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0 em afiliado/ Beleza/ corpo no dia 16.02.2018

Ajudando a pele no frio

Eu já falei muitas vezes que eu não sou das maiores fãs de hidratante, principalmente o corporal. A sensação de ficar melada com a roupa grudando (porque eu não tenho paciência de esperar secar) nunca foram as minhas preferidas, até eu encarar meu primeiro inverno no ano passado.

Mais ou menos 3 meses de frio + calefação foi destruidora para a minha pele (aliás, acho que para todas as peles). Corpo, rosto e mãos sofreram e eu passei a usar hidratantes somente para o rosto e para as mãos, o corpo eu continuei dando uma negligenciada por causa da minha aversão à tal da sensação.

Até que esse ano eu não aguentei. A pele estava pedindo arrego de tal forma que eu resolvi passar por cima e usar um creme que eu ganhei da La Roche Posay e trouxe na mala em Outubro. Também adicionei nessa lista um creme para pés, porque a rotina de andar muito e de fazer o pé apenas de 15 em 15 dias deixa minha sola bem destruída. Quem diria, né.

Resolvi pegar esse assunto para contar do que eu venho usando e gostando aqui. Mas já adianto que to aberta a novidades:

hidratantes-frio

Lipikar Loção para pele seca – Esse foi o hidratante que eu trouxe na mala e que ganhei das meninas de L’Oreal. Segundo elas, essa loção era perfeita para o inverno, e depois de 1 mês e meio de uso, estou concordando. Sua textura mais leve e aquosa garante uma absorção mais rápida, mas a hidratação continua duradoura (até o dia seguinte pelo menos). Não tem fragrância e, apesar de eu sempre ter preferido cheirinhos gostosos, estou até preferindo.

Manteiga Hidratante de Lavanda, da Bio Extratus – Esqueci a minha no Brasil e só fui lembrar disso quando vi a Joana usando a dela na Noruega, só que ela basicamente foi a minha maior salvadora do ano passado, quando eu não sabia direito o que fazer com a minha pele no inverno e ainda evitada hidratante. Usava principalmente nas áreas mais críticas e desidratadas que não costumo dar atenção: cotovelos e joelhos. E também é ótimo para usar antes de dormir, já que o cheiro da lavanda fica pairando no ar e ajuda a dar uma relaxada.

Hydro Plumping Re-Texturizing Serum Concentrate, da Kiehl’s – Gosto de usar à noite. Ele foi criado para suavizar linhas de expressão causadas pela desidratação causada pela idade, que acaba dando aquela impressão de pele cansada. Até acho que ele suaviza, sim, mas gosto dele porque oferece uma hidratação super eficiente e resiste até mesmo uma noite inteira na calefação, coisa que não senti com o Mineral 89, produto que vou falar abaixo.

Ultimate Strenght Hand Salve, da Kiehls – Ele também não está na foto porque eu acabei substituindo pelo da Caudalie no meu dia a dia, mas enquanto fazia o post, lembrei como ele é bom. Ele é um hidratante feito para “mãos ativas”, e apesar de dar exemplos de trabalhos manuais e industriais pesados, eu digo que ele é perfeito para usar no dia a dia. Ele forma uma película protetora que resiste inclusive à água (eu lembro que alguém me falou que dava para lavar as mãos umas 5 vezes antes do hidratante sair de vez, mas não tenho certeza se essa informação está correta). Agora pensando bem e na minha realidade de dona de casa, to achando que vou substituir o da Caudalie por esse. rs

Creme Gourmande Mains et Ongles, da Caudalie – Ele não aparece na foto porque minha mãe roubou quando esteve aqui em Dezembro e eu ainda não comprei outro. Eu amo a hidratação, amo o cheiro, amo a textura.

Mineral 89, da Vichy – Conheci esse produto na casa da Joana no ano passado, quando Maraisa resolveu me maquiar e passou esse booster na minha pele antes da base. Foi um presente da marca que ambas ganharam, mas ela me vendeu tão bem e eu gostei tanto dele no meu rosto que no dia seguinte eu estava na farmácia comprando. Ele é um gel hidratante e fortificante que deixa a pele com um viço bem maravilhoso e eu gosto de usá-lo antes da maquiagem.

E vocês? O que usam para ajudar na hidratação do inverno?

1 em Autoconhecimento/ Comportamento/ Destaque/ Futi em NYC/ NYC no dia 15.02.2018

NY com o pé no chão (literalmente)

Antes de começar, queria fazer uma pergunta: qual a primeira imagem que vem na sua cabeça quando você associa a palavra fashion à Nova York? Se você, assim como eu, pensou em um repertório de fotos de mulheres super estilosas andando em saltos vertiginosos com os prédios de tijolos e escadas externas desfocados ao fundo, então estamos no mesmo caminho. Mais ou menos isso aqui:

Essa é a Luisa Accorsi, e eu piro nesse look dela toda vez que eu vejo.

Essa é a Luisa Accorsi, e eu piro nesse look dela toda vez que eu vejo | Foto: Michelle Cadari

A Nova York da NYFW até permite essas “””extravagâncias”””. Há exatos 4 anos, inclusive, eu realizei esse meu sonho de princesa de fazer uma foto fashion em plena Times Square, com uma bota salto 10. Hoje vejo a Carla daquele dia e falo: “onde você estava com a cabeça de andar em cima da neve com uma bota desse tamanho, sua irresponsável? Você podia ter levado um tombo, maluca!” Mas olho para esse dia com carinho, afinal, se tinha um momento para eu experimentar a Nova York glamourosa que eu fantasiava, era esse. E eu aproveitei, ô se aproveitei.

Sabem que NY é essa? Aquela que O Diabo Veste Prada retratou e Gossip Girl ou Sex & the City reafirmaram o status. E em tempos de NYFW, quando as timelines pipocam de pessoas cheias de estilo cruzando ruas, paradas em frente a taxis amarelos e muitas ainda andando por aí em cima de saltos 10+ (to dando graças a Deus que tenho visto tênis, rasteiras e afins com muito mais frequência) como se isso fosse a coisa mais confortável do mundo, é normal que essa fantasia volte a aparecer.

Só que a NY do dia a dia não é uma cidade para saltos. Muito menos para sapatos desconfortáveis. Sabe, aqueles que a gente bota porque sabe que vai sair do carro, sentar e entrar no carro de novo? Aqui, a não ser que você viva de Uber ou tenha um motorista, eles viram peso morto no armário, assim como scarpins, sandálias de salto agulha e peep toes que te deixam 12 cm (ou até mesmo 8, pelo menos para mim já fica desconfortável a partir daí) mais alta.

Em uma cidade onde andar 20 blocos não é considerado uma distância grande, em uma metrópole com escadas de metrô a cada metro quadrado e com uma população apressada que parece estar sempre atrasada (inclusive nos finais de semana!), tentar se equilibrar em cima de sapatos altíssimos é um verdadeiro desafio – e uma oportunidade de irritar os novaiorquinos apressados, que provavelmente passarão por você te xingando mentalmente por estar atravancando o caminho.

Nessas horas me pergunto por que não aprendi mais com o estilo de Seinfeld, Friends ou até mesmo Girls.  Claro, essas séries nunca foram voltadas para o lado glamouroso da vida novaiorquina, mas acho que eu só tive a plena noção que a realidade deles faz muito mais sentido para a maior parte da população que mora aqui do que qualquer cena de SATC ou GG, depois que passei a encarar a rotina da cidade.

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Nesse tempo que estou aqui, deixei meus saltões para lá, encostados, quase sem uso e sem função, na esperança que um dia surja algum evento que faça sentido tirá-los do armário e encarar a dor na panturrilha que desencadeia depois de meia hora em cima deles. Enquanto isso, abri espaço para oxfords, mocassins, rasteiras, mules, botas e tênis, muitos tênis. E sendo muito sincera? A oportunidade de tirar poeira de algum salto até já surgiu, mas se existia a possibilidade de ficar o mais confortável possível, eu a agarrei.

Inveja do closet da Carrie Bradshaw? Não tenho mais. Acho que depois que a gente bota os pés no chão (literalmente e figurativamente), fica difícil querer outra coisa.

1 em Comportamento/ Convidadas/ Juliana Ali no dia 14.02.2018

Com amor, Ju: pode ficar mais chato, mundo

Hoje optei por uma ideia diferente aqui na minha coluninha do Futi. Decidi fazer uma lista. Todo mundo gosta de lista, não é mesmo? 

Vai ser assim. Vou te mostrar meu maravilhoso TOP 5 COMENTÁRIOS TOSCOS dos últimos tempos, e abaixo de cada um vou contar os motivos que me fazem acreditar que são grandes absurdos repetidos ad nauseum por pessoas que ainda não entenderam em que mundo estão realmente vivendo.   

Vai ser em ordem de frequência, não em ordem de absurdo, tá, porque não sei julgar qual é pior.

A gente faz contagem regressiva que é pra agregar suspense.

5. “Estou sofrendo preconceito por ser rico.”

top 5

Ter dinheiro virou crime, eles dizem.

Vamos lá, pessoal. Ser rico deve ser uma delícia. Todo mundo quer ser rico. Aliás, a vontade de ser rico costuma ser inversamente proporcional á quantidade de dinheiro que a pessoa tem.

Não, não tem o menor problema ser rico. Só que quando você esbanja sua riqueza nas redes sociais, o que pode acontecer é sua atitude passar certa insensibilidade em relação a realidade da maioria, afinal mais de 90% da população brasileira é pobre, e não “mais ou menos” pobre. Não “classe média” pobre. Pobre mesmo. Sem água encanada em casa. Sem comida na mesa.

Então, a gente pode chegar em um meio termo: mostrar o que você tem de bom, de rico financeiramente, mas de uma maneira suave, agradável, humana, sem parecer que você está esfregando na cara. Demonstrando, sempre, que está ciente de que isso é um GRANDE PRIVILÉGIO.

4. “Sou obrigado a gostar de Pabllo Vittar, agora??”

top 4

Quanta gente brava com o sucesso de Pabllo Vittar, não é mesmo? Esse acima foi o meme mais “bonzinho” que encontrei sobre o assunto…

Claro que ninguém tem que gostar nem de Pabllo Vittar nem de ninguém. Só que é preciso analisar os motivos que levam tanta gente a criticá-lo, dizendo que “canta mal”.

Vinícius de Morais cantava bem? E Chico Buarque? E Kurt Cobain? E Madonna? Não vejo ninguém se revoltando contra a voz destes grandes artistas em nenhum momento da história da música… Ou seja: ficar nervoso com o sucesso da Pabllo também pode ser uma maneira de destilar seu preconceito, escondido sob a desculpa de que ele “canta mal”.

A música é subjetiva. E não é só uma voz de Whitney Houston que faz um cantor merecer sucesso.

3. “Não dá mais para paquerar, porque tudo é assédio.”

top 3

Essa é boa, não é? E tem muita mulher que apoia, vide a carta das francesas em defesa dos homens oprimidos, que não conseguem mais trabalhar sem ter medo de demissão pois aparentemente agora, só de cumprimentar uma colega, correm o risco de sofrer acusações de assédio.

É bastante incômodo, para mim, comprovar com tanta clareza o fato de que os homens em geral realmente não sabem diferenciar paquera de assédio. O que isso diz sobre nossa sociedade?

Uma reflexão importantíssima para todos…

Mas, deixando bem explicadinho para os homens: as mulheres gostam de ser paqueradas. Não estão de mal com a macharada. Só que, pra variar, agora exigem respeito.

2. “Daqui a pouco não vai mais poder rir porque vai ser ofensa com quem não tem dente…”

top 2

Meu Deus do céu, como eu vejo esse meme na nossa amada internet. Ele aparece com a cara da Malévola, com a cara da Giovanna Antonelli (?!?!), com a cara do Chapolin Sincero e até com a cara do Tio Patinhas (é sério). É o pensamento mais auto centrado, egoísta, sem perspectiva alguma, de que já ouvi falar.

Meu anjo, do jeito que o mundo anda, daqui a pouco até quem não tem dente vai poder sorrir em paz, pois não terá mais medo de sofrer preconceito. E olha que louco, você vai poder continuar sorrindo normalmente como sempre fez.

1. “O mundo está muito chato!!!”

top 1

Nem preciso dizer mais nada porque essa imagem explicou tudo com mais clareza e menos palavras. 

Grande beijo pra você, de uma Ju que tem esperança nesse mundo. Porque, apesar ainda de tantas falhas, tantos absurdos, tantas injustiças, segue caminhando em uma direção sempre, sempre melhor.