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1 em Beleza/ Cabelo/ Patrocinador no dia 23.02.2017

Cabelo na piscina: os finalizadores que a gente mais gosta!

Quando estávamos fazendo um brainstorming sobre os produtos que gostaríamos que as convidadas usassem na pool party, ficamos pensando sobre tudo que a gente costuma usar quando vai pra piscina. 

Depois de uma breve pesquisa descobrimos que várias coisas como filtro, pente, canga, livro, água termal e creme para pentear eram respostas constantes. Por isso não precisou de muito tempo para chegarmos à uma conclusão. Já que Bio Extratus seria uma das marcas presentes na festa, nada mais justo que mostrarmos todo o potencial de um dos melhores produtos para ser usado na piscina: os finalizadores!

Aproveitamos que a Bio Extratus tem linhas para todos os tipos de cabelos e  escolhemos nossos finalizadores preferidos de piscina para que as 90 convidadas pudessem entender um pouquinho mais o amor que a gente tem pela marca e pelos produtos. Dito e feito, escolhemos os finalizadores de Botica Cachos Perfeitos (no poo/ low poo), o da linha pós química com abacate, o da linha Botica de Camomila para as loiras, o óleo de argan e cártamo (um dos produtos da marca mais vendidos no Brasil todo) e o da linha Resgate spécialiste, também pós química.

Esses são 5 dos nossos finalizadores preferidos da marca e escolhemos a dedo pra festa.

Como queríamos ter uma variedade maior, pedimos para que Maraísa, Ana Lu e Amanda, que têm outros tipos de cabelo e usam Bio Extratus, fizessem o mesmo. Dessa forma, tentamos englobar a maior parte dos tipos de cabelo: loiros, cacheados, lisos e com química.

Resolvemos juntar os nossos depoimentos para mostrar todos eles para vocês!

Carla Paredes

“Eu escolhi o da linha Botica Camomila pois, assim como eu já falei anteriormente, esse é o finalizador que eu considero mais legal para um dia de sol e piscina. Além da proteção solar e térmica, melhor amiga para quem quer passar o dia no sol, a camomila na composição garante uma luminosidade sutil nos fios loiros que eu adoro. Ele sempre deixa meus cabelos macios e fáceis de pentear, não dava para deixá-lo de fora!”

Joana Cannabrava

“Eu escolhi o da linha Spécialiste Resgate porque ele foi o finalizador que me fez perder o vício no creme que eu mais usei na vida (o SH-RD). No dia a dia eu costumo alterná-lo com finalizador da linha pós química com abacate e na maior parte das vezes ele é a minha escolha para usar antes do secador ou do babyliss, mas desde que eu descobri que ele é ótimo para minhas pontas secarem naturalmente lindas e poderosas, ele ganhou meu coração de vez.”

“Ele pode ser um pouco pesado para quem tem fios mais finos, mas em mim ele funciona de forma sensacional, tanto que nem pensei duas vezes na hora de escolhê-lo. É meu finalizador favorito da vida há algum tempo.”

Ana Luisa Palhares 

“Em dias de piscina, as pontas do meu cabelo gritam por uma hidratação. Sempre levo comigo o Óleo de Argan e Cártamo da Bio Extratus, pois sinto que ele cria uma película protetora nos fios, bloqueando os efeitos do sol e da água e deixando um aspecto mais saudável. A melhor parte é que ele deixa os fios perfeitos, mesmo deixando secar naturalmente. Amo!”

Maraisa Fidelis

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“Eu sou uma pessoa que AMA finalizadores. Quando conheci este da Botica Cachos perfeitos fui logo olhar a composição; meus olhos brilharam ao ler Baobá. Você me pergunta: Por que Maraisa? Eu te respondo: Porque eu, com meus fios crespos, preciso de ingredientes que sejam mais oleosos como sementes, óleos, manteigas.. E encontrei isso no Finalizador de Botica Cachos perfeitos.
Uso com o cabelo úmido (seco praticamente 80% dos fios) e aplico mecha por mecha penteando com os dedos, assim estimulo os meus mini cachinhos. Depois deixo secar naturalmente. (Raramente uso difusor, mas se estou com pressa, me jogo nele).
O resultado é um fio definido, completamente nutrido e hidratado além de segurar por vários dias. Ah! Não posso deixar de indicar a máscara da linha: amor verdadeiro, amor eterno.”

Amanda Gomes

“Comecei a usar a linha pós quimica com abacate da Bio Extratus por indicação do futilidades. Meu cabelo estava precisando de uma vida  pós química, então comecei a usar diariamente a linha. O cabelo só com o shampoo e condicionador ficou bom, mas o que mais me surpreendeu foi o leave in. Nunca tinha usado esse tipo de produto e me surpreendeu muito! Meu cabelo secou maravilhosamente bem. Ficou com um ondulado natural  e lindo. Não vivo mais sem!

Amamos que conseguimos reunir alguns dos produtos queridinhos na festa! A gente sempre bateu tanto na tecla de como os produtos da Bio Extratus são maravilhosos, por isso foi super especial podermos dividi-los com todas que foram! A marca é patrocinadora oficial desse blog, desta causa e pra gente é um privilégio estar com eles também na nossa festa.

 

——-——– Orgulhosamente a Bio Extratus foi uma das patrocinadoras da nossa festa <3 ——————

4 em Autoconhecimento/ Convidadas/ Destaque/ Juliana Ali/ maternidade no dia 22.02.2017

Esse é um texto sobre mãe

A Carla é a mamãe aqui do Futi, sempre escrevendo relatos sensíveis, admiráveis e honestos sobre sua relação com a maternidade. Hoje, vou pedir licença para a Carlota e, se ela me permitir, falar um pouco sobre esse assunto também. Amiga, posso?

Tenho dois filhos. Teodoro tem oito anos e Carmen tem dois. Não sou o tipo de pessoa que romantiza a maternidade. Como ela costuma ser mostrada pelo lado bom, levei um susto quando ela chegou pra mim. Descobri que vem um montão de coisas ruins, junto com o bom. Aliás, como com tudo na vida. Não tem bom sem ruim, e vice versa, não é mesmo?

No entanto, hoje, vou falar, sim, de algo bom sobre a maternidade (quem sabe um outro dia, conto meus perrengues. São montes. Não tem fim. Mas não hoje). Hoje, vou falar sobre o que a maternidade fez por MIM. Esse não é um texto sobre filho, é um texto sobre mãe.

( *DISCLAIMER: Antes de tudo, queria dizer que não sou uma dessas pessoas que acha que mulher tem que ter filho pra ser feliz. Que só conhece o amor quando tem filho, que mulher sem filho é frustrada, e esse monte de blablablá horroroso que só inventaram para limitar a vida de quem não tem a menor vontade de ser mãe. Tenho muito orgulho das mulheres que desafiaram a sociedade e disseram: Não, isso não é pra mim! Sou feliz assim! E também não acho que o que vou falar abaixo não possa ser alcançado de outra maneira que não seja através da maternidade. Só foi o jeito que eu, Juliana, consegui alcançar. <3)

Ok, então vamos.

Fiz quarenta anos no último domingo, e essa passagem de década, tão marcante, naturalmente me botou pra pensar em um monte de decisões que tomei durante minha vida. No que fiz certo, no que errei.

Concluí, entre montes de decisões que achei que arrasei e outros montes que achei que fui uma bela de uma anta, que ter filhos foi minha melhor decisão entre todas da vida.

Cheguei a essa conclusão ao pensar no quanto mudei desde que virei uma mamãe. O que ser uma mamãe fez por mim, para mim, como pessoa, como Ju.

A maternidade me fez abandonar o supérfluo. Me fez colocar a vida em perspectiva. Deixei pra lá muita bobagem, seja por agora ter outras prioridades, por ter que focar minha energia porque o tempo é mais curto, ou mesmo por puro cansaço. E isso foi um alívio.

A maternidade me fez forte. Parei de sofrer por muita coisa, que passaram a se tornar menores, sem sentido, bobas.

A maternidade me trouxe foco. Objetivo. Razão. “Vamo lá, levanta, é pelas crianças”.

A maternidade me fez humilde. A arrogância que me acompanhava até então – eu, que sempre me achei tão sabida – foi pro lixo. Olhar para uma criança e pensar desesperada “e agora, o que eu faço”, pode mesmo quebrar a cara de uma espertona.

A maternidade me aproximou da minha própria mãe. Eu, tão crítica dela, compreendi tudo. A angústia, o medo, a culpa, o esforço, as dificuldades, as tentativas diárias de fazer o seu melhor com todo o amor desse mundo, e mesmo assim errar, sem querer.

A maternidade me aproximou de todas as outras mães, e de todas as outras crianças. Hoje, vejo uma mãe na rua, com seu filho pendurado no pescoço, muitas vezes cansada, e minha vontade é ir lá dar um abraço. “Tamo junta, amiga. Força”. E quando vejo uma criança chorando? “Tá tudo bem meu amor, eu te acalmo”. Sou mãe de todas elas, um pouquinho.

Tem gente que sonha em, quando for embora desse mundo, deixar sua presença nos livros de história, talvez em um filme sobre si próprio, talvez em discos, livros, ou outra coisa que marque pra sempre sua passagem pela Terra. Eu não. Não ligo pra isso. Me enche de orgulho imaginar que talvez, um dia, muito tempo depois que eu morrer, Teodoro vai cantar “O Segundo Sol” da Cássia Eller para seus netos e dizer “minha mãe cantava essa música pra mim antes de dormir”. Ou então, daqui 30 anos, Carmen vai ver uma amiga triste e falar pra ela, “amiga, calma, minha mãe sempre diz que não tem ruim sem bom”. Esse é o meu legado. É o legado que eu quero. O que vai ficar de mim, neles.