papo sobre Autoestima

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0 em Beleza/ corpo/ Destaque/ Patrocinador/ pele no dia 13.08.2018

Fim de semana do papo: aula de dança e o desodorante Ideal Finish de Vichy

Sim, ainda estamos falando de cada detalhe que possibilitou nosso fim de semana do papo acontecer! E hoje chegou a vez de falar sobre a aula de dança! A primeira atividade do #fimdesemanadopapo não poderia ser mais a nossa cara. Quem acompanha a gente pelas redes sociais já sabe que perder a vergonha de errar os passos tem sido um desafio para a Jô, mas pra mim isso nunca foi uma questão. Dançar é uma das atividades que me acompanham por mais tempo e que sempre me dá muita satisfação, prazer e alegria. O que nos une nisso tudo, é que errando ou não os passos, o importante é que a gente sai leve e poderosa. Por isso, não poderíamos pensar em outra forma de começar o fim de semana.

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Em processos completamente diferentes, nós duas entendemos que exercícios físicos vão muito além de uma obrigação chata que leva ao emagrecimento. Enquanto não reconhecermos outros benefícios em praticar alguma atividade física, se movimentar não será um processo de longo prazo. Para nós duas é preciso desconstruir muitas crenças, a pressão por emagrecimento ou por compensar “jacas” na alimentação só nos deixam intimidadas e acabam incentivando o sedentarismo. O “tá pago” tá fora do nosso vocabulário porque se cuidar não é boleto para ir no banco pagar. Qualquer atividade que te dá bem estar pode ser suficiente para você.

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Nossa ideia é se exercitar porque faz bem para o corpo, mas mais do que isso, para a cabeça, buscando melhorar o sono, aliviar o estresse, fortalecer seus músculos ou mesmo garantir mais consciência corporal. São inúmeras as melhoras que o exercício físico pode trazer pra nossa vida, por isso não quisemos deixar a aula de dança de fora da experiência do pacote do papo sobre autoestima. O projeto em si não é sobre se aceitar como é e parar de se cuidar, falar sobre aceitação não é pregar o conformismo, muito pelo contrário. Buscamos alimentar a ideia de nos exercitarmos e nos cuidarmos porque nos amamos, não por odiarmos nosso corpo. A única coisa que queremos com nossa conversa é estimular que todo mundo ache a forma de se movimentar da forma que mais lhe dê prazer, sem cobranças, comparações ou objetivos inalcançáveis e insustentáveis a longo prazo. Todo movimento pode ser suficiente e nossa aula foi para celebrar a mudança de pensamento. Corpo perfeito é isso, aquele corpo que está preparado para fazer todas as coisas que gostamos de fazer, independente de forma e tamanho.

Nada mais incrível então do que oferecer para as leitoras que compraram o pacote duas aulas tão especiais, que visavam proporcionar diversão e alegria, além de ser uma atividade física.

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Para vivermos essa experiência com toda segurança e bem estar tivemos o desodorante de Vichy, o Deo Ideal Finish, conosco. As leitoras hospedadas puderam experimentar esse produto que a Jô resenhou no blog em 2015, contando da sua qualidade e efeito clareador.

Eu ainda não tinha usado esse desodorante em um momento extremo como esse, e ele foi bem potente e competente para segurar o suor durante a aula, o que pode ser considerado um grande trunfo, porque eu realmente saí de lá pingando! Para quem tem alergia à desodorantes, ele é uma ótima opção, e para quem fica com a axila sensível depois de usar a lâmina, ele também acalma e hidrata bem o local. Finalmente consegui entender o motivo da Joana ficar encantada com ele lá atrás! Adorei tê-lo na experiência do fim de semana e to curtindo ele na vida, assim como a Jô, que veio me dizer que não lembrava como ela tinha gostado (afinal, já tem 3 anos que ela experimentou), segurando perfeitamente o odor, que é a maior briga que ela tem. Como ela mesma brinca, o prazo de validade dela não está vencendo mais (existe alguma forma mais simpática de dividir essa intimidade da amiga com vocês? rs).

O que o produto promete?

Eficácia antitranspirante 48h.
Clareia as axilas.
Suaviza a textura da pele.
Microesferas peroladas que minimizam as Imperfeições.Hipoalergênico.
Com Água Termal de Vichy.

Eu não tenho problemas para perfumes, mas acho que vale dizer que ele tem um cheiro bem leve, quase nulo. Ele seca super rápido e não deixa a axila melecada. Pessoas alérgicas tendem a gostar dele por ele ter uma fórmula hipoalergênica.

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Eu vou seguir usando e contarei depois pra vocês o que estou achando no longo prazo, mas a minha primeira semana de uso está maravilhosa. Acho que a aula de dança, a festa e a correria do #fimdesemanadopapo não poderiam ter sido um teste melhor para mim, estou gostando muito do resultado do produto e mais encantada ainda com o sucesso que ele fez com nossas leitoras.
E aí, alguém mais usa o Deo Ideal Finish de Vichy? Compartilhem conosco os resultados! 
1 em Autoconhecimento/ Mayara Oksman no dia 13.08.2018

O medo do novo!

Dona Joana bem sabe como eu atrasei a entrega desse texto. Eu sabia sobre o que eu queria falar, mas colocar em palavras deixa tudo sempre tão mais real que estava enrolando, enrolando, enrolando…

Pois bem, antes de efetivamente falar sobre meus medos iniciais (sim, vou falar de alguns deles), deixa eu explicar o status atual das coisas para ninguém se perder: vim com a minha mãe para a Itália para darmos entrada nos papéis da cidadania e depois disso combinamos de viajar por alguns lugares, terminando em Torino onde efetivamente está parte da nossa famiglia italiana. Quem me acompanha no Instagram viu que fizemos bastante coisa nos últimos 15 dias, curtindo muito praias maravilhosas e cidades maiores, lindas e apaixonantes como Firenze e Milano.

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Essas são as férias que eu não tirava há mais de um ano e meio. E por isso decidi curtir muito, comer muito, sentir tudo intensamente. Acho que isso eu fiz muito bem, aliás. Meu coração está batendo com mais energia e minha alma (meu mar, como gosto de chamar) está sorridente. Não deixei minha ansiedade bater, não pensei muito no que viria a seguir e fiz questão de deixar as coisas seguirem seu curso natural.

Ontem eu e minha mãe chegamos em Torino e isso significa que minhas férias e meu último laço com o que eu entendo como “segurança” estão chegando ao fim. Eu acho que sempre me virei muito bem na minha vida em geral, mas mesmo assim, ter a mãe do lado é ter parte de casa com você. E essa parte está indo embora.

E ta aí um dos desafios: o início do que eu chamo voar sozinha, andar de bike sem rodinha, se virar nos 30. Ou seja, vai começar o que eu efetivamente vim fazer na Europa: tentar recomeçar, arranjar um trabalho, aprender outra língua, longe de casa, longe da minha família, do Oscar e dos meus amigos.

Agora minha ficha caiu que eu pedi demissão mesmo. Que eu não vou pegar um avião, voltar para São Paulo e para o escritório. Que eu não vou recomeçar aquela rotina que eu tinha. Que de sábado não vou até a Vila Madalena fazer a unha com uma amiga. Que marcar um jantar com as meninas vai ser simplesmente impossível, assim como um “vamos lá na Zara rapidinho” e um “topa fazer nada junto”. Que eu não vou com o meu cachorro no Starbucks no domingo de manhã e que minha funça de tia vai ser exercida por Facetime e Whatsapp. Que a vida de todo mundo vai continuar lá em São Paulo enquanto a minha sabe-se lá o que vai ser e onde vai ser.

Entendam: eu já tinha pensado em tudo isso quando tomei minha decisão. Eu anotei tudo isso num caderninho, foi tudo muito consciente. Mas agora saiu do papel, é real, é palpável. Não ta chegando. Ta aqui, é agora. E isso, meus queridos, dá medo. Medo de não conseguir, medo de ter algum problema e não saber como resolver, medo de ninguém me ajudar se eu precisar, medo que alguém morra enquanto eu estiver longe, medo que meus amigos se afastem, medo que meus amigos me esqueçam, medo que meu cachorro me esqueça… medo, medos, de todos os tipos.

Racionalmente eu sei que está tudo bem e que vai ficar tudo bem. Que se alguém morrer, ia morrer comigo aqui ou em São Paulo. Que se meus amigos se afastarem, eu vou atrás deles para conversar. Que se eu tiver problemas, eu vou dar um jeito de resolver. Que se der tudo errado, eu simplesmente volto para o Brasil. Que tudo que é novo e desconhecido, assusta mesmo. Que ter medo é normal nessas horas.

Mas a gente não consegue ser 100% racional. É fácil falar e escrever, mas vai ser difícil na prática. E tudo bem, vamos seguindo em frente mesmo sendo difícil e enfrentando os medos dia após dia. E lidando com os problemas quando eles aparecerem e se aparecerem não é mesmo? Acho que vai ter que ser dessa forma. Segurando a ansiedade e indo com medo mesmo. Aliás, espero que vocês não tenham cansado da Mayara indo com medo mesmo, porque tenho a sensação de que esse meu lema é real oficial para 2018 e para sempre.

0 em Autoestima/ Comportamento/ Destaque no dia 10.08.2018

Não seja pai de redes sociais

Esse fim de semana Dia dos Pais e eu fiquei na dúvida se fazia um post sobre isso. Cerca de 96% do nosso público aqui no blog é feminino, então minha primeira ideia foi fazer um post de maternidade. Mas aí parei para pensar e achei que nesse dia eu poderia mudar de estratégia, falar um pouquinho com os maridos, namorados ou ex de tantas mulheres que leem o que escrevemos. Então pensei no fenômeno dos pais de redes sociais.

Sei que o sentido desse apelido é bem pejorativo – geralmente pai de instagram ou pai de Facebook é o nome dado para aqueles pais que fazem o mínimo da obrigação deles na vida real, mas nas redes sociais eles parecem o maior exemplo de paternidade da face da Terra. Mas não fiquem chateados ou ofendidos, por favor. Aliás, acredito que se você leu até aqui e está pensando em continuar a ler, com certeza você está mais para um genuíno paizão do que um pai de rede social. O intuito desse post não é cagar regra (longe disso!), é apenas conversar alguns dos assuntos sobre estrutura familiar que estão sendo debatidos há tempos e que muitas vezes os pais não querem saber.

Não acho que é só por falta de vontade, sabe? Acho perfeitamente compreensível que homens se interessem menos pelo assunto paternidade do que mulheres sobre maternidade, por exemplo. Nossa geração ainda sofre com resquícios da imagem do homem provedor e chefe da família, que não tem grandes papéis na educação dos filhos. E esse é um lugar tão confortável de se estar que, muitas vezes, vemos homens super bacanas se acomodarem nele.

Mas acho que está mais do que na hora de nós, mulheres e homens, conversarmos sobre esse assunto e dar um jeito de rever o papel do pai na família, não acham? Por isso, reuni algumas opiniões que venho colecionando em conversas com amigas e mães por aí, para a gente iniciar esse papo.

1 – Participe ativamente ainda na gravidez

Uma das coisas que eu mais ouço por aí é que a mãe se percebe mãe ainda na gravidez, enquanto o pai só percebe que realmente virou pai quando a criança nasce. É normal que a conexão aconteça mais rápido entre as mães, afinal, o motivo é fisiológico. É a mãe que muda seu estilo de vida, seu corpo, seu guarda roupas. É a mãe que sente os movimentos e os chutes. É a mãe que sente os desconfortos e as dores. Durante 9 meses a mãe é lembrada constantemente de que tudo está mudando, enquanto o pai só recebe os parabéns. Mas isso não quer dizer que o pai não possa participar ativamente dessa fase.

Compareça às consultas, interaja com a barriga, leia sobre o assunto, participe no enxoval e na decoração, converse com outros pais sobre paternidade, se interesse em conversar com sua mulher, ouça suas ideias sobre parto, amamentação e outros processos em que o pai não é obrigatoriamente necessário, mas que poderia ser muito útil. Fazer-se presente para a mãe na gravidez é uma ótima forma de entrar no mundo da paternidade. 

2 – Ajudar não é suficiente, faça parte dos processos

“Caramba, hein, que sorte a sua! Ele é um paizão, olha só, trocando fralda!”. Acho que toda mãe já ouviu essa frase – e morreu de raiva porque naquele mesmo dia já trocou 1 milhão de fraldas e não recebeu um mísero elogio por causa disso. O pior? Geralmente essa frase vem de outras mulheres! A ideia de que a responsabilidade dos cuidados é mais da mãe do que do pai, além de machista (sim, mulher também pode reproduzir discurso machista), deixa o pai completamente de escanteio, atuando ali como um mero coadjuvante na estrutura familiar, que só aparece quando é solicitado.

Vamos parar de perpetuar essa ideia, né? Da próxima vez que receber um elogio desses, seja o primeiro a apontar que não fez mais do que a sua obrigação. Eu hein, o pai que não sabe se virar no mínimo com a própria cria que deveria ser motivo de surpresa!

3 – Aliás, faça parte dos processos, sem que ninguém precise pedir

Acho que uma das maiores reclamações que eu vejo por aí é justamente do tamanho da carga mental que mulheres carregam quando percebem que além do serviço doméstico, elas precisam delegar aos maridos as tarefas que precisam ser feitas para o bom andamento da casa e cuidados com os filhos. A hashtag #porramaridos e a famosa tirinha do “Era Só Pedir” exemplificam muito bem isso.

Essa reclamação começa quando o casal passa a morar junto mas se intensifica quando os filhos chegam, justamente porque o número de coisas a fazer aumenta exponencialmente. 

Poderia dar essa dica em algum post sobre relacionamentos, afinal, se tem algo que desgasta uma relação é essa rotina, mas a verdade é que ela também funciona para quem quer ser um bom pai publicamente ou da porta pra dentro. Estamos carecas de saber que filhos aprendem muito mais pelo exemplo do que pela conversa (ou pela bronca). E viver em uma estrutura familiar onde cada um sabe suas responsabilidades para o bom andamento da casa, sem que um lado fique sobrecarregado, é um dos melhores aprendizados que você pode passar.

ilustra: Snezhana Soosh

ilustra: Snezhana Soosh

4 – Seja a pessoa que você quer que seus filhos se tornem

Ainda falando sobre educar pelo exemplo, esse é um ponto que eu vejo muitas mulheres se preocupando sozinhas. A verdade é que a medida que nossos filhos vão crescendo, a gente vai se dando conta de comportamentos muitos errados que fazemos. Criança não tem filtro, e são muito espertas, de modo que elas entendem muitos atos que fazemos crente que elas não estão se dando conta.

Como falar que mentir é errado se ela vê você contando uma mentirinha para outra pessoa? Como dizer que falar palavrão é feio se da sua boca saem 312892010 palavras de baixo calão por minuto? Como brigar quando a criança joga algo no chão se no minuto seguinte você está jogando o controle da televisão em qualquer lugar do sofá? E quando você vê, percebe que são pequenos hábitos tão automáticos do nosso dia a dia, que temos que ficar sempre alertas para não sermos o mau exemplo. 

E mais uma vez, vejo muito mais mães preocupadas em mudar seu comportamento para servir de exemplo aos seus filhos do que pais. Ficar sempre alerta é muito cansativo, é praticamente uma tarefa extra no rol de milhões de coisas a se fazer que já temos no dia a dia. Homens preferem brigar ou ignorar esse contexto, mantendo uma incoerência na cabeça da criança e, de quebra, dando mais trabalho para a mãe, que vai ter que ficar explicando por quê o pai faz X e ela não pode fazer o mesmo. Mudar é difícil, eu sei, mas o papel do pai também deveria ser questionar seu próprio comportamento. 

5 – Seus filhos não são você

Essa frase pode parecer óbvia, mas não é. O que mais vemos por aí são pessoas pressionadas e infelizes por atenderem demandas de pais que não conseguem entender que botaram indivíduos com personalidade e vontade próprias no mundo. Filhos não são nossa extensão, e é cruel demais a gente depositar neles expectativas e desejos que são exclusivamente nossos.

E sei que em muitos momentos pais ficam tristes pelas decisões que seus filhos tomam porque sabem que aquele caminho é muito mais difícil e tortuoso de seguir. Ou porque não foi o que planejaram para o futuro deles. Mais uma vez, essa é uma opção única e exclusivamente dos filhos, e cabe aos pais serem o porto seguro quando tudo ficar complicado demais. 

E sim, eu sei que essa é uma questão que também acontece com as mães (principalmente quando se tem uma filha), a diferença é que hoje eu vejo muitas mulheres se interessando em saber como contornar essa situação do que homens.

ilustra: Snezhana Soosh

ilustra: Snezhana Soosh

6 – Dedique-se verdadeiramente aos seus filhos

Eu sei que a vida anda corrida, estressada, e que o sonho é dormir até tarde o fim de semana inteira ou passar o dia vendo Netflix. Sei que a tentação de dar o Ipad/celular ou deixar as crianças grudadas o dia todo na televisão enquanto você só está ali, sendo um corpo presente, é enorme – e não se enganem, já fiz isso algumas vezes. Só que nada substitui a presença física e genuína, a conversa olhando no olho, demonstrando interesse e dedicação plena.

Acho que o melhor presente que pais (e mães, mas hoje não to falando com elas) podem dar a seus filhos é o seu tempo. Não tem nada que edifique mais a relação pai-filho do que um tempo a sós, sem a presença do resto da família. Você pode se surpreender com essas horinhas.

Como eu disse, a última coisa que eu quero aqui é cagar regra. Quero mais é que todo mundo pense no que pode fazer para ser ainda melhor, porque é isso que vai fazer com que a gente crie indivíduos cada vez mais bem resolvidos e seguros de si. Feliz Dia dos Pais. <3