papo sobre Autoestima

produtos que Amamos

inspire-se nessas Viagens

0 em Destaque/ Moda/ Patrocinador no dia 20.08.2018

Estão preparadas para o verão 2019??

Quem acompanha a gente nas redes sociais ficou sabendo que em breve teríamos novidades na parte de moda praia da Marcyn. Inclusive viu alguns dos modelos da nova coleção de verão 2019, que lançaram hoje na loja física (em SP, na Alameda Lorena), nas revendedoras e, claro, na loja online.

A gente já tinha conhecido a coleção há alguns meses, quando estávamos definindo se conseguiríamos usar os looks (que ainda nem foram lançados) na piscina do #fimdesemanadopapo. E estávamos completamente ansiosas para compartilhar vários modelos que amamos com vocês – finalmente o dia chegou!

Para 2019, a Marcyn preparou uma coleção cheia de boas surpresas e algumas novidades para quem gosta de apostar em modelos mais fashionistas na hora de ir à praia. Como por exemplo, a linha preta com dourada que foi o maior sucesso entre todas as pessoas que mostramos a coleção. Com uma pegada bem praia chic milionária, o modelo preferido da maioria foi o que a Maraisa usou na piscina do nosso fim de semana: hot pant com top frente única.

Confessamos que essa linha é a nossa maior aposta para esse verão – e sabemos que corremos um sério risco de não conseguirmos os nossos depois de postarmos esse link (Marcyn, já que vocês vão aprovar esse post, favor, guardem um modelo G e outro GG para nós, obrigada #nãocustanada).

Outra linha que também apostamos muito foi a que eu usei no fim de semana que fizemos um bate e volta para o litoral de SP. Aproveitei que chegamos algumas horas antes do casamento que nos fez ir até lá para estrear meu biquini novo e dar um mergulho.

Confesso que quase não escolhi esse modelo justamente por causa do sutiã. Quem me conhece sabe que bojo não combina comigo. E por quê eu escolhi esse modelo? Por causa da calcinha hot pant, que me chamou a atenção pelo fato de ser bem alta, do jeito que eu queria e que não teve na coleção passada. A hot pant do verão 2018 era um pouco mais baixa e batia mais ou menos no me umbigo. Quando tive a oportunidade de falar com a estilista responsável pelas modelagens, lá na época das fotos que fizemos de Marcyn Mais, cheguei a reclamar disso e fiquei feliz de ver minha sugestão sendo ouvida. De fato essa calcinha deixa o corpo bem mais modelado que a outra, e eu me senti bem mais confortável também. Outra coisa que eu amei nessa linha é que todos os modelos têm esse detalhe em tela (não é estampa, é lycra branca com uma tela preta por cima) o que deixa tudo bem mais charmoso e especial.

Para quem gosta de estampa, pode se preparar que essa coleção vem recheada de estampas bem lindonas. A maioria ainda está para chegar, mas já posso adiantar duas que chegaram às lojas e são lindas de morrer.

A de crochê, essa toda coloridona e geométrica, é super especial e já adianto que a foto, infelizmente, não fez jus ao que esse modelo é ao vivo. A estampa digital com tecido texturizado dá a impressão que ele realmente é de crochê, mas com toda a mobilidade e conforto da lycra.

maiô crochê - maiô infantil - biquini crochê

maiô crochê – maiô infantil – biquini crochê – ainda vão entrar.

Para quem gosta dos básicos e lisos, os modelos de verão 2019 também já estão disponíveis. Alguns deles já são conhecidos, afinal, são repetecos dos sucessos do ano passado (ou melhor, desse ano, mas vocês entenderam). O legal dessa linha clássica é que você pode comprar as partes de cima e debaixo separadamente.

A nossa aposta, porém, não é um biquini, e sim nesse maiô. A coleção de lisos conta com 5 modelos, mas hoje resolvemos focar nesse que tem um detalhe de nó na frente. A Andreza Goulart vestiu ele no fim de semana e nós babamos, ficamos impressionadas como ele modela o corpo. Vale a pena dar uma olhada com carinho nele (e as cores são lindas!). E com certeza vocês vão ouvir a gente falar dele novamente por aqui, nem pensem que foi a última vez!

Ainda não experimentamos muita coisa que ficamos com vontade, mas já podemos adiantar que essa coleção da Marcyn é uma as mais especiais que pudemos experimentar desde que começamos a trabalhar com a marca. As peças têm detalhes que as deixaram mais modernas, a modelagem está cada vez mais bacana (e olha que esse foi um dos nossos maiores elogios na coleção passada, ou seja, eles melhoraram o que já estava muito bom!) e, é claro, a qualidade que continua a mesma. Não é à toa que as peças que usamos lá em Fevereiro do ano passado continuam em perfeito estado.

Para quem não vê a hora do verão chegar e já está afim de ir se preparando, pode apostar nessas opções!

0 em Autoconhecimento/ Autoestima no dia 20.08.2018

3 motivos que comprovam que a comparação é a maior inimiga da autoestima!

Sempre que nos perguntam qual é o maior inimigo do desenvolvimento de uma boa autoestima nós falamos juntas: a comparação.

Parece um pouco estranho dizer que o maior problema para conquistar uma boa autoestima é esse, nós sabemos que parece um pouco desconexo do tema, mas acredite, não é. Comparar-se tem absolutamente tudo a ver com a relação que podemos ter com a gente mesma. Como já falamos aqui, a chave para uma verdadeira autoestima não é se jogar em todos os procedimentos estéticos e ser refém dos padrões de beleza, conquistar uma autoestima verdadeira tem menos a ver com a nossa aparência e mais a ver com a nossa segurança de sermos quem somos. Assim sendo, batemos sempre na mesma tecla: para ter uma boa autoestima (real e não ilusória) precisamos nos conhecer.

Parece simples, né? No entanto em muitos casos é preciso de um bom tempo nesse processo para chegar em um ponto onde realmente bancamos ser quem somos, perdendo o medo do julgamento, acolhendo nossas vulnerabilidades e fragilidades, dizendo pra gente mesma que está tudo bem não ser perfeita ou não dar conta de tudo. Se olhar com mais amor e mais acolhimento costuma ficar alguns passos à frente da tomada de consciência, então, primeiro começamos a desconstruir e reconstruir as crenças à nossa volta, para só depois passarmos a repensar quais crenças tidas como “verdades” na sociedade são de fato verdadeiras pra cada um de nós como indivíduo.

Ter a coragem de ser imperfeita está totalmente ligada à nossa auto percepção, e  para criar estima por quem somos verdadeiramente precisamos aprender a nos cobrar menos, nos olhar com menos rigidez e nos comparar menos, para assim valorizar quem nossos, nossas conquistas e nossos contextos, independente do tamanho deles com relação aos das outras pessoas. Então, hoje vim aqui para fazer algo que quase nunca faço por aqui: um post com 3 motivos que me fazem ter certeza da toxicidade da comparação exagerada.

seja você, não eles. ilustra: ban.do

seja você, não eles.
ilustra: ban.do

1. Perder tempo se distraindo com a vida do outro enquanto poderia estar cuidando da sua.

O primeiro risco grande que a comparação nos traz é o mais simples de compreender: quanto mais tempo passamos nos preocupando com o outro, suas conquistas e sua trajetória, menos tempo estamos colocando energia no que nós estamos de fato queremos produzir. Nós só podemos colher o que plantamos, então se passamos muito tempo distraídos acompanhando a plantação do vizinho, deixaremos de ter uma boa colheita por estar gastando energia sendo seguidor ou comentarista da vida alheia. Tanto a super análise da vida do outro quanto a fofoca nos tomam tempo que poderíamos estar gastando conosco. Procurar ter um olhar mais consciente sobre onde colocamos a nossa energia é um primeiro passo para não cair nas armadilhas quase inconscientes da comparação.

“Poxa, meninas…se é tão óbvio por que estamos tão acostumadas a perder nosso tempo nos comparando ou criticando os outros?” Essa resposta já não é tão simples. Muitas vezes fazemos isso por um padrão que nos foi ensinado desde novinhos, o que começou com as notas do colégio pode chegar a uma comparação salarial, quando na verdade em muitos casos notas ou salários são respostas a um processo que inclusive deveria ser meritocrático, onde quem se dedica mais, recebe mais. De uma forma geral, olhando meu próprio recorte, ao invés de sermos ensinados a nos dedicar mais, somos estimuladas a depreciar quem foi melhor que a gente. Aprendemos em casa a nos comparar e até mesmo a desprestigiar quem está conquistando mais.

Comumente achamos que o sucesso da outra pessoa nos leva ao fracasso, mas em geral não poderia existir ilusão maior do que essa. Muitas vezes o que nos leva ao fracasso é o tempo que perdemos focadas em depreciar o sucesso da outra pessoa, um gasto enorme de energia e horas falando mal de quem de fato pode estar fazendo alguma coisa. Ainda que você não concorde com a forma, você pode deixar de perder tempo com isso e cuidar de você, buscar se conhecer, melhorar e se desenvolver, afinal o sucesso e o fracasso do outro só tem ligação com o seu na sua cabeça! 

Importante: Não estou aqui demonizando a  inveja, porque isso todo mundo tem, estou falando de quem fica preso a uma forma comparativa de ver a vida. Quando tudo seu é em relação ao outro, quando a pessoa está tão presa na projeção que faz do outro que esquece de si mesma.

2. O que falamos do outro diz mais sobre nós do que sobre o outro!

Essa frase resume tantas coisas que abordamos, que ao invés de #paposobreautoestima deveríamos estampar isso em todo lugar. As vezes, se olhar com mais amor é muito difícil porque nós temos medo do outro nos julgar com a mesma rigidez com que o julgamos. O medo que temos de sermos julgadas é proporcional ao quanto nós costumávamos julgar. Só que todo processo de flexibilizar o olhar para desenvolver uma verdadeira estima por si mesma passa também na esfera do seu olhar para o mundo, não só para você. Quando eu flexibilizo o julgamento com o outro, fica mais fácil fazer isso comigo. Se perco menos tempo julgando o outro posso estar dando um primeiro passo para me tornar mais ponderada comigo também. Ao tirar a rigidez  contida no meu olhar em busca da perfeição as coisas começam a parecer menos assustadoras, passamos a entender que não precisamos ser perfeitas pra sermos acolhidas ou nos sentirmos pertencendo a alguma tribo.

É dolorido se dar conta que até nossa autocrítica exagerada tem a ver com o outro, afinal somos tão juízes da vida alheia que precisamos nos cobrar uma perfeição que sequer existe, com medo de que nos julguem como nós julgamos. Fomos criadas para sermos inseguras com relação ao medo do julgamento, a falta de aprovação nos assombra como se fosse possível sermos unânimes, mais uma ilusão pra conta.

Muitas vezes falamos muito do outro porque é mais fácil se esconder atrás da máscara de juiz. Falar do outro e procurar defeitos no que ele faz nos leva a criar um padrão tão elevado de resultado que acabamos achando que ficar parado é melhor. Muitas vezes criticamos os movimentos do outro para mascarar nossa inércia, nosso medo de fazer e ser julgada caso não dê certo. Assim, falar do outro faz com que eu me sinta confortável em ficar parada, desmerece quem se mexe e acaba sendo uma postura comodista e confortável.

3. Cuidado com o raio romantizador da vida alheia!

Agora vem um ponto que consegue ser pior do que perder tempo com uma vida que não é nossa. Aliás, consegue ser mais ilusório do que não notar o quanto julgamos o outro para mascarar nosso próprio medo de fazer acontecer ou de sermos julgadas. O terceiro ponto consegue ser tão grave por se pautar em uma mentira.

Idealizamos a vida da outra pessoa e buscamos uma história que inventamos como se fosse verdade. Batalhamos uma vida igual a da outra pessoa com unhas e dentes, baseadas em nenhuma evidência prática de que ali há perfeição. É mais uma projeção que nós colocamos em cima do outro e, de novo, diz mais sobre nós que estamos invejando ou nos inspirando do que sobre a vida da pessoa mesmo. Podemos fazer isso com pessoas próximas que conhecemos ou com perfis que seguimos no instagram, é um processo que se dá perto ou longe.

Passamos a crer em um perfil de perfeição que sequer é humano. Buscamos com força, foco e fé partes do corpo que sequer são naturais. Desejamos contas bancárias que sequer sabemos que existe. Inventamos pra nós mesmas uma história sobre terceiros e passamos a nos comparar com um roteiro que nós mesmas criamos para a outra pessoa. Retiramos desse recorte imaginário qualquer possibilidade da pessoa não falar com a mãe, do marido estar com outra, de alguém na família estar doente ou daquele relacionamento estar no fim. Colocamos palavras imaginárias na boca das entrelinhas das legendas em forma de julgamentos levianos.

A vida idealizada da outra pessoa não contém suas dores reais, seus aprendizados verdadeiros, suas questões emocionais da infância ou suas maiores lutas, contém apenas a parte que escolhemos para acreditar ser verdade. Colocamos um filtro totalmente tendencioso e romântico e pronto, tomamos como verdade. Romantizamos a vida da outra pessoa como se fosse um clássico de princesa da Disney, quando racionalmente nós sabemos que isso não existe.

Dizem que a felicidade não está no destino, mas sim na jornada. A autoestima também. Criar apreço por si mesma não é se achar bonita, é aproveitar o processo de se conhecer para se transformar. Para buscarmos a felicidade genuína e sustentável precisamos ser quem somos de verdade, não quem projetamos que devemos ser. Para a sensação de plenitude ser sustentável dentro de nós, e não um pico de anestesia, precisamos focar mais nos nossos processos do que no dos outros. Felicidade tem a ver com a qualidade das relações humanas, se nos compararmos menos será mais fácil melhorar isso.

0 em Beleza/ Destaque/ Make-up/ pele/ Publieditorial no dia 17.08.2018

Testa oleosa ou maquiagem passando da validade? Serozinc de bolsa pode ser a solução!

Ano passado contei pra vocês o que era o Serozinc, o lançamento de La Roche-Posay que mais abalou a estrutura das nossas leitoras. Foi o produto que mais rendeu mensagens, dúvidas, troca no grupo e dicas de vocês. O tempo passou e esse produto que tinha tudo para ser um sucesso entre as mulheres de pele oleosa, foi mesmo. Tanto que ganhou novo tamanho, que a meu ver, ajudou muito na funcionalidade do produto.

serozinc-50-ml-

Por que falo isso? Eu, Joana, sempre usei esse produto para um objetivo muito claro: refrescar a maquiagem que está vencendo e tirar aquele brilho da testa sem usar lencinhos anti brilho ou pó matificante. Ou seja, eu pegava uma maquiagem no meio do dia e dava um jato de Serozinc para renovar tudo, afinal, quem sofreu o que eu sofri com acne e pele oleosa tende mesmo a ter problemas com brilho e oleosidade. Na época do post falei que esse era um produto que eu deixaria no trabalho pra usar na volta do almoço, por exemplo, tudo isso porque achava ousado levar a embalagem de 150ml na  bolsa, afinal, ninguém quer carregar um produto grande na bolsa com a vida corrida que temos. Pois bem, por isso achei tão genial que a La Roche-Posay ouviu nossa demanda e fez o Serozinc de 50ml.

serozinc-50-ml

Me lembro de ter ido participar de um bate papo na empresa ano passado e ter mencionado pra toda equipe que cuida de dermocosmética ativa que precisávamos ter o produto tamanho de bolsa/ tamanho viagem. Afinal, se quero tirar aquela oleosidade da testa ao longo do dia, acho prático ter o produto à mão, sem tirar nada da minha maquiagem ou borrar com ela.

serozinc-de-bolsa

Meu objetivo com esse post era apenas dizer pra vocês que a Época Cosméticos deu 15% de desconto para as leitoras do Futi na compra desse produto. Ou seja, quem quiser testar começando com o menor para ver se curte tanto quanto eu, pode. Só que ao falar sobre ele no stories, eu me dei conta que ele tem muito mais utilidades do que eu já falei por aqui, então me senti na obrigação de compartilhar com vocês as dicas das leitoras e das maquiadoras que falaram comigo no stories:

serozinc

Sim, um monte de gente contou que usa esse produto antes e depois de fazer a maquiagem, inclusive gente que não tem a pele oleosa. Ou seja, na prática a galera está achando mais usos para ele. Eu confesso que ainda não posso falar sobre esses usos diferentes pois comecei a usar agora, mas eu não posso negar que eu gostei da ideia, principalmente pro produto de 150ml que tenho aqui em casa.

No entanto, vale a pena ressaltar o produto nasceu para controlar:

  • oleosidade e brilhos excessivos
  • poros dilatados
  • sensação de pele com resíduos
  • irritação pós barba (ou seja, o boy depois dessa vai roubar, né).

Só vale falar que essa ideia de pré e pós maquiagem veio da galera, tá? Não façam isso em casa sem falar com seus dermatologistas.

Aliás, falando em dermatologista, quando lançaram o produto pros profissionais da área a minha guardou o dela pra mim. Ela sabe da minha luta e fez questão que eu testasse o produto e conversasse com ela sobre o resultado, então foi muito legal ver o quanto ele me ajudou na luta com a testa brilhosa. Eu geralmente consigo controlar durante o dia com a ajuda do protetor solar da marca, o Anthelios Airlicium, mas numa super maquiagem de um evento, num dia de gravação ou mesmo numa maquiagem à noite, nada barra o Serozinc pra mim.

Com a fórmula rica em zinco, esse spray multiuso não é uma água termal. Ele ajuda a controlar a oleosidade da pele no longo prazo e por isso é um produto voltado pra quem tem a pele mais oleosa e acneica. Seja pra matificar a pele ou para manter a maquiagem intacta e com a sensação de pele limpa. Tem quem use pra uma sensação de refrescância pós treino, mas ainda não usei pra isso, confesso. Ele ajuda pra quem não quer ficar com a sensação de estar brigando com a oleosidade ao longo do dia e acho que só quem passa por isso sabe como essa luta é chata.

Como contei da outra vez, acho importante ressaltar que: 

Dermatológica e oftalmologicamente testado, ele possui uma fórmula minimalista com três ingredientes: água purificada, sulfato de zinco e cloreto de sódio. O zinco é reconhecido pelas propriedades matificantes e antioleosidade. Estudos mostram que este ativo reduz a oleosidade, o brilho e os poros dilatados. Além de atender às necessidades da pele oleosa, o produto também possui apelo junto aos simpatizantes do movimento slow beauty, que buscam produtos com fórmulas minimalistas e ativos que não agridem a pele.

Sem perfume e nem conservantes, Serozinc proporciona uma ação adstringente e antioleosidade, mas também calmante, suavizante e refrescante. O produto foi testado em 40 homens e mulheres, de 18 a 40 anos, que possuem pele com tendência à oleosidade e à acne. Os voluntários utilizaram o Serozinc duas vezes ao dia na face durante quatro semanas; 73% dos voluntários afirmaram que Serozinc deixou a pele menos brilhosa, enquanto 71% afirmaram que o produto diminuiu a oleosidade.

O preço sugerido do produto é R$39,90! Quem quiser testar pra ter a própria opinião pode entrar nesse link da Época Cosméticos e arrematar o produto com 15% de desconto.

serozinc-bolsa-2

Acredito que quem precisa da maquiagem durando o dia inteiro ou não quer lidar com a oleosidade da pele brilhando pode ser um bom investimento pra se fazer. Ter o produto na bolsa pode ajudar nas demandas da sua rotina, agora se você já usa e gosta do produto como pré e pós maquiagem como as leitoras sugeriram a versão de 150ml pode ser bem bacana também. Vai caber a você decidir qual tamanho atende a sua demanda! Pelo visto na minha vida há espaço pros dois, o maior na minha pia e o menor na minha bolsa.

Não deixe de consultar seu dermatologista para ver se esse produto agregará na sua rotina de pele, a minha dermatologista Dra. Vanessa Metz achou espaço pra ele nos meus cuidados, mas os cuidados com a pele são individuais e é importante frequentarmos o especialista para cuidarmos da pele como um todo.

Beijos