4 em Comportamento/ Deu o Que Falar no dia 10.02.2014

Deu o que falar…

1- Garota propaganda na melhor idade!

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Um dos texto que lemos essa semana que mais chamou a nossa atenção foi essa “reflexão” feita pela querida vizinha bloguística Ana, do Hoje vou assim off. Ela começa o texto dizendo que sente que vem melhorando com a idade, levantou vários pontos que nos identificamos e outros que achamos que daqui a uns anos farão mais sentido, mas o pulo do gato do seu texto foi um super exemplo de que a idade não pode e não deve ser fator limitador para nada:  Jacky O’Shaughnessy, de 62 anos, é a nova garota propaganda da “American Appareal” e eles estão vendendo como se as fotos dela não tivessem passado pelo Photoshop.

Pode até ser que tenha sido usado, sim, para uma corrigida de cor aqui, um contraste acolá, mas gostamos de ver como estão naturais, exatamente para levantar a bandeira de curtir a sua idade, o seu corpo e as suas marcas. Esse ano já falamos sobre amar o corpo como o próprio santuário e é fantástico ver um exemplo “coisificado” disso!

Muitos amaram, vários não gostaram e alguns questionaram ser uma jogada de marketing (o que sempre é no final das contas, mas isso não é uma coisa ruim!). Nós achamos o máximo!

2 – Enquanto um ensaio é sem Photoshop, o outro….

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Resolveu criar uma outra Marina Ruy Barbosa! As fotos feitas para a campanha de uma marca de acessórios pesaram tanto a mão no programinha que demoramos para reconhecê-la!

Entendemos a proposta dramática e achamos que algumas fotos foram até bem sucedidas,  mas precisava afinar os braços dessa forma? E o pescoço? E a cabeça que ficou super desproporcional?? Ela é linda, não precisava pesar a mão dessa forma!

3 – E aí? É eficiente ou não esse método?

Quando demos de cara com esse link ficamos assustadas, chocadas e com cara de “meu Deus, o que foi isso que acabei de assistir?”

O vídeo foi feito para a nova campanha da “Lear for Life foundation WA“, que é uma ONG australiana que se preocupa em manter os alunos na escola e cuidar da educação. Até aí tudo bem, campanhas publicitárias, vídeos virais e afins são mais do que bem vindos para ajudar a causa. O problema é que eles resolveram fazer algo “realmente chocante”, que parece ter sido feito para dar o que falar, mesmo assim, achamos que passou do ponto!

Maus exemplos sempre foram uma forma efetiva de ensinar. Dependendo da fase da vida, essa técnica funciona mais ou menos, mas o mais importante de tudo sempre foi educar os filhos com senso crítico. Achamos que o filme passa muito longe de incentivar que cada um saiba ver o que é bom pra si. A idéia é assustar, dar medo e criar pessoas que serão reféns das leis sociais do lugar.

Há quem diga que o vídeo é fake, mas não deixa de ser bizarro ainda assim.

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4 Comentários

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    Letícia
    11.02.2014 às 14:06

    Gente que coisa horrorosa esse vídeo! Eles tão bebendo e eu tô crente que depois vão pegar o carro e vai dar acidente, realmente não esperava algo tão bizarramente dramático quanto isso. Agora, o pior de tudo é que o que isso tem a ver com se manter na escola? Que mensagem é essa gente, desde quando ficar sentado numa sala de aula te dá uma vida melhor do que… sabe, VIVER? Arrependida de ter assistido!

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    Joana
    11.02.2014 às 14:54

    Meu deeeus, que filme horrível! Além de ser super assustador, não é uma mensagem positiva do tipo “fique na escola pois você aprende coisas interessantes, se torna uma pessoa melhor, tem mais responsabilidade, etc etc” é horroroso e desconexo !

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    Ana
    13.02.2014 às 14:10

    Quando assistir esse video pela primeira fez fiquei horrorizada, mas pensando bem faz todo sentido………. O video mostra que os quatro adolescentes não possuem o habito de ler e descobrem as consequências disso de forma trágica, tão despreocupados, os jovens nem notam que entraram numa área militar cheia de minas terrestres. Não é incomum a estratégia de usar campanhas chocantes para mudar um comportamento, principalmente quando o alvo é o público mais jovem. Alem de que a Austrália e um dos 82 países que sofrem com minas terrestres escondidas no solo, que foram utilizadas em conflitos e guerras, e ainda estão la fazendo varias vitimas por ano “Um relatório da ONU, de 2005, calcula que mais de 167 milhões destes artefatos estão espalhados no mundo todo e 82 países têm minas não localizadas. Elas causam até 20 milhões de vítimas por ano. ” Portanto acho sim uma campanha justa.

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    Tamara
    16.02.2014 às 11:23

    Além de tudo o que foi falado sobre o vídeo australiano, acho que é importante colocar que a transgressão faz parte do desenvolvimento humano. Esta tese já esta mais que comprovada pela psicologia do desenvolvimento. Cabe dizer que mais que fazer parte do desenvolvimento, a transgressão é saudável, torna os jovens antes transgressores, adultos autônomos, independentes, criativos e monte de outras qualidades. E vamos combinar que matar aula não é um crime, nem é uma transgressão tão grave assim! Esse filme é um tiro no pé na real educação para os jovens. O fomento a cultura do medo faz com que as pessoas não criem, não tenham coragem e não evoluam.

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