29
jul
2015

Moda: Mickey Mouseando seu look

Inspire-se!, Looks, Moda

Eu amo a Disney – tipo, muito! – mas toda vez que eu vou nas lojinhas dos parques eu olho as coisas, acho tudo lindo, fofo e incrível, mas acabo saindo de mãos vazias. Na verdade não foi sempre assim, se hoje eu saio sem nada é porque eu traumatizei com as vezes que eu gastei dinheiro (porque os produtos que eles vendem não são pechinchas, vamos combinar) em alguma coisa que acabou sendo usada uma vez, encostada por anos e finalmente doada. Cheguei à conclusão que não valia a pena, até meu marido comprar não uma, mas duas camisetas do Mickey com uma pegada clássica/vintage.

E aí eu comecei a usar uma delas – inclusive tem até look aqui - e a acumular referências. Mesmo não sendo muito fã do ratinho, não posso negar que ele tem um certo carisma, um potencial para ser cool sem cair no infantil. Provavelmente um dos poucos personagens da Disney com essa capacidade gráfica, eu diria rs.

mickey-fashionistaAlém desses looks mais normais, têm algumas coisas aí que não são exatamente usáveis, a não ser que você tenha uma pegada meio Anna Dello Russo de ousadia:

mickey-fashionMas esse Louboutinzinho com orelhas eu bem aprovo, confesso!

Até tentei dar uma chance para outros personagens mas, francamente, não acho que tenham o mesmo charme!

disney-fashionE alguma dúvida que vários desses looks já estão na minha cabeça para servirem de inspiração não só para o meu dia a dia, como também para quando eu for para o Disney em um futuro (eu espero que) próximo?

Ah, e como fui esquecer de Kim Kardashian, linda na Vogue Espanha com essa camiseta (que aliás, é igual a do meu marido e eu já vou tirar do armário rs):

kim-kardashian-mickeyBeijos!

28
jul
2015

Relacionamento: Sobre o dilema do sexo no primeiro encontro!

Lifestyle, Reflexões, Relacionamento

Se tem uma coisa que eu vejo dividir opiniões DE VERDADE entre mulheres e homens é a história do sexo no primeiro encontro. Não me impressiona dividir a opinião dos homens, mas me impressiona dividir a opinião das mulheres. 

Queria ter me chocado lendo essa matéria do Buzzfeed sobre 27 coisas que as mulheres precisam parar de falar uma para as outras, mas não aconteceu, tudo era previsível. No item 2 estava lá uma das piores premissas para se escutar em pleno 2015: “você deu para ele na primeira vez?”.

62a8d770-9aba-0132-e436-0e7954aeedc0Vontade de responder: “não, nós tivemos uma festa do pijama adulta”

Como praticamente tudo na vida, cada caso é um caso, e o melhor é parar de criar regras e rótulos, como se existisse uma espécie de manual ou planilha a ser seguida. Cada pessoa é única e (provavelmente) tem a capacidade de julgamento necessária para optar pelo que fazer ou não em cada situação.

Toda generalização é BURRA, então carregar a máxima que NUNCA se deve dar no primeiro encontro como verdade absoluta também é. Dito isso, vou continuar minha linha de pensamento.

sexo-no-1-encontro

“Vamos transar no primeiro encontro para evitar a pressão de não transar no primeiro encontro” – Porque fazer piada faz parte!

Eu queria dizer que esse assunto é um mito, como deveria ser, mas infelizmente não é. Outro dia eu ouvi de um cara MUITO LEGAL que ele fica mais interessado e curioso quando a menina não dá de primeira, afinal, a maioria que está caindo em cima dele quer dar no primeiro momento. Quem sou eu para julgar como ele se sente? Ninguém. Só fico pensando que, na verdade, o filtro do interesse não deveria ser o sexo em si, e sim o quão interessante aquela mulher é, nas afinidades entre os dois e se ambos estão na mesma página em termos de expectativas. Sem falar na química, fator importante em qualquer status de relacionamento, rolo ou primeiro encontro.

Existem mulheres que querem só sexo, existem mulheres que querem um encontro incrível no qual terminar em sexo pode ser uma alternativa – ou não – e existem aquelas que mesmo morrendo de vontade vão segurar para fazer tipo. Normalmente as últimas não conseguem lidar com a possibilidade de serem julgadas no dia seguinte.

Não quero julgar nenhum tipo de mulher, no entanto, julgo o machismo. Por que cargas d’água o cara que come várias no primeiro encontro é o máximo e a menina que dá é uma vadia? Ambos os sexos podem ter pessoas que só pensam em pegação ou sexo, só temos que começar a mudar a forma de pensar e entender que não existe bonito ou feio dependendo do gênero.

As amigas “mais fáceis” (termo horrível, eu sei) que eu tive são as mais fiéis e devotadas a seus compromissos sérios. Não arrisco dizer que isso é uma verdade universal – até porque bom caráter independe da necessidade de sexo que uma pessoa sente – mas é a mais pura verdade na minha amostragem pessoal.

Durante boa parte da minha vida de solteira dormir com um cara em um primeiro encontro não era uma alternativa, não tanto por medo do que os caras vão pensar, mas por lembrar de bordões como “menina direita não faz essas coisas“. Fato é que ainda hoje eu não me sinto confortável com a ideia de dormir com várias pessoas no primeiro encontro, mas não por julgamentos idiotas ou pressões externas, me sinto assim porque eu preciso me sentir muito à vontade antes de qualquer possibilidade, e isso não é tão comum, ao menos não até o presente momento.

Talvez esse meu incômodo aconteça por causa dos anos e anos que eu achei que não seria uma “menina direita” se fizesse isso? Talvez. Mas cada vez mais vejo que existem situações e situações, encontros e encontros, pessoas e pessoas. Se o cara conseguir me fazer sentir bem à ponto que eu não precise de tanta intimidade para sentir vontade e me divertir, eu vou mais é me jogar na situação.

O cara que não quiser mais sair comigo porque eu “dei” no primeiro encontro é o tipo de cara com quem eu também não quero sair mais. Simples assim, sem inseguranças e sem paranoias. Se o cara não consegue entender que uma “menina de família” pode querer dar como qualquer outra garota, ele não vai valer a pena, pelo menos não pra mim. Sempre fui fiel, nunca traí e não gosto de mentiras – peco até na transparência excessiva – então não vai ser agora que alguém vai me convencer de que eu não sou “um bom partido” por algo tão idiota.

Claro que não estou falando que todo mundo tem que dar em todos os primeiros encontros da vida, estou justamente falando que não deveriam existir regras. O único julgamento necessário é o seu.

Eu acredito num mundo onde as pessoas façam aquilo que elas TÊM VONTADE DE VERDADE. As vezes você saiu com um cara e foi totalmente fora da curva, foi tudo tão incrível que começa a fazer todo o sentido do mundo dormir com ele, por que não?

Se o cara for tão legal quanto parece, isso não vai mudar a postura dele no dia seguinte. Ele vai mandar mensagem pra você independente do que acontecer. Pode ser que ele não queira namorar naquele momento, pode ser que você não queira namorar naquele momento, mas o importante é que você vai ter mais uma história divertida para acrescentar na sua linha do tempo (imaginária, obviamente hehe).

E se ele não mandar mensagem? Se ele não o fizer porque você fez sexo com ele, eu só posso dizer uma coisa: que bom que você já fez o primeiro teste e a resposta foi que ele não valia a pena. Não valia para namorar, para peguete ou mesmo para ser a sua versão de “friend with benefits”.

Aqui cabe lembrar que mesmo quando você não dorme com o cara pode não rolar mensagem no dia seguinte, né? Aliás é o que eu mais ouço falar que acontece.

O cara que dormir com você não precisa querer namorar você, mas ele precisa seguir te respeitando como mulher e, acreditem se quiser, lá fora existem caras bem resolvidos a ponto de levar o sexo no primeiro encontro como algo normal, sem mudar o julgamento que tinha da mulher, como deveria ser para os dois lados.

E vocês, como se sentem quanto a esse tabu de “não se deve fazer sexo no primeiro encontro”?

Beijos

Se você se interessa por esse assunto leia esse texto do site Papo de Homem.
Eu confesso que achei muito bom e ainda digo mais, quero ser uma “mulher para casar” com os atributos listados no post. 

28
jul
2015

Dilema tecnológico: Apple Music ou Spotify?

Lifestyle, Variadas (f)utilidades

Eu não sei viver sem música. Eu era a criança que não largava do Meu Pequeno Gradiente. Eu era a pré adolescente que ligava na Jovem Pan no horário das 7 melhores para gravar na fita K7 as músicas novas que eu gostava. Eu era a adolescente que ia para as festinhas e parava de dançar quando escutava alguma canção que eu gostava, só para decorar algum trecho que me ajudasse a procurar no Yahoo depois (não existia Google nessa época rs). Sempre que eu passava numa Fnac ou Livraria da Travessa, eu tinha que parar na parte de Cds. Enfim, deu para entender que eu sempre amei caçar novidades, né?

Quando surgiu o Spotify, eu imediatamente curti o serviço, achei uma revolução e um facilitador de vida, tanto que eu cheguei a fazer post aqui no blog sobre como aproveitar o máximo do aplicativo. Daí, pouco tempo depois, surgiu o Apple Music e eu fiquei no maior dilema, porque além de eu ser louca por músicas, eu sou meio applemaníaca – para não dizer completamente. Sempre venerei tudo que Steve Jobs criou e mesmo depois de sua morte, eu continuo sendo fã da marca, mesmo achando que hoje em dia ela não é mais o que costumava ser (a atualização nova do meu computador que o diga).

Demorei muito para atualizar meu sistema para o novo, que inclui o Apple Music. Estava muito apegada ao Spotify e não queria substituí-lo – até porque tinha acabado de pagar a mensalidade – mas fui convencida por uma amiga a baixar e testar os 3 meses grátis que eles oferecem. Baixei, testei e até o momento estou meio decepcionada, confesso.

Para o texto não ficar mais gigante do que já está, vou listar as características que mais me chamaram atenção em ambos os serviços e depois dou a minha conclusão, ok?

spotifyPontos positivos – além dos que eu citei no post anterior!
– Interface fácil e intuitiva.
– Quando uso no celular, costuma funcionar perfeitamente o 3G mesmo se meu sinal não estiver dos melhores.
– É uma rede social, então dá para seguir amigos e pessoas legais e saber o que eles estão ouvindo.
– Facilidade de achar playlists de outros usuários – e a possibilidade de seguir apenas elas.
– Quem quiser pode ouvir de graça e criar listas com suas músicas preferidas, mas vai ter que lidar com os milhares de comerciais a cada 10 minutos e não vai poder escolher as canções.
– Já criei várias listas que eu amo e já to acostumada! hehe

Pontos negativos:
– Quem não quiser anúncio ou quiser liberdade de escolha, existe o serviço Premium, que custa R$14,90 por mês, e agora existe o plano familiar que, no meu caso, sai R$22,35 para duas pessoas. Minha maior reclamação até então era que o Spotify não dava para ser dividido, agora, minha reclamação é que é muito caro para o número de pessoas permitidas (5 pessoas sai por quase R$45/mês! Acho meio absurdo). Ah, e quem quiser testar o serviço Premium, eles estão oferecendo 3 meses por R$1,99/mês.
– Vários albuns recém lançados demoram muito para entrarem no sistema, como foi o caso do CD da Beyoncé e vários outros. E também tem o fato de alguns artistas, como Taylor Swift, terem proibido suas músicas nesse serviço de streaming.

apple-musicPontos positivos:
– Muita, muita música, inclusive de cantores que não toparam fazer parte da biblioteca do Spoti. Até Taylor Swift conseguiu renegociar e aceitou liberar seus CDs.
– Para quem gosta de programas de competição musical – inclusive os brasileiros como 0 Superstar, por exemplo – dá para baixar todas as músicas facilmente.
– Playlists interessantes – Vou falar em breve que não curti muito o time de especialistas da Apple responsáveis por criar as playlists, mas admito que algumas são aparentemente interessantes como: “músicas famosas da Sia” ou “Jay-Z produzido por Timbaland” ou “Introdução a artista X”. Mas depois explico por que, mesmo assim, continuei não gostando muito.
– Desde que o serviço foi liberado no Brasil eu compro música pelo Itunes, então teoricamente acaba sendo mais prático para mim.
– US$5 por pessoa (algo em torno de 16 reais atualmente) ou US$8 (mais ou menos 25 reais) por até 6 pessoas no compartilhamento familiar. E os 3 primeiros meses são de graça para quem quiser testar o serviço.

Pontos negativos:
– Funciona bem apenas no wi-fi, no 3G ou 4G o serviço ainda tem falhas – se o sinal não está dos melhores, a música demora para começar a tocar, isso quando para e não volta automaticamente.
– Interface é fácil, até a segunda página – Me senti com 90 anos quando tentei ouvir no 3G pela primeira vez e ele me fez ficar tendo que ir no Ajustes do telefone algumas vezes. E também apanhei quando tentei ouvir todas as músicas recentes que eu tinha baixado. Eu botava para começar em uma música e ela não ia para a próxima, ficava repetindo.
– Playlists impessoais – por não ser uma rede social, todas as listas são criadas pelo “time de especialistas” da Apple Music. Segundo o site da Apple, “cada mix é montado com cuidado, para que as músicas combinem entre si. O resultado é uma lista que conta uma história, captura um estado de espírito e até muda o seu humor”. Bem, eu gosto de umas playlists bagaceiras, confesso, então não me acostumei com essa coisa toda sofisticada e de acordo com o gosto dos editores de música deles.
– Playlists curtas – Uma das coisas mais sem noção dessas listas metidas à besta é a quantidade de músicas que o “time de especialistas” coloca. Já peguei playlist feita para tocar em festa com apenas 12 músicas (quem em sã consciência dá uma festa que dura 12 músicas, o equivalente a 48 minutos? Que festa horrível essa que não dura nem uma hora…), já peguei lista com 2 músicas…Enfim, para mim, playlist tem que ser que nem livro, se tiver menos de 100 páginas, eu nem compro porque tenho a impressão que não dá para contar uma boa história em tão pouco espaço. Não fui mesmo com a cara desse time de especialistas, deu para perceber, né?

Confesso que já me acostumei e tive menos queixas com o Spotify. Mesmo assim, ainda quero dar mais chances ao Apple Music antes de bater o martelo, por isso, vou esperar até acabar meu período gratuito para ver o que faço. Por enquanto eu ainda estou tendendo ao Spoti!

Enquanto isso, tem alguém aqui que migrou para o Apple Music e viu mais vantagens? Ou que preferiu ficar no Spoti? To bem confusa! Me ajudem!

Beijos

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