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0 em Beleza/ Cabelo/ Patrocinador no dia 14.11.2018

Chegou a Linha Umectante com óleo de coco e alto poder antiressecamento

Geralmente eu venho aqui falar de produtos da Bio Extratus que eu já usei, já aprovei e recomendo. Hoje eu farei o caminho contrário e vou falar de um produto que foi lançado semana passada. Ele ainda não chegou na minha casa, mas já estou louca pra contar? O motivo: realizaram meu sonho!

Explico: há uns meses atrás, estava andando na farmácia com uma amiga e me deparei com uma cena curiosa. Uma prateleira onde TODOS os produtos tinham um ativo em comum: COCO. Sim, eu já li sobre os milhões de benefícios do óleo de coco. Sei que ele é ótimo para varias situações. E também sei que o segredo do cabelo da Yasmin Brunet é óleo de coco. Mas eu não imaginava que o bendito estava fazendo o maior sucesso aqui pelos EUA também.

Quando vi, a primeira coisa que fiz foi falar com as meninas do marketing da Bio Extratus. Afinal, eu só uso produtos da marca, então se algo ainda não existe, a gente sugere. “Vem cá, até aqui o coco tá fazendo sucesso. Quando a Bio Extratus vai lançar a própria linha??”. Isso foi em Julho. Recebi como resposta “Fala com a Janaína, ela que é responsável por isso”. Sim, Janaina é a farmacêutica responsável por cada um desses produtos que vocês veem a gente falando (e acabam amando também.)

Falei meio por alto sobre o assunto quando encontrei com ela na fábrica, mas a conversa não me pareceu ter dado em nada. Pois bem, eis que descubro no final do mês passado que eles estavam era mantendo segredo. E semana passada meu desejo se tornou realidade.

A Linha Umectante já é uma realidade que estará chegando em breve nas prateleiras.

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E por quê esse nome, umectante? O que é a umectação?

Quem está familiarizada com tratamentos capilares, sabe que existe um procedimento com esse nome e o óleo de coco é um dos óleos mais indicados para ele.

Para quem não conhece, umectação é uma forma de nutrir e hidratar os cabelos, principalmente os cacheados – que são naturalmente mais ressecados. Ela consiste em umedecer os cabelos com óleos, de forma que eles cresçam saudáveis e sem danos.

A Linha Umectante visa fazer exatamente isso tudo, de uma forma bem mais completa do que apenas usar óleo de coco. Ela conta com shampoo, condicionador, banho de creme, finalizador e a manteiga de coco.

E quais são seus produtos?

A linha inteira tem alto poder antiressecamento, mas cada produto tem sua importância no passo-a-passo. O shampoo é feito para agir na fibra capilar de dentro para fora, iniciando o processo de nutrição e hidratação. O condicionador age, além da hidratação, na regeneração dos fios. O banho de creme é altamente umectante. Ele garante a hidratação máxima, além de nutrição profunda.

A manteiga é aquele sachê de 60 segundos, perfeita para aqueles dias de pressa e com umectação máxima. Por último, o finalizador, que conta com proteção solar e, além de ser antiressecamento, protege os fios das agressões externas. Vento, calor, chapinha? Protege de tudo.

Para quem gosta de fazer outros tipos de tratamentos no cabelo, essa linha é perfeita para a etapa de Nutrição do Cronograma Capilar. E todos os produtos – menos o shampoo – estão liberados para quem faz low poo.

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A Joana vai começar a experimentar antes de mim, mas eu só sei que estou maluca para testar. Meu cabelo funciona muito bem na etapa de nutrição e eu estou louca para ver o poder do óleo de coco. Quando eu finalmente conseguir experimentar, pode ter certeza que volto aqui para contar!

0 em Autoconhecimento/ Destaque no dia 14.11.2018

Em um processo de transformação, o caminho importa mais do que o fim.

Acho que todo mundo já passou por aquele momento de transformação em que a chave vira e vários aspectos da nossa vida que estavam meio turvos passam a ficar claros. Pode ser um relacionamento que você ainda não tinha percebido que estava empurrando com a barriga. Um trabalho que era seu trabalho dos sonhos e agora não é mais. Ou até mesmo sobre a maneira que nos enxergamos.

>>>>>> Veja também: quando o basta vem de dentro <<<<<<

O caso é que as pessoas que estão de fora ficam com a impressão de que esse tipo de clareza de pensamento vem assim, de repente. E justamente por não estarem na nossa pele, acham que o processo é fácil e esperam que o mesmo aconteça com elas.

É claro que ter essa expectativa só leva à frustração. Todo mundo que passou por um processo de transformação sabe que nenhuma realização na vida das pessoas acontece de um dia para o outro. Muito menos as mudanças de pensamento! Há quem passe uma vida inteira tentando mudar uma forma de pensar e ainda assim, tem quem não consiga!

E eu entendo que esse caminho pode não ser muito fácil. Geralmente não é. Normalmente ele exige muita paciência e, eu não sei você, mas esse é um dos meus pontos fracos. Ele também exige que a gente aprenda a olhar nosso processo de forma mais amorosa. E esse normalmente é uma das etapas mais difíceis, porque a gente tem a mania de ser nossa pior inimiga.

foto: Robin Benzrihem

foto: Robin Benzrihem

Mas ainda assim, persista. O começo pode parecer angustiante porque você percebe que tem algo que te incomoda, mas ainda não entende o que é. Depois que fica claro o que está te incomodando, você começa a procurar as respostas. Converse com alguém, comece uma terapia, leia a respeito, tente achar alguma coisa que te traga paz. Mas o que posso dizer pela minha experiência é: não se cobre uma resposta.

Ela vai aparecer na medida que você for pensando a respeito, mas não de forma obcecada. Todas as respostas que eu procurava só vieram quando eu finalmente deixei as coisas seguirem seu próprio caminho dentro de mim. No ritmo delas, não no ritmo da minha ansiedade.

Porque no meio dessa busca por respostas existe um infinito de coisas que você pode viver. E aí, você pode até mesmo perceber que elas podem ser até mais importantes que a própria resposta que você procura. E enquanto você vai vivendo essa experiência no seu tempo, cada passo vai se tornando importante. É aí que você percebe que não se trata sobre o fim, mas sobre o caminho. Por mais clichê que isso possa parecer. 

0 em Autoestima/ Comportamento/ entretenimento no dia 13.11.2018

Aparência e talento não estão interligados. Ou melhor, não deveriam estar.

Você já foi assistir “Nasce uma Estrela?” Caso a resposta seja não, então preciso avisar antes de você começar a ler esse texto que ele contém alguns spoilers do filme. Se você já assistiu, vamos conversar sobre uma parte do filme?

Para quem não assistiu mas não se importa em ler sobre o filme, ele é sobre uma história de amor entre o Jack (Bradley Cooper), rock star super famoso, e Ally (Lady Gaga), uma cantora iniciante cheia de talento. Jack se encanta por Ally de primeira, quando a vê interpretando uma versão de La Vie en Rose em um bar de drag queens. A noite se estende e ele passa a conhecer um pouco mais de sua história e de sua música, depois disso ele passa a convidá-la para diversas participações em seus shows. É uma história de parceria musical, amor, cumplicidade e dor. O filme é lindo e super emocionante. Mas esse texto não tem a pretensão de ser um review do filme. Quero mesmo é falar da tal cena que me chamou a atenção logo no começo, quando eles se conheceram.

Logo no início, assim que eles se conhecem, Jack fica curioso sobre a carreira artística de Ally. É aí que ela diz que já havia mostrado o seu trabalho a diversas gravadoras e que eles até gostaram dela, disseram que ela tinha talento, mas que ela não estouraria por conta de sua aparência, mais especificamente o seu nariz. Jack na hora revidou a crítica das gravadoras elogiando sua beleza e seu nariz. O nariz vira, inclusive, uma piada carinhosa entre eles e aparece em diversos momentos importantes do filme. 

aparencia

Você pode achar que essa história de não ter feito sucesso por causa de um nariz é balela. Que foi posta ali no filme só para trazer um elemento que os telespectadores possam se identificar. Mas a verdade é que isso existe, muito mais do que a gente imagina. Saí do filme imaginando o tanto de gente talentosa que deve existir por aí que pode perder a chance de brilhar e encantar as pessoas com o seu talento por causa de sua aparência física…Quantos produtores, empresários, casting, gravadoras devem cortar pessoas por isso? 

Nem precisei fazer muito esforço para lembrar de exemplos que foram notícia. Ou vocês não lembram da Susan Boyle? Que ao entrar no palco de um show de talentos inglês foi vista pelos jurados com um certo olhar de deboche? Que ao falar que tinha 47 anos recebeu um olhar de “o que essa mulher está fazendo aqui” de Simon Cowell? E que durante sua apresentação fez toda a plateia – e os jurados – chorarem? Todo mundo ali naquele auditório duvidou de seu talento unicamente por causa de sua aparência. Talvez, se ela não tivesse se apresentado em um auditório com milhões de pessoas assistindo, ela nunca conseguisse um contrato.

Aparência não tem nada a ver com talento. Nem mesmo nas modelos de passarela ou de capa de revista. Não se esqueçam que nem Gisele Bundchen escapou disso. “Eu me lembro de algumas pessoas me dizendo que meu nariz era grande demais ou meus olhos pequenos demais, que eu nunca poderia estampar a capa de uma revista. Não foi fácil ouvir esse tipo de crítica aos 14 anos. Isso fez com que eu me sentisse insegura.” 

Voltando ao filme, Ally claramente acreditou que seu nariz era um problema de verdade. Que ele eclipsava seu talento. Seu pai, por exemplo, passou o filme dizendo que não virou Frank Sinatra por causa de sua aparência. Se não fosse Jack mostrando para Ally que isso era uma crença infundada, talvez nada acontecesse em sua vida. E aí eu penso: quantas pessoas super talentosas acham imediatamente que aparência e talento estão interligados?