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0 em Autoestima/ Relacionamento/ Zenklub no dia 24.03.2017

Ser solteira depois dos 30 não precisa ser um problema

A gente já sabe que não é impossível ser feliz sozinha e que nossa melhor companhia somos nós mesmas. Mas, não há como mentir que quanto mais nos distanciamos dos padrões sociais, como a idade certa para casar, por exemplo, mesmo a mais segura e feliz das mulheres se sente um pouco vulnerável.

Não importa o quão satisfeita você esteja na sua vida profissional ou quantos dos seus sonhos e metas você já realizou. Se você passou dos 30 e não está casada, é quase certo que em algum momento será cobrada sobre isso – por você ou pelos outros.

Ananda Nascimento, psicóloga e mestre em psicologia clínica que atende por videochamada no Zenklub, falou sobre o lado emocional de fugir dos padrões sociais e se viver de acordo com a própria essência: “As consequências são as mais diversas. Dentre as positivas, destaco o bem-estar psicológico e espiritual ao aceitar a si mesmo por ser quem se é, respeitando a sua própria essência. Assim, é possível se relacionar com os outros de modo mais franco e honesto, reconhecendo seus limites e necessidades. No entanto, como consequências negativas, assinalo o sofrimento psíquico gerado pelo sentimento de exclusão e de não pertencimento a um grupo social”.

No final do ano passado, a neuropsicóloga e coach de vida Andrea Cunha, que também atende Zenklub, escreveu um artigo inspirador sobre como explorar os pequenos momentos de felicidade do dia a dia. “Muito se fala da busca pela felicidade e que, no fundo, todos nós, do bom mocinho ao bandido, estamos em busca de sermos felizes. Mas a felicidade não é o destino e nem o ponto final, mas sim momentos presentes no percurso, na estrada da vida” (dá pra ler o artigo completo aqui).

Mas o que felicidade tem a ver com estar ou não solteira depois dos 30? Tudo! Reconhecer que se é feliz nas pequenas coisas do dia a dia é uma forma de lembrar que felicidade e plenitude não precisam ter a ver com status de relacionamento. Muito pelo contrário: quanto mais a gente se conhece – e a terapia pode ajudar muito nesse processo de autoconhecimento – mais a gente sabe o que cabe e o que não cabe na nossa vida.

Muitas mulheres relatam que conseguiram viver plenamente depois dos 30 – e isso tem menos relação com o fato de estarem ou não solteiras do que com o domínio que têm de si mesmas.

O Zenklub é uma plataforma que promove bem-estar e democratiza o acesso ao atendimento psicológico com consultas por vídeo-chamada. Possui mais de 80 psicólogos e produz conteúdo sobre saúde mental. Entre em contato: conteudos@zenklub.com

————————————— Esse post foi feito pelo nosso parceiro de conteúdo Zenklub <3
0 em Autoestima/ Saúde no dia 24.03.2017

Camilla Estima + Daiana Garbin batem um papo sobre dietas!

A nutricionista comportamental Camilla Estimacolunista do futilidades, bateu um papo com a Daiana Garbin, do canal no youtube Eu Vejo. Ela falou dos pontos abordados naquele texto que ela escreveu aqui, sobre a influência das blogueiras fitness.

Os vídeos tocam nos pontos que Camilla trouxe de maneira bem interessante e achamos que valia compartilhar com vocês aqui no blog:

 

Acho legal pararmos pra pensar sobre isso, todas nós!

O que vocês acharam?

Beijos

2 em Autoestima/ Destaque/ Moda no dia 23.03.2017

O que a sua insegurança já te impediu de vestir?

Estava dando uma olhada nos blogs das amigas e me deparei com esse post da Cony, que fala sobre a gente não ter medo de usar certas peças porque elas remetem a ícones da cultura pop. Aí lembrei de uma história que aconteceu comigo quando eu devia ter uns 20 anos.

Estava numa Zara e me apaixonei por um casaqueto preto com detalhes bordados dourados. Sabe quando você bota uma roupa e se sente muito poderosa? Era eu. Naquele segundo que eu botei e olhei no espelho, eu me senti incrível. Eu tinha dinheiro para comprar, eu estava me sentindo bem até que meu marido – na época, namorado – vira e fala brincando: “Michael Jackson, é você?”

Meu marido nunca foi de dar pitacos nas minhas roupas, nunca me disse o que usar ou não usar, mas é inegável que há 10 anos eu era extremamente insegura. Eu lembro muito bem que essa era uma época que eu queria achar meu estilo, minha personalidade fashion, então, ao ouvir que eu estava parecida com o Michael Jackson, eu não conseguia encarar como um elogio – já que ele é um ícone da moda até hoje, convenhamos – e sim como se eu estivesse me fantasiando, não mostrando minha personalidade. Que besteira.

Eu hoje: “Nossa, ce tá parecendo uma paquita com essa roupa” – “Sério? Peraí, deixa eu pegar meu chapéu pra complementar o look”.

Só sei que um tempo depois eu voltei na Zara sozinha e achei o tal casaqueto na liquidação, metade do que eu pagaria se tivesse levado anteriormente. Experimentei empolgada, mas foi só me olhar no espelho que a empolgação que eu tive daquela vez não aconteceu. Não me senti linda, não me senti poderosa, me senti uma cópia mal feita de alguém originalmente com estilo. E saí super chateada por vários motivos. Por ter sido influenciada a não comprar algo que tinha amado por causa de uma brincadeira, por estar me sentindo sem personalidade e, acima de tudo, por me sentir insegura.

Hoje eu vejo que ter o aval das pessoas próximas era essencial. Eu precisava ouvir que estava bonita, que a peça que eu vestia era linda para ter certeza que tinha feito uma boa escolha. Caso contrário, qualquer brincadeira já era o suficiente para desmoronar minha frágil segurança fashion, que mais parecia um castelinho de cartas.

Nessas horas nada mais reconfortante que uma boa dose de maturidade. Perceber que o mundo trabalha com referencias e que é maravilhoso se inspirar em quem você admira. Se alguém me disser que estou parecendo o Michael Jackson – ou uma paquita, ou os Beatles em Sgt. Pepper’s – quero mais é abrir um sorrisão e falar: “é isso aí, que bom que meu objetivo foi alcançado!”

Mas para quem acha que esse assunto de insegurança na hora de se vestir está muito bem resolvido para mim, que nada. Aprendi a não ligar para a opinião dos outros no que eu visto, mas ainda sou encanada com várias peças como cropped, decotões ou vestidos muito justos. Minha relação corpo-roupas ainda é uma questão em vários momentos, mas estou tentando superar certas limitações. Outro dia mesmo, ousei experimentar um vestido com decote gigante, logo eu, que evito a maioria por complexo de peitão. Quem sabe eu não aprendo a lidar com essas questões??