29
jul
2016

Ray Ban ultra personalizado!

Acessórios

Dificilmente eu recebo um release que me faz ter vontade de escrever um post, mas como sou uma entusiasta de Ray Bans, eu me empolguei com um e-mail que recebemos e quis fazer um post!

Acabou de chegar no Brasil a plataforma Ray-Ban Remix, que nada mais é que um site onde você pode customizar completamente seu modelo de óculos preferido. Tem desde os clássicos como aviador, Wayfarer e Clubmaster até as armações mais novas como a Clubround e a Round Metal!

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As customizações são quase infinitas e, ao todo, são mais de 250.000 possibilidades. Dá para escolher armação, tipo de lente, cor da haste, do estojo e também pode fazer gravação nas laterais. Confesso que perdi um tempinho brincando com as possibilidades! hehehe não resisto

rayban-personalizado

 

Quanto ao preço, jurava que sairia muito mais caro, mas até agora os óculos mais caros que eu criei custavam R$640 e quando simulei comprar, descobri que ainda por cima o frete é grátis! Achei que vale muito a pena, já que o preço de um Ray-Ban normal fica em torno dos R$550.

Segundo o release, demora mais ou menos 10 dias para o seu pedido ir para a fábrica da Ray Ban e chegar na sua casa do jeitinho que você montou, mas na minha simulação com o frete normal – e grátis – diz que são 31 dias. Só fazendo mesmo para ter certeza!

Achei o máximo essa possibilidade e fiquei louca para fazer um! Se eu fizer em um futuro breve, eu volto aqui para dar o update! :) E quem resolver personalizar o seu através do site, depois me conta como foi a experiência!

Beijos

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28
jul
2016

Batom Hermione, um dos hits do Pausa para Feminices

Beleza, Make-up

Semana passada não teve post de batom, mas essa tem. Repararam que to empolgada com o tema, né? É porque realmente batom virou item de necessidade maior na minha maquiagem! Hoje vou falar de outro batom da linha Pausa Para Feminices da T. Blogs. A cor se chama Hermione, é uma das cores que mais fazem sucesso, o acabamento é matte e está disponível tanto na versão tradicional como também no líquido.

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Batom Hermione | foto Pausa para feminices

Optei por usar essa cor na maquiagem que fiz para o casamento da Nina. Queria algo básico, iluminado e perfeito para uma cerimônia bem despretenciosa e gostosa durante o dia, sem exageros.

A Bruna resenhou essa cor como sendo um marrom com fundo malva, mas em mim achei que puxou bastante o acizentado. Achei que ficou interessante pois se diferenciou dos outros vários marrons que já postei por aqui! Ele nessa versão fica mais claro do que o líquido, pelo menos em mim.

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Por ser um batom de acabamento matte acaba sendo mais “difícil” de passar, com uma textura um pouco mais seca do que batons hidratantes, mas nada que demande habilidades especiais. A durabilidade foi boa, mas não sei precisar as horas. Por estar comendo e bebendo na festa ele não segurou tanto, tive que repassar algumas vezes, mas nada fora do comum.

Como o Stone da MAC não ficou bem em mim, encontrei no Hermione uma alternativa de usar esse tipo de batom acinzentado que eu adoro. Acho frio, sofisticado e chique.

Quem ficou interessada pode navegar no post da Bruna Tavares, no PPF. Lá a Bru contou tudo, tudo mesmo, que a gente pode querer saber sobre esse tom, que é um dos mais queridos das cores dela. Para comprar o Hermione é só ir no site da Tracta.

O que vocês acharam? Eu me dei conta que adoro essa cor com a pele mais poderosa e olhos trabalhados, no entanto não amo esse batom quando estou sem maquiagem. Ele realmente tem que encaixar no contexto, não é tão simples quanto o Whirl, por exemplo, que sempre fica bonito com qualquer pele.

O que vocês acharam? 

Beijos

 

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28
jul
2016

#babynofuti: se virando com bebê em Nova York

#babynofuti

Quando estava prestes a me mudar para cá, comecei a ficar muito ansiosa com um detalhe: como eu ia me virar em Nova York com o Arthur, um bebê que estaria com quase 6 meses?

Desde que ele nasceu, tirando o primeiro mês que o pediatra me pediu para evitar sair de casa, eu e Bernardo botamos na nossa cabeça que não deixaríamos de fazer nada por causa do Arthur. Claro que durante a semana a babá, que estava com a gente desde que ele tinha 1 semana, quebrava o nosso galho, mas durante a noite e nos fins de semana, decidimos que o Arthur iria para onde a gente fosse.

Desde que ele foi liberado para sair de casa nós passamos a levá-lo para shopping e restaurante, basicamente os dois programas que se tem para fazer em São Paulo. rs Se queríamos sair para jantar e não tinha como a babá ficar, a gente escolhia um restaurante que fosse tranquilo de encaixar um carrinho e levávamos o Arthur dormindo. E foi assim que ele passou a frequentar almoços, jantares, churrascos e afins.

Mesmo assim, quando me peguei pensando que a partir do momento que eu pisasse em Nova York seríamos apenas nós 3 – e o Jack, claro – me bateu um certo desespero. Será que eu ia conseguir me virar sem babá? Será que eu ia dar conta de sair com ele sozinha? Será que eu ia conseguir pegar metrô com carrinho de bebê? Será que conseguiria levá-lo para vários restaurantes que eu estava louca para ir? Muitos serás para pouca Carla.

Lembro que pesquisei muito sobre isso, mas não achei muitos posts que pudessem me deixar aliviada ou preparada para tamanha experiência. Então, já que não tem muita coisa sobre isso na internet, achei que poderia fazer.

Transporte:

East River Ferry, uma das maneiras mais fáceis de chegar em Manhattan por Williamsburg com carrinho de bebê - e a viagem é linda!

East River Ferry, uma das maneiras mais fáceis de chegar em Manhattan por Williamsburg com carrinho de bebê – e a viagem ainda por cima é linda!

Para começar, uma frase de esperança: é muito fácil andar por NY com um carrinho de bebê, muito mais fácil do que eu esperava pelo menos. Praticamente todas as calçadas são bem largas, sem muitos buracos e têm um espaço que nivela com o asfalto para facilitar a acessibilidade na hora de atravessar. Se antes de ter filho andar pela cidade já era meu passatempo preferido, hoje em dia eu valorizo mais ainda meus passeios já que nunca reparei nesses detalhes antes.

Em compensação, metrô e ônibus são mais complicados. Eu jurava que essa parte seria bem mais fácil, mas infelizmente levei um susto. Ônibus eu nem me arrisco porque você precisa fechar o carrinho para andar nele, e sozinha com um bebê de colo isso é humanamente impossível. Já no metrô, me choquei em constatar que em toda Manhattan só tem 30 estações com elevador, sendo que nas poucas vezes que usei já aconteceu de pegar elevador enguiçado ou em manutenção. Outra coisa que me deixou receosa é a hora do rush, que obviamente eu tento evitar mas já aconteceu de eu pegar o metrô lotado em um sábado à tarde e termos que fechar o carrinho para entrar. Até hoje eu não tive coragem de me aventurar sozinha com o Arthur no metrô por causa disso.

A minha sorte é que bem perto da minha casa fica a East River Ferry, a barca que anda pelo East River que tem pontos em Manhattan tanto na 34th ou no Pier 11, perto da Wall Street. Por ela também dá para chegar no D.U.M.B.O. Como ela é espaçosa, é muito tranquilo viajar com bebê e carrinho. Aliás, usei ela no meu primeiro bate perna sozinha em Manhattan e foi tudo muito fácil.

Lojas e restaurantes:

No Sociale, um restaurante em Brooklyn Heights. Tivemos que deixar o carrinho estacionado do lado de fora, mas levamos a cadeira (eles ofereceram cadeirão, mas quando levamos a nossa a gente prefere usá-la) e ele ficou com a gente na mesa. :)

No Sociale, um restaurante em Brooklyn Heights. Tivemos que deixar o carrinho estacionado do lado de fora, mas levamos a cadeira (eles ofereceram cadeirão, mas quando levamos a nossa a gente prefere usá-la) e ele ficou com a gente na mesa. :)

Quase todos os estabelecimentos têm entrada para deficientes. As vezes é por uma rampa na lateral do local, as vezes uma das portas tem um botão do lado que fax com que elas abram automaticamente e também tive que aprender a me virar a abrir e fechar portas com um carrinho. Alguns lugares também têm um doorman para ajudar nesse tipo de tarefa que parece simples mas exige toda uma noção de timing e destreza na hora de manusear o carrinho, mas todas as vezes que eu tive alguma dificuldade apareceu alguém para me ajudar. Acho que de todos os bairros que eu já fui, o menos acessível até agora foi o Soho. Muitas lojas com escada na frente e calçada apertada.

Alguns restaurantes são menores e as mesas são mais juntas, o que dificulta na hora de levar o carrinho junto, nesses casos eles pedem para você deixá-lo estacionado em algum canto e oferecem um cadeirão. Até hoje só aconteceu isso em uns 3 lugares, geralmente é tudo bem espaçoso e ninguém implica muito com isso.

O maior problema que eu encontrei é banheiro de restaurante. A maioria é bem pequena, não cabe um carrinho e nem tem trocador. Se você estiver sozinha, tem que segurar o xixi e se precisar trocar o bebê, vai ter que aprender a fazer isso no carrinho. rs  Em compensação todas as lojas de departamento e locais públicos têm banheiros para deficientes. A maioria também tem trocador.

Alguns lugares que eu já fui e achei tranquilíssimos de ir com bebê: Saks, Bergdorf Goodman, Apple Store, Macy’s, Uniqlo da 5th Avenue, High Line, Central Park Zoo.

Ah, e claro que nossos horários mudaram completamente. Hoje em dia nós saímos com o Arthur para almoçar ou, no máximo, um jantar mais cedo lá pelas 18/18:30 (quem diria, Carla, quem diria).

Pediatra:

Eu já sabia que aqui as coisas eram um pouco diferentes. Até existem pediatras particulares (que costumam ser bem caros e sem plano de saúde), mas a grande maioria das pessoas levam seus filhos na clínica pediátrica mais perto de casa. A que eu fui tem 5 médicos para fazer as consultas e algumas enfermeiras que ficam 24 horas de plantão.

Uma coisa que eu curti muito, mas não sei se é de praxe foi a praticidade. Me inscrevi no site deles e imediatamente me pediram para mandar todo o histórico médico do Arthur traduzido, a caderneta de vacinas e uma foto da minha carteirinha do plano. As informações ficam no sistema de forma que qualquer profissional que me atenda saiba tudo que foi feito com o bebê. Eu curti bastante esse método!

Muita gente me alertou que os médicos são meio frios e não dão muito espaço para paranoias. Bem, eu não sei se dei sorte ou se é porque eu já estava acostumada com um pediatra que desde o começo não me deixou ter muitas caraminholas na cabeça, mas a médica que nos atendeu foi uma fofa, respondeu todas as perguntas que eu fiz (incluindo as idiotas hehe) e quando deu a vacina que ele precisava tomar, explicou direitinho todos os possíveis sintomas que ele poderia ter. Claro que não tenho o celular dela para ligar a qualquer hora, mas saber que tenho um lugar legal e que eu posso chegar em 5 minutos caso algo aconteça me deixa tão tranquila quanto ter um telefone.

A vida de mãe full time:

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Achei que seria bem mais difícil, principalmente por causa do fato de eu ter tido uma babá que me ajudava durante a semana e me deixava mais livre para fazer as minhas coisas.

É muito trabalhoso, não vou negar. Principalmente agora que o Arthur aprendeu a engatinhar, tenta pegar o Jack de 15 em 15 minutos (o Jack sai correndo, claro) e está começando a querer se apoiar em coisas para tentar ficar em pé. Mas não está sendo a dificuldade que eu pensei que seria.

Sim, as vezes eu acho a rotina bem maçante e confesso que ainda acho estranho ver que eu não tenho mais a liberdade que eu tinha quando estava no Brasil. Como tudo é um processo de adaptação, se antes eu saía para bater perna sozinha, agora eu saio com o Arthur e isso tem sido um dos meus passatempos preferidos. Eu saio da rotina de casa, vejo gente, vejo coisas, passo o dia fora e quando chegamos, ele já está pronto para tomar banho, mamar e dormir. Quando percebo, acabou o dia e nem senti! Tudo bem que estar em Nova York, uma cidade cheia de coisas para se ver e se fazer, ajuda e muito. E ter chegado no verão também, apesar de ter uma brinquedoteca no meu prédio para quando estiver frio.

Acho que eu me preparei tanto psicologicamente para essa mudança que eu acabei aceitando ela de forma mais natural do que eu imaginava, mas o fato do Bernardo chegar beeem mais cedo em casa é um item fundamental para a minha sanidade mental. Desse jeito consigo ir na minha academia e ter um tempinho para mim à noite. Imagino que eu não estaria lidando tão bem se ao invés de chegar 17:30/18, ele chegasse nos horários do Brasil, isso é, praticamente qualquer hora a partir das 22h. Outra coisa que eu senti é que eu e Bernardo estamos mais unidos que nunca com essa experiência, o que me surpreendeu muito positivamente.

A única coisa que eu ainda não me acostumei realmente é em relação à trabalho. Dou graças a Deus que o blog existe pois ele me ajuda a deixar a cabeça cheia de ideias, me dá muito prazer e me faz sentir útil e produtiva, mas ainda não consegui estabelecer uma rotina.

Acho que é isso, né? Em breve vou postando mais à medida que eu for pegando dicas, mas quem quiser me dar algumas, estou aceitando! :)

Beijos

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