera, quem não quiser trocar e experiências e evoluir a “Patrulha Canina” tah aí para isso! Vocês querem conteúdo ou ilustração? Falando sério, acho que eh preciso uma reflexão sobre a responsabilidade social das mídias e, principalmente, dos formadores de opinião! Ps. Ir para festa só para ganhar brinde eh muito “Last Summer”! Isso aqui eh um Projeto tratado com muita seriedade!

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    Silvia
    14.08.2017 às 12:57

    Joana, falei isso com meu marido ontem: a gente dá certo porque somos diferentes, e muito. E a busca por tentar entender a pessoa maravilhosa que temos ao lado é que faz com que a relação dê certo, sabe. Continue nadando de boas, e não se rotule. Um dia vc encontra uma pessoa que seja exatamente igual e totalmente diferente :)
    Bjos

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    Bruna
    14.08.2017 às 12:58

    Acho que o seu computador está com problemas então porque eu não sou o Rafel e infelizmente pela grosseria agora que perdi mesmo o interesse total no Blog.

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    Carol Burok
    14.08.2017 às 13:14

    Jô, há muito tempo que não acesso o Futilidades, me supreendi hoje. Adorei o texto, compartilhei com as amigas e queria parabenizar pela nova proposta de conteúdo. Bem legal msm!

    Bjos de uma antiga leitora e blogueira (dasgurias.com)

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      Joana
      14.08.2017 às 16:57

      Poooo acho que super lembro do seu site.
      Você bloga há muitos anos também ne? :)
      Obrigada, não demore pra voltar não, tem post fresquinho todo dia de semana por aqui.

      • RESPONDER
        Carol Burok
        16.08.2017 às 12:51

        Eu blogava há 6 anos, mas a maternidade me fez parar. O bichinho me mordeu novamente há pouco tempo e eu voltei com um voltado para maternidade, o dasmães. :-)
        To engatinhando, mas é delicioso como antes. Bjoka e muito mais sucesso pra vcs!

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    Diego
    14.08.2017 às 16:03

    Boa tarde! Então me senti um pouco ofendido na questão da resposta do primeiro comentário acompanho o blog por muito tempo, e nunca comentei um post e nem por isso acho que qualquer comentário meu seja menos importante do quem comenta todos, eu amei a nova mudança do futi me encaixei nele vou fica nele e não tenho mais nada a fala referente a isso mais o fato de falar Jô que nunca aprovou nenhum comentário do rapaz sem ser este senti um pouco de menosprezo não sei bem a palavra, já no caso da Bruna não sei se eles se conhecem ou não mais o o Ip pode ser igual sim caso eles estejam usando a mesma rede, talvez Jô ela possa ser uma amiga dele que não gosta da nova modalidade do blog muitas operadoras disponibizam redes Wi-Fi em praça shopping se eles estiverem conectados a essas redes sim pode dar o mesmo Ip, achei um pouco desnecessário essa informação de ela ter o mesmo Ip dele pois para quem estuda Ti sabe que isso é comum( claro você não é obrigada a saber disso) quero dizer amo o blog me encaixo nas suas mudanças, mais achei sim que ouve um certo descrédito no comentário deles pelo comentário do Ip eu como um Ti formado não poderia deixa passa isso em branco. Paz e vibração total e Jô sua autoestima e uma das coisas que mais me motiva no blog claro depois do príncipe Arthu.

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    Jéssica Nascimento
    14.08.2017 às 16:52

    Jo, sei que não precisam, mas só quero dizer que agradeço muito pelo futi ser exatamente como é. Ao longo desses anos acompanhando blogs – acho que conheci os primeiros lá para 2009, 2010 – muitas mudanças aconteceram em mim, nas tendências dos blogs, na vida das blogueiras, no mundo de um modo geral. No início, quando falávamos basicamente de beleza, o maior diferencial dos blogs para as mídias mais tradicionais era trazer essa referência verdadeira e pessoal e foi justamente essa característica que continuou acompanhando a evolução individual de cada um deles. Muitas blogueiras viraram mães e hoje compartilham as rotinas e cuidados com seus filhos, outras passaram a ter linhas de itens de beleza com marcas famosas e hoje compartilham seus produtos e os processos de fabricação dos mesmos. Enfim, cada uma foi seguindo seu próprio caminho e, passado o boom inicial quando líamos mil blogs por dia, nós leitoras fomos ficando com aqueles que nos identificamos mais, seja pela pessoa que escreve em si, seja porque o conteúdo continuou nos interessando. Se não me reconheço mais num blog, se os produtos que ele apresenta hoje não servem para minha rotina, se eu não tenho mais ligação com aquele assunto, qual a necessidade de continuar acessando um conteúdo que não me acrescenta? Deixo de ler e só, eu não sou o público para o qual aquela blogueira se direciona, assunto diferente é o que não falta nessa internet sem fundo de meu Deus. Críticas são importantes mas não vejo muito sentido em, de modo vazio e gratuito, apenas discordar da maneira como vocês conduzem o futi. Vocês foram muito transparentes na mudança de posicionamento do blog, fizeram um post exclusivo falando sobre isso, engajaram de um jeito lindo todas as outras redes, deixaram muito claro como o barco de vocês ia continuar navegando – continuasse a bordo quem achasse que essa era uma proposta bacana. Eu amo o futi, o #paposobreautoestima no facebook, os textões da Jo de biquíni no instagram, as reflexões de profissional/mãe da Carla e to doida para ter outro piquenique em São Paulo para poder participar (meus brownies são muito bons, viu? Hahha), to escrevendo um texto para, se vocês aprovarem, ser publicado por aqui. Continuem com o trabalho maravilhoso de vocês, se faz sentir, faz sentido <3

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      Joana
      14.08.2017 às 16:56

      “faz sentir, faz sentido” foi uma frase muito gostosa de se ler porque ressoa exatamente com a forma que nos sentimos.

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    Juliana
    16.08.2017 às 11:59

    Jô super me identifiquei com o texto.Me vi em cada virgula e é bem isso mesmo.
    Estamos nos conectando e vendo que não merecemos um relacionamento meia boca pra suprir algo que nos cobram.Hoje eu prefiro ser um peixinho fora d´água a pertencer a um cardume que vejo sentido.Parabéns pelo conteúdos meninas,vocês fazem a diferença na vida de muita gente.

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