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0 em Beleza/ Cabelo/ Destaque/ Patrocinador no dia 25.04.2017

60 segundos e um cabelo super hidratado com a Manteiga de Abacate da Bio Extratus

Nesses 3 anos que estamos com a Bio Extratus, dificilmente acontecia de eu e Joana nos darmos tão bem com o mesmo produto. Geralmente quando dava certo no cabelo dela, pesava no meu e quando funcionava super bem pra mim, não tinha o mesmo efeito no dela. 

Até que chegou a linha pós química, que eu demorei pra caramba pra conhecer. Enquanto a Jo foi apresentada à ela em novembro, eu só fui conhecer mesmo no final de janeiro, quando fui para a casa dos meus pais e lá me esperava a linha completa. Estava super curiosa de tanto que a Jô me falava que tinha certeza que ia funcionar no meu cabelo também. Será que esse fator inédito aconteceria mesmo? 

Antes de trocar definitivamente a linha Botica Camomila (que tem lugar cativo no meu banheiro lá no Rio) pela Pós Química, estava desconfiada e preferi começar a transição aos poucos. E, por sorte, comecei logo pelo melhor produto da vida: a Manteiga de Abacate.

Dupla perfeita: Tratamento de Choque Creme de Abacate + Escova de Madeira da Michel Mercier, que vende no site da Bio Extratus

 

Um sachêzinho de 30g, que em um primeiro momento eu jurava que era amostra grátis, mas fui seduzida pela promessa de condicionamento imediato em 60 segundos. Acho que vocês sabem que eu adoro um tratamento rápido para fazer no meio do banho, ainda mais depois que eu virei mãe. Hoje em dia nem sempre é fácil arrumar tempo para fazer “aquela” hidratação pós banho, então esse tipo de produto é ótimo para manter os fios bem cuidados até a próxima hidratação.

Eu já tinha experimentado alguns bons produtos de 60 segundos da Bio Extratus – um dos meus preferidos até então era o Resgate Capilar de argan e queratina – mas acho que nenhum me surpreendeu tanto quanto a Manteiga de Abacate.

Com abacate, que é antioxidante é reparador, e jojoba, que normaliza a produção da oleosidade no couro cabeludo e hidrata sem pesar, uma das indicações mais legais da Manteiga de Abacate é usá-la logo depois de alguma química no cabelo. Não importa se a química em questão é alisamento ou tintura, a linha é feita para tratar danos relacionados à qualquer procedimento do tipo.

Como eu só conheci a Manteiga quase 2 meses depois de ter retocado minhas luzes, eu não experimentei como reparador de pós química imediato, mas mesmo usando como uma hidratação rápida semanal já dá para ver a diferença. Costumo usá-la como condicionador – ou seja, só uso shampoo da linha pós química e a manteiga – e tem funcionado super bem.

Ela tem uma consistência um pouco mais densa que o banho de creme (outro produto que merece resenha) e, acho que por causa disso, eu não consigo usar um sachê inteiro no meu cabelo. Uso metade e, pelo menos pra mim, já é suficiente para dar um ótimo resultado, deixando os fios soltos, com brilho e maciez, além de melhorar bastante o aspecto ressecado das pontas com luzes.

Uma das minhas melhores surpresas e que faz com que eu considere a Manteiga de Abacate como um dos meus produtos atuais preferidos é a maciez prolongada. Dificilmente esses produtos de 60 segundos continuam fazendo efeito dias depois de eu usá-los ou até mesmo depois de lavar o cabelo, mas a Manteiga faz uma recuperação dos danos tão profunda que a maciez dura pelo menos uns 3 dias, e isso chamou minha atenção demais!

O sachê custa R$7,90 e e esse é mais um ponto super positivo para esse produto tão maravilhoso, afinal, não é sempre que você acha um creme de hidratação com qualidade e que entrega um resultado surpreendente por menos de 10 reais, né?

Quem experimentar me conta o que achou! :)

——————————– isso é um post do patrocinador e nós escolhemos o produto em questão <3 ———————————

4 em Comportamento/ Destaque/ maternidade no dia 25.04.2017

Eu preciso mesmo ser mãe? Isso tem que ser meu sonho?

Dizem que ser mãe é padecer no paraíso, com todo respeito eu duvido. Acho que isso é uma frase romantizada para “dizer que vai valer a pena” no final. Admiro para caramba uma mulher que se propõe a ser mãe e a dar seu melhor na criação de uma criança.  Ser mãe ou pai é um desafio, sempre foi, mas recentemente esse desafio me parece ainda maior. Talvez eu ache isso porque estou entrando na idade onde muitas pessoas próximas a mim estão engravidando e tendo filhos, não sei. Só sei que mesmo ninguém me cobrando, eu acabo sentindo essa pressão de alguma forma e esse assunto me fez pensar sobre algumas coisas.

Eu admiro muito mulheres que têm o dom visceral de ser mãe, ou encontram nesse caminho a maior missão e propósito que existe no seu coração. Eu posso vir a ser mãe um dia, ou não, mas duvido muito que eu tenha esse conteúdo vibrando tanto na minha essência, de forma tão visceral e preenchedora. Sei que daria meu melhor e que tudo se transforma à nossa volta, mas ter isso pulsando tanto dentro de si, sem a sensação de estar perdendo nada, genuinamente completa, é diferente. Eu não me vejo assim e está tudo bem, muitas mulheres são mães e não se veem assim também.

Enquanto essa parte da minha vida permanece uma incógnita, eu vou satisfazendo o provável “instinto materno” com meu afilhado gostoso….

Acho que se eu fosse mãe minha carreira iria continuar sendo importante, minha vontade de viajar também, alguns ajustes teriam de ser feitos, mas não viraria do dia pra noite a pessoa mais altruísta do mundo. Essa expectativa viria seguida de frustração no meu caso. Minha mãe é de um jeito, eu de outro, a Carla é de outro (e inclusive passou e ainda passa por essas questões que eu penso que teria) e todas somos ótimas, cada uma a sua maneira. Eu olho a minha mãe e vejo que ela encarou a maternidade como missão e propósito. Eu vejo a Carla e percebo que ela sempre quis que a maternidade fosse um acréscimo na sua vida, sem se anular na medida do possível. E eu me vejo no meio do caminho: será mesmo que eu preciso ter esse sonho que claramente me demandará tanto? 

De vez em quando num acesso de fofura minha mãe me diz que o dia em que eu nasci foi um dos dias mais felizes da vida dela. Ela queria muito me ter, então eu imagino que tenha sido mágico mesmo. Curioso que quando ela tinha minha idade o sonho dela era esse: me ter um dia. O meu não é. Meus sonhos envolvem meu trabalho, destinos diferentes ou até mesmo um grande amor. Para ela foi mágico, era pura expectativa, pra mim é assustador. Definitivamente não acho que tenha que ser mágico pra toda mulher. Precisamos parar de colocar todo mundo no mesmo saco. 

A verdade é que mesmo não sonhando em ter filhos eu não estou fechada para nada. Sei que posso mudar de ideia, inclusive quero cuidar de preservar minha fertilidade por isso, mas independente de sonhar ou não com a maternidade, ver a Carla e seus posts me faz acreditar que mesmo eu não tendo nascido com essa vocação eu posso querer fazer isso. Sem me anular, sem mudar meus sonhos e deixar de ser quem eu sou. Porque existem variados tipos de boas mães e independente de quais forem os meus sonhos, eu não precisarei deixar de ser eu mesma.

Sem dúvida, pra mim que nunca tive na maternidade um objetivo de vida, sempre foi difícil pensar que se um dia eu escolhesse viver isso, eu teria que abrir mão de tudo que eu desejo fazer, plantar, colher e realizar ainda nessa vida.

….ou com a minha sobrinha fofa demais!

A maternidade poderá vir a ser um desejo na minha vida, mas acho que ser em mãe tempo integral jamais vai ser uma vocação pra mim, por mais que eu ache bonito e respeite as mulheres que escolhem esse caminho. Tudo tem a ver com os sonhos de cada uma, precisamos parar para refletir e respeitar quem pensa diferente da gente. Sem diminuir a outra mulher que fez escolhas distintas ou pensa diferente da gente. Não existe um tipo certo de mulher e nem um tipo certo de mãe, por isso não julgar é tão importante. Agora eu mesma vou responder a pergunta que me fiz no título: não, eu não preciso ser e nem sonhar em ser mãe. E nem você. E tá tudo bem.

4 em Looks/ Moda no dia 24.04.2017

Musas de estilo: Maraisa Fidelis

Eu sei, faz tempo que eu não faço um post sobre minhas musas de estilo, mas há uma explicação, meio triste na verdade: eu fui parando de procurar inspiração. Essa época do inverno realmente me pegou de jeito e, quando eu vi, eu estava sem vontade de procurar referências e ideias. O motivo? A maioria estava postando roupas que eu tinha certeza que só conseguiria usar meses depois e daí fui perdendo a vontade de me inspirar.

Até que de uns dias pra cá, depois que a temperatura começou a oscilar entre dias super agradáveis e outros nem tanto, eu me peguei salvando looks de uma pessoa bem próxima a mim. E quem é ela? Maraisa Fidelis!

A dona do blog Beleza Interior? tem usado seu instagram (@blzinterior) para postar produções maravilhosos, e alguns em especial realmente têm me inspirado demais. O mais engraçado é que na teoria, nossos corpos são completamente diferentes, ela é muito mais ousada e colorida do que eu, e boa parte do que ela usa tem um elemento bem difícil de ser usado no meu dia a dia atual: salto alto.

Se na teoria somos tão opostas nesse quesito, eu diria que na prática tudo faz sentido para nomeá-la como uma musa de estilo. O motivo? Porque ela me inspira de diversas formas que vão muito além de apenas tirar print de um look e copiá-lo. Vou mostrar alguns exemplos para explicar melhor:

Esse foi um dos últimos looks que ela postou e me inspirou, a começar pelo tricô, que me deu vontade de entrar no site da Farm e comprar um igual AGORA. Depois me apeguei na calça florida, na bolsa de franjas e desejei entrar nessa vibe “70’s sem parecer fantasia” junto com ela. Isso porque faz tempo (pra não dizer que eu não lembro mesmo) que eu não incorporo essa década em algum look meu.

Sabe quando você vê um look e fala “UOU, QUERO USAR IGUAL?”. Foi essa a minha reação quando eu me deparei com esse. Tenho certeza que se eu tivesse todas essas peças, dificilmente pensaria em usá-las juntas. Provavelmente eu combinaria a camiseta com um jeans e a calça verde com uma blusa branca porque eu sou dessas, vocês sabem. E é ótimo ter essas referências mais ousadas com ideias de combinações de cores que fogem da nossa zona de conforto, justamente para sairmos da caixinha sem nos sentirmos completamente perdidas. Ah, e mais uma coisa. Nem tenho usado salto, mas já quero um scarpin desse tom de azul!

Quem acompanha meus looks sabe que vestido para o dia a dia é algo raro. Eu acabo optando por shorts ou calças, mas não nego um vestido larguinho e confortável. A chemise é o tipo de peça que eu acabaria usando solta, até porque eu costumo me sentir muito incomodada com cintos largos que marcam bem a cintura, me sinto presa, esmagada, sei lá. Mas aí vem Maraísa, me postando uma foto dessas e me fazendo morrer de vontade de ter uma chemise preta com um cinto preto largo para fazer a diferença, mesmo eu sabendo que me sinto incomodada com esse acessório. Se isso não é ser musa inspiradora de estilo, nem sei mais o que é.

Acho o máximo quem consegue criar um look esportivo e ainda por cima ficar chic. Eu já tentei algumas vezes, até na época que eu usava salto com mais frequência, mas nunca me achava arrumada o suficiente, sabem? Fiquei com vontade de copiar só para tirar a prova dos 9 e ver se eu consigo ficar elegante assim. Se eu conseguisse passar 1/3 dessa elegância acho que já ficaria feliz.

Porque até na piscina a bicha sabe dar close certo. E não tem nada que eu ache mais chic do que um conjunto de biquini hot pants e camisa branca longa e aberta. Lembro que quando eu vi ela assim no dia da pool party, achei uma deusa, e essa foto reflete bem a plenitude que eu senti! rs

Olha aí um look sem salto que tem tudo a ver comigo! Quando vi esse look eu só conseguia pensar na regata gola alta. Eu acho o máximo para o verão, fica ótima com calças e shorts de cintura alta, sem contar que esse decote fechado no pescoço sempre me cativa. O único problema é que ela é justa demais para os meus padrões de roupas sempre largas, mas até isso eu to pensando em rever, sabia? Queria ter uma regata desse tipo só para ver se eu consigo perder o medo de usar peças mais coladas ao corpo, e a responsável por eu querer vencer uma barreira dessas (que pra mim é gigante) é ela. Musa de estilo, né mores. :)

Toda vez que olho esse look eu vejo uma mulher poderosa. Essa pantacourt levinha e cintura alta e essa regata larguinha na medida com a renda aparecendo parece que nasceram para viverem juntas, e eu fiquei morrendo de vontade de dar mais uma chance às pantacourts. Confesso que essa é uma peça que ainda acho ousada demais para mim, mas aí, quando vejo uma foto dessas, me dá a ideia de que é tão simples que inspira. E eu amo quando isso acontece.

Além de ser musa de estilo, diria que ela também é uma verdadeira musa capilar, por mais que meu cabelo não seja crespo e não tenha uma cor diferente a cada 15 dias. Acho incrível como ela não tem medo de mudar e como ela descobriu nas cores e uma forma de se empoderar, e isso é inspirador pra caramba. E eu, particularmente, adoro notar como mudar a cor não influencia no seu estilo e nas escolhas das roupas.

E é assim que eu diria que Maraísa é uma das minhas musa de estilo, que mesmo sendo tão diferente de mim na altura, na numeração e até mesmo na ousadia, sempre me faz pensar fora do quadrado. :)