0 em Brasil/ Destaque/ Viagem no dia 06.03.2017

Mini lua de mel no Renaissance São Paulo

Desde antes de virar mãe eu já tinha algumas opiniões pré concebidas sobre como eu gostaria de levar a maternidade. Obviamente quebrei a cara e vi que a prática não é tão simples quanto a teoria um milhão de vezes nesse 1 ano e 2 meses, mas algo que não mudou foi a vontade de viajar sozinha com o marido, deixar o filho com os avós e aproveitar uma mini lua de mel.

Apesar da saudade, acho que é saudável para todo mundo. Para o casal, que consegue um tempo para se curtir e relembrar um pouco da vida sem filhos; para os avós, que podem estreitar o relacionamento com a criança e cuidar dos netos sem interferência dos pais; e até mesmo para a criança, que dá mais um passinho rumo à independência e vai entendendo que tá tudo bem não ter os pais por perto sempre.

Quando nos mudamos para NY, confesso que isso foi uma das primeiras coisas que pensei. Oi, vida nova, tchau possibilidade de tirar umas férias sem filho. Mas tudo bem, era por um bom motivo, até conseguimos tirar uma semaninha de férias (e amamos a primeira experiência com o Arthur!) e quando vimos, estávamos no Brasil tirando férias de verdade. Como não poderia deixar de ser, a gente tinha que ir para São Paulo.

Fizemos tantos amigos por lá que era impensável ficar o mês inteiro no Brasil e não dar um pulinho na cidade. Aproveitamos que o tempo em SP seria corrido, resolvemos deixar o Arthur com os avós e usar essa viagem como nossa “lua de mel”. Não era a viagem dos sonhos, mas acabou sendo muito melhor do que esperávamos. E preciso dizer que o hotel teve grande responsabilidade nisso.

Ficamos no Renaissance, hotel tradicional e super bem localizado na região dos Jardins, a um pulo da Paulista e alguns passos dos principais restaurantes e lojas. Como a gente tinha compromissos por todos os cantos, a localização foi incrível, bem central. Na verdade eu conhecia o hotel porque tem um teatro por lá onde fui assistir uma peça há uns 3 anos. Na época eu não passei do lobby, mas cheguei mais cedo justamente para aproveitar o bar, que é famoso pelos bons drinks.

Ficamos na suíte Madison, com uma vista (para mim) bem nostálgica da cidade, quarto espaçoso e com decoração moderna e bem charmosa, com ambientes bem definidos. A cama? Precisaria de um post inteiro para falar só da cama, a mais confortável que eu me lembro de já ter dormido, meu sono atrasado agradeceu enormemente. rs O banheiro é um caso à parte, pia dupla e uma banheira também com vista para cidade (confesso que quando cheguei fiquei intimidada com o janelão, depois achei o máximo!).

Vendo por fora sempre achei que o Renaissance fosse um hotel mais voltado para bussiness, para quem vai à trabalho, por isso me surpreendi ao saber que existe a opção de Pacote Romântico, onde é só reservar e aproveitar, que foi o que fizemos. Quando chegamos tinha um espumante, fondue, morangos, marshmallows e biscoitinhos nos esperando, o que já nos fez entrar no clima de lua de mel sem filhos. rs

Nosso quarto também dava acesso ao club lounge, que fica no 23o. andar e tem uma vista panorâmica maravilhosa, lá também serve café da manhã – o café da manhã tradicional é servido no restaurante TJ – além de comidas e bebidas disponíveis até as 11 da noite e um happy hour das 5 às 7 com direito a vinhos e caipirinhas. Tudo incluso na diária da nossa suíte. Um dos dias eu cheguei no hotel depois de pegar um trânsito daqueles e fui direto para o Club Lounge comer um sanduíche e beber alguma coisa.

Um outro serviço que adorei conhecer mas acabamos não utilizando foi o Navigator, que é um concierge personalizado que te dá as melhores dicas da cidade. Cada cidade tem suas dicas dadas por um Navigator que te atualiza com os programas imperdíveis. Quem cuida da curadoria de SP é o Sergio, como eu ja sabia toda a minha programação, acabamos não pedindo sugestões, mas acho uma ótima forma de conhecer pontos legais de cidades que chegamos sem muita ideia do que fazer.

Engraçado que quando planejamos a viagem para São Paulo, eu estava muito ansiosa em rever os amigos, em aproveitar o marido sem ter que se preocupar com filho, mas estava um pouco na expectativa de como seria voltar para um lugar que eu chamei de casa por tanto tempo sem ter uma casa para ficar. Foi tão confortável e agradável e foi tão bom poder desfrutar de tudo que planejamos que eu queria era trazer o Arthur para aproveitar o resto! Quem sabe numa próxima, né? :)

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