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0 em Autoconhecimento no dia 30.03.2017

Minha mãe também é uma peça!

Brincadeiras à parte, aquela peça do Paulo Gustavo – Minha mãe é uma peça – poderia ter sido inspirada na minha mãe. Eu sei que na verdade foi fruto vindo da própria experiência dele, mas a coisa é tão forte e verdadeira que virou filme, né? Fato é que muitas mães dariam uma peça de teatro, um filme muito doido, uma novela maluca ou mesmo uma crônica engraçada. 

Toda mãe é única, eu sei, mas a minha é bem figura, bem doida, e volta e meia sou eu que tenho que bancar a mãe dela. Dou bronca, peço pra ela se cuidar ou ter juízo quando ela resolve mudar a parte elétrica da casa, do carro ou consertar a máquina de lavar. Minha mãe faz o maior estilo destemida e quando eu vejo, já está aprontando alguma, fazendo uma arte ou me deixando preocupada.
Engraçado que na rotina eu acho que somos cem por cento diferentes, mas quando eu viajo com ela noto que existem algumas semelhanças na forma de apreciar a arte, o conhecimento, a cultura e a maneira de ver o mundo. Na forma de se divertir, de ser genuinamente feliz em algumas situações e na leveza de aproveitar as oportunidades. O coração meio Pollyana também é compartilhado, o que é curioso, porque não sei se é genuinamente meu ou se ela me ensinou assim.
A gente vai crescendo, mergulha na literatura, na terapia e nos diferentes processos possíveis de autoconhecimento até aquela hora em que: pronto! Precisamos começar a desconstruir a imagem de pai e mãe que carregamos, no consciente e talvez até no inconsciente. Nesse momento algum ponto dói, outro faz chorar e quando a gente nota, está tendo que aprender a amar nossos pais de novo, com um novo olhar, acolhendo suas imperfeições. A figura paterna e materna deixa de ser o que a gente idealizou a vida toda e passa a ser o que realmente é. Começar a nos conhecer e a nos dissociar deles se torna uma necessidade – pelo menos para mim – para crescer. O amor muda, mas não morre. A gente já não se enxerga no reflexo deles, mas não perde a admiração. O sentimento não some, sempre fica o mesmo, ele só muda de lugar e a gente redimensiona o que é de fato verdade para o nosso coração.
Esse processo de desconstruir pai e mãe pra mim é muito desafiador. Meus pais são muito presentes, muito amigos e muito “invasivos”. Assim sendo, mexer na dimensão que eu dou pra eles é muito sensível e delicado pra mim. No entanto é a chave de todo sucesso da mudança da nossa relação, que aos poucos se transforma em algo melhor pra mim – e mais maduro pra todos. Onde cada um sabe seu lugar, coisa que antes se confundia. Se antes eu vivia uma batalha de egos quando dava briga, hoje eu tento mudar o comportamento e não cair e nenhuma das minhas armadilhas do comportamento antigo.
Acho muito curioso que nesse processo de autoconhecimento, eu descobri que as minhas expectativas muitas vezes não têm nada a ver com eles. Inúmeras vezes esperei da minha mãe e do meu pai atitudes que não têm nada a ver com a personalidade deles, com o que eles podem me dar – emocionalmente – e sim comigo, com a imagem que eu criei deles. Idealizada, cheia de referências externas e análises comparativas. Eles só podem ser eles mesmos. Agora eu tenho consciência que dentro das suas próprias referências eles compartilham comigo o melhor que eles têm a oferecer, dentro do seus limites e dentro de quem eles são verdadeiramente. 
Vale pra eles o mesmo que vale pra mim na carreira e no corpo. Não adianta olhar a família do vizinho. Eu não posso esperar atitudes que combinam com os personagens que criei na minha cabeça.
Hoje já me vejo muito diferente da Dona Margô. É como se o meu reflexo no espelho tivesse cada dia menos dela, cada dia menos do meu pai e das projeções que eles fizeram pra mim. No entanto, me enxergo com mais clareza a cada dia. Num processo de desligamento emocional, sem perder nenhum grama de sentimento, mas ajustando e realinhando o lugar das coisas. Seja na influência que uma opinião exerce sobre mim ou um julgamento cheio de referências que não são as minhas. Reajustar a importância e a proporção que dou ao que eles me dizem tem sido um mecanismo que me deixa mais segura de mim a cada dia. Mais segura de quem eu sou. O mais incrível é que no fundo acho que eles também sentem mais orgulho de mim por isso. Por todo esse novo processo interno que eu tento implementar e nem sempre é fácil, porque é preciso de um certo grau de recolhimento pra olhar para as coisas de outra perspectiva.
O que inicialmente pode aparecer que chega para afastar a gente, pode unir ainda mais. Porque ao mesmo tempo que a gente enxerga melhor o que não é bacana, a gente também enxerga melhor que a verdadeira intenção quase sempre é ajudar. É dar o melhor que a pessoa tem a oferecer.
Eu não seria quem eu sou e não me enxergaria como enxergo se minha mãe fosse diferente de quem ela é, se ela não tivesse me trazido até aqui. Tenho plena consciência que sem a criação e o apoio dela, não teria a menor chance de eu ter tanta oportunidade de me mergulhar pra dentro de mim mesma. Então eu só consigo sentir gratidão.
Ela não é a mais perfeita, ela não é a mais carinhosa, ela é ela. E ela ser assim, bem doidinha, me ajudou muito a ser exatamente quem eu sou hoje. Eu sempre fui incentivada a ser quem eu sou, era tudo bem ser diferente, única ou singular. Fico muito feliz quando posso proporcionar alguma coisa que minha mãe gosta. Como o momento dessa foto no MALBA em Buenos Aires.  Sei que com ela uma aventura é sempre o jeito que ela mais gosta de agradecimento. Com museus; restaurantes e cidades incríveis, eu só não vou dizer que sou boa companhia para as compras dela, porque seria mentira.
Acho que muitas mulheres usam a mãe de espelho. Hoje eu tento fazer um uso mais consciente disso tudo. O curioso é que busco essa imagem do reflexo para duas coisas muito distintas: alimentar o melhor que tenho proveniente dela e pra não repetir os padrões de comportamento que não gosto, também dela e que identifico em mim. Porque do mesmo jeito que muita coisa que amo em mim veio dela, muita coisa do meu comportamento que não acho positiva também veio. Essa análise nem sempre é fácil, mas é possível quando olho de outra perspectiva, afinal a vida é uma eterna aprendizagem e uma eterna nova chance de sermos diferentes.
Vou seguindo aprendendo sobre mim, sobre ela, sobre quem eu sou hoje e sobre a melhor versão que eu quero ser no futuro. Mudar dói, mudar padrão de comportamento incomoda a gente – e as vezes ao outro – mas depois que a gente começa a se conhecer, se estudar e a de fato mudar, tudo muda à nossa volta.
3 em Autoestima/ Destaque/ maternidade no dia 29.03.2017

Que tal devolver um pouquinho do protagonismo às mães?

“Ah, mas quando você tem filho é assim mesmo, Carla, ninguém pergunta pela mãe, só quer saber da criança”. Essa frase eu ouvi quando eu estava brincando com a minha avó quando ela disse que ia sentir muita falta do Arthur quando eu voltasse para NY. “Poxa, vó, mas e eu? Não vai sentir minha falta?”, e recebi essa resposta de uma mãe que estava ouvindo a conversa.

Aí me lembrei do Faustão. Sim, do Faustão. Não sei se vocês repararam, mas ele sempre apresenta os famosos dizendo em algum momento que eles são mães ou pais de alguém. Isso sempre me incomodou, muitos anos antes de ter filho. É simpático e dá um toque “pé no chão” e família, claro, mas eu sempre pensava que a pessoa estava sendo convidada por algum motivo nada relacionado à maternidade ou paternidade e não fazia sentido misturar isso justamente na hora de apresentar.

Fiquei pensando sobre o assunto, sobre esse fato ser comum entre mães e comecei a reproduzir essa história entre amigas que têm filhos e até mesmo no grupo do Face e acabei descobrindo que isso irrita a maioria. Por que?

Porque quando você vira mãe você assume toda uma nova identidade bem diferente de quem você era antes do bebê nascer. Nem pior, nem melhor, apenas diferente e muito de repente. Sua liberdade não é mais integralmente sua, seu tempo não é mais totalmente seu, seu corpo não é mais o mesmo e se achar no meio dessa confusão – que ninguém te prepara – não é tarefa das mais fáceis. Aí, enquanto a mãe está tentando se achar novamente, todo mundo que vem falar com ela começa a puxar assunto sobre filho e maternidade. E a mulher volta para a estaca zero na lição de achar quem ela era antes de virar mãe.

Claro que boa parte dessa redescoberta tem que partir de nós mesmas. Temos que descobrir como achar a pessoa que éramos antes dos filhos, temos que fazer coisas que nos deem prazer e nos tirem da rotina materna, temos que redescobrir interesses, até mesmo sermos um pouco egoístas. Mas é claro que se as pessoas ao nosso redor nos ajudarem, isso é uma baita ajuda!

Look do dia (que acontece entre 1 e 2 vezes na semana haha), um dos meios que eu arranjo para retomar o protagonismo – mesmo com o Arthur do lado, como a mochila dele não deixa mentir rs <3

Uma das conversas que mais me marcou foi com uma amiga que escolheu largar tudo para viver a maternidade e nunca duvidou que essa foi a melhor escolha que ela fez. Até que um dia ela desabafou para mim sobre o quanto ela se sente desatualizada, desinteressante e monotemática quando passa o dia e ela vê que só falou sobre a vida materna. Que ela ama poder ficar com a filha, mas que não aguenta quando esse vira o único assunto com seus pais, suas amigas e com outras mães.

Eu sei que é muito mais fácil falar sobre crianças, é muito mais tranquilo e agradável puxar esse tipo de assunto. Eu, inclusive, adoro quando querem falar sobre o Arthur só para eu poder puxar o celular sem culpa e começar a mostrar meu arsenal de vídeos e fotos (eu nunca faço isso de primeira porque morro de medo de acharem chato haha). Mas vamos praticar o exercício de querer saber como as mães estão antes de saber dos filhos?

Se você encontrou uma amiga na rua com um bebê recém nascido, depois do “oi, tudo bem” pergunte o que ela tem feito, elogie, bata um papo antes de passar a atenção para o bebê. Se aquela conhecida largou tudo para ser mãe em tempo integral, saiba que ela tem outros interesses e não é porque ela virou dona de casa que agora ela só quer saber do preço do mercado, técnicas de faxina ou como fazer uma papinha nutritiva. Duvido que ela não queira debater aquela série ou sobre política, sei lá. Se sua colega de trabalho acabou de chegar da licença maternidade, não a trate como alguém que agora só sabe falar sobre tamanho de fraldas e horários das mamadas. Claro que ela está com saudades e com o coração na mão de ter que deixar aquela criança tão importante, pequena e indefesa com outra pessoa que não ela, mas o trabalho é uma ótima forma dela se reconectar e enxergar que ela pode ser muitas coisas além de mãe.

Pode soar chatice, pode soar problematização – ou melhor, é – pode até mesmo parecer uma reclamação – o que não é. Mas vocês não têm ideia do bem que podem fazer à autoestima de uma mulher ao mostrar para elas que elas são mais do que mães – e que elas têm outros assuntos além da maternidade. E não é nada muito difícil ou trabalhoso de se fazer, é só por um momento, lhe devolver o protagonismo.

E para todas as amigas e pessoas que me deixam ser a Carla sem o Arthur – que são muitas, para a minha sorte – muito, muito obrigada! <3

11 em Beleza/ pele no dia 29.03.2017

Pele: o dia que a acne voltou!

Quem conhece minha história sabe que a coisa mais grave que eu passei em relação à minha autoestima na adolescência foi a minha crise de acne, inclusive foi bem mais complicada do que os 20kg que ganhei na mesma época. Tive um grave problema em casa, estudava em um colégio que demandava muito e ainda estava numa enorme confusão hormonal – na época, desconhecida – tudo isso no ano do vestibular, aos 18 anos. Complicado, não? Realmente, foi bem difícil.

Para vocês terem uma ideia, nesse período eu fui parada na rua para me ensinarem receitas caseiras para tratar minha pele! A coisa ficou tão peculiar – para sermos gentis – que desconhecidos se sentiam solidários a me dar receitas de cura. A intenção até podia ser boa, mas eu sofria com isso. A coisa não estava legal e quando decidi com a minha dermatologista começar o Roacutan a pele deu uma piorada sensível – coisa que ela me avisou que iria acontecer – mas mesmo assim eu não estava preparada para tanto. As pústulas mudaram o formato do meu rosto e além de tudo, doíam muito. Da primeira vez que passei por isso quase não usei maquiagem e por causa de tantas mudanças, eu fiquei meio pra baixo e não encarei bem o tratamento.

Hoje, no alto do meu achismo, lembrando do meu quadro e dos meus sintomas, diria que foi naquele ano que eu desenvolvi a Síndrome dos Ovários Policísticos, que muita gente (eu, inclusive) chama de SOP. Eu pesquiso muito esse assunto, mas na época tudo era menos simples. Em 2004, o melhor que conseguimos pensar foi em tratar a minha pele com o Roacutan, que não é o tratamento mais leve do mundo mas foi o que pareceu mais possível naquele momento.

Depois de tudo que vivi de 2004 para 2005, eu fiquei absolutamente neurótica com a pele. Pensa numa pessoa que não sabia a real proporção do problema? Esse alguém era eu. Tudo era um real pavor de reviver a experiência de acne. Um ano e pouco depois minha pele desandou de novo e lá fui eu tratar novamente com o remédio. Foi chato tomá-lo de novo, mas ao mesmo tempo foi muito mais tranquilo. O anticoncepcional ajudou e tudo ficou muito mais fácil do que da primeira vez. Eu também já usava mais maquiagem e fui conseguindo lidar.

De 2007 até 2017 esse monstro da acne me assombrou muito pouco mesmo. Os primeiros meses sem o anticoncepcional foram chatinhos, eu parei em outubro de 2014 e eu diria que só no segundo semestre de 2015 minha pele ficou BOA. Demorou uns meses para o tratamento que a minha ginecologista passou começar a fazer efeito, mas eu já sabia que seria assim e tudo correu conforme ela me disse que seria. Fui levando a pele numa boa, era uma queixa, mas muito pontual.

Outros efeitos colaterais do SOP, por sua vez, não se resolviam. Eu sempre fazia ultra e lá estava o quadro, minha menstruação não regulava, tudo isso ia se repetindo até que minha homeopata em pouco tempo resolveu tudo. Deu muito certo pra mim. Saiu um cisto, regulei a menstruação e nunca mais vimos a cor do SOP nas minhas ultras. O que não quer dizer que a síndrome não seja uma questão, quer apenas dizer que não tem mais o mesmo quadro que antes no exame de imagem. Em nome de rever quais remédios de alopatia eu realmente precisava tomar, resolvemos tirar o tratamento que vinha segurando a pele desde junho de 2015 e vinha cuidando da questão da testosterona.

As duas únicas queixas da retirada do primeiro tratamento? Queda de cabelo e acne. A queda de cabelo tem diminuído muito, então diria que em crise hoje só temos a acne. Motivo pelo qual eu estou fazendo esse post, que eu jamais pensei que teria que escrever de novo.

Hoje eu fico impressionada comigo por várias razões. A primeira e mais importante é pela tranquilidade com a qual estou lidando, mesmo nos dias mais difíceis. Durante esses dez anos eu passei a ter pavor da oleosidade da minha pele, das espinhas mínimas do dia da menstruação e de qualquer acne eventual que aparecia. Ter uma espinha era SUPER DIMENSIONADO pra mim, o trauma me fazia reagir de uma forma exagerada.

Fato é que a Joana de uns anos atrás estaria no poço sem fundo com a crise de acne na qual eu estou passando hoje. No entanto, eu fiz todas as escolhas muito consciente, pensando na minha saúde a longo prazo e eu sei que vamos encontrar uma solução, seja na homeopatia ou de novo na alopatia. Só estou me dando uma chance. Eu sei que vai ficar tudo bem e isso me ajuda a não cair na armadilha de super dramatizar o quadro – que já não é fácil – de acne.

Eu confio muito na minha homeopata, dermatologista e ginecologista, todas elas me explicaram tanto sobre essa questão que eu já entendo e vejo o que há em comum em todos os discursos, assim sendo, eu resolvi correr esse risco.

É mais difícil do que imaginei que seria? Com certeza. Mas nesse aspecto minha dermatologista Dra. Vanessa Metz está me dando uma bela retaguarda. Estamos fazendo um tratamento combinado de três ponteiras que eu nunca vi igual, nunca nada reduziu tanto meus poros. Além disso tento fazer uma ou duas vezes por mês limpeza de pele na clínica.

Para minha felicidade,  a SkinCeuticals comprou meu barulho e me mandou todos os produtos que estão na receita que a Dra. Vanessa me passou. Hoje eu uso desde o gel de limpeza da marca, até o blemish e o retinol. Já para dormir eu coloco a máscara de argila branca como secativo. Toda noite, em cima de cada espinha. Gasta a máscara? Com certeza, mas ela dorme doendo e acorda menos inflamada. É realmente impressionante.

gel de limpeza LHA 

BLEMISH + retinol 0.3

máscara de argila (tem tudo sobre ela nesse post aqui)

Se lá no passado me contassem que eu passaria por isso novamente eu diria que seria o fim, que eu ia sofrer muito. Agora, com a causa, o grupo e o projeto “papo sobre autoestima”, eu estou conseguindo olhar pra tudo de uma forma tão mais tranquila e redimensionara  Por causa desse olhar diferente eu me sinto mais forte, mais corajosa e pronta para qualquer coisa. 

Eu escolhi passar tudo isso por uma boa causa, eu estava tendo uns quadros que se repetiam e no fim, eu vivia à base de remédios pesados.  Eu era refém de remédios chatos, refém da emergência de otorrino e vivia com questões que hoje eu não tenho. Se o preço que tive que pagar é essa fase? Tudo bem, eu vou passar por ela e vai ser só uma fase. Por mais frágil e vulnerável que eu possa vir a ficar, eu tenho consciência real de que vai passar, e vamos encontrar uma solução pra isso.

Enquanto isso eu vou seguindo, fazendo instastories sem maquiagem, com máscara de argila ou com uma super base, com a pele toda corrigida. Eu me amo e me respeito das duas maneiras e quanto mais meu emocional me ajudar, melhor vou passar por tudo isso.

Coloquei todo o problema no seu tamanho real, nem sempre é fácil, mas nesse caso eu tenho conseguido e isso me deixa orgulhosa de mim. Eu jamais estaria passando assim por isso assim, sem o coletivo. 

Eu fico muito grata por tudo e por isso vim compartilhar minha experiência.

Beijos